Profa. Bianca de Sousa Leal
Disciplina: Bioquímica Estrutural
Curso: Biomedicina
 Glicogênio hepático  fornecer glicose livre para
exportação, a fim de manter a concentração da glicose
sanguínea
 Glicogênio muscular  fornecer uma fonte de glicose-6-
fosfato à glicólise em resposta às necessidades de ATP
durante a contração muscular
Funções do glicogênio
 A síntese do glicogênio ocorre em quase todos os tecidos
animais  mais importante no fígado e no músculo
esquelético
 No fígado  ↑ durante o estado pós prandial e são
exauridos durante o jejum.
 Glicogênio muscular  não pode ser exportado
Sem a realização exercício  o jejum de curto prazo exerce
pouco efeito sobre o conteúdo de glicogênio muscular
Ao realizar atividade física em jejum  glicogênio
muscular estará em baixa  obrigando o corpo a utilizar
a gordura como fonte de energia
Localização dos depósitos de glicogênio
 O metabolismo do glicogênio envolve duas vias:
Síntese e degradação do glicogênio
 A síntese do glicogênio consiste em 5 passos:
1) Ligação da glicose ao resíduo tirosina da glicogenina,
catalisada pela glicosil transferase
2) A glicogenina forma um complexo firme com a
glicogênio sintase
3) A cadeia nascente é aumentada pela adição
sequencial de mais sete resíduos de glicose  cada
novo resíduo é fornecido pela UDP-glicose
4) Nesse ponto, a glicogênio sintase assume seu papel
catalítico, dissocia-se da glicogenina e continua a
estender a cadeia de glicogênio
5) A ação combinada da glicogênio sintase e da enzima
de ramificação completa a estrutura de cada partícula
de glicogênio
Glicogenina
 Encurtamento das cadeias:
A enzima glicogênio fosforilase cliva as ligações α
(1→4) entre duas moléculas de glicose.
Degradação do Glicogênio
Destino do Glicogênio no Fígado
Carboidratos
Metabolismo
 Glicólise ou Via glicolítica
 A glicólise (glyks = “doce” e lysis = “quebra”) é
uma via central do catabolismo da glicose
 Em determinados tecidos e tipos celulares
de mamíferos a glicose, por meio da glicólise é a
principal, quando não a única, fonte de energia
metabólica
 Envolve a participação de várias reações 
algumas não reversíveis
 Possui a finalidade de produção de energia e
intermediários para outras vias
Carboidratos
Metabolismo
 Glicólise ou Via glicolítica
 No citoplasma  1 molécula de glicose é
degradada em uma série de reações catalisadas
por enzimas para liberar 2 moléculas de
piruvato

2
Carboidratos
Metabolismo
 Glicólise  Saldo
ATP
ATP
ATP ATP
ATP ATP
Piruvato
(3 C)
Piruvato
(3 C)
NADH
NADH
ATP ATP
- =
Carboidratos
Glicólise
A glicólise possui duas fases:
 fase preparatória
 fase de pagamento
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
1. Fosforilação da Glicose
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
1. Fosforilação da Glicose
 Fosforilação da glicose  glicose-6-fosfato
 Após a fosforilação da glicose  esta não sai
mais da célula
 Enzima: hexoquinase
 Em células do fígado  glicoquinase.
Cataliza um passo limitante da glicólise
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
2. Isomerização da glicose-6-fosfato em frutose-6-fosfato
 Ocorre com o auxílio da fosfoglicose-isomerase,
fosfoglicoisomerase ou fosfo-hexose-isomerase
Glicose-6-fosfato Frutose-6-fosfato
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
3. Fosforilação da frutose-6-fosfato em frutose 1,6-
bifosfato
 A enzima fosfofrutocinase-1 usa outra molécula
de ATP para transferir outro grupo fosfato para a
frutose-6-fosfato  frutose-1,6-bifosfato
fosfofrutocinase
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
3. Fosforilação da frutose-6-fosfato  frutose 1,6-
bifosfato
 Esta reação é o segundo ponto importante no
controle da glicólise  reação irreversível
 Necessidade de ambos os substratos: ATP e
frutose-6-P
 Enzima: fosfofrutocinase-1 (PFK1)
Fator limitante da reação.
 Inibida por altos valores energéticos celulares – ATP, citrato e os ác.
graxos
 Ativada pelo excesso de ADP e AMP  produtos de hidrólise do ATP
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
4. Clivagem da frutose 1,6-bifosfato
 Produz 2 trioses
fosfato:
Gliceraldeído-3-fosfato
(aldose)
Di-hidroxiacetona-
fosfato (cetose)
 Enzima: frutose-1-6-
bifosfato-aldolase ou
aldolase
Carboidratos
Glicólise
 Fase preparatória
5. Isomerização da Di-idroxiacetona-fosfato
 A molécula de Di-hidroxiacetona-fosfato é
isomerizada pela triose-fosfato-isomerase 
gliceraldeído-3-P
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
 As duas moléculas de gliceraldeído−3−P são
oxidadas pelo NAD+ e fosforiladas em reação que
emprega o fosfato inorgânico;
 Saldo da glicólise: é a formação de 2 ATP + 2
piruvato, às custas de 1 molécula de glicose.
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
6. Oxidação do gliceraldeído 3-fosfato em 1,3-
bifosfoglicerato.
 É a primeira reação de oxidação-redução.
 Libera NADH + H (cadeia transportadora de
elétrons – ATP)
 Enzima: gliceraldeído-fosfato-desidrogenase 
NAD dependente
 Produto: 1,3-bifosfoglicerato (fosforilação por Pi)
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
6. Oxidação do gliceraldeído 3-fosfato em 1,3-
bifosfoglicerato.
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
7. Transferência do fosfato do 1,3-bifosfoglicerato para
o ADP
 Fosforilação do ADP a ATP para produzir 3-
fosfoglicerato
 O P altamente energético produz ATP, a partir do
ADP
 O processo fornece duas moléculas de 3-
fosfoglicerato e duas moléculas de ATP 
fosforilação ao nível do substrato
 Enzima: fosfoglicerato-cinase ou
fosfogliceroquinase
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
7. Transferência do fosfato do 1,3-bifosfoglicerato para
o ADP
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
8. Isomerização do 3-fosfoglicerato em 2-fosfoglicerato
 A enzima fosfogliceromutase ou fosfoglicerato-
mutase desloca o grupo fosfato do 3-fosfoglicerato,
do terceiro carbono para o segundo  formando o
2-fosfoglicerato.
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
9. Desidratação do 2-fosfoglicerato em
fosfoenolpiruvato
Carboidratos
Glicólise
 Fase de pagamento
10. Transferência do grupo fosfato do
fosfoenolpiruvato para o ADP.
 Fosforilação do ADP a ATP para produzir o piruvato;
 É a terceira reação irreversível da glicólise 
condições intracelulares
 Enzima: piruvato-cinase
Carboidratos
Carboidratos
Glicólise
 1 molécula de glicose  2Piruvato + 2ATP + 2NADH
e 2H2O
 Apesar de serem gastas duas moléculas de ATP
durante o processo  são produzidas quatro – o
que torna o saldo energético positivo.
 As reações da glicólise, ocorridas no citosol,
também acontecem na respiração celular
Carboidratos
Destinos do piruvato
Carboidratos
Metabolismo
 Gliconeogênese
 Formação de glicose a partir de compostos não
carboidratos  via anabólica
 Em humanos, os principais precursores são: lactato,
glicerol e aminoácidos, principalmente alanina
 Permite a manutenção dos níveis de glicose no
sangue, mesmo após toda a glicose da dieta ter sido
absorvida e totalmente oxidada.
Carboidratos
Metabolismo
 Gliconeogênese
Carboidratos
Metabolismo
 Gliconeogênese
 O suprimento de glicose fornecida pelos estoques,
fígado e músculos, não é sempre suficiente
 Entre as refeições e durante períodos de jejum longo
ou depois de exercícios vigorosos  glicogênio
esgota-se
Carboidratos
Metabolismo
 Gliconeogênese
 Gliconeogênese é o processo através do qual
precursores como lactato, piruvato, glicerol e
aminoácidos são convertidos em glicose
 Durante o jejum, toda a glicose deve ser
sintetizada a partir desses precursores não-
glicídicos
 A maioria dos precursores deve entrar no CAC em
algum ponto para ser convertida em oxaloacetato
 O oxaloacetato é o material de partida para a
gliconeogênese
Carboidratos
Metabolismo
 Gliconeogênese
 FÍGADO  90% da gliconeogênese
 RINS  10% da gliconeogênese
 Ajuda a manter o nível de glicose no sangue 
fornece o suficiente para uso pelo cérebro,
músculos e eritrócitos
 Possui 7 enzimas em comum com a via da glicólise
e 3 diferentes
Carboidratos
Carboidratos
Gliconeogênese
1. conversão do piruvato em fosfoenolpiruvato via
oxaloacetato  catalisada pelo piruvato carboxilase
e pela fosfoenolpiruvato carboxiquinase
Carboidratos
Gliconeogênese
2. Desfosforilação da frutose 1,6-bifosfato pela enzima
frutose-1,6-bifosfatase  frutose 6-fosfato
frutose-1,6-bisfosfate frutose-6-fosfate
Frutose-1,6-bisfosfatase
CH2OPO3
2
OH
CH2OH
H
OH H
H HO
O
CH2OPO3
2
OH
CH2OPO3
2
H
OH H
H HO
O
H2O
6
5
4 3
2
1
+ Pi
Carboidratos
Gliconeogênese
3. desfosforilação da glicose 6-fosfato pela enzima
glicose-6-fofatase  glicose
H O
OH
H
OH
H
OH
CH2OH
H
OH
H
H O
OH
H
OH
H
OH
CH2OPO3
2
H
OH
H
H2O
1
6
5
4
3 2
+ Pi
glucose-6-phosphate glucose
Glucose-6-phosphatase
Carboidratos
 Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99mg/dl
e inferior a 140mg/dl 2 horas após sobrecarga de
glicose.
 Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 a
125mg/dl.
 Diabetes: 2 amostras colhidas em dias diferentes
com resultado igual ou acima de 126mg/dl.
 Teste de tolerância à glicose aos 120 minutos igual
ou acima de 200mg/dl.
Regulação
 Níveis glicêmicos
Carboidratos
Insulina: “sinaliza o estado alimentado”.
- inibe gliconeogênese;
- estimula síntese de glicogênio, síntese de ácidos graxos, a
glicólise e a construção de proteínas musculares.
Glucagon: “resposta ao baixo nível de glicose”.
- inibe síntese de glicogênio, síntese de ácidos graxos, a
glicólise.
- estimula a quebra do glicogênio (glicogenólise), a
gliconeogênese e mobilização dos triacilgliceróis.
Regulação
Carboidratos
Absorção
Transporte dos Monossacarídeos
Carboidratos
Absorção
Transporte dos Monossacarídeos
 GLUT-1  captação de glicose basal e da glicose
não mediada pela insulina, principalmente
hemácias;
 GLUT-2  fígado e célula beta da ilhota onde é um
importante para a percepção da glicose;
 GLUT-3  captação não mediada pela insulina da
glicose no cérebro;
 GLUT-4  captação de glicose estimulada pela
insulina nos músculos e tecido adiposo.
Carboidratos
Absorção
Síntese e degradação do glicogênio
Carboidratos
Doenças
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metabolismo glicose. .

  • 1.
    Profa. Bianca deSousa Leal Disciplina: Bioquímica Estrutural Curso: Biomedicina
  • 2.
     Glicogênio hepático fornecer glicose livre para exportação, a fim de manter a concentração da glicose sanguínea  Glicogênio muscular  fornecer uma fonte de glicose-6- fosfato à glicólise em resposta às necessidades de ATP durante a contração muscular Funções do glicogênio
  • 3.
     A síntesedo glicogênio ocorre em quase todos os tecidos animais  mais importante no fígado e no músculo esquelético  No fígado  ↑ durante o estado pós prandial e são exauridos durante o jejum.  Glicogênio muscular  não pode ser exportado Sem a realização exercício  o jejum de curto prazo exerce pouco efeito sobre o conteúdo de glicogênio muscular Ao realizar atividade física em jejum  glicogênio muscular estará em baixa  obrigando o corpo a utilizar a gordura como fonte de energia Localização dos depósitos de glicogênio
  • 4.
     O metabolismodo glicogênio envolve duas vias:
  • 5.
  • 6.
     A síntesedo glicogênio consiste em 5 passos: 1) Ligação da glicose ao resíduo tirosina da glicogenina, catalisada pela glicosil transferase 2) A glicogenina forma um complexo firme com a glicogênio sintase 3) A cadeia nascente é aumentada pela adição sequencial de mais sete resíduos de glicose  cada novo resíduo é fornecido pela UDP-glicose 4) Nesse ponto, a glicogênio sintase assume seu papel catalítico, dissocia-se da glicogenina e continua a estender a cadeia de glicogênio 5) A ação combinada da glicogênio sintase e da enzima de ramificação completa a estrutura de cada partícula de glicogênio Glicogenina
  • 8.
     Encurtamento dascadeias: A enzima glicogênio fosforilase cliva as ligações α (1→4) entre duas moléculas de glicose. Degradação do Glicogênio
  • 9.
  • 10.
    Carboidratos Metabolismo  Glicólise ouVia glicolítica  A glicólise (glyks = “doce” e lysis = “quebra”) é uma via central do catabolismo da glicose  Em determinados tecidos e tipos celulares de mamíferos a glicose, por meio da glicólise é a principal, quando não a única, fonte de energia metabólica  Envolve a participação de várias reações  algumas não reversíveis  Possui a finalidade de produção de energia e intermediários para outras vias
  • 11.
    Carboidratos Metabolismo  Glicólise ouVia glicolítica  No citoplasma  1 molécula de glicose é degradada em uma série de reações catalisadas por enzimas para liberar 2 moléculas de piruvato  2
  • 12.
    Carboidratos Metabolismo  Glicólise Saldo ATP ATP ATP ATP ATP ATP Piruvato (3 C) Piruvato (3 C) NADH NADH ATP ATP - =
  • 13.
    Carboidratos Glicólise A glicólise possuiduas fases:  fase preparatória  fase de pagamento
  • 14.
  • 15.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 1.Fosforilação da Glicose  Fosforilação da glicose  glicose-6-fosfato  Após a fosforilação da glicose  esta não sai mais da célula  Enzima: hexoquinase  Em células do fígado  glicoquinase. Cataliza um passo limitante da glicólise
  • 16.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 2.Isomerização da glicose-6-fosfato em frutose-6-fosfato  Ocorre com o auxílio da fosfoglicose-isomerase, fosfoglicoisomerase ou fosfo-hexose-isomerase Glicose-6-fosfato Frutose-6-fosfato
  • 17.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 3.Fosforilação da frutose-6-fosfato em frutose 1,6- bifosfato  A enzima fosfofrutocinase-1 usa outra molécula de ATP para transferir outro grupo fosfato para a frutose-6-fosfato  frutose-1,6-bifosfato fosfofrutocinase
  • 18.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 3.Fosforilação da frutose-6-fosfato  frutose 1,6- bifosfato  Esta reação é o segundo ponto importante no controle da glicólise  reação irreversível  Necessidade de ambos os substratos: ATP e frutose-6-P  Enzima: fosfofrutocinase-1 (PFK1) Fator limitante da reação.  Inibida por altos valores energéticos celulares – ATP, citrato e os ác. graxos  Ativada pelo excesso de ADP e AMP  produtos de hidrólise do ATP
  • 19.
  • 20.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 4.Clivagem da frutose 1,6-bifosfato  Produz 2 trioses fosfato: Gliceraldeído-3-fosfato (aldose) Di-hidroxiacetona- fosfato (cetose)  Enzima: frutose-1-6- bifosfato-aldolase ou aldolase
  • 21.
    Carboidratos Glicólise  Fase preparatória 5.Isomerização da Di-idroxiacetona-fosfato  A molécula de Di-hidroxiacetona-fosfato é isomerizada pela triose-fosfato-isomerase  gliceraldeído-3-P
  • 22.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento  As duas moléculas de gliceraldeído−3−P são oxidadas pelo NAD+ e fosforiladas em reação que emprega o fosfato inorgânico;  Saldo da glicólise: é a formação de 2 ATP + 2 piruvato, às custas de 1 molécula de glicose.
  • 23.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 6. Oxidação do gliceraldeído 3-fosfato em 1,3- bifosfoglicerato.  É a primeira reação de oxidação-redução.  Libera NADH + H (cadeia transportadora de elétrons – ATP)  Enzima: gliceraldeído-fosfato-desidrogenase  NAD dependente  Produto: 1,3-bifosfoglicerato (fosforilação por Pi)
  • 24.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 6. Oxidação do gliceraldeído 3-fosfato em 1,3- bifosfoglicerato.
  • 25.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 7. Transferência do fosfato do 1,3-bifosfoglicerato para o ADP  Fosforilação do ADP a ATP para produzir 3- fosfoglicerato  O P altamente energético produz ATP, a partir do ADP  O processo fornece duas moléculas de 3- fosfoglicerato e duas moléculas de ATP  fosforilação ao nível do substrato  Enzima: fosfoglicerato-cinase ou fosfogliceroquinase
  • 26.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 7. Transferência do fosfato do 1,3-bifosfoglicerato para o ADP
  • 27.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 8. Isomerização do 3-fosfoglicerato em 2-fosfoglicerato  A enzima fosfogliceromutase ou fosfoglicerato- mutase desloca o grupo fosfato do 3-fosfoglicerato, do terceiro carbono para o segundo  formando o 2-fosfoglicerato.
  • 28.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 9. Desidratação do 2-fosfoglicerato em fosfoenolpiruvato
  • 29.
    Carboidratos Glicólise  Fase depagamento 10. Transferência do grupo fosfato do fosfoenolpiruvato para o ADP.  Fosforilação do ADP a ATP para produzir o piruvato;  É a terceira reação irreversível da glicólise  condições intracelulares  Enzima: piruvato-cinase
  • 30.
  • 31.
    Carboidratos Glicólise  1 moléculade glicose  2Piruvato + 2ATP + 2NADH e 2H2O  Apesar de serem gastas duas moléculas de ATP durante o processo  são produzidas quatro – o que torna o saldo energético positivo.  As reações da glicólise, ocorridas no citosol, também acontecem na respiração celular
  • 32.
  • 33.
    Carboidratos Metabolismo  Gliconeogênese  Formaçãode glicose a partir de compostos não carboidratos  via anabólica  Em humanos, os principais precursores são: lactato, glicerol e aminoácidos, principalmente alanina  Permite a manutenção dos níveis de glicose no sangue, mesmo após toda a glicose da dieta ter sido absorvida e totalmente oxidada.
  • 34.
  • 35.
    Carboidratos Metabolismo  Gliconeogênese  Osuprimento de glicose fornecida pelos estoques, fígado e músculos, não é sempre suficiente  Entre as refeições e durante períodos de jejum longo ou depois de exercícios vigorosos  glicogênio esgota-se
  • 36.
    Carboidratos Metabolismo  Gliconeogênese  Gliconeogêneseé o processo através do qual precursores como lactato, piruvato, glicerol e aminoácidos são convertidos em glicose  Durante o jejum, toda a glicose deve ser sintetizada a partir desses precursores não- glicídicos  A maioria dos precursores deve entrar no CAC em algum ponto para ser convertida em oxaloacetato  O oxaloacetato é o material de partida para a gliconeogênese
  • 37.
    Carboidratos Metabolismo  Gliconeogênese  FÍGADO 90% da gliconeogênese  RINS  10% da gliconeogênese  Ajuda a manter o nível de glicose no sangue  fornece o suficiente para uso pelo cérebro, músculos e eritrócitos  Possui 7 enzimas em comum com a via da glicólise e 3 diferentes
  • 38.
  • 39.
    Carboidratos Gliconeogênese 1. conversão dopiruvato em fosfoenolpiruvato via oxaloacetato  catalisada pelo piruvato carboxilase e pela fosfoenolpiruvato carboxiquinase
  • 40.
    Carboidratos Gliconeogênese 2. Desfosforilação dafrutose 1,6-bifosfato pela enzima frutose-1,6-bifosfatase  frutose 6-fosfato frutose-1,6-bisfosfate frutose-6-fosfate Frutose-1,6-bisfosfatase CH2OPO3 2 OH CH2OH H OH H H HO O CH2OPO3 2 OH CH2OPO3 2 H OH H H HO O H2O 6 5 4 3 2 1 + Pi
  • 41.
    Carboidratos Gliconeogênese 3. desfosforilação daglicose 6-fosfato pela enzima glicose-6-fofatase  glicose H O OH H OH H OH CH2OH H OH H H O OH H OH H OH CH2OPO3 2 H OH H H2O 1 6 5 4 3 2 + Pi glucose-6-phosphate glucose Glucose-6-phosphatase
  • 42.
    Carboidratos  Normal: glicemiade jejum entre 70 mg/dl e 99mg/dl e inferior a 140mg/dl 2 horas após sobrecarga de glicose.  Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl.  Diabetes: 2 amostras colhidas em dias diferentes com resultado igual ou acima de 126mg/dl.  Teste de tolerância à glicose aos 120 minutos igual ou acima de 200mg/dl. Regulação  Níveis glicêmicos
  • 43.
    Carboidratos Insulina: “sinaliza oestado alimentado”. - inibe gliconeogênese; - estimula síntese de glicogênio, síntese de ácidos graxos, a glicólise e a construção de proteínas musculares. Glucagon: “resposta ao baixo nível de glicose”. - inibe síntese de glicogênio, síntese de ácidos graxos, a glicólise. - estimula a quebra do glicogênio (glicogenólise), a gliconeogênese e mobilização dos triacilgliceróis. Regulação
  • 44.
  • 45.
    Carboidratos Absorção Transporte dos Monossacarídeos GLUT-1  captação de glicose basal e da glicose não mediada pela insulina, principalmente hemácias;  GLUT-2  fígado e célula beta da ilhota onde é um importante para a percepção da glicose;  GLUT-3  captação não mediada pela insulina da glicose no cérebro;  GLUT-4  captação de glicose estimulada pela insulina nos músculos e tecido adiposo.
  • 46.
  • 47.
  • 48.