O documento analisa o sofrimento humano na cultura contemporânea do sucesso, destacando como a busca por ideais de felicidade e autonomia gera angústia e desamparo. Ele explora a relação entre subjetividade, cultura e psicanálise, enfatizando a importância do reconhecimento do sofrimento singular de cada indivíduo. A psicanálise é apresentada como uma ferramenta para entender e tratar essas questões, oferecendo uma crítica aos imperativos da modernidade que frequentemente levam à alienação e patologização do sofrimento.