O documento aborda a necessidade de repensar a identidade e o turismo em Portugal, promovendo a ideia de que o país é melhor apresentado como um destino de 'imperfeccionistas', onde a autenticidade e a conexão com a natureza são valorizadas. Destaca a importância de estruturas comunitárias e de um novo modelo econômico que favoreça a co-criação e o empoderamento local. Também critica os desafios socioeconômicos atuais e a predominância de práticas que priorizam a eficiência em detrimento da qualidade de vida.