1. O documento discute os limites da influência da opinião pública no Poder Judiciário e os riscos do marketing judicial.
2. Defende que a legitimidade do Judiciário não deve depender da coincidência com a vontade das maiorias, mas sim da aplicação correta do direito de acordo com princípios jurídicos.
3. Propõe parâmetros para a divulgação de notícias do Judiciário em veículos oficiais, criticando abusos do marketing judicial.