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O documento discute a posição espírita sobre o aborto de fetos anencéfalos. A autora argumenta que os fetos anencéfalos possuem um cérebro primitivo responsável por funções vitais e que um espírito os comanda, portanto não devem ser abortados. Defende que o aborto não alivia sofrimento e que a única atitude compatível com o amor é a misericórdia e compaixão para com esses fetos.


