ENERGIA
POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS
Viana do Castelo – 29 NOV 2012




   INOVAÇÃO, TECNOLOGIA E POLÍTICAS
     PÚBLICAS NA ÁREA DA ENERGIA
  LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia



LNEG – 29 NOV 2012
Teresa Ponce de Leão
Helder Gonçalves
Machado Leite
Instituições Governamentais
               Ministério da Economia e do Emprego

          Secretaria Estado da Energia                           …
         DGEG                            LNEG
Direção-Geral de Energia         Laboratório Nacional
       e Geologia                de Energia e Geologia
                                                                     ADENE
      Administração
        Industrial:               Investigação Científica e
    - Regulamentação                    Tecnológica:
    - Atribuição Direitos
                                                                     EDM
                            - Área da ENERGIA
    - Aprovação Planos      - Área da GEOLOGIA E MINAS
      de Exploração         - Transferência de conhecimento
                            - Formação e Difusão de Informação
MISSÃO – Investigação e                    LNEG                   VISÃO – Trabalho em Rede,
Transferência de Conhecimento      Laboratório Nacional           procura da Excelência e do
para a Sociedade e para a          de Energia e Geologia               Reconhecimento pela
Economia                                Estrutura Orgânica                        Sociedade



                 LEN                                                     LGM
             Laboratório                                             Laboratório de
              de Energia                                            Geologia e Minas
              Membro de                                                 Membro de
            European Energy     EERA                 EGS            European Geological
            Research Alliance                                            Surveys




                                                      >10.000 Graduados (cientistas)
>2.000 Profissionais (Tempo Integral)                 > 1 Bilião € / ano
EERA - European Energy Research Alliance
                     LNEG – ENERGY Sector
Cooperation of European Energy Research Organisations
(launched in late 2008)

• More than 150 Participating organisations
     – Responsible for EERA Joint Programmes
     – More than 2000 professionals full time equivalent
     – Make it happen

• 15 Partners
     –   Responsible for EERA
     –   Culture and Governance
     –   Launch & review of EERA Joint Programmes
     –   Partnership reviewed biannually, first time in 2012
www.eera-set.eu
EERA mission
Deliver on the objectives of the SET plan
Accelerate development of new energy
technologies
• Improve coordination and cooperation
• Reduce duplication and fill gaps
• Increase efficiency and effectiveness


www.eera-set.eu
INNOVATION
                         TRL – Technology readiness levels
   Maturity of Concept




                                                          Demonstration and
                                                          Industrialisation
                                          Targeted        Mainly private
                                          research and    finance
                                          development
                                          Mainly public
                         Basic research   finance
                         Public finance


                                                                     Cost
www.eera-set.eu
EERA Joint Programmes
• Joint Programmes launched 2010 (FTEs)
   – PV            ≈ 100     - Wind          ≈ 130
   – Geothermal ≈ 340        - Smart Grids   ≈ 100
   – Bioenergy     ≈ 120     - CCS           ≈ 270
   – Mat. Nuclear ≈ 130
• Joint Programmes launched November 2011 (FTEs)
   – CSP            ≈ 80   - Marine Energy    ≈ 35
   – AMPEA          ≈ 250
   – FC&H2          ≈ 130
   – Energy Storage ≈ 300
   – Smart Cities   ≈ 190
          EERA creates virtual centres and
              increases connectivity
Energia em Portugal
Onde estamos e para onde vamos?
Objetivos assumidos para 2020
  DGEG/ADENE


  Compromisso                                                                            Meta

   Redução do Consumo de Energia Final (Meta UE 2016)                             Redução em 9%(2)

   Consumo de energia primária (Meta UE)(1)                                       Redução em 20%

   Consumo de energia primária (Meta do Governo)(1)                               Redução em 25%

   Fontes de energia renovável no consumo final bruto total                                  31% (4)

   Fontes de energia renovável no consumo final em Transportes                               10% (4)


   Dependência energética do exterior (Meta do Governo)                                      74%

Nota: Cumprimento da penetração FER calculado com base no consumo final bruto de energia, segundo
      Directiva 2009/28/CE
      (1) Redução vs. projecções de consumo de energia primária (Baseline 2007, PRIMES) sem usos não
      energéticos ; (2) Até 2016 ; (3) Previsões de consumo com base no Modelo MARKAL ; (4) Meta
      vinculativa
Projetos na Área das Energias
Renováveis e da Eficiência Energética
       contribuição do LNEG

LNEG, I. P. - Laboratório do Estado
Impulsiona e realiza:

•   Investigação e demonstração;
•   Apoio ao Estado;
•   Transferência de conhecimento;
•   Internacionalização;
•   Assistência técnica e tecnológica e apoio laboratorial às
    empresas.
WIND – R&D Projects


                        - European
                        - Norsewind (FP7)
                        - Seanergy 2020(IEE)
                        - DemoWfloat (FP7)
                        - WindScanner (FP7)



             - National (FCT)
             - Roadmap for marine
               energies
             - fluct.wind
             - REIVE

Ana Estanqueiro-LNEG
WIND – I, D&D para as Empresas


  Projeto Europeu FP7 DemoFloat - plataforma WindFloat
  Empresas /consórcio: EDP Inovação, A. Silva Matos,
     Principle Power
  Empresas /fornecedores: A. Silva Matos, Estaleiros da
     LISNAVE, MPG Portugal, Solidal, Navigomes, Silex, Ocean,
     Ecosistema, Vensol, Polirigido, Kymaner, Jorge Lozano, ITT...



  Contribuição I&D do LNEG :
  • Avaliação recurso eólico c/tecnologia LIDAR flutuante;
  • Desenvolvimento metodologias pré-normativas para
    “power performance” (e.g. IEC 61400-121) de
    turbinas eólicas flutuantes;
  • Apoio à análise “due diligence” por entidades
    financeiras e adequação a sistemas flutuantes.
  • Prevenção e controlo de corrosão na exploração de
    sistemas eólicos offshore.
Ana Estanqueiro-LNEG
Wind resource,
                                       Croácia ; 9x9km
                                                                                       Atlases and Databases...
                                       ; H=80m ; 2004




                                                                          Moçambique
                                                                          6x6km
                                                                          H=80m
                                                                          2004




                                                         Lobito, Angola
                       ATLAS Project

Ana Estanqueiro-LNEG
LNEG, Energias Renováveis
                       Participação das FER no mercado de eletricidade

           GeoPortal: Exemplo Potencial Eólico




                                                    Avaliação de rentabilidade
                                                     (resultados preliminares)




Ana Estanqueiro-LNEG
Wind Energy – Microgeneration



      Methodologies for wind resource assessment in urban areas


                                 CFD, GIS




      Measurements
      LIDAR remote sensor



Ana Estanqueiro-LNEG
WERATLAS - European Offshore Resource (Waves)




Paulo Justino -LNEG
PORTUGAL RESOURCE - ONDATLAS


     ONDATLAS:

     Wave Climate and Energy Resource

     IPTM
     (Harbour & Transportation Institute)

     Average and Extremes


     85 Points

     (30 a 50 km; harbours, estuaries,
     capes and headlands,)




Paulo Justino -LNEG
TECHNOLOGY DEVELOPMENT (WAVES)


   • Geometry and Performance Optimization
   • Control
   • Monitoring


   Shoreline & Nearshore OWC Plants
   • Pico OWC Plant (400 kW,1999, 1st grid connected; EC contracts & utilities)
   • OWC at breakwater at mouth of Douro river, Porto (750 kW, 2006)




Paulo Justino -LNEG
PICO OWC PLANT – 400kW, 1999




                                      Valves
                          Turbine




Paulo Justino -LNEG
ENERGIA SOLAR

   Competências (início dos anos 80): tecnologias de conversão térmica da radiação
   solar a baixa, média e alta temperatura
                      100ºC                    400ºC                             >1000ºC

  secagem solar
   aquecimento de água
      cozinhas solares
                      arrefecimento solar
                              produção de vapor industrial
                       power (Organic Rankine)
                                                 power (Steam Rankine)
                                                              materials’ fusion/sublimation
                                                                         hydrogen production




António Joyce- LNEG
ENERGIA SOLAR


   Radiação Solar em Portugal - excelentes condições (radiação global e
   radiação direta), muito importante nos
   Sistemas CSP (Concentrated Solar Power).




António Joyce- LNEG
ENERGIA SOLAR




Farinha Mendes - LNEG
PV Research in Portugal


     Solar Tiles project (QREN)
     Solar cells on ceramics in strong
     collaboration with Portuguese
     ceramic industry




António Joyce- LNEG
PV Research in Portugal


    Organic Cells (FCT)




                     TiO2 deposition by           Synthesis of Dyes (LNEG)
                 magnetron sputtering (LNEG)




                                                            Cell

António Joyce- LNEG
PV - Novos Materiais de base cristalina


                      Simulação ab initio DFT e DRX
    Novo Material para CÉLULA SOLAR, concebido a partir de estruturas
          cristalinas do tipo TENANTITE dopadas com Cu e Ag


                                                                     Material FOTOCONDUTOR,
                                                                    com um “BAND GAP” direto

                                                                        1,20 eV  Eg  1,24 eV

                                                                           Boas condições para aplicação
coord triangular (Cu,Zn,Ag,Fe,Hg,Cd)t (Cu,Ag)tr (Sb,As,Bi,Te)π Cu2+ t ][So]}
                 para catiões Cu+       coord tetraédrica para catiões {[S                    coord
piramidal para Sb
    coordenações de tipo:
                                     6            6                   4    12         FOTOVOLTAICA
                                        t, tetraédrico, tr, triangular; π, piramidal; o, octaédrico

                     Fig. 1.4 Schematic representation of
                     a   sulfide   thin-film     solar   cell
                     deposited     on   Kapton    substrate

                          CÉLULA SOLAR
                     ((Hepp et al, 2000)
Laboratório de Energia Solar

    • Coletores certificados
    • Instaladores certificados
    • Garantia de 6 anos
    • Programa SOLTERM

                             Laboratório Acreditado




Maria João Carvalho - LNEG
Biocombustíveis e Biolíquidos

                ECS – Entidade Coordenadora do Cumprimento
                       dos Critérios de Sustentabilidade de
      Sistema Nacional    Biocombustíveis e Biolíquidos

                           DGEG
                         • Identificação das quantidades de biocombustíveis produzidas



                         LNEG -ECS                                                       Emissões GEE
                                                                                         Uso dos solos
                         • Verificação dos critérios de sustentabilidade
                         • Emissão de TdB
                                                                                          Produtores
                                                                                         Importadores

                           DGEG
                         • Verificação da incorporação dos biocombustíveis


Francisco Gírio - LNEG
Exemplo de um edifício energeticamente eficiente
e de Balanço Energético Nulo
(NZEB Net Zero Energy Buildings)
Objetivo da UE
                     para 2018




De acordo com a nova Directiva do Desempenho Energético de Edifícios todos os novos
Edifícios a construir depois de 2020 terão de ser Edifícios de balanço Quase Zero (2018
para os Edifícios Públicos).
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA
                    de Edifícios




Fonte: SCE- ADENE
Desafios Globais

      Materiais, sistemas e
                               Novos componentes na
     tecnologias avançadas     envolvente
       Eficiência energética

                 Integração    Solar Térmico, PV e mini
       Energias renováveis     eólicas



        Redes inteligentes/    Integração na Rede de
                               microgeração e EV
       Cidades Inteligentes

                               Regulação, Certificação
     Eficiência do mercado
Regulamentação, incentivos
Towards Innovation & NZEB
     SOLAR XXI – Living Lab

PCM                                                    BIPV




                                 sapa-solar
www.glassx.ch




                                              BIPV-T
Consórcio
Geotermia Estimulada – Ilha da Madeira                                       LNEG
                                                                             EEM – Emp Eletricidade da Madeira




 Avaliação do Potencial Geotérmico da
 ILHA DA MADEIRA para produção de ENERGIA

OBJETIVO
• Indicadores sobre existência de Câmaras Magmáticas
• Modelagem do Sistema
• Quantificação do modelo
                                                       Ilha da Madeira: Vulcanismo ativo (sem erupções históricas)


                                           METODOLOGIA:
                                           • Cartografia Geológica, Geologia Estrutural e Datações
                                           • Geotermobarometria e Geotermometria
                                           • Análises químicas e isotópicas de águas e gases
                                           • Magnetometria;
                                           • Tomografia de ruído sísmico e microssismicidade .
Geotermia Superficial

Energia GEOTÉRMICA DE MUITO BAIXA ENTALPIA
Temperaturas [15 - 60ºC]

   Projetos:                                            Bacia Tejo-Sado
   • AQUATERM
   • HIDROTERMAL

             1 Aquífero




            2 Aquíferos
                                    Objetivos:
                                    • Avaliação do Potencial e limites utilização
                                    • Aquífero – Cretácico Inferior (Lisboa)
                                    • Demonstração (piloto)
                                    • Avaliação Impacto ambiental
                                    • Modelo Físico-Químico e Hidrogeológico
CO2 Transport and Storage
Projeto:
COMET – “CO2 Transport and Storage in the WE
         Mediterranean”
Capacidade de armazenamento geológico de CO2
no “offshore” de Portugal


   BACIA           RESERVATÓRIOS            CAPACIDADE
                (Formações detríticas)        (Mton)
               Formação de Torres Vedras
                    (Cretácico Inf.)
   Porto                                       2004
                    Grés de Silves
                      (Triássico)
               Formação de Torres Vedras
                    (Cretácico Inf.)
 Lusitaniana                                  3888
                    Grés de Silves
                      (Triássico)
                  Areias do Miocénico
  Algarve                                     1247
                   Cretácico Inferior
                                           ∑ = 7140
PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS
      Portugal Continental:
      Minérios Energéticos


      BD
   SIORMINP
   GeoPortal
http://lneg.pt
http://geoportal.lneg.pt/geoportal/



 Reservas de U ainda não exploradas:
 • NISA – 2,5Mt c/ 2500 t U3O8
 • Vilariça – 1,2Mt c/ 1000 t U3O8 (!?)

 Reservas de CARVÃO:
 • Lenhites de Rios Maior (?)
HIDROCARBONETOS – Petróleo e Gás:
- Prospeção desde a 2ª metade do sec. 20

    Dados Sísmica (empresas)                   Áreas contratadas para Pesquisa




                                           Boas expectativas para o “off shore profundo”
SHALE GAS (Gas não-convencional)

Petróleo e Gás não-convencionais – ainda retidos na “rocha-mãe”
SHALE GAS (Gas não-convencional)
    Bacias sedimentares com potencial na Europa




(Adaptado de EAGE Conference “Shale Gas Perspectives” por K. Rockenbauch, 2012)
SHALE GAS – expectativas em Portugal



                            Bacia Lusitânica



Formações sedimentares
Jurássico-Cretácico                                ?


                                                                ?



Alguns exemplos de                                                  ?
formações sedimentares
do Paleozoico superior
                                                           ?



                                               Bacia Algarvia
                                                        Carta Geológica de Portugal escala
SHALE GAS – Formação Brenha

Profundidade da base da Fm. Brenha   Profundidade do Topo da Fm. Brenha
HIDRATOS DE METANO

Processo Geológico
• Sedimentos do Fundo do Mar c/
• Matéria orgânica (essencialmente celulose [C6H10O5]n )
• Maturação – térmica e microbiológica ao abrigo do ar
• Produz METANO – CH4
ROCHA-MÃE c/ hidrocarbonetos

O Metano libertado é capturado dentro da cristalina da
ÁGUA, formando um Clatrato (CH4•5.75H2O), sólido
semelhante ao GELO




                                                           GELO que ARDE !!!
OBRIGADO PELA V/ ATENÇÃO
MLeite

MACHADO LEITE - Diretor Laboratório Nacional de Energia e Geologia

  • 1.
    ENERGIA POLÍTICAS, INOVAÇÃO ENEGÓCIOS Viana do Castelo – 29 NOV 2012 INOVAÇÃO, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA ÁREA DA ENERGIA LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia LNEG – 29 NOV 2012 Teresa Ponce de Leão Helder Gonçalves Machado Leite
  • 2.
    Instituições Governamentais Ministério da Economia e do Emprego Secretaria Estado da Energia … DGEG LNEG Direção-Geral de Energia Laboratório Nacional e Geologia de Energia e Geologia ADENE Administração Industrial: Investigação Científica e - Regulamentação Tecnológica: - Atribuição Direitos EDM - Área da ENERGIA - Aprovação Planos - Área da GEOLOGIA E MINAS de Exploração - Transferência de conhecimento - Formação e Difusão de Informação
  • 3.
    MISSÃO – Investigaçãoe LNEG VISÃO – Trabalho em Rede, Transferência de Conhecimento Laboratório Nacional procura da Excelência e do para a Sociedade e para a de Energia e Geologia Reconhecimento pela Economia Estrutura Orgânica Sociedade LEN LGM Laboratório Laboratório de de Energia Geologia e Minas Membro de Membro de European Energy EERA EGS European Geological Research Alliance Surveys >10.000 Graduados (cientistas) >2.000 Profissionais (Tempo Integral) > 1 Bilião € / ano
  • 4.
    EERA - EuropeanEnergy Research Alliance LNEG – ENERGY Sector Cooperation of European Energy Research Organisations (launched in late 2008) • More than 150 Participating organisations – Responsible for EERA Joint Programmes – More than 2000 professionals full time equivalent – Make it happen • 15 Partners – Responsible for EERA – Culture and Governance – Launch & review of EERA Joint Programmes – Partnership reviewed biannually, first time in 2012 www.eera-set.eu
  • 5.
    EERA mission Deliver onthe objectives of the SET plan Accelerate development of new energy technologies • Improve coordination and cooperation • Reduce duplication and fill gaps • Increase efficiency and effectiveness www.eera-set.eu
  • 6.
    INNOVATION TRL – Technology readiness levels Maturity of Concept Demonstration and Industrialisation Targeted Mainly private research and finance development Mainly public Basic research finance Public finance Cost www.eera-set.eu
  • 7.
    EERA Joint Programmes •Joint Programmes launched 2010 (FTEs) – PV ≈ 100 - Wind ≈ 130 – Geothermal ≈ 340 - Smart Grids ≈ 100 – Bioenergy ≈ 120 - CCS ≈ 270 – Mat. Nuclear ≈ 130 • Joint Programmes launched November 2011 (FTEs) – CSP ≈ 80 - Marine Energy ≈ 35 – AMPEA ≈ 250 – FC&H2 ≈ 130 – Energy Storage ≈ 300 – Smart Cities ≈ 190 EERA creates virtual centres and increases connectivity
  • 8.
    Energia em Portugal Ondeestamos e para onde vamos?
  • 9.
    Objetivos assumidos para2020 DGEG/ADENE Compromisso Meta Redução do Consumo de Energia Final (Meta UE 2016) Redução em 9%(2) Consumo de energia primária (Meta UE)(1) Redução em 20% Consumo de energia primária (Meta do Governo)(1) Redução em 25% Fontes de energia renovável no consumo final bruto total 31% (4) Fontes de energia renovável no consumo final em Transportes 10% (4) Dependência energética do exterior (Meta do Governo) 74% Nota: Cumprimento da penetração FER calculado com base no consumo final bruto de energia, segundo Directiva 2009/28/CE (1) Redução vs. projecções de consumo de energia primária (Baseline 2007, PRIMES) sem usos não energéticos ; (2) Até 2016 ; (3) Previsões de consumo com base no Modelo MARKAL ; (4) Meta vinculativa
  • 10.
    Projetos na Áreadas Energias Renováveis e da Eficiência Energética contribuição do LNEG LNEG, I. P. - Laboratório do Estado Impulsiona e realiza: • Investigação e demonstração; • Apoio ao Estado; • Transferência de conhecimento; • Internacionalização; • Assistência técnica e tecnológica e apoio laboratorial às empresas.
  • 11.
    WIND – R&DProjects - European - Norsewind (FP7) - Seanergy 2020(IEE) - DemoWfloat (FP7) - WindScanner (FP7) - National (FCT) - Roadmap for marine energies - fluct.wind - REIVE Ana Estanqueiro-LNEG
  • 12.
    WIND – I,D&D para as Empresas Projeto Europeu FP7 DemoFloat - plataforma WindFloat Empresas /consórcio: EDP Inovação, A. Silva Matos, Principle Power Empresas /fornecedores: A. Silva Matos, Estaleiros da LISNAVE, MPG Portugal, Solidal, Navigomes, Silex, Ocean, Ecosistema, Vensol, Polirigido, Kymaner, Jorge Lozano, ITT... Contribuição I&D do LNEG : • Avaliação recurso eólico c/tecnologia LIDAR flutuante; • Desenvolvimento metodologias pré-normativas para “power performance” (e.g. IEC 61400-121) de turbinas eólicas flutuantes; • Apoio à análise “due diligence” por entidades financeiras e adequação a sistemas flutuantes. • Prevenção e controlo de corrosão na exploração de sistemas eólicos offshore. Ana Estanqueiro-LNEG
  • 13.
    Wind resource, Croácia ; 9x9km Atlases and Databases... ; H=80m ; 2004 Moçambique 6x6km H=80m 2004 Lobito, Angola ATLAS Project Ana Estanqueiro-LNEG
  • 14.
    LNEG, Energias Renováveis Participação das FER no mercado de eletricidade GeoPortal: Exemplo Potencial Eólico Avaliação de rentabilidade (resultados preliminares) Ana Estanqueiro-LNEG
  • 15.
    Wind Energy –Microgeneration Methodologies for wind resource assessment in urban areas CFD, GIS Measurements LIDAR remote sensor Ana Estanqueiro-LNEG
  • 16.
    WERATLAS - EuropeanOffshore Resource (Waves) Paulo Justino -LNEG
  • 17.
    PORTUGAL RESOURCE -ONDATLAS ONDATLAS: Wave Climate and Energy Resource IPTM (Harbour & Transportation Institute) Average and Extremes 85 Points (30 a 50 km; harbours, estuaries, capes and headlands,) Paulo Justino -LNEG
  • 18.
    TECHNOLOGY DEVELOPMENT (WAVES) • Geometry and Performance Optimization • Control • Monitoring Shoreline & Nearshore OWC Plants • Pico OWC Plant (400 kW,1999, 1st grid connected; EC contracts & utilities) • OWC at breakwater at mouth of Douro river, Porto (750 kW, 2006) Paulo Justino -LNEG
  • 19.
    PICO OWC PLANT– 400kW, 1999 Valves Turbine Paulo Justino -LNEG
  • 20.
    ENERGIA SOLAR Competências (início dos anos 80): tecnologias de conversão térmica da radiação solar a baixa, média e alta temperatura 100ºC 400ºC >1000ºC secagem solar aquecimento de água cozinhas solares arrefecimento solar produção de vapor industrial power (Organic Rankine) power (Steam Rankine) materials’ fusion/sublimation hydrogen production António Joyce- LNEG
  • 21.
    ENERGIA SOLAR Radiação Solar em Portugal - excelentes condições (radiação global e radiação direta), muito importante nos Sistemas CSP (Concentrated Solar Power). António Joyce- LNEG
  • 22.
  • 23.
    PV Research inPortugal Solar Tiles project (QREN) Solar cells on ceramics in strong collaboration with Portuguese ceramic industry António Joyce- LNEG
  • 24.
    PV Research inPortugal Organic Cells (FCT) TiO2 deposition by Synthesis of Dyes (LNEG) magnetron sputtering (LNEG) Cell António Joyce- LNEG
  • 25.
    PV - NovosMateriais de base cristalina Simulação ab initio DFT e DRX Novo Material para CÉLULA SOLAR, concebido a partir de estruturas cristalinas do tipo TENANTITE dopadas com Cu e Ag Material FOTOCONDUTOR, com um “BAND GAP” direto 1,20 eV  Eg  1,24 eV Boas condições para aplicação coord triangular (Cu,Zn,Ag,Fe,Hg,Cd)t (Cu,Ag)tr (Sb,As,Bi,Te)π Cu2+ t ][So]} para catiões Cu+ coord tetraédrica para catiões {[S coord piramidal para Sb coordenações de tipo: 6 6 4 12 FOTOVOLTAICA t, tetraédrico, tr, triangular; π, piramidal; o, octaédrico Fig. 1.4 Schematic representation of a sulfide thin-film solar cell deposited on Kapton substrate CÉLULA SOLAR ((Hepp et al, 2000)
  • 26.
    Laboratório de EnergiaSolar • Coletores certificados • Instaladores certificados • Garantia de 6 anos • Programa SOLTERM Laboratório Acreditado Maria João Carvalho - LNEG
  • 27.
    Biocombustíveis e Biolíquidos ECS – Entidade Coordenadora do Cumprimento dos Critérios de Sustentabilidade de Sistema Nacional Biocombustíveis e Biolíquidos DGEG • Identificação das quantidades de biocombustíveis produzidas LNEG -ECS Emissões GEE Uso dos solos • Verificação dos critérios de sustentabilidade • Emissão de TdB Produtores Importadores DGEG • Verificação da incorporação dos biocombustíveis Francisco Gírio - LNEG
  • 28.
    Exemplo de umedifício energeticamente eficiente e de Balanço Energético Nulo (NZEB Net Zero Energy Buildings)
  • 29.
    Objetivo da UE para 2018 De acordo com a nova Directiva do Desempenho Energético de Edifícios todos os novos Edifícios a construir depois de 2020 terão de ser Edifícios de balanço Quase Zero (2018 para os Edifícios Públicos).
  • 30.
    CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA de Edifícios Fonte: SCE- ADENE
  • 31.
    Desafios Globais Materiais, sistemas e Novos componentes na tecnologias avançadas envolvente Eficiência energética Integração Solar Térmico, PV e mini Energias renováveis eólicas Redes inteligentes/ Integração na Rede de microgeração e EV Cidades Inteligentes Regulação, Certificação Eficiência do mercado Regulamentação, incentivos
  • 32.
    Towards Innovation &NZEB SOLAR XXI – Living Lab PCM BIPV sapa-solar www.glassx.ch BIPV-T
  • 33.
    Consórcio Geotermia Estimulada –Ilha da Madeira LNEG EEM – Emp Eletricidade da Madeira Avaliação do Potencial Geotérmico da ILHA DA MADEIRA para produção de ENERGIA OBJETIVO • Indicadores sobre existência de Câmaras Magmáticas • Modelagem do Sistema • Quantificação do modelo Ilha da Madeira: Vulcanismo ativo (sem erupções históricas) METODOLOGIA: • Cartografia Geológica, Geologia Estrutural e Datações • Geotermobarometria e Geotermometria • Análises químicas e isotópicas de águas e gases • Magnetometria; • Tomografia de ruído sísmico e microssismicidade .
  • 34.
    Geotermia Superficial Energia GEOTÉRMICADE MUITO BAIXA ENTALPIA Temperaturas [15 - 60ºC] Projetos: Bacia Tejo-Sado • AQUATERM • HIDROTERMAL 1 Aquífero 2 Aquíferos Objetivos: • Avaliação do Potencial e limites utilização • Aquífero – Cretácico Inferior (Lisboa) • Demonstração (piloto) • Avaliação Impacto ambiental • Modelo Físico-Químico e Hidrogeológico
  • 35.
    CO2 Transport andStorage Projeto: COMET – “CO2 Transport and Storage in the WE Mediterranean” Capacidade de armazenamento geológico de CO2 no “offshore” de Portugal BACIA RESERVATÓRIOS CAPACIDADE (Formações detríticas) (Mton) Formação de Torres Vedras (Cretácico Inf.) Porto 2004 Grés de Silves (Triássico) Formação de Torres Vedras (Cretácico Inf.) Lusitaniana 3888 Grés de Silves (Triássico) Areias do Miocénico Algarve 1247 Cretácico Inferior ∑ = 7140
  • 36.
    PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS Portugal Continental: Minérios Energéticos BD SIORMINP GeoPortal http://lneg.pt http://geoportal.lneg.pt/geoportal/ Reservas de U ainda não exploradas: • NISA – 2,5Mt c/ 2500 t U3O8 • Vilariça – 1,2Mt c/ 1000 t U3O8 (!?) Reservas de CARVÃO: • Lenhites de Rios Maior (?)
  • 37.
    HIDROCARBONETOS – Petróleoe Gás: - Prospeção desde a 2ª metade do sec. 20 Dados Sísmica (empresas) Áreas contratadas para Pesquisa Boas expectativas para o “off shore profundo”
  • 38.
    SHALE GAS (Gasnão-convencional) Petróleo e Gás não-convencionais – ainda retidos na “rocha-mãe”
  • 39.
    SHALE GAS (Gasnão-convencional) Bacias sedimentares com potencial na Europa (Adaptado de EAGE Conference “Shale Gas Perspectives” por K. Rockenbauch, 2012)
  • 40.
    SHALE GAS –expectativas em Portugal Bacia Lusitânica Formações sedimentares Jurássico-Cretácico ? ? Alguns exemplos de ? formações sedimentares do Paleozoico superior ? Bacia Algarvia Carta Geológica de Portugal escala
  • 41.
    SHALE GAS –Formação Brenha Profundidade da base da Fm. Brenha Profundidade do Topo da Fm. Brenha
  • 42.
    HIDRATOS DE METANO ProcessoGeológico • Sedimentos do Fundo do Mar c/ • Matéria orgânica (essencialmente celulose [C6H10O5]n ) • Maturação – térmica e microbiológica ao abrigo do ar • Produz METANO – CH4 ROCHA-MÃE c/ hidrocarbonetos O Metano libertado é capturado dentro da cristalina da ÁGUA, formando um Clatrato (CH4•5.75H2O), sólido semelhante ao GELO GELO que ARDE !!!
  • 44.
    OBRIGADO PELA V/ATENÇÃO MLeite