O poema descreve Maria como uma fonte de conforto e esperança para aqueles que sofrem. Ele se dirige a ela como uma mãe amorosa que acolhe os moribundos e alivia suas dores, sendo uma luz na escuridão do mundo por seu amor.
Luz sem fimMaria cuja presença a dor acalma Diante de ti cansado me detenho Eu que de tão escura noite venho Atraído pelo perfume da tua alma Oh mãe que acolhe o moribundo O teu amor, esperança dos aflitos Limpa, cura, ergue, abafa gritos És luz na escuridão do mundo Noto às vezes pelo olhar cansado Que ao fitar-me vês o filho amado E a ele oras por meu peito em brasa E se pergunto por que fazes isto Respondes por amor a Cristo Que te aguarda meigo em nossa casa