Uma biblioteca caminhante… na sociedade de informação e conhecimento.



Num círculo de mudança de paradigmas, a era da globalização da informação contraria
o ensino passivo e exige uma escola inovadora e flexível que responda às suas
necessidades, difundidas nas competências exigidas aos cidadãos do mundo actual.
Na mesma linha de pensamento, e reconhecendo o papel visionário e provocador da
biblioteca escolar, urge reflectir a sua missão e o seu papel dentro da comunidade
educativa, entendendo-a não apenas como mais um recurso mas sobretudo como um
espaço inovador de aprendizagem e potenciador de conhecimento. Compreende-se
assim, na acção educativa, uma concepção de aprendizagem activa, significativa e
autónoma que encontre eco na capacidade de os alunos mobilizarem a informação
disponível transformando-a em novos conhecimentos.


A produção de conhecimento, consignada na literacia da informação, tem no contexto
do processo de ensino aprendizagem, um papel regulador do conhecimento –
reconhecendo-se, nesta assunção, o contributo inelutável da transversalidade da
biblioteca escolar em todos os cenários educativos, compreendendo na sua
intervenção, ao minimizar a info-exclusão, o garante do direito e igualdade de acesso à
informação. Entende-se assim que a biblioteca escolar não pode ser um fim em si
mesma mas um veículo privilegiado para prosseguir os objectivos e a missão da Escola.


E, neste caminho que se faz caminhando… a biblioteca escolar sabe de onde vem…
fazendo caminho para onde vai…

Num círculo de mudança de paradigmas

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    Uma biblioteca caminhante…na sociedade de informação e conhecimento. Num círculo de mudança de paradigmas, a era da globalização da informação contraria o ensino passivo e exige uma escola inovadora e flexível que responda às suas necessidades, difundidas nas competências exigidas aos cidadãos do mundo actual. Na mesma linha de pensamento, e reconhecendo o papel visionário e provocador da biblioteca escolar, urge reflectir a sua missão e o seu papel dentro da comunidade educativa, entendendo-a não apenas como mais um recurso mas sobretudo como um espaço inovador de aprendizagem e potenciador de conhecimento. Compreende-se assim, na acção educativa, uma concepção de aprendizagem activa, significativa e autónoma que encontre eco na capacidade de os alunos mobilizarem a informação disponível transformando-a em novos conhecimentos. A produção de conhecimento, consignada na literacia da informação, tem no contexto do processo de ensino aprendizagem, um papel regulador do conhecimento – reconhecendo-se, nesta assunção, o contributo inelutável da transversalidade da biblioteca escolar em todos os cenários educativos, compreendendo na sua intervenção, ao minimizar a info-exclusão, o garante do direito e igualdade de acesso à informação. Entende-se assim que a biblioteca escolar não pode ser um fim em si mesma mas um veículo privilegiado para prosseguir os objectivos e a missão da Escola. E, neste caminho que se faz caminhando… a biblioteca escolar sabe de onde vem… fazendo caminho para onde vai…