IoT – Internet of
Things
It’s about predict the future!
Anselmo Luiz Éden Battisti
PPGIa – 22 de junho de 2016
Agenda
• Introdução
• IoT
• Cases
• Engenharia de Software na IoT
• Referências
Introdução
Energia
http://oglobo.globo.com/economia/chile-produz-tanta-energia-solar-que-
agora-de-graca-
19439822?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O
%20Globo
03/06/2016
Computação Ubíqua
• Computação ubíqua ou computação pervasiva ou ainda
computação transparente, é um termo usado para descrever a
onipresença da informática no cotidiano das pessoas; (GUINEA
et al., 2016)
• Cloud e IoT são duas tecnologias que promovem a computação
ubíqua;
• Da mesma forma como deixamos de perguntar há muito
tempo se alguém tem energia elétrica em sua casa, hoje
estamos inferindo que o wifi existe em todas as casa.
IoT
IoT
• O termo IoT foi cunhado por Kevin Ashton em 1999 em
apresentação realizada na P&G (ASHTON, 2009);
• “We need to empower computers with their own means of
gathering information, so they can see, hear and smell the world for
themselves, in all its random glory. RFID and sensor technology
enable computers to observe, identify and understand the world—
without the limitations of human-entered data.” (ASHTON, 2009);
• “As a result of this convergence, the IoT applications require that
classical industries are adapting and the technology will create
opportunities for new industries to emerge and to deliver enriched
and new user experiences and services” (GERSHENFELD et al., 2014)
http://www.gartner.com/imagesrv/marketing/misc/gml1-b4-gml1_b4_118_sarner_mcguire_os.pdf
http://www.gartner.com/imagesrv/marketing/misc/gml1-b4-gml1_b4_118_sarner_mcguire_os.pdf
IoT
• O ser humano também será um agente ativo na IoT; (MIRANDA
et al., 2015)
“A IoT irá conectar todas as coisas como todo o mundo numa
rede global interligada. Pessoas, máquinas, recursos naturais,
linhas de produção, hábitos de consumo, ... , conectados via
sensores de softwares à plataforma IoT” (RIFKIN, 2016)
• Ela afetará os negócios a tecnologia e nossas vidas sociais.
IoT como Plataforma
• Conjunto de mecanismos e recursos genéricos que podem ser
agrupados de maneiras distintas, com o objetivo e atingir
objetivos específicos diversos;
• IoT é composta pela: Internet da Comunicação; Internet da
Energia e Internet do Transporte (RIFKIN, 2016).
Elementos Físicos da IoT- Smart
Objects
• Smart Objects: são objetos equipados com medidores capazes de
perceber o ambiente e/ou dotados com atuadores capazes de
modificar o ambiente onde foram implantados; (BELLI et al., 2016)
• Medidores: São mecanismos compostos por sensores e transdutores
capazes de coletar dados do ambiente. Podem ser ativos (não
dependem de fonte de energia externa para gerar um sinal) ou
passivos (dependem de energia externa para gerar um sinal)
• Atuadores: utilizados para alterar parâmetros em um ambiente
• São Heterogêneos em: funções, parâmetros, tecnologia de
comunicação; consumo de energia; memória; processamento;
alcance; (HASAN; CURRY, 2015)
(HASAN; CURRY, 2015)
Relação entre Cloud e IoT
• Os smart objects em geral apenas coletam dados e/ou
executam ordens;
• O poder computacional dos smart objects é limitado;
• O processamento dos dados é realizado em um ambiente
“acima” da IoT;
• Entre a IoT e a Cloud pode existir uma camada intermediária
chamada Fog
(BELLI et al., 2016)
Cases IoT
Medindo Qualidade do Ar
• Sensores para monitorar a qualidade do ar são instalados no
teto da embaixada estadunidense em Pequin;
• Os dados são divulgados automaticamente em plataforma
aberta via web;
• Os dados auferidos não corroboram os dados emitidos pelo
departamento chinês responsável pela qualidade do ar;
• Ações do governo chinês são tomadas nas imediações da
embaixada para melhorar os números.
Cadeiras Inteligentes
•https://www.youtube.com/watch?v=O1D07dTILH0&ab_channe
l=NissanNewsroom
Engenharia de
Software e IoT
É necessário novas práticas, técnicas e
abordagens?
Engenharia de Software
• Da mesma forma que não existe uma única abordagem capaz
de resolver todos os problemas existentes no desenvolvimento
de software tradicional, provavelmente não existirá tal
abordagem para o desenvolvimento de software voltado para a
IoT;
• Researching the space shows clearly, and not surprisingly, that
there is not a “one size fits all” approach (JACOBSON et al.,
2016);
Engenharia de Software
• Da mesma forma que não existe uma única abordagem capaz
de resolver todos os problemas existentes no desenvolvimento
de software tradicional, provavelmente não existirá tal
abordagem para o desenvolvimento de software voltado para a
IoT;
• Researching the space shows clearly, and not surprisingly, that
there is not a “one size fits all” approach (JACOBSON et al.,
2016);
Computação Ubíqua e ES
(GUINEA et al., 2016)
Computação Ubíqua e ES
(GUINEA et al., 2016)
Computação Ubíqua e ES
(GUINEA et al., 2016)
IoT Methodology
• Ignite:
• IoTMethodology:
• Essence:
IoT Methodology - Ignite
• Foi crido de acordo com práticas
adotadas em projetos reais;
• Execução estratégica: componentes
utilizados para descrever o que e como o
projeto será construído;
• Entrega da solução: como o projeto será
entregue, rodado no ambiente,
http://enterprise-iot.org/book/enterprise-iot/part-ii-igniteiot-methodology/igniteiot-strategy-execution/
Essence
http://www.iotmethodology.com/
Perguntas
1 - Existem diferenças entre as práticas de engenharia utilizadas
para o desenvolvimento de software tradicionais e as utilizadas
na construção de softwares voltados para IOT?
2 - O processo de modelagem de requisitos é o mesmo nas
duas abordagens?
3 – Podemos utilizar as mesmas técnicas voltadas para a
construção de agentes´?
Referências
ASHTON, K. That ’ Internet of Things ’ Thing. RFID Journal, p.
4986, 2009.
RIFKIN, J. Sociedade com Custo Marginal Zero. 1. ed. São Paulo /
SP: M.Books, 2016.
MIRANDA, J.; MAKITALO, N.; GARCIA-ALONSO, J.; BERROCAL, J.;
MIKKONEN, T.; CANAL, C.; MURILLO, J. M. From the Internet of
Things to the Internet of People. IEEE Internet Computing, v. 19,
n. 2, p. 40–47, 2015.
GUINEA, A. S.; NAIN, G.; TRAON, Y. LE. A Systematic Review on
the Engineering of Software for Ubiquitous Systems. Journal of
Systems and Software, v. 118, p. 251–276, 2016.
Referências
BELLI, L.; CIRANI, S.; DAVOLI, L.; FERRARI, G.; MELEGARI, L.; PICONE,
M. A Scalable Big Stream Cloud Architecture for the Internet of
Things. International Journal of Distributed Systems and Technologies,
v. 7, n. 1, p. 37–58, 2016.
HASAN, S.; CURRY, E. Thingsonomy: Tackling Variety in Internet of
Things Events. IEEE Internet Computing, v. 19, n. 2, p. 10–18, 2015.
JACOBSON, I.; SPENCE, I.; NG, P. W. Is there a single method for the
Internet of Things ? International Journal of Innovation, v. 2, n. 2,
2016.
VERMESAN, O.; FRIESS, P. Internet of Things: Converging Technologies
for Smart Environments and Integrated Ecosystems. 1. ed. Aalborg /
DK: River Publishers, 2013. v. 291

Io t – visão geral

  • 1.
    IoT – Internetof Things It’s about predict the future! Anselmo Luiz Éden Battisti PPGIa – 22 de junho de 2016
  • 2.
    Agenda • Introdução • IoT •Cases • Engenharia de Software na IoT • Referências
  • 3.
  • 5.
  • 6.
    Computação Ubíqua • Computaçãoubíqua ou computação pervasiva ou ainda computação transparente, é um termo usado para descrever a onipresença da informática no cotidiano das pessoas; (GUINEA et al., 2016) • Cloud e IoT são duas tecnologias que promovem a computação ubíqua; • Da mesma forma como deixamos de perguntar há muito tempo se alguém tem energia elétrica em sua casa, hoje estamos inferindo que o wifi existe em todas as casa.
  • 7.
  • 8.
    IoT • O termoIoT foi cunhado por Kevin Ashton em 1999 em apresentação realizada na P&G (ASHTON, 2009); • “We need to empower computers with their own means of gathering information, so they can see, hear and smell the world for themselves, in all its random glory. RFID and sensor technology enable computers to observe, identify and understand the world— without the limitations of human-entered data.” (ASHTON, 2009); • “As a result of this convergence, the IoT applications require that classical industries are adapting and the technology will create opportunities for new industries to emerge and to deliver enriched and new user experiences and services” (GERSHENFELD et al., 2014)
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    IoT • O serhumano também será um agente ativo na IoT; (MIRANDA et al., 2015) “A IoT irá conectar todas as coisas como todo o mundo numa rede global interligada. Pessoas, máquinas, recursos naturais, linhas de produção, hábitos de consumo, ... , conectados via sensores de softwares à plataforma IoT” (RIFKIN, 2016) • Ela afetará os negócios a tecnologia e nossas vidas sociais.
  • 12.
    IoT como Plataforma •Conjunto de mecanismos e recursos genéricos que podem ser agrupados de maneiras distintas, com o objetivo e atingir objetivos específicos diversos; • IoT é composta pela: Internet da Comunicação; Internet da Energia e Internet do Transporte (RIFKIN, 2016).
  • 13.
    Elementos Físicos daIoT- Smart Objects • Smart Objects: são objetos equipados com medidores capazes de perceber o ambiente e/ou dotados com atuadores capazes de modificar o ambiente onde foram implantados; (BELLI et al., 2016) • Medidores: São mecanismos compostos por sensores e transdutores capazes de coletar dados do ambiente. Podem ser ativos (não dependem de fonte de energia externa para gerar um sinal) ou passivos (dependem de energia externa para gerar um sinal) • Atuadores: utilizados para alterar parâmetros em um ambiente • São Heterogêneos em: funções, parâmetros, tecnologia de comunicação; consumo de energia; memória; processamento; alcance; (HASAN; CURRY, 2015)
  • 14.
  • 15.
    Relação entre Cloude IoT • Os smart objects em geral apenas coletam dados e/ou executam ordens; • O poder computacional dos smart objects é limitado; • O processamento dos dados é realizado em um ambiente “acima” da IoT; • Entre a IoT e a Cloud pode existir uma camada intermediária chamada Fog
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Medindo Qualidade doAr • Sensores para monitorar a qualidade do ar são instalados no teto da embaixada estadunidense em Pequin; • Os dados são divulgados automaticamente em plataforma aberta via web; • Os dados auferidos não corroboram os dados emitidos pelo departamento chinês responsável pela qualidade do ar; • Ações do governo chinês são tomadas nas imediações da embaixada para melhorar os números.
  • 19.
  • 20.
    Engenharia de Software eIoT É necessário novas práticas, técnicas e abordagens?
  • 21.
    Engenharia de Software •Da mesma forma que não existe uma única abordagem capaz de resolver todos os problemas existentes no desenvolvimento de software tradicional, provavelmente não existirá tal abordagem para o desenvolvimento de software voltado para a IoT; • Researching the space shows clearly, and not surprisingly, that there is not a “one size fits all” approach (JACOBSON et al., 2016);
  • 22.
    Engenharia de Software •Da mesma forma que não existe uma única abordagem capaz de resolver todos os problemas existentes no desenvolvimento de software tradicional, provavelmente não existirá tal abordagem para o desenvolvimento de software voltado para a IoT; • Researching the space shows clearly, and not surprisingly, that there is not a “one size fits all” approach (JACOBSON et al., 2016);
  • 23.
    Computação Ubíqua eES (GUINEA et al., 2016)
  • 24.
    Computação Ubíqua eES (GUINEA et al., 2016)
  • 25.
    Computação Ubíqua eES (GUINEA et al., 2016)
  • 26.
    IoT Methodology • Ignite: •IoTMethodology: • Essence:
  • 27.
    IoT Methodology -Ignite • Foi crido de acordo com práticas adotadas em projetos reais; • Execução estratégica: componentes utilizados para descrever o que e como o projeto será construído; • Entrega da solução: como o projeto será entregue, rodado no ambiente, http://enterprise-iot.org/book/enterprise-iot/part-ii-igniteiot-methodology/igniteiot-strategy-execution/
  • 30.
  • 31.
    Perguntas 1 - Existemdiferenças entre as práticas de engenharia utilizadas para o desenvolvimento de software tradicionais e as utilizadas na construção de softwares voltados para IOT? 2 - O processo de modelagem de requisitos é o mesmo nas duas abordagens? 3 – Podemos utilizar as mesmas técnicas voltadas para a construção de agentes´?
  • 32.
    Referências ASHTON, K. That’ Internet of Things ’ Thing. RFID Journal, p. 4986, 2009. RIFKIN, J. Sociedade com Custo Marginal Zero. 1. ed. São Paulo / SP: M.Books, 2016. MIRANDA, J.; MAKITALO, N.; GARCIA-ALONSO, J.; BERROCAL, J.; MIKKONEN, T.; CANAL, C.; MURILLO, J. M. From the Internet of Things to the Internet of People. IEEE Internet Computing, v. 19, n. 2, p. 40–47, 2015. GUINEA, A. S.; NAIN, G.; TRAON, Y. LE. A Systematic Review on the Engineering of Software for Ubiquitous Systems. Journal of Systems and Software, v. 118, p. 251–276, 2016.
  • 33.
    Referências BELLI, L.; CIRANI,S.; DAVOLI, L.; FERRARI, G.; MELEGARI, L.; PICONE, M. A Scalable Big Stream Cloud Architecture for the Internet of Things. International Journal of Distributed Systems and Technologies, v. 7, n. 1, p. 37–58, 2016. HASAN, S.; CURRY, E. Thingsonomy: Tackling Variety in Internet of Things Events. IEEE Internet Computing, v. 19, n. 2, p. 10–18, 2015. JACOBSON, I.; SPENCE, I.; NG, P. W. Is there a single method for the Internet of Things ? International Journal of Innovation, v. 2, n. 2, 2016. VERMESAN, O.; FRIESS, P. Internet of Things: Converging Technologies for Smart Environments and Integrated Ecosystems. 1. ed. Aalborg / DK: River Publishers, 2013. v. 291