Legislação de trânsito
INSTRUTOR Paulo Henrique
Determina comportamentos
corretos, verifica as
transgressões e estabelece
punições.
O QUE É LEI?
DOLO X CULPOSO
• Dolo significa fraude, má fé, maquinação. É todo ato com que,
conscientemente, alguém induz, mantém ou confirma o outro em erro. É a
vontade dirigida à obtenção de um resultado criminoso ou o risco de
produzi-lo – Dolo eventual: assume o risco de o produzir.
• O ato culposo enseja responsabilidade subjetiva, pois deve ser analisado
o contexto para saber até onde a pessoa responde. Exemplo:
• Negligencia;
• Imprudência;
• Imperícia.
• Ao proprietário – Art. 257 CTB.
• Manter o proponente a seu serviço empregado não legalmente habilitado
ou sem as aptidões requeridas.
• Ausência de fiscalização por parte do patrão -(Negligencia).
O meio ambiente influências diretamente
em nossa condução.
O Homem no trânsito
LUZ
VIA
VEÍCULO TEMPO
Profº. Milton
TRÂNSITO
MOTORISTA
MOTORISTA
O motorista é a peça fundamental; sua
condição física e mental é um fator
importante para que ele próprio não seja a
adversidade.
Art. 166: Confiar ou entregar a direção de
veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por
seu estado físico ou psíquico não estiver em
condições de dirigi-lo com segurança
Infração – gravíssima
Penalidade – multa (R$ 191,54)
FATORES HUMANOS
Físicos:
 fadiga (cansaço)
 dirigir alcoolizado
 sono
 pressa
 má alimentação
 drogas
 visão/audição deficiente
 perturbações físicas
 dores/doenças
FATORES HUMANOS
Mentais
estados emocionais
(tristezas/alegrias)
 preocupações
 medo
 insegurança
 dificuldades financeiras
 sob efeito de medicação
 ansiedade
 agressividade
 fortes emoções
ATO CULPOSO.
IMPRUDÊNCIA
IMPERICIA
NEGLIGÊNCIA
NEGLIGÊNCIA:
•Decorre da omissão, quando o sujeito causador do dano deixa de
observar o dever de cuidado. É um comportamento passivo, ao contrário
do que ocorre na imprudência, onde há um fazer sem cautela, insensato.
Caracteriza a negligência, por exemplo, quando o motorista trafega com
os pneus do veículo em situação precária.
IMPRUDÊNCIA:
•É uma modalidade de culpa, expressamente referida no diploma penal,
que pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa
de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a negligência. Na
imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada.
IMPERÍCIA:
•É a modalidade de culpa decorrente da inaptidão técnica no exercício
de arte, ofício ou profissão. Configura-se a imperícia quando o agente
causa dano a outrem por falta de conhecimentos técnicos, isto é, por
não possuir o conhecimento que deveria, em virtude de qualificação
profissional.
O primeiro caso de morte por atropelamento registrado no mundo foi em 1869.
Só para você ter ideia, em 1885, pouco tempo depois da legalização do uso do carro
no Reino Unido, o limite de velocidade era de 6 km/h em áreas rurais e 3 km/h em
regiões urbanas.
E foi com esse limite baixíssimo de velocidade que a primeira pessoa foi morta, no dia
31 de agosto de 1869, no condado de Offaly, na Irlanda. O acidente aconteceu
quando Mary Ward e seu marido ganharam uma carona de seus primos.
Em determinado momento da viagem, Mary foi arremessada para o lado de fora do
veículo, que acabou passando por cima dela. Um médico chegou a atendê-la, mas ela
já estava morta graças a uma fratura no pescoço.
Mary era cientista e ilustradora, tendo, inclusive, publicado um livro chamado “A world
of wonders revealed by the microscope”, algo como “Um mundo de maravilhas
reveladas pelo microscópio”, em uma tradução livre. Além disso, ela foi uma das
primeiras três mulheres a fazerem parte da Sociedade Real de Astronomia.
PRIMEIRO ACIDENTE DA HISTORIA
O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do
território nacional, abertas à circulação, rege-se por este
Código.
§ 3º Os órgãos e entidades componentes do Sistema
Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas
competências, objetivamente, por danos causados aos
cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução
e manutenção de programas, projetos e serviços que
garantam o exercício do direito do trânsito seguro.
§ 5º Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao
Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas
ações à defesa da vida, nela incluída a preservação da
saúde e do meio-ambiente.
CTB
Art. 1.......
ORGÃOS NORMATIVOS
CONTRAN (CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO)
CETRAN (CONSELHO ESTADUAL DE TRANSITO)
CONTRANDIFE (CONSELHO DE TRÂNSITO DO
DISTRITO FEDERAL)
DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
ORGÃOS EXECUTIVOS (Federais)
SENATRAN ( SECRETARIA NACIONAL DE TRÂNSITO)
-POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL
D.N.I.T ( Departamento Nacional de Infra – estrutura de
Transportes)
P.R.F ( Policia Rodoviária Federal)
MUNICÍPIOS - AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO
JARI ( JUNTAS ADMINISTRATIVAS DE RECURSOS DE
INFRAÇÕES)
D.E.R ( Departamento de Estradas e Rodagem D. F)
P.M.R.E ( Policia Rodoviária Estadual)
DETRAN ( DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO)
ORGÃOS EXECUTIVOS (Estaduais)
CIRETRAN ( CIRCUNSCRIÇÃO REGIONAL DE TRÂNSITO)
- POLÍCIA MILITAR DO ESTADO
Art. 12- Compete ao CONTRAN:
I - estabelecer as normas regulamentares referidas neste
Código e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito;
II - coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito,
objetivando a integração de suas atividades;
IV - criar Câmaras Temáticas;
V - estabelecer seu regimento interno e as diretrizes para o
funcionamento dos CETRAN e CONTRANDIFE;
VI - estabelecer as diretrizes do regimento das JARI;
X - normatizar os procedimentos sobre a aprendizagem,
habilitação, expedição de documentos de condutores, e
registro e licenciamento de veículos;
Art. 14
Compete aos Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e ao
Conselho de Trânsito do Distrito Federal - CONTRANDIFE:
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas...
II - elaborar normas no âmbito das respectivas competências;
III - responder a consultas...
V - julgar os recursos interpostos contra decisões:
a) das JARI;
VI - indicar um representante para compor a comissão
examinadora de candidatos portadores de deficiência física à
habilitação
IX - dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de
trânsito no âmbito dos Municípios; e
XI - designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese
de reavaliação dos exames, junta especial de saúde para
examinar os candidatos à habilitação para conduzir veículos
automotores. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998)
Parágrafo único. Dos casos previstos no inciso V, julgados
pelo órgão, não cabe recurso na esfera administrativa.
Art. 15
Art 17
Art. 19
Art. 20
DETRAN
Art. 21 Art. 22 Art. 22
Art 23
MUNICIPIO Art 24
• Art. 28. RES.789/20
• § 1º Ao candidato considerado apto nas categorias A, B ou
AB, será conferida Permissão para Dirigir (PPD) com
validade de um ano e, ao término deste período, o condutor
poderá solicitar a CNH definitiva, que lhe será concedida
desde que tenha cumprido o disposto no § 3° do art. 148 do
CTB.
• § 3°- A CNH terá validade em todo o
• território nacional, equivalendo ao documento de
identidade, produzindo seus efeitos quando apresentada
• no original e dentro do prazo de validade.
• § 5° Para efeito de fiscalização, dirigir veículo portando
PPD vencida há mais de trinta dias constitui infração de
trânsito prevista no inciso I do art. 162 do CTB.
Veículos - 2 ou 3 rodas com ou sem side-car
(carro lateral) Lei 10.830/03 art. 143 CTB
Motocicleta
motoneta
Res. 912/22 triciclo Res. 912/22
Carro lateral
Ciclomotores
Res. 912/22 triciclo de carga
Art. 57, 185, I, 193 e 244 2º
Res.129/01
Ciclomotores/capacete
• RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 934, DE 28 DE MARÇO
DE 2022 Dispõe sobre o registro e o licenciamento de
ciclomotores e ciclo-elétricos no Registro Nacional de
Veículos Automotores (RENAVAM)
• RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 940, DE 28 DE MARÇO
DE 2022 Disciplina o uso de capacete para condutor e
passageiro de motocicletas, motonetas, ciclomotores,
triciclos motorizados e quadriciclos motorizados.
6.000 k
Ou + 6.000 kg
ou mais
Semi reboque reboque
RESOLUÇÃO 765/93 DO CONTRAN E 598-16
NUMERO
DO
PAPEL
1º Nº identificação nacional
Gerado pelo BINCO
Base Índice Nacional
de Condutores, pertence
ao DENATRAN
RENACH
Número do registro
RESOLUÇÃO Nº 425/12 ANEXO XV ALTERADA PELA
RES. 718/17 ANEXO IV
RESOLUÇÃO Nº 291, DE 29 DE AGOSTO DE 2008
Alterada pela PORTARIA N º 279, DE 15 DE ABRIL DE 2010. - DENATRAN
Altera o Anexo II da Resolução
Art. 2º As transformações previstas no Anexo II desta Resolução acarretam para
o interessado a obrigatoriedade de obtenção de código de marca/modelo/versão específico,
conforme previsto no Art. 1º.
§ 1º O proprietário de veículo já registrado, que vier a sofrer as transformações
previstas no ANEXO II desta Resolução, deverá solicitar prévia autorização à Autoridade
Executiva de Trânsito da Unidade da Federação onde o mesmo estiver cadastrado e, após a
transformação, encaminhar ao DETRAN cópia autenticada do CAT, nota fiscal da transformação
e Certificado de Segurança Veicular emitido por Instituição Técnica licenciada pelo DENATRAN
— documentos estes que devem fazer parte do prontuário do veículo devendo ter seus dados
devidamente alterados no cadastro estadual, com a nova marca/modelo/versão na Base Índice
Nacional.
§ 2º O número do Certificado de Segurança Veicular – CSV, quando se tratar de
transformação de veículo já registrado, deve constar no campo das observações do Certificado de
Registro de Veículos – CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos – CRLV,
e as modificações devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não existirem,
no
campo das observações do CRV/CRLV.
§3º A ausência de autorização prévia da Autoridade Executiva de Trânsito da
Unidade da Federação, prevista no § 1º, implica na aplicação da penalidade e medida
administrativa prevista no inciso VII do Art. 230, do Código de Trânsito Brasileiro.
RESOLUÇÃO Nº 789/20,
O Exame de Direção Veicular para candidato portador de deficiência física será
considerado prova especializada e deverá ser avaliado por uma comissão especial,
integrada por, no mínimo um examinador de trânsito, um médico perito examinador
e um membro indicado pelo Conselho Estadual de Trânsito – CETRAN ou Conselho
de Trânsito do Distrito Federal - CONTRADIFE, conforme dispõe o inciso VI do art.
14 do CTB.
Parágrafo único. O veículo destinado à instrução e ao exame de candidato portador
de deficiência física deverá estar perfeitamente adaptado segundo a indicação da
Junta Médica Examinadora podendo ser feito, inclusive, em veículo disponibilizado
pelo candidato.
LEI 14.071/20
• "Art. 159. A Carteira Nacional de Habilitação, expedida em meio físico e/ou
digital, à escolha do condutor, em modelo único e de acordo com as
especificações do Contran, atendidos os pré-requisitos estabelecidos neste
Código, conterá fotografia, identificação e número de inscrição no Cadastro
de Pessoas Físicas (CPF) do condutor, terá fé pública e equivalerá a
documento de identidade em todo o território nacional.
• § 1º-A O porte do documento de habilitação será dispensado quando, no
momento da fiscalização, for possível ter acesso ao sistema informatizado
para verificar se o condutor está habilitado.
• § 11. (Revogado).
• § 12. Os órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal enviarão por meio eletrônico, com 30 (trinta) dias de
antecedência, aviso de vencimento da validade da Carteira Nacional de
Habilitação a todos os condutores cadastrados no Renach com endereço
na respectiva unidade da Federação." (NR)
TOXICOLÓGICO
• Art. 148-A.
• Os condutores das categorias C, D e E deverão
comprovar resultado negativo em exame
toxicológico para a obtenção e a renovação da
Carteira Nacional de Habilitação.
• (Redação do caput dada pela Lei n. 14.071/20, em
vigor a partir de 12ABR21)
• § 1º O exame de que trata este artigo buscará aferir
o consumo de substâncias psicoativas que,
comprovadamente, comprometam a capacidade de
direção e deverá ter janela de detecção mínima de
90 (noventa) dias, nos termos das normas do
Contran.
LEI 14.071/20
• "Art. 147. (VETADO):
• § 2º O exame de aptidão física e mental, a ser realizado
no local de residência ou domicílio do examinado, será
preliminar e renovável com a seguinte periodicidade:
• I - a cada 10 (dez) anos, para condutores com idade
inferior a 50 (cinquenta) anos;
• II - a cada 5 (cinco) anos, para condutores com idade
igual ou superior a 50 (cinquenta) anos e inferior a 70
(setenta) anos;
• III - a cada 3 (três) anos, para condutores com idade
igual ou superior a 70 (setenta) anos.
Mudança de categoria
Primeira Habilitação Art.145
Categorias A e B – 1 ano de Permissão
Para Dirigir – PPD
CNH – Não pode ter : infração gravíssima,
grave ou reincidente em média.
Para Categoria C – 1 ano na B
Para Categoria D – 1 ano na C ou 2 na B
Para Categoria E – 1 ano na C ou
habilitado na D
Processo de Habilitação do condutor res.
789/20
Art. 2º O candidato à obtenção da Autorização
para Conduzir Ciclomotor (ACC) e da Carteira
Nacional de Habilitação (CNH).
- ser penalmente imputável;
II - saber ler e escrever;
III - possuir documento de identidade; e
IV - possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF).
DA FORMAÇÃO D0 CONDUTOR
• Art. 5º O Exame de Aptidão Física e Mental será
exigido para:
• I - obtenção da ACC e da CNH;
• II - renovação da ACC e das categorias da CNH;
• III - adição e mudança de categoria; e
• IV - substituição do documento de habilitação obtido
em país estrangeiro.
DA FORMAÇÃO D0 CONDUTOR
Art. 8º Para a Prática de Direção Veicular, o candidato deverá
estar acompanhado por um Instrutor de Prática de Direção
Veicular e portar a Licença para Aprendizagem de Direção
Veicular (LADV), expedida pelo órgão, contendo no mínimo,
as seguintes informações:
I - identificação do órgão ou entidade executivo de trânsito expedidor;
II - nome completo, número do documento de identidade, do CPF e do
formulário RENACH do candidato;
III - categoria pretendida;
IV - nome do Centro de Formação de Condutores (CFC) responsável pela
instrução; e
V - prazo de validade.
§ 4º O candidato que for encontrado conduzindo veículo em desacordo
com o disposto nesta Resolução terá a LADV suspensa pelo prazo de seis
meses.
Faltas Eliminatórias
a) desobedecer à sinalização semafórica e de parada
obrigatória;
b) avançar sobre o meio fio;
c) não colocar o veículo na área balizada, em no máximo
três tentativas, no tempo estabelecido;
d) avançar sobre o balizamento demarcado quando do
estacionamento do veículo na vaga;
e) transitar em contramão de direção;
f) não completar a realização de todas as etapas do
exame;
g) avançar a via preferencial;
h) provocar acidente durante a realização do exame;
i) exceder a velocidade regulamentada para a via;
j) cometer qualquer outra infração de trânsito de
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 208
Avançar o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 193
Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas,
ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros
centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas
de canalização, gramados e jardins públicos:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes)
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 186
Transitar pela contramão de direção em:
I - vias com duplo sentido de circulação, exceto para ultrapassar outro veículo e
apenas pelo tempo necessário, respeitada a preferência do veículo que transitar em
sentido contrário:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
II - vias com sinalização de regulamentação de sentido único de circulação:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 215
Deixar de dar preferência de passagem:
I - em interseção não sinalizada:
a) a veículo que estiver circulando por rodovia ou rotatória;
b) a veículo que vier da direita;
II - nas interseções com sinalização de regulamentação de Dê a Preferência:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 218 Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por
instrumento ou equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e
demais vias: (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
I - quando a velocidade for superior à máxima em até 20% (vinte por cento): (Redação
dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
Infração - média; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
II - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 20% (vinte por cento) até 50%
(cinqüenta por cento): (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
Infração - grave; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006)
III - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50% (cinqüenta por cento):
(Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006)
Infração - gravíssima; (Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006)
Penalidade - multa [3 (três) vezes], suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão
do documento de habilitação. (Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006)
Faltas Graves
a) desobedecer a sinalização da via, ou ao agente da
autoridade de trânsito;
b) não observar as regras de ultrapassagem ou de mudança
de direção;
c) não dar preferência de passagem ao pedestre que estiver
atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo,
ou ainda quando o pedestre não haja concluído a travessia,
mesmo que ocorra sinal verde para o veículo ;
d) manter a porta do veículo aberta ou semi-aberta durante o
percurso da prova ou parte dele;
e) não sinalizar com antecedência a manobra pretendida ou
sinalizá-la incorretamente;
f) não usar devidamente o cinto de segurança;
g) perder o controle da direção do veículo em movimento;
h) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
grave.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 195
Desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou de seus
agentes:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 196
Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz
indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da manobra de parar o
veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 214
Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 196
Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz
indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da manobra de parar o
veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 167
Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no art.
65:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.
Faltas Médias
a) executar o percurso da prova, no todo ou parte dele, sem estar o freio
de mão inteiramente livre;
b) trafegar em velocidade inadequada para as condições adversas do
local, da circulação, do veículo e do clima;
c) interromper o funcionamento do motor, sem justa razão, após o início
da prova;
d) fazer conversão incorretamente;
e) usar buzina sem necessidade ou em local proibido;
f) desengrenar o veículo nos declives;
g) colocar o veículo em movimento, sem observar as cautelas
necessárias;
h) usar o pedal da embreagem, antes de usar o pedal de freio nas
frenagens;
i) entrar nas curvas com a engrenagem de tração do veículo em ponto
neutro;
j) engrenar ou utilizar as marchas de maneira incorreta, durante o
percurso;
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 169
Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 219
Transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida
para a via, retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e
meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita:
Infração - média;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 207
Executar operação de conversão à direita ou à esquerda em locais proibidos pela
sinalização:
Infração - grave;
Penalidade - multa
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 227
Usar buzina:
I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a
condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as vinte e duas e as seis horas;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 231
Transitar com o veículo:
IX - desligado ou desengrenado, em declive:
Infração - média;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo;
Art. 217
Entrar ou sair de fila de veículos estacionados sem dar preferência de passagem a
pedestres e a outros veículos:
Infração - média;
Penalidade - multa.
Faltas Leves
a) provocar movimentos irregulares no veículo, sem
motivo justificado;
b) ajustar incorretamente o banco de veículo destinado
ao condutor;
c) não ajustar devidamente os espelhos retrovisores;
d) apoiar o pé no pedal da embreagem com o veículo
engrenado e em movimento;
e) utilizar ou Interpretar incorretamente os instrumentos
do painel do veículo;
f) dar partida ao veículo com a engrenagem de tração
ligada;
g) tentar movimentar o veículo com a engrenagem de
tração em ponto neutro;
h) cometer qualquer outra infração de natureza leve.
Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 169
Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Faltas Eliminatórias
a) iniciar a prova sem estar com o capacete devidamente
ajustado à cabeça ou sem viseira ou óculos de proteção;
b) descumprir o percurso preestabelecido;
c) abalroar um ou mais cones de balizamento;
d) cair do veículo, durante a prova;
e) não manter equilíbrio na prancha, saindo lateralmente
da mesma;
f) avançar sobre o meio fio ou parada obrigatória;
g) colocar o(s) pé(s) no chão, com o veículo em
movimento;
h) provocar acidente durante a realização do exame;
i) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
gravíssima.
Faltas Graves
a) deixar de colocar um pé no chão e o outro no
freio ao parar o veículo;
b) invadir qualquer faixa durante o percurso;
c) fazer incorretamente a sinalização ou deixar de
fazê-la;
d) fazer o percurso com o farol apagado;
e) cometer qualquer outra infração de trânsito de
natureza grave. (redação dada pela Resolução nº
169/05)
Faltas Médias
a) utilizar incorretamente os equipamentos;
b) engrenar ou utilizar marchas inadequadas durante o
percurso;
c) não recolher o pedal de partida ou o suporte do
veículo, antes de iniciar o percurso;
d) interromper o funcionamento do motor sem justa
razão, após o início da prova;
e) conduzir o veículo durante o exame sem segurar o
guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para
indicação de manobras;
f) cometer qualquer outra infração de trânsito de
natureza média.
Faltas Leves
a) colocar o motor em funcionamento,
quando já engrenado;
b) conduzir o veículo provocando
movimento irregular no mesmo sem
motivo justificado;
c) regular os espelhos retrovisores durante
o percurso do exame;
d) cometer qualquer outra infração de
trânsito de natureza leve.
Classificação dos veículos Art. 96 do CTB
Elétrico
Propulsão humana
Tração Animal
Reboque
Semi-Reboque
A
U
T
O
M
O
V
E
L
Quanto à Espécie
1) Passageiro: Bicicleta, Ciclomotor, Motoneta, Motocicleta,
Triciclo, Quadriciclo (res. 700/88), Automóvel, Microônibus, Ônibus,
Bonde, Reboque ou Semi-Reboque e Charrete.
2) Carga: Motoneta, Motocicleta, Triciclo, Quadriciclo, Caminhonete,
Caminhão, Reboque ou Semi-Reboque, Carroça e Carro de Mão.
3) Misto: Camionete, Utilitários, etc.
4) Tração: Caminhão, Trator, Trator de rodas, Trator de esteira e
Trator misto.
5) Competição;
6) Especial: Motor casa, res. 538/78;
7) Coleção.
Art. 96, III, Quanto à categoria
PLACAS: As cores das placa determinam a categoria do
veículo. Res. 269/08 alterada pela res. 487/ 14 que
alterou a res. 04/98 Prozo para emplacamento de 15
dias. Norma: Art. 115 do CTB. Infração: Art. 221 CTB
Particular:
Res. 231/07 alterada
pela res. 241/07,
309/09 e res.372/10
Experiência:
Res. 493/75
(verde)
Fabricante:
Res. 793/94
(azul escuro)
Representação:
Res. 088/99,
Res. 32/98. (3Nº)
Missões diplomática:
Res. 286/08, alterada
Pela res.342/10. (azul Claro)
Forças armadas:
Res. 275/08
Veículo de coleção: (preta)
Res. 56/98 – alterada 127/01
Res. 780/19- mês 9 – altera 718/17
resolução 33/14 MERCOSUL
Do registro de veículos
Art. 120. Todos os veículos devem ser registrados,
até os oficiais caracterizados.
Art.123. Será obrigatório a expedição de novo
certificado de registro de veículos:
I. for transferida a propriedade do veículo.
II. o proprietário mudar o município de domicílio
ou residência – res. 466/13 (vistoria)
III.for alterada qualquer característica – res. 362/10
(relatório de avarias). Nos casos de veículos com acessibilidade,
vistoria – portaria DENATRAN 124/10 – Deficiente, art. 10 da res.
292/08
IV.Houver mudança de categoria .
Infração art. 233 do CTB
Do licenciamento
• Art. 133
• É obrigatório o porte do Certificado de
Licenciamento Anual.
• Parágrafo único. O porte será dispensado
quando, no momento da fiscalização, for
possível ter acesso ao devido sistema
informatizado para verificar se o veículo está
licenciado. (Incluído pela Lei nº 13.281, de
2016)
C.R.V.: Certificado de Registro do Veículo. Res. 16/98
Identificação dos Veículos
C.R.L.V.:
Certificado de Registro e
Licenciamento do Veículo.
RESOLUÇÃO Nº 712, DE 25 DE OUTUBRO DE 2017
Institui o Certificado Eletrônico de Registro de Veículo -
CRVe, a Autorização Eletrônica para Transferência de
Propriedade de Veículo - ATPVe e estabelece orientações e
procedimentos a serem adotados para o preenchimento e
autenticação da ATPV e realização da comunicação de venda
de veículo de que trata o art. 134 do Código de Trânsito
Brasileiro - CTB.
• Art. 242. Fazer falsa declaração de
domicílio para fins de registro, licenciamento
ou habilitação:
• Infração - gravíssima;
• Penalidade - multa
Art. 299 do código penal, crime contra a ordem
tributaria – Lei 8.137/90.
Res. 390/11 do CONTRAN, penalidades por
infrações de responsabilidade de pessoas
físicas ou jurídicas – art. 257 do CTB.
Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a
serem estabelecidos pelo CONTRAN:
I - cinto de segurança, conforme regulamentação específica do CONTRAN,
com exceção dos veículos destinados ao transporte de passageiros em
percursos em que seja permitido viajar em pé; res.48/98
II - para os veículos de transporte e de condução escolar, os de transporte
de passageiros com mais de dez lugares e os de carga com peso bruto
total superior a quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas,
equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo;
res.87/99 port. Denatran 20/00
III - encosto de cabeça, para todos os tipos de veículos automotores,
segundo normas estabelecidas pelo CONTRAN; res. 44/98
IV - (VETADO)
V - dispositivo destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de
ruído, segundo normas estabelecidas pelo CONTRAN, art, 230 XI
RESOLUÇÃO N° 48, DE 21 DE MAIO DE 1998, até 2020, será revogada pela
Res. 518/15 , torna obrigatório em todos os bancos
Estabelece requisitos de instalação e procedimentos para ensaios de cintos de
segurança de acordo com o inciso I do art. 105 do Código de Trânsito
Brasileiro, art, 167 CTB, res. 14/98
Art. 1° Os cintos de segurança afixados nos veículos deverão observar os
requisitos mínimos estabelecidos no Anexo único desta Resolução.
TEXTO INSERIDO PELA RES. Nº 87/99 - CONTRAN res. 14/98
Fica mantida a obrigatoriedade do uso do registrador inalterável de velocidade
e tempo para os veículos de transporte de cargas de produtos perigosos,
escolares e de passageiros com mais de 10 (dez) lugares (ônibus e
microônibus) , Art. 230, XIV, Res. 92/99 alter. 406 req. Téc. Do tacógrafo
RESOLUÇÃO Nº 44, DE 21 DE MAIO DE 1998, Dispõe sobre os requisitos
técnicos para o encosto de cabeça, de acordo com art. 105, III do Código de
Trânsito Brasileiroaté 2020, será revogada pela
Res. 518/15, torna obrigatório em todos os bancos
Art. 1º Os automóveis nacionais ou importados, deverão ser dotados,
obrigatoriamente, de encosto de cabeça nos assentos dianteiros próximos às
portas e nos traseiros laterais, quando voltados para frente do veículo.
res. 14/98, art, 230, IX
Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a
serem estabelecidos pelo CONTRAN:
VI - para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira,
lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.
VII - equipamento suplementar de retenção - air bag frontal para o
condutor e o passageiro do banco dianteiro. (Incluído pela Lei nº 11.910,
de 2009)
§ 1º O CONTRAN disciplinará o uso dos equipamentos obrigatórios dos
veículos e determinará suas especificações técnicas.
§ 2º Nenhum veículo poderá transitar com equipamento ou acessório
proibido, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas
administrativas previstas neste Código.
§ 3º Os fabricantes, os importadores, os montadores, os encarroçadores
de veículos e os revendedores devem comercializar os seus veículos com
os equipamentos obrigatórios definidos neste artigo, e com os demais
estabelecidos pelo CONTRAN.
Res. 46/98, equipamentos obrigatório para bicicletas;
RESOLUÇÃO N. 349 DE 17 DE MAIO DE 2010
Dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de
bicicletas nos veículos classificados nas espécies
automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário.
Res. 210/06 - Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que transitem por
vias terrestres e dá outras providências.
Art. 4º Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de identificação nos veículos na
hipótese do transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou
parcial, da
placa traseira.
§1° A segunda placa de identificação será aposta em local visível, ao lado direito da traseira
do veículo, podendo ser instalada no para-choque ou na carroceria, admitida a utilização de
suportes
adaptadores.
§2° A segunda placa de identificação será lacrada na parte estrutural do veículo em que
estiver
instalada (para-choque ou carroceria). Art. 230, VI do CTB
Lei 11.910/09 equipamento suplementar air bag
Res. 311/09 obriga o air bag,
veículos da categoria M1 até 8 lugares
veículos da categoria N1 carga até 3.500kg
Res. 394/11 Estipula as data para a fabricação, partir de 1º de janeiro de 2014,
para o condutor e passageiros.
RESOLUÇÃO Nº 395/11 que altera RESOLUÇÃO Nº 380/11
Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do
sistema antitravamento das rodas – ABS.
Veículos da categoria N, 01 de janeiro de 2013
Art. 230, IX do CTB
Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em
circulação e dá outras providências.
Art. 1º Para circular em vias públicas, os veículos deverão estar dotados dos
equipamentos obrigatórios relacionados abaixo, a serem constatados pela
fiscalização e em condições de funcionamento:
nos veículos automotores e ônibus elétricos:
1) pára-hoques, dianteiro e traseiro;
2) protetores das rodas traseiras dos caminhões;
3) espelhos retrovisores, interno e externo;
4) limpador de pára-brisa;
5) lavador de pára-brisa, desobrigado os produzidos antes de 1º
de
janeiro de 1974;
RESOLUÇÃO Nº 14/98
RESOLUÇÃO Nº 14/98
6) pala interna de proteção contra o sol (pára-sol) para o
condutor;
7) faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;
8) luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor branca ou
amarela;
9) lanternas de posição traseiras de cor vermelha;
10) lanternas de freio de cor vermelha;
11) lanternas indicadoras de direção: dianteiras de cor
âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
RESOLUÇÃO Nº 14/98
12) lanterna de marcha à ré, de cor branca;
13) retrorefletores (catadióptrico) traseiros, de cor
vermelha;
14) lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca;
15) velocímetro,
16) buzina;
17) freios de estacionamento e de serviço, com comandos
independentes;
18) pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
19) dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de
emergência, independente do sistema de
iluminação do veículo;
RESOLUÇÃO Nº 14/98
20) extintor de incêndio;
21) registrador instantâneo e inalterável de velocidade e
tempo, nos veículos de transporte e condução de
escolares, nos de transporte de passageiros com mais de
dez lugares e nos de carga com capacidade máxima de
tração superior a 19t;
22) cinto de segurança para todos os ocupantes do
veículo;
23) dispositivo destinado ao controle de ruído do motor,
naqueles dotados de motor a combustão;
24) roda sobressalente, compreendendo o aro e o pneu,
com ou sem câmara de ar, conforme o caso;
25) macaco, compatível com o peso e carga do veículo;
26) chave de roda;
RESOLUÇÃO Nº 14/98
27) chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a
remoção de calotas;
28) lanternas delimitadoras e lanternas laterais nos
veículos de carga, quando suas dimensões assim o
exigirem;
29) cinto de segurança para a árvore de transmissão em
veículos de transporte coletivo e carga;
1 – As Crianças com até um ano de idade
deverão utilizar, obrigatoriamente
dispositivo de retenção denominado
“bebê conforto ou conversível”
RESOLUÇÃO Nº 533, DE 17 DE JUNHO DE 2015.
(Transporte escolar) 1º de fevereiro de 2016.
Sentido contrário
ao deslocamento.
No caso de
veículos com um
banco só (saveiro)
e tiver ar bag, fica
proibido.
Art.64 ,Art. 168 do CTB. Res.277/08
alterada pela res. 352/10 e 391/11
"Art. 64. As crianças com idade inferior a 10 (dez) anos que não
tenham atingido 1,45 m (um metro e quarenta e cinco
centímetros) de altura devem ser transportadas nos bancos
traseiros, em dispositivo de retenção adequado para cada idade,
peso e altura, salvo exceções relacionadas a tipos específicos de
veículos regulamentadas pelo Contran.
Parágrafo único. O Contran disciplinará o uso excepcional de
dispositivos de retenção no bancodianteiro do veículo e as
especificações técnicas dos dispositivos de retenção a que
se refereo
caput
deste artigo." (NR)
2 – As crianças com idade superior a um
ano e inferior ou igual a quatro anos
deverão utilizar, obrigatoriamente, o
dispositivo de retenção denominado
“cadeirinha”
Sentido do
deslocamento
do veículo
3 – As crianças com idade superior a
quatro anos e inferior ou igual a sete
anos e meio deverão utilizar o
dispositivo de retenção denominado
“assento de elevação”.
Se o veículo for cinto
Subabdominal, não será
necessário o assento
Elevatório. Res. 371/11
4 – As crianças com idade superior a sete
anos e meio e inferior ou igual a dez anos e
adultos, deverão utilizar o cinto de segurança
do veículo
5 – As crianças com
Idade igual ou superior
a 10 ano
Art. 65, art. 167 CTB.
Res.48/98, requisito de
segurança, res.278/08
equipamento que
afrouxe o cinto - inciso
IX, do artigo 230
SINALIZAÇÃO DE EMEGENCIA
Res. 36/98
Art. 46 do CTB. Infração, art.179, 225, I
e art. 226 do CTB - Art. 40 V. Infração, 179, 251, I do CTB
Art. 251. I
Trafegar com o
Pisca alerta ligado
Art. 180 do CTB, ter
veículo imobilizado
por falta de
combustível.
 RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004, uso obrigatório de extintor;
 RESOLUÇÃO 272/08, extintor equipamento obrigatório e deverá ser
fiscalizado;
Fixa especificações para os extintores de incêndio, equipamento de uso
obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque,
de acordo com o Artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro. 1º janeiro 2005
obrigatório uso de extintor ABC e serão fiscalizados.
RESOLUÇÃO 333/09 art. 8ª § 2º A partir de 1º de janeiro de 2015, os veículos
automotores só poderão
circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC.”
RESOLUÇÃO 521/15
“Art. 8º do § 2º A partir de 1º de julho de 2015, os veículos automotores só
poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó
ABC.”
EXTINTOR

LEGISLAÇÃO DE TRANSITO Paulo.pptx

  • 1.
  • 2.
    Determina comportamentos corretos, verificaas transgressões e estabelece punições. O QUE É LEI?
  • 3.
    DOLO X CULPOSO •Dolo significa fraude, má fé, maquinação. É todo ato com que, conscientemente, alguém induz, mantém ou confirma o outro em erro. É a vontade dirigida à obtenção de um resultado criminoso ou o risco de produzi-lo – Dolo eventual: assume o risco de o produzir. • O ato culposo enseja responsabilidade subjetiva, pois deve ser analisado o contexto para saber até onde a pessoa responde. Exemplo: • Negligencia; • Imprudência; • Imperícia. • Ao proprietário – Art. 257 CTB. • Manter o proponente a seu serviço empregado não legalmente habilitado ou sem as aptidões requeridas. • Ausência de fiscalização por parte do patrão -(Negligencia).
  • 4.
    O meio ambienteinfluências diretamente em nossa condução. O Homem no trânsito LUZ VIA VEÍCULO TEMPO Profº. Milton TRÂNSITO MOTORISTA MOTORISTA O motorista é a peça fundamental; sua condição física e mental é um fator importante para que ele próprio não seja a adversidade. Art. 166: Confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico não estiver em condições de dirigi-lo com segurança Infração – gravíssima Penalidade – multa (R$ 191,54) FATORES HUMANOS Físicos:  fadiga (cansaço)  dirigir alcoolizado  sono  pressa  má alimentação  drogas  visão/audição deficiente  perturbações físicas  dores/doenças FATORES HUMANOS Mentais estados emocionais (tristezas/alegrias)  preocupações  medo  insegurança  dificuldades financeiras  sob efeito de medicação  ansiedade  agressividade  fortes emoções ATO CULPOSO. IMPRUDÊNCIA IMPERICIA NEGLIGÊNCIA
  • 5.
    NEGLIGÊNCIA: •Decorre da omissão,quando o sujeito causador do dano deixa de observar o dever de cuidado. É um comportamento passivo, ao contrário do que ocorre na imprudência, onde há um fazer sem cautela, insensato. Caracteriza a negligência, por exemplo, quando o motorista trafega com os pneus do veículo em situação precária. IMPRUDÊNCIA: •É uma modalidade de culpa, expressamente referida no diploma penal, que pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a negligência. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada. IMPERÍCIA: •É a modalidade de culpa decorrente da inaptidão técnica no exercício de arte, ofício ou profissão. Configura-se a imperícia quando o agente causa dano a outrem por falta de conhecimentos técnicos, isto é, por não possuir o conhecimento que deveria, em virtude de qualificação profissional.
  • 6.
    O primeiro casode morte por atropelamento registrado no mundo foi em 1869. Só para você ter ideia, em 1885, pouco tempo depois da legalização do uso do carro no Reino Unido, o limite de velocidade era de 6 km/h em áreas rurais e 3 km/h em regiões urbanas. E foi com esse limite baixíssimo de velocidade que a primeira pessoa foi morta, no dia 31 de agosto de 1869, no condado de Offaly, na Irlanda. O acidente aconteceu quando Mary Ward e seu marido ganharam uma carona de seus primos. Em determinado momento da viagem, Mary foi arremessada para o lado de fora do veículo, que acabou passando por cima dela. Um médico chegou a atendê-la, mas ela já estava morta graças a uma fratura no pescoço. Mary era cientista e ilustradora, tendo, inclusive, publicado um livro chamado “A world of wonders revealed by the microscope”, algo como “Um mundo de maravilhas reveladas pelo microscópio”, em uma tradução livre. Além disso, ela foi uma das primeiras três mulheres a fazerem parte da Sociedade Real de Astronomia. PRIMEIRO ACIDENTE DA HISTORIA
  • 7.
    O trânsito dequalquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código. § 3º Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro. § 5º Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à defesa da vida, nela incluída a preservação da saúde e do meio-ambiente. CTB Art. 1.......
  • 8.
    ORGÃOS NORMATIVOS CONTRAN (CONSELHONACIONAL DE TRÂNSITO) CETRAN (CONSELHO ESTADUAL DE TRANSITO) CONTRANDIFE (CONSELHO DE TRÂNSITO DO DISTRITO FEDERAL) DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
  • 9.
    ORGÃOS EXECUTIVOS (Federais) SENATRAN( SECRETARIA NACIONAL DE TRÂNSITO) -POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL D.N.I.T ( Departamento Nacional de Infra – estrutura de Transportes) P.R.F ( Policia Rodoviária Federal)
  • 10.
    MUNICÍPIOS - AGENTEMUNICIPAL DE TRÂNSITO JARI ( JUNTAS ADMINISTRATIVAS DE RECURSOS DE INFRAÇÕES) D.E.R ( Departamento de Estradas e Rodagem D. F) P.M.R.E ( Policia Rodoviária Estadual) DETRAN ( DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO) ORGÃOS EXECUTIVOS (Estaduais) CIRETRAN ( CIRCUNSCRIÇÃO REGIONAL DE TRÂNSITO) - POLÍCIA MILITAR DO ESTADO
  • 11.
    Art. 12- Competeao CONTRAN: I - estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito; II - coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades; IV - criar Câmaras Temáticas; V - estabelecer seu regimento interno e as diretrizes para o funcionamento dos CETRAN e CONTRANDIFE; VI - estabelecer as diretrizes do regimento das JARI; X - normatizar os procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores, e registro e licenciamento de veículos;
  • 12.
    Art. 14 Compete aosConselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e ao Conselho de Trânsito do Distrito Federal - CONTRANDIFE: I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas... II - elaborar normas no âmbito das respectivas competências; III - responder a consultas... V - julgar os recursos interpostos contra decisões: a) das JARI; VI - indicar um representante para compor a comissão examinadora de candidatos portadores de deficiência física à habilitação
  • 13.
    IX - dirimirconflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos Municípios; e XI - designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese de reavaliação dos exames, junta especial de saúde para examinar os candidatos à habilitação para conduzir veículos automotores. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998) Parágrafo único. Dos casos previstos no inciso V, julgados pelo órgão, não cabe recurso na esfera administrativa. Art. 15 Art 17
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    • Art. 28.RES.789/20 • § 1º Ao candidato considerado apto nas categorias A, B ou AB, será conferida Permissão para Dirigir (PPD) com validade de um ano e, ao término deste período, o condutor poderá solicitar a CNH definitiva, que lhe será concedida desde que tenha cumprido o disposto no § 3° do art. 148 do CTB. • § 3°- A CNH terá validade em todo o • território nacional, equivalendo ao documento de identidade, produzindo seus efeitos quando apresentada • no original e dentro do prazo de validade. • § 5° Para efeito de fiscalização, dirigir veículo portando PPD vencida há mais de trinta dias constitui infração de trânsito prevista no inciso I do art. 162 do CTB.
  • 20.
    Veículos - 2ou 3 rodas com ou sem side-car (carro lateral) Lei 10.830/03 art. 143 CTB Motocicleta motoneta Res. 912/22 triciclo Res. 912/22 Carro lateral Ciclomotores Res. 912/22 triciclo de carga Art. 57, 185, I, 193 e 244 2º Res.129/01
  • 21.
    Ciclomotores/capacete • RESOLUÇÃO CONTRANNº 934, DE 28 DE MARÇO DE 2022 Dispõe sobre o registro e o licenciamento de ciclomotores e ciclo-elétricos no Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM) • RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 940, DE 28 DE MARÇO DE 2022 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados e quadriciclos motorizados.
  • 25.
    6.000 k Ou +6.000 kg ou mais Semi reboque reboque
  • 28.
    RESOLUÇÃO 765/93 DOCONTRAN E 598-16 NUMERO DO PAPEL 1º Nº identificação nacional Gerado pelo BINCO Base Índice Nacional de Condutores, pertence ao DENATRAN RENACH Número do registro
  • 29.
    RESOLUÇÃO Nº 425/12ANEXO XV ALTERADA PELA RES. 718/17 ANEXO IV RESOLUÇÃO Nº 291, DE 29 DE AGOSTO DE 2008 Alterada pela PORTARIA N º 279, DE 15 DE ABRIL DE 2010. - DENATRAN Altera o Anexo II da Resolução Art. 2º As transformações previstas no Anexo II desta Resolução acarretam para o interessado a obrigatoriedade de obtenção de código de marca/modelo/versão específico, conforme previsto no Art. 1º. § 1º O proprietário de veículo já registrado, que vier a sofrer as transformações previstas no ANEXO II desta Resolução, deverá solicitar prévia autorização à Autoridade Executiva de Trânsito da Unidade da Federação onde o mesmo estiver cadastrado e, após a transformação, encaminhar ao DETRAN cópia autenticada do CAT, nota fiscal da transformação e Certificado de Segurança Veicular emitido por Instituição Técnica licenciada pelo DENATRAN — documentos estes que devem fazer parte do prontuário do veículo devendo ter seus dados devidamente alterados no cadastro estadual, com a nova marca/modelo/versão na Base Índice Nacional. § 2º O número do Certificado de Segurança Veicular – CSV, quando se tratar de transformação de veículo já registrado, deve constar no campo das observações do Certificado de Registro de Veículos – CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos – CRLV, e as modificações devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não existirem, no campo das observações do CRV/CRLV. §3º A ausência de autorização prévia da Autoridade Executiva de Trânsito da Unidade da Federação, prevista no § 1º, implica na aplicação da penalidade e medida administrativa prevista no inciso VII do Art. 230, do Código de Trânsito Brasileiro. RESOLUÇÃO Nº 789/20, O Exame de Direção Veicular para candidato portador de deficiência física será considerado prova especializada e deverá ser avaliado por uma comissão especial, integrada por, no mínimo um examinador de trânsito, um médico perito examinador e um membro indicado pelo Conselho Estadual de Trânsito – CETRAN ou Conselho de Trânsito do Distrito Federal - CONTRADIFE, conforme dispõe o inciso VI do art. 14 do CTB. Parágrafo único. O veículo destinado à instrução e ao exame de candidato portador de deficiência física deverá estar perfeitamente adaptado segundo a indicação da Junta Médica Examinadora podendo ser feito, inclusive, em veículo disponibilizado pelo candidato.
  • 30.
    LEI 14.071/20 • "Art.159. A Carteira Nacional de Habilitação, expedida em meio físico e/ou digital, à escolha do condutor, em modelo único e de acordo com as especificações do Contran, atendidos os pré-requisitos estabelecidos neste Código, conterá fotografia, identificação e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do condutor, terá fé pública e equivalerá a documento de identidade em todo o território nacional. • § 1º-A O porte do documento de habilitação será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao sistema informatizado para verificar se o condutor está habilitado. • § 11. (Revogado). • § 12. Os órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal enviarão por meio eletrônico, com 30 (trinta) dias de antecedência, aviso de vencimento da validade da Carteira Nacional de Habilitação a todos os condutores cadastrados no Renach com endereço na respectiva unidade da Federação." (NR)
  • 31.
    TOXICOLÓGICO • Art. 148-A. •Os condutores das categorias C, D e E deverão comprovar resultado negativo em exame toxicológico para a obtenção e a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. • (Redação do caput dada pela Lei n. 14.071/20, em vigor a partir de 12ABR21) • § 1º O exame de que trata este artigo buscará aferir o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente, comprometam a capacidade de direção e deverá ter janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias, nos termos das normas do Contran.
  • 32.
    LEI 14.071/20 • "Art.147. (VETADO): • § 2º O exame de aptidão física e mental, a ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado, será preliminar e renovável com a seguinte periodicidade: • I - a cada 10 (dez) anos, para condutores com idade inferior a 50 (cinquenta) anos; • II - a cada 5 (cinco) anos, para condutores com idade igual ou superior a 50 (cinquenta) anos e inferior a 70 (setenta) anos; • III - a cada 3 (três) anos, para condutores com idade igual ou superior a 70 (setenta) anos.
  • 33.
    Mudança de categoria PrimeiraHabilitação Art.145 Categorias A e B – 1 ano de Permissão Para Dirigir – PPD CNH – Não pode ter : infração gravíssima, grave ou reincidente em média. Para Categoria C – 1 ano na B Para Categoria D – 1 ano na C ou 2 na B Para Categoria E – 1 ano na C ou habilitado na D
  • 34.
    Processo de Habilitaçãodo condutor res. 789/20 Art. 2º O candidato à obtenção da Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). - ser penalmente imputável; II - saber ler e escrever; III - possuir documento de identidade; e IV - possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF).
  • 35.
    DA FORMAÇÃO D0CONDUTOR • Art. 5º O Exame de Aptidão Física e Mental será exigido para: • I - obtenção da ACC e da CNH; • II - renovação da ACC e das categorias da CNH; • III - adição e mudança de categoria; e • IV - substituição do documento de habilitação obtido em país estrangeiro.
  • 36.
    DA FORMAÇÃO D0CONDUTOR Art. 8º Para a Prática de Direção Veicular, o candidato deverá estar acompanhado por um Instrutor de Prática de Direção Veicular e portar a Licença para Aprendizagem de Direção Veicular (LADV), expedida pelo órgão, contendo no mínimo, as seguintes informações: I - identificação do órgão ou entidade executivo de trânsito expedidor; II - nome completo, número do documento de identidade, do CPF e do formulário RENACH do candidato; III - categoria pretendida; IV - nome do Centro de Formação de Condutores (CFC) responsável pela instrução; e V - prazo de validade. § 4º O candidato que for encontrado conduzindo veículo em desacordo com o disposto nesta Resolução terá a LADV suspensa pelo prazo de seis meses.
  • 37.
    Faltas Eliminatórias a) desobedecerà sinalização semafórica e de parada obrigatória; b) avançar sobre o meio fio; c) não colocar o veículo na área balizada, em no máximo três tentativas, no tempo estabelecido; d) avançar sobre o balizamento demarcado quando do estacionamento do veículo na vaga; e) transitar em contramão de direção; f) não completar a realização de todas as etapas do exame; g) avançar a via preferencial; h) provocar acidente durante a realização do exame; i) exceder a velocidade regulamentada para a via; j) cometer qualquer outra infração de trânsito de Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 208 Avançar o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória: Infração - gravíssima; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 193 Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos: Infração - gravíssima; Penalidade - multa (três vezes) Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 186 Transitar pela contramão de direção em: I - vias com duplo sentido de circulação, exceto para ultrapassar outro veículo e apenas pelo tempo necessário, respeitada a preferência do veículo que transitar em sentido contrário: Infração - grave; Penalidade - multa; II - vias com sinalização de regulamentação de sentido único de circulação: Infração - gravíssima; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 215 Deixar de dar preferência de passagem: I - em interseção não sinalizada: a) a veículo que estiver circulando por rodovia ou rotatória; b) a veículo que vier da direita; II - nas interseções com sinalização de regulamentação de Dê a Preferência: Infração - grave; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 218 Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por instrumento ou equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias: (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) I - quando a velocidade for superior à máxima em até 20% (vinte por cento): (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) Infração - média; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) II - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 20% (vinte por cento) até 50% (cinqüenta por cento): (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) Infração - grave; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) III - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50% (cinqüenta por cento): (Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006) Infração - gravíssima; (Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006) Penalidade - multa [3 (três) vezes], suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão do documento de habilitação. (Incluído pela Lei nº 11.334, de 2006)
  • 38.
    Faltas Graves a) desobedecera sinalização da via, ou ao agente da autoridade de trânsito; b) não observar as regras de ultrapassagem ou de mudança de direção; c) não dar preferência de passagem ao pedestre que estiver atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo, ou ainda quando o pedestre não haja concluído a travessia, mesmo que ocorra sinal verde para o veículo ; d) manter a porta do veículo aberta ou semi-aberta durante o percurso da prova ou parte dele; e) não sinalizar com antecedência a manobra pretendida ou sinalizá-la incorretamente; f) não usar devidamente o cinto de segurança; g) perder o controle da direção do veículo em movimento; h) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza grave. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 195 Desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou de seus agentes: Infração - grave; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 196 Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação: Infração - grave; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 214 Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração - grave; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 196 Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação: Infração - grave; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 167 Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no art. 65: Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.
  • 39.
    Faltas Médias a) executaro percurso da prova, no todo ou parte dele, sem estar o freio de mão inteiramente livre; b) trafegar em velocidade inadequada para as condições adversas do local, da circulação, do veículo e do clima; c) interromper o funcionamento do motor, sem justa razão, após o início da prova; d) fazer conversão incorretamente; e) usar buzina sem necessidade ou em local proibido; f) desengrenar o veículo nos declives; g) colocar o veículo em movimento, sem observar as cautelas necessárias; h) usar o pedal da embreagem, antes de usar o pedal de freio nas frenagens; i) entrar nas curvas com a engrenagem de tração do veículo em ponto neutro; j) engrenar ou utilizar as marchas de maneira incorreta, durante o percurso; Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 169 Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança: Infração - leve; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 219 Transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita: Infração - média; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 207 Executar operação de conversão à direita ou à esquerda em locais proibidos pela sinalização: Infração - grave; Penalidade - multa Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 227 Usar buzina: I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos; II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto; III - entre as vinte e duas e as seis horas; IV - em locais e horários proibidos pela sinalização; V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN: Infração - leve; Penalidade - multa. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 231 Transitar com o veículo: IX - desligado ou desengrenado, em declive: Infração - média; Penalidade - multa; Medida administrativa - retenção do veículo; Art. 217 Entrar ou sair de fila de veículos estacionados sem dar preferência de passagem a pedestres e a outros veículos: Infração - média; Penalidade - multa.
  • 40.
    Faltas Leves a) provocarmovimentos irregulares no veículo, sem motivo justificado; b) ajustar incorretamente o banco de veículo destinado ao condutor; c) não ajustar devidamente os espelhos retrovisores; d) apoiar o pé no pedal da embreagem com o veículo engrenado e em movimento; e) utilizar ou Interpretar incorretamente os instrumentos do painel do veículo; f) dar partida ao veículo com a engrenagem de tração ligada; g) tentar movimentar o veículo com a engrenagem de tração em ponto neutro; h) cometer qualquer outra infração de natureza leve. Capítulo XV - DAS INFRAÇÕES Art. 169 Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança: Infração - leve; Penalidade - multa.
  • 41.
    Faltas Eliminatórias a) iniciara prova sem estar com o capacete devidamente ajustado à cabeça ou sem viseira ou óculos de proteção; b) descumprir o percurso preestabelecido; c) abalroar um ou mais cones de balizamento; d) cair do veículo, durante a prova; e) não manter equilíbrio na prancha, saindo lateralmente da mesma; f) avançar sobre o meio fio ou parada obrigatória; g) colocar o(s) pé(s) no chão, com o veículo em movimento; h) provocar acidente durante a realização do exame; i) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza gravíssima.
  • 42.
    Faltas Graves a) deixarde colocar um pé no chão e o outro no freio ao parar o veículo; b) invadir qualquer faixa durante o percurso; c) fazer incorretamente a sinalização ou deixar de fazê-la; d) fazer o percurso com o farol apagado; e) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza grave. (redação dada pela Resolução nº 169/05)
  • 43.
    Faltas Médias a) utilizarincorretamente os equipamentos; b) engrenar ou utilizar marchas inadequadas durante o percurso; c) não recolher o pedal de partida ou o suporte do veículo, antes de iniciar o percurso; d) interromper o funcionamento do motor sem justa razão, após o início da prova; e) conduzir o veículo durante o exame sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras; f) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza média.
  • 44.
    Faltas Leves a) colocaro motor em funcionamento, quando já engrenado; b) conduzir o veículo provocando movimento irregular no mesmo sem motivo justificado; c) regular os espelhos retrovisores durante o percurso do exame; d) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza leve.
  • 45.
    Classificação dos veículosArt. 96 do CTB Elétrico Propulsão humana Tração Animal Reboque Semi-Reboque A U T O M O V E L
  • 46.
    Quanto à Espécie 1)Passageiro: Bicicleta, Ciclomotor, Motoneta, Motocicleta, Triciclo, Quadriciclo (res. 700/88), Automóvel, Microônibus, Ônibus, Bonde, Reboque ou Semi-Reboque e Charrete. 2) Carga: Motoneta, Motocicleta, Triciclo, Quadriciclo, Caminhonete, Caminhão, Reboque ou Semi-Reboque, Carroça e Carro de Mão. 3) Misto: Camionete, Utilitários, etc. 4) Tração: Caminhão, Trator, Trator de rodas, Trator de esteira e Trator misto. 5) Competição; 6) Especial: Motor casa, res. 538/78; 7) Coleção.
  • 47.
    Art. 96, III,Quanto à categoria PLACAS: As cores das placa determinam a categoria do veículo. Res. 269/08 alterada pela res. 487/ 14 que alterou a res. 04/98 Prozo para emplacamento de 15 dias. Norma: Art. 115 do CTB. Infração: Art. 221 CTB Particular: Res. 231/07 alterada pela res. 241/07, 309/09 e res.372/10 Experiência: Res. 493/75 (verde) Fabricante: Res. 793/94 (azul escuro) Representação: Res. 088/99, Res. 32/98. (3Nº) Missões diplomática: Res. 286/08, alterada Pela res.342/10. (azul Claro) Forças armadas: Res. 275/08 Veículo de coleção: (preta) Res. 56/98 – alterada 127/01
  • 48.
    Res. 780/19- mês9 – altera 718/17 resolução 33/14 MERCOSUL
  • 49.
    Do registro deveículos Art. 120. Todos os veículos devem ser registrados, até os oficiais caracterizados. Art.123. Será obrigatório a expedição de novo certificado de registro de veículos: I. for transferida a propriedade do veículo. II. o proprietário mudar o município de domicílio ou residência – res. 466/13 (vistoria) III.for alterada qualquer característica – res. 362/10 (relatório de avarias). Nos casos de veículos com acessibilidade, vistoria – portaria DENATRAN 124/10 – Deficiente, art. 10 da res. 292/08 IV.Houver mudança de categoria . Infração art. 233 do CTB
  • 50.
    Do licenciamento • Art.133 • É obrigatório o porte do Certificado de Licenciamento Anual. • Parágrafo único. O porte será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informatizado para verificar se o veículo está licenciado. (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)
  • 51.
    C.R.V.: Certificado deRegistro do Veículo. Res. 16/98 Identificação dos Veículos C.R.L.V.: Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. RESOLUÇÃO Nº 712, DE 25 DE OUTUBRO DE 2017 Institui o Certificado Eletrônico de Registro de Veículo - CRVe, a Autorização Eletrônica para Transferência de Propriedade de Veículo - ATPVe e estabelece orientações e procedimentos a serem adotados para o preenchimento e autenticação da ATPV e realização da comunicação de venda de veículo de que trata o art. 134 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB.
  • 52.
    • Art. 242.Fazer falsa declaração de domicílio para fins de registro, licenciamento ou habilitação: • Infração - gravíssima; • Penalidade - multa Art. 299 do código penal, crime contra a ordem tributaria – Lei 8.137/90. Res. 390/11 do CONTRAN, penalidades por infrações de responsabilidade de pessoas físicas ou jurídicas – art. 257 do CTB.
  • 53.
    Art. 105. Sãoequipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN: I - cinto de segurança, conforme regulamentação específica do CONTRAN, com exceção dos veículos destinados ao transporte de passageiros em percursos em que seja permitido viajar em pé; res.48/98 II - para os veículos de transporte e de condução escolar, os de transporte de passageiros com mais de dez lugares e os de carga com peso bruto total superior a quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas, equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo; res.87/99 port. Denatran 20/00 III - encosto de cabeça, para todos os tipos de veículos automotores, segundo normas estabelecidas pelo CONTRAN; res. 44/98 IV - (VETADO) V - dispositivo destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de ruído, segundo normas estabelecidas pelo CONTRAN, art, 230 XI RESOLUÇÃO N° 48, DE 21 DE MAIO DE 1998, até 2020, será revogada pela Res. 518/15 , torna obrigatório em todos os bancos Estabelece requisitos de instalação e procedimentos para ensaios de cintos de segurança de acordo com o inciso I do art. 105 do Código de Trânsito Brasileiro, art, 167 CTB, res. 14/98 Art. 1° Os cintos de segurança afixados nos veículos deverão observar os requisitos mínimos estabelecidos no Anexo único desta Resolução. TEXTO INSERIDO PELA RES. Nº 87/99 - CONTRAN res. 14/98 Fica mantida a obrigatoriedade do uso do registrador inalterável de velocidade e tempo para os veículos de transporte de cargas de produtos perigosos, escolares e de passageiros com mais de 10 (dez) lugares (ônibus e microônibus) , Art. 230, XIV, Res. 92/99 alter. 406 req. Téc. Do tacógrafo RESOLUÇÃO Nº 44, DE 21 DE MAIO DE 1998, Dispõe sobre os requisitos técnicos para o encosto de cabeça, de acordo com art. 105, III do Código de Trânsito Brasileiroaté 2020, será revogada pela Res. 518/15, torna obrigatório em todos os bancos Art. 1º Os automóveis nacionais ou importados, deverão ser dotados, obrigatoriamente, de encosto de cabeça nos assentos dianteiros próximos às portas e nos traseiros laterais, quando voltados para frente do veículo. res. 14/98, art, 230, IX
  • 54.
    Art. 105. Sãoequipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN: VI - para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo. VII - equipamento suplementar de retenção - air bag frontal para o condutor e o passageiro do banco dianteiro. (Incluído pela Lei nº 11.910, de 2009) § 1º O CONTRAN disciplinará o uso dos equipamentos obrigatórios dos veículos e determinará suas especificações técnicas. § 2º Nenhum veículo poderá transitar com equipamento ou acessório proibido, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas previstas neste Código. § 3º Os fabricantes, os importadores, os montadores, os encarroçadores de veículos e os revendedores devem comercializar os seus veículos com os equipamentos obrigatórios definidos neste artigo, e com os demais estabelecidos pelo CONTRAN. Res. 46/98, equipamentos obrigatório para bicicletas; RESOLUÇÃO N. 349 DE 17 DE MAIO DE 2010 Dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de bicicletas nos veículos classificados nas espécies automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário. Res. 210/06 - Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que transitem por vias terrestres e dá outras providências. Art. 4º Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de identificação nos veículos na hipótese do transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial, da placa traseira. §1° A segunda placa de identificação será aposta em local visível, ao lado direito da traseira do veículo, podendo ser instalada no para-choque ou na carroceria, admitida a utilização de suportes adaptadores. §2° A segunda placa de identificação será lacrada na parte estrutural do veículo em que estiver instalada (para-choque ou carroceria). Art. 230, VI do CTB Lei 11.910/09 equipamento suplementar air bag Res. 311/09 obriga o air bag, veículos da categoria M1 até 8 lugares veículos da categoria N1 carga até 3.500kg Res. 394/11 Estipula as data para a fabricação, partir de 1º de janeiro de 2014, para o condutor e passageiros. RESOLUÇÃO Nº 395/11 que altera RESOLUÇÃO Nº 380/11 Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do sistema antitravamento das rodas – ABS. Veículos da categoria N, 01 de janeiro de 2013 Art. 230, IX do CTB
  • 55.
    Estabelece os equipamentosobrigatórios para a frota de veículos em circulação e dá outras providências. Art. 1º Para circular em vias públicas, os veículos deverão estar dotados dos equipamentos obrigatórios relacionados abaixo, a serem constatados pela fiscalização e em condições de funcionamento: nos veículos automotores e ônibus elétricos: 1) pára-hoques, dianteiro e traseiro; 2) protetores das rodas traseiras dos caminhões; 3) espelhos retrovisores, interno e externo; 4) limpador de pára-brisa; 5) lavador de pára-brisa, desobrigado os produzidos antes de 1º de janeiro de 1974; RESOLUÇÃO Nº 14/98
  • 56.
    RESOLUÇÃO Nº 14/98 6)pala interna de proteção contra o sol (pára-sol) para o condutor; 7) faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela; 8) luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor branca ou amarela; 9) lanternas de posição traseiras de cor vermelha; 10) lanternas de freio de cor vermelha; 11) lanternas indicadoras de direção: dianteiras de cor âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
  • 57.
    RESOLUÇÃO Nº 14/98 12)lanterna de marcha à ré, de cor branca; 13) retrorefletores (catadióptrico) traseiros, de cor vermelha; 14) lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca; 15) velocímetro, 16) buzina; 17) freios de estacionamento e de serviço, com comandos independentes; 18) pneus que ofereçam condições mínimas de segurança; 19) dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de emergência, independente do sistema de iluminação do veículo;
  • 58.
    RESOLUÇÃO Nº 14/98 20)extintor de incêndio; 21) registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, nos veículos de transporte e condução de escolares, nos de transporte de passageiros com mais de dez lugares e nos de carga com capacidade máxima de tração superior a 19t; 22) cinto de segurança para todos os ocupantes do veículo; 23) dispositivo destinado ao controle de ruído do motor, naqueles dotados de motor a combustão; 24) roda sobressalente, compreendendo o aro e o pneu, com ou sem câmara de ar, conforme o caso; 25) macaco, compatível com o peso e carga do veículo; 26) chave de roda;
  • 59.
    RESOLUÇÃO Nº 14/98 27)chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a remoção de calotas; 28) lanternas delimitadoras e lanternas laterais nos veículos de carga, quando suas dimensões assim o exigirem; 29) cinto de segurança para a árvore de transmissão em veículos de transporte coletivo e carga;
  • 60.
    1 – AsCrianças com até um ano de idade deverão utilizar, obrigatoriamente dispositivo de retenção denominado “bebê conforto ou conversível” RESOLUÇÃO Nº 533, DE 17 DE JUNHO DE 2015. (Transporte escolar) 1º de fevereiro de 2016. Sentido contrário ao deslocamento. No caso de veículos com um banco só (saveiro) e tiver ar bag, fica proibido. Art.64 ,Art. 168 do CTB. Res.277/08 alterada pela res. 352/10 e 391/11 "Art. 64. As crianças com idade inferior a 10 (dez) anos que não tenham atingido 1,45 m (um metro e quarenta e cinco centímetros) de altura devem ser transportadas nos bancos traseiros, em dispositivo de retenção adequado para cada idade, peso e altura, salvo exceções relacionadas a tipos específicos de veículos regulamentadas pelo Contran. Parágrafo único. O Contran disciplinará o uso excepcional de dispositivos de retenção no bancodianteiro do veículo e as especificações técnicas dos dispositivos de retenção a que se refereo caput deste artigo." (NR)
  • 61.
    2 – Ascrianças com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “cadeirinha” Sentido do deslocamento do veículo
  • 62.
    3 – Ascrianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado “assento de elevação”. Se o veículo for cinto Subabdominal, não será necessário o assento Elevatório. Res. 371/11
  • 63.
    4 – Ascrianças com idade superior a sete anos e meio e inferior ou igual a dez anos e adultos, deverão utilizar o cinto de segurança do veículo 5 – As crianças com Idade igual ou superior a 10 ano Art. 65, art. 167 CTB. Res.48/98, requisito de segurança, res.278/08 equipamento que afrouxe o cinto - inciso IX, do artigo 230
  • 64.
    SINALIZAÇÃO DE EMEGENCIA Res.36/98 Art. 46 do CTB. Infração, art.179, 225, I e art. 226 do CTB - Art. 40 V. Infração, 179, 251, I do CTB Art. 251. I Trafegar com o Pisca alerta ligado Art. 180 do CTB, ter veículo imobilizado por falta de combustível.
  • 65.
     RESOLUÇÃO Nº157, DE 22 DE ABRIL DE 2004, uso obrigatório de extintor;  RESOLUÇÃO 272/08, extintor equipamento obrigatório e deverá ser fiscalizado; Fixa especificações para os extintores de incêndio, equipamento de uso obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque, de acordo com o Artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro. 1º janeiro 2005 obrigatório uso de extintor ABC e serão fiscalizados. RESOLUÇÃO 333/09 art. 8ª § 2º A partir de 1º de janeiro de 2015, os veículos automotores só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC.” RESOLUÇÃO 521/15 “Art. 8º do § 2º A partir de 1º de julho de 2015, os veículos automotores só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC.” EXTINTOR