SlideShare uma empresa Scribd logo
O DINOSSAURO RABUGENTO

Turma 3° Período / Educação Infantil
ANO 2013
Prof.ª Ana Paula Oliveira / Pedagoga Ana Paula Cosenza
ERA UMA VEZ UM DINOSSAURO
MUITO MUITO RABUGENTO E FEIO,
NUNCA LAVAVA OS DENTES E VESTIA
ROUPAS MUITO SUJAS E VELHAS.

MARIA LUIZA E EDUARDO
E MATHEUS MUNIZ
ELE VIVIA SOZINHO NUMA CASA DE
MADEIRA, PROTEGIDA POR UMA
VEDAÇÃO MUITO ALTA E COM UM
PORTÃO FECHADO AS SETE CHAVES
NO MEIO DA FLORESTA.

MARIA CLARA B., MARIA CLARA SENNA , MARIA CAROLINE E LETÍCIA.
O RABUGENTO NÃO TINHA AMIGOS E
AFASTAVA TODAS AS PESSOAS QUE SE
APROXIMAVAM DA SUA CASA COM
UM GRITO MUITO FORTE.

SARAH
PERTO DA FLORESTA HAVIA UMA ALDEIA ONDE VIVIAM
DUAS CRIANÇAS QUE SE CHAMAVAM ANA E
BERNARDO. UM DIA ELES FORAM À FLORESTA
PROCURAR UM SÍTIO PARA BRINCAR. ANDARAM,
ANDARAM, ATÉ QUE CHEGOU A NOITE E O BERNARDO
E A ANA FICARAM PERDIDOS NA FLORESTA CHEIOS DE
FOME, SEDE E FRIO.

DÉBORA, MARIA LUIZA E JÚLIA
NO OUTRO DIA, OS MENINOS
ENCONTRARAM A CASA DO
DINOSSAURO.
O DINOSSAURO RABUGENTO COMEÇOU
LOGO A GRITAR, MAS OS MENINOS NÃO
TIVERAM MEDO, ATÉ ESTAVAM FELIZES POR
ENCONTRAR ALGUÉM.

SARAH, MARIA LUIZA ,DÉBORA E JÚLIA
O RABUGENTO TEVE PENA DELES E
LEVOU-OS PARA SUA CASA. FEZ UM
LUME PARA OS AQUECER, DEU-LHES DE
COMER, BEBER E BRINCOU COM ELES
CHRISTINE, LETÍCIA E ANA PAULA
NO DIA SEGUINTE, O DINOSSAURO FOI
LEVAR OS MENINOS EM CASA, MAS
TEVE DE FUGIR RÁPIDO PORQUE AS
PESSOAS ESTAVAM ASSUSTADAS.
NO OUTRO DIA, O RABUGENTO RECEBEU UMA
CARTA DE UMA FESTA EM HONRA A ELE,
PORQUE OS MENINOS TINHAM CONTADO O
QUE SE TINHA PASSADO AOS PAIS E A TODAS AS
PESSOAS DA ALDEIA.
O DINOSSAURO VESTIU UMA LINDA
ROUPA ROSA, LAVOU AS PINTAS,
LAVOU OS DENTES, PÔS UM LAÇO
MUITO COLORIDO E FOI PARA A FESTA.

LÍVIA E DÉBORA
QUANDO LÁ CHEGOU, TRATARAM-NO MUITO
BEM E ELE DISSE QUE NUNCA MAIS IRIA SER
RABUGENTO.
ASSIM O DINOSSAURO DESCOBRIU COMO É
BOM AJUDAR AS PESSOAS E MERECER A SUA
AMIZADE.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O nariz do palhaço
O nariz do palhaçoO nariz do palhaço
O nariz do palhaço
Albertina Pereira
 
Natal conto melhor-natal-de-sempre
Natal conto melhor-natal-de-sempreNatal conto melhor-natal-de-sempre
Natal conto melhor-natal-de-sempre
Marisol Santos
 
O Meu Pai
O Meu PaiO Meu Pai
Historia " Os Nossos Amigos Animais"
Historia " Os Nossos Amigos Animais"Historia " Os Nossos Amigos Animais"
Historia " Os Nossos Amigos Animais"
bibdjosei
 
Ciclo do livro- livro em pdf
Ciclo do livro- livro em pdfCiclo do livro- livro em pdf
Ciclo do livro- livro em pdf
Isa Crowe
 
O coelho que não era da páscoa
O coelho que não era da páscoaO coelho que não era da páscoa
O coelho que não era da páscoa
preescolarlagares
 
A Horta Do Sr Lobo
A Horta Do Sr LoboA Horta Do Sr Lobo
A Horta Do Sr Lobo
Luzia Couto
 
Natal, história
Natal, históriaNatal, história
Natal, história
Paula Morgado
 
Peixinho arco íris
Peixinho arco írisPeixinho arco íris
Peixinho arco íris
Raquel Moreira
 
O Livro da Paz
O Livro da PazO Livro da Paz
O Livro da Paz
Carol Rossetto
 
O Palhacinho
O PalhacinhoO Palhacinho
O Palhacinho
Margarida Lachica
 
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escolaO boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
Maria Ferreira
 
A Lenda Dos Ovos De Pascoa
A Lenda Dos Ovos De PascoaA Lenda Dos Ovos De Pascoa
A Lenda Dos Ovos De Pascoa
gabifrias
 
A ovelhinha-que-veio-para-jantar
A ovelhinha-que-veio-para-jantarA ovelhinha-que-veio-para-jantar
A ovelhinha-que-veio-para-jantar
Ofelia Liborio
 
A oficina do pai natal- pdf
A oficina do pai natal- pdfA oficina do pai natal- pdf
A oficina do pai natal- pdf
Isa Crowe
 
Pe de pai
Pe de paiPe de pai
Pe de pai
bibliotecaeb23vv
 
O palhaco-tristoleto
O palhaco-tristoletoO palhaco-tristoleto
O palhaco-tristoleto
Silvares
 
Uma Prenda de Natal
Uma Prenda de NatalUma Prenda de Natal
Uma Prenda de Natal
Biblioteca Escolar Sobreira
 
A coruja branca
A coruja brancaA coruja branca
A coruja branca
Any Tabuada
 

Mais procurados (20)

O meu pai
O meu paiO meu pai
O meu pai
 
O nariz do palhaço
O nariz do palhaçoO nariz do palhaço
O nariz do palhaço
 
Natal conto melhor-natal-de-sempre
Natal conto melhor-natal-de-sempreNatal conto melhor-natal-de-sempre
Natal conto melhor-natal-de-sempre
 
O Meu Pai
O Meu PaiO Meu Pai
O Meu Pai
 
Historia " Os Nossos Amigos Animais"
Historia " Os Nossos Amigos Animais"Historia " Os Nossos Amigos Animais"
Historia " Os Nossos Amigos Animais"
 
Ciclo do livro- livro em pdf
Ciclo do livro- livro em pdfCiclo do livro- livro em pdf
Ciclo do livro- livro em pdf
 
O coelho que não era da páscoa
O coelho que não era da páscoaO coelho que não era da páscoa
O coelho que não era da páscoa
 
A Horta Do Sr Lobo
A Horta Do Sr LoboA Horta Do Sr Lobo
A Horta Do Sr Lobo
 
Natal, história
Natal, históriaNatal, história
Natal, história
 
Peixinho arco íris
Peixinho arco írisPeixinho arco íris
Peixinho arco íris
 
O Livro da Paz
O Livro da PazO Livro da Paz
O Livro da Paz
 
O Palhacinho
O PalhacinhoO Palhacinho
O Palhacinho
 
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escolaO boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
O boneco-de-neve-que-queria-ir-para-a-escola
 
A Lenda Dos Ovos De Pascoa
A Lenda Dos Ovos De PascoaA Lenda Dos Ovos De Pascoa
A Lenda Dos Ovos De Pascoa
 
A ovelhinha-que-veio-para-jantar
A ovelhinha-que-veio-para-jantarA ovelhinha-que-veio-para-jantar
A ovelhinha-que-veio-para-jantar
 
A oficina do pai natal- pdf
A oficina do pai natal- pdfA oficina do pai natal- pdf
A oficina do pai natal- pdf
 
Pe de pai
Pe de paiPe de pai
Pe de pai
 
O palhaco-tristoleto
O palhaco-tristoletoO palhaco-tristoleto
O palhaco-tristoleto
 
Uma Prenda de Natal
Uma Prenda de NatalUma Prenda de Natal
Uma Prenda de Natal
 
A coruja branca
A coruja brancaA coruja branca
A coruja branca
 

Semelhante a Livro completo Dinossauro Rabugento

Primeiras Estórias
Primeiras EstóriasPrimeiras Estórias
Primeiras Estórias
Denise Faria
 
João e Maria
João e MariaJoão e Maria
João e Maria
Zilma3e
 
João e maria
João e mariaJoão e maria
João e maria
rcrodrgues
 
João e Maria livro ampliado
João e Maria livro ampliadoJoão e Maria livro ampliado
João e Maria livro ampliado
Isa ...
 
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdfPROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
danielagracia9
 
Livro eletrônico
Livro eletrônicoLivro eletrônico
Livro eletrônico
Claudia Lotufo
 
Joaninha Grassi Fagundes
 Joaninha Grassi Fagundes Joaninha Grassi Fagundes
Joaninha Grassi Fagundes
Uelinton Marques
 
Tapera
TaperaTapera
Tapera
Mascf
 
Evangelização - Uma Família Especial
Evangelização - Uma Família EspecialEvangelização - Uma Família Especial
Evangelização - Uma Família Especial
Antonino Silva
 
Tapera – um passado quase esquecido
Tapera – um passado quase esquecidoTapera – um passado quase esquecido
Tapera – um passado quase esquecido
Fatima Chaves
 
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRAA BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
Gladisson Barbosa E Silva
 
Capítulo 2
Capítulo 2Capítulo 2
Capítulo 2
Capítulo 2Capítulo 2
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZO RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
Ari de Assis
 

Semelhante a Livro completo Dinossauro Rabugento (14)

Primeiras Estórias
Primeiras EstóriasPrimeiras Estórias
Primeiras Estórias
 
João e Maria
João e MariaJoão e Maria
João e Maria
 
João e maria
João e mariaJoão e maria
João e maria
 
João e Maria livro ampliado
João e Maria livro ampliadoJoão e Maria livro ampliado
João e Maria livro ampliado
 
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdfPROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
PROJETO CONTOS maravilhosos.pdf
 
Livro eletrônico
Livro eletrônicoLivro eletrônico
Livro eletrônico
 
Joaninha Grassi Fagundes
 Joaninha Grassi Fagundes Joaninha Grassi Fagundes
Joaninha Grassi Fagundes
 
Tapera
TaperaTapera
Tapera
 
Evangelização - Uma Família Especial
Evangelização - Uma Família EspecialEvangelização - Uma Família Especial
Evangelização - Uma Família Especial
 
Tapera – um passado quase esquecido
Tapera – um passado quase esquecidoTapera – um passado quase esquecido
Tapera – um passado quase esquecido
 
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRAA BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
A BORBOLETA QUE DANÇOU DE MESTRA
 
Capítulo 2
Capítulo 2Capítulo 2
Capítulo 2
 
Capítulo 2
Capítulo 2Capítulo 2
Capítulo 2
 
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZO RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
O RESGATE DA FESTA DE SANTA CRUZ
 

Último

Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 

Último (20)

Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 

Livro completo Dinossauro Rabugento

  • 1. O DINOSSAURO RABUGENTO Turma 3° Período / Educação Infantil ANO 2013 Prof.ª Ana Paula Oliveira / Pedagoga Ana Paula Cosenza
  • 2. ERA UMA VEZ UM DINOSSAURO MUITO MUITO RABUGENTO E FEIO, NUNCA LAVAVA OS DENTES E VESTIA ROUPAS MUITO SUJAS E VELHAS. MARIA LUIZA E EDUARDO E MATHEUS MUNIZ
  • 3. ELE VIVIA SOZINHO NUMA CASA DE MADEIRA, PROTEGIDA POR UMA VEDAÇÃO MUITO ALTA E COM UM PORTÃO FECHADO AS SETE CHAVES NO MEIO DA FLORESTA. MARIA CLARA B., MARIA CLARA SENNA , MARIA CAROLINE E LETÍCIA.
  • 4. O RABUGENTO NÃO TINHA AMIGOS E AFASTAVA TODAS AS PESSOAS QUE SE APROXIMAVAM DA SUA CASA COM UM GRITO MUITO FORTE. SARAH
  • 5. PERTO DA FLORESTA HAVIA UMA ALDEIA ONDE VIVIAM DUAS CRIANÇAS QUE SE CHAMAVAM ANA E BERNARDO. UM DIA ELES FORAM À FLORESTA PROCURAR UM SÍTIO PARA BRINCAR. ANDARAM, ANDARAM, ATÉ QUE CHEGOU A NOITE E O BERNARDO E A ANA FICARAM PERDIDOS NA FLORESTA CHEIOS DE FOME, SEDE E FRIO. DÉBORA, MARIA LUIZA E JÚLIA
  • 6. NO OUTRO DIA, OS MENINOS ENCONTRARAM A CASA DO DINOSSAURO.
  • 7. O DINOSSAURO RABUGENTO COMEÇOU LOGO A GRITAR, MAS OS MENINOS NÃO TIVERAM MEDO, ATÉ ESTAVAM FELIZES POR ENCONTRAR ALGUÉM. SARAH, MARIA LUIZA ,DÉBORA E JÚLIA
  • 8. O RABUGENTO TEVE PENA DELES E LEVOU-OS PARA SUA CASA. FEZ UM LUME PARA OS AQUECER, DEU-LHES DE COMER, BEBER E BRINCOU COM ELES CHRISTINE, LETÍCIA E ANA PAULA
  • 9. NO DIA SEGUINTE, O DINOSSAURO FOI LEVAR OS MENINOS EM CASA, MAS TEVE DE FUGIR RÁPIDO PORQUE AS PESSOAS ESTAVAM ASSUSTADAS.
  • 10. NO OUTRO DIA, O RABUGENTO RECEBEU UMA CARTA DE UMA FESTA EM HONRA A ELE, PORQUE OS MENINOS TINHAM CONTADO O QUE SE TINHA PASSADO AOS PAIS E A TODAS AS PESSOAS DA ALDEIA.
  • 11. O DINOSSAURO VESTIU UMA LINDA ROUPA ROSA, LAVOU AS PINTAS, LAVOU OS DENTES, PÔS UM LAÇO MUITO COLORIDO E FOI PARA A FESTA. LÍVIA E DÉBORA
  • 12. QUANDO LÁ CHEGOU, TRATARAM-NO MUITO BEM E ELE DISSE QUE NUNCA MAIS IRIA SER RABUGENTO. ASSIM O DINOSSAURO DESCOBRIU COMO É BOM AJUDAR AS PESSOAS E MERECER A SUA AMIZADE.