O documento discute a "guerra das ideias" e como a agenda imposta pelos interesses do sistema financeiro e grandes corporações busca dominar o debate político com temas que não questionam sua hegemonia, como a corrupção. Essa agenda é disseminada pela mídia e think tanks neoliberais para moldar a percepção pública e limitar mudanças políticas e sociais que ameacem seus interesses.