O documento descreve o Convento de Mafra, uma das maiores obras arquitetônicas em Portugal. Foi construído por ordem do rei D. João V para cumprir uma promessa feita a Deus de erguer um convento caso lhe desse um filho varão. Embora sua primeira filha tenha sido uma menina, o rei expandiu o projeto para incluir um palácio real ao lado do convento. O documento também discute os símbolos e lendas associados ao local, como os carrilhões e os subterrâneos.