O Entardecer da Vida
O sol se despedia do Império Tré.  O vassalo caminhava ao lado da anciã do moinho amarelo.  - O que mais lhe agrada na vida, senhora?  A velhinha do moinho amarelo, olhando o ocaso,  distraída,  respondeu: - O entardecer... Iam conversando sobre a vida.
Surpreso, o vassalo perguntou: - Não prefere o amanhecer?  Não há coisa mais bela que o nascimento do sol,  atrás das verdes colinas de Tré.  Eu prefiro o amanhecer!
A anciã colocou no chão a cesta de espigas  que levava em suas mãos enrugadas. Dirigindo-se ao vassalo, com voz doce e conciliadora, disse: - O amanhecer é belo, sim.  Mas o pôr-do-sol me agrada mais.
São momentos que me fazem refletir, pensar muito... São momentos que dizem coisas de mim mesma... - Coisas? De ti mesma? – perguntou o vassalo.  Não sabia o que a velhinha queria dizer com aquela frase.
Antes de fechar a porta do moinho amarelo,  a anciã acrescentou: - Claro. A vida é como um amanhecer, para um jovem como tu. Para os anciãos, como eu, é um belo entardecer. O que no início é bonito, ao final chega a ser plenamente belo. Por isso prefiro o entardecer...
-  Veja! O sol se ocultou e uma cálida cor rosada se estendeu  por todo o Império de Tré. E o vassalo guardou silêncio,  deslumbrado ante tanta beleza. A anciã apontou sua mão para o horizonte.
A vida é como um instante que passa e não volta. Começa como um fresco amanhecer,  e como um sereno entardecer nos deixa. Depende de nós que o sol de nossa vida,  quando se despeça do céu chamado “história”,  enfeite com lindas cores a sua despedida.  Cores que sejam bonitas recordações  que guardarão de nós as pessoas  que viveram ao nosso lado Autor do Slide: Ria Ellwanger  [email_address]   Texto: Traduzido de um texto em espanhol, sem autoria.  Música: Tai Chi-J  Imagem: Recebida em e-mail  Este slide é exclusivo de:  http://flori_jane.sites.uol.com.br/index.htm

O Entardecer Da Vida

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    O sol sedespedia do Império Tré. O vassalo caminhava ao lado da anciã do moinho amarelo. - O que mais lhe agrada na vida, senhora? A velhinha do moinho amarelo, olhando o ocaso, distraída, respondeu: - O entardecer... Iam conversando sobre a vida.
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    Surpreso, o vassaloperguntou: - Não prefere o amanhecer? Não há coisa mais bela que o nascimento do sol, atrás das verdes colinas de Tré. Eu prefiro o amanhecer!
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    A anciã colocouno chão a cesta de espigas que levava em suas mãos enrugadas. Dirigindo-se ao vassalo, com voz doce e conciliadora, disse: - O amanhecer é belo, sim. Mas o pôr-do-sol me agrada mais.
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    São momentos queme fazem refletir, pensar muito... São momentos que dizem coisas de mim mesma... - Coisas? De ti mesma? – perguntou o vassalo. Não sabia o que a velhinha queria dizer com aquela frase.
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    Antes de fechara porta do moinho amarelo, a anciã acrescentou: - Claro. A vida é como um amanhecer, para um jovem como tu. Para os anciãos, como eu, é um belo entardecer. O que no início é bonito, ao final chega a ser plenamente belo. Por isso prefiro o entardecer...
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    - Veja!O sol se ocultou e uma cálida cor rosada se estendeu por todo o Império de Tré. E o vassalo guardou silêncio, deslumbrado ante tanta beleza. A anciã apontou sua mão para o horizonte.
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    A vida écomo um instante que passa e não volta. Começa como um fresco amanhecer, e como um sereno entardecer nos deixa. Depende de nós que o sol de nossa vida, quando se despeça do céu chamado “história”, enfeite com lindas cores a sua despedida. Cores que sejam bonitas recordações que guardarão de nós as pessoas que viveram ao nosso lado Autor do Slide: Ria Ellwanger [email_address] Texto: Traduzido de um texto em espanhol, sem autoria. Música: Tai Chi-J Imagem: Recebida em e-mail Este slide é exclusivo de: http://flori_jane.sites.uol.com.br/index.htm