Universidade Regional do Noroeste do Estado
UNIJUÍ
Ciência Politica e
Teoria do Estado
Pedro Augusto Lemanski dos Santos
Professor: Dejalma Cremonese
Período Helenístico
(do grego, hellenizein – "falar
grego", "viver como os
gregos")
PERÍODO:
Entre a morte de Alexandre III (O Grande) da
Macedônia em 323
a.C. e a anexação da península grega e ilhas por
Roma em 147 a.C..
Caracterizou-se:
• Pela difusão da civilização grega numa vasta
área que se estendia do mar Mediterrâneo
oriental à Ásia Central.
•Foi a concretização de um ideal de
Alexandre: o de levar e difundir a cultura
grega aos territórios que conquistava.
•Foi naquele período que as ciências
particulares têm seu primeiro e grande
desenvolvimento.
•Foi o tempo de Euclides e
Arquimedes.
Alexandre III (O Grande)
•Alexandre III da Macedônia, dito o
Grande ou Magno (21 de julho de
356 a.C. em Pella – 10 de junho de
323 a.C., em Babilônia) foi o mais
célebre conquistador do mundo
antigo, era filho de Filipe II da
Macedónia e de Olímpia do Épiro,
mística e ardente adoradora do deus
grego Dionísio. Em sua juventude,
teve como preceptor o filósofo
Aristóteles. Tornou-se rei da
Macedônia aos vinte anos, na
sequência do assassinato do seu pai.
•Em 334 a.C. dois anos depois de se tornar
rei da Macedônia, Alexandre, o Grande, filho
de Filipe II tornou-se senhor de toda a
Grécia.
• Alexandre lança-se na conquista do Império
Persa aqueménida de Dario III, que na época
governava praticamente todo o Médio
Oriente.
• Por volta de 325 a.C. Alexandre já se
achava no Vale do Indo.
•Na Babilônia, Alexandre tentou assegurar a
viabilidade deste império, associando as antigas
classes dirigentes do Império Aquemênida à
estrutura de governo do seu império.
•A morte prematura do rei, aos trinta e três anos,
deu por terminado este original projeto, na época
criticado por macedônios e gregos.
O período dos Diádocos
Diádocos: ██ Épiro ██ Cartago ██ Reino de Ptolemeu
██ Reino de Lisímaco ██ Roma ██ Reino de Cassandro
██ Reino de Seleuco ██ Colónias gregas
A morte de Alexandre, o Grande não deixou
clara a questão da sua sucessão.
Existiam duas correntes entre os Diádocos
(Generais de Alexandre)
1. Uma que desejava manter a unidade do império
(em memória de Alexandre e da sua família)
2. Outra que pretendia dividi-lo.
•Por volta de 270 a.C., a tríplice divisão do império foi
aceita de forma definitiva: os Ptolomeus governavam o
Egito (dinastia dos Lágidas), Antíoco ficou com a Síria
e a Pérsia (dinastia dos Selêucidas) e Antígono Gónatas
dominou as regiões européias (dinastia dos Antígonas).
Equilíbrio e Declínio
•Antígono Gónatas controlou a Grécia, depois de ter derrotado,
na guerra de Cremónida, uma coligação entre Esparta, Atenas e
o Egito. Foi sucedido pelo seu sobrinho Antígono Dóson.
•O reino dos Selêucidas teve como a sua primeira capital a
cidade da Babilônia, conquistada por Selêuco. Este rei viria a
criar uma nova capital, Selêucia. Em 300 a.C., o rei Antíoco
funda uma cidade nas margens do rio Orontes, na Antioquia.
•A partir do reino selêucida nasceu o reino de Pérgamo, cujo
governador, Êumenes (263 a.C.- 241 a.C.) derrotou Antíoco I
em Sardes no ano de 262 a.C., obrigando-o a reconhecer a
independência. O sucessor de Êumenes, Átalo (241 a.C.-197
a.C.), derrotou os Gauleses. Com esta vitória, atribuiu-se-lhe o
título de rei e expandiu o seu território na Ásia Menor à custa
dos Selêucidas.
•Devido à sua grande extensão territorial, o reino
selêucida rapidamente acabou por se desmembrar,
ficando em pouco tempo reduzido à região da Síria.
A planície do Indo separou-se sob pressão da
dinastia dos Máurias e mais tarde foi a vez do Irão
Central, onde nasceu a dinastia local dos Partos
Arsácidas.
•Os reinos helenísticos acabaram por ser integrados naquilo que
tornou-se depois o Império Romano, através da conquista ou por
doação. Pérgamo tornou-se, em 200 a.C., o primeiro aliado dos
Romanos na Ásia; quando o rei Átalo III morreu em 133 a.C., o
reino foi integrado a Roma, segundo a vontade expressa no
próprio testamento real. A Ásia Menor mergulhou na confusão,
sacudida com a tentativa de Aristonicos (Euménio III) de
impedir a anexação romana.
•O penúltimo rei da dinastia dos Antígonas, Filipe V,
cometeu o erro de aliar-se ao cartaginense Aníbal na
contenda contra Roma, sendo derrotado na Batalha de
Cinoscéfalos pelos Romanos em 197 a.C.. O seu filho,
Perseu, perdeu a Batalha de Pidna (168 a.C.) que visava
desforrar a derrota do seu pai, levando ao desaparecimento
da dinastia. A Macedônia tornou-se província romana em
146 a.C.
•Roma não estava disposta a suportar qualquer renascimento
macedônio e suprimiu a monarquia antigônida. Uma
simulação de liberdade subsistiu até 148 a.C., com quatro
pequenas repúblicas. Finalmente, a Macedônia deixou-se
levar pela tentativa vã do aventureiro Andrisco e acabou
reduzida à condição de província romana.
•Os Selêucidas foram absorvidos por Roma em 64 a.C.. O
golpe fatal deu-se em 129 a.C., quando Antíoco VII, na
última tentativa selêucida de restauração, foi derrotado pelos
Partos. O reino arrastou-se até 88 a.C., quando, finalmente,
Tigranes da Arménia o anexou à Síria. O Estado Selêucida
foi temporariamente restaurado pelos romanos, entre 69 a.C.
e 64 a.C. Pompeu não hesitou em suprimir este fantasma e
Antíoco XIII foi assassinado por um obscuro chefe árabe.
•Por último, os Ptolomeus do Egito foram derrotados na
Batalha de Ácio em 31 a.C., e no ano seguinte o Egito
transformou-se numa província romana. Antes disso, o cenário
foi de um declínio atormentado por intrigas e conspirações
dinásticas. Cleópatra VII tentou ainda inverter o rumo mas
apostou no partido errado. Antônio perdeu e Augusto, o
vencedor, aboliu a monarquia lágida, assassinando o jovem
Ptolomeu XV Cesarião.
•Paradoxalmente, no período final do mundo helenístico, foi
um monarca helenizado de origem iraniana, Mitrídates VI do
Ponto, que conduziu a última reação contra a avalanche
romana. O seu fracasso heróico não serviu para impedir o
inevitável.
•Romanos e Partos partilharam o imenso território que foi o
antigo império de Alexandre.
Medicina:
•Herófilo, considerado o fundador da anatomia, fez estudos
importantes no campo da frenologia, tendo feito a distinção
entre cérebro e cerebelo. Descreveu também o duodeno, o
pâncreas e a próstata e descobriu o ritmo do pulso,
apresentando lei matemática para a sístole e a diástole.
•Erasístrato, considerado o iniciador da fisiologia, salientou-
se pelo estudo dos vasos sanguíneos e da circulação do
sangue. Descreveu também os pulmões.
Matemática:
Euclides de Alexandria, autor de Elementos, lançou nesta obra as
bases da geometria como ciência. Apolónio de Perga estuda as
seções cônicas. Mas o maior matemático foi Arquimedes de
Siracusa (c.287 a.C.-212 a.C.) que inventou o cálculo integral e
descobriu a lei da impulsão, tendo realizado também algumas
invenções (planetário, bomba aspirante).
Astronomia:
Aristarco de Samos (c.310 a.C.-230 a.C.) defendeu que o
Sol era o centro do sistema planetário, teoria que gerou
polêmica na época e foi contestada por Arquimedes e
Hiparco de Niceia. Este último foi responsável pela
atribuição ao ano solar da duração de 365 dias, 5 horas, 55
minutos e 12 segundos, um cálculo errado apenas por 6
minutos e 26 segundos. Eratóstenes de Cirene descreveu a
Via Láctea e organizou a geografia como ciência.
Filosofia:
As principais escolas filosóficas deste período são:
•Estoicismo
•Epicurismo
•Ceticismo
•Cinismo
É nesse período do pensamento ocidental que a filosofia
se expande da Grécia para outros centros como Roma e
Alexandria.
Arte:
Na arquitetura se detectou-se uma influência
oriental, presente no aparecimento do arco e da
abóboda. Vulgarizou-se o uso do capitel
coríntio. Os grandes edifícios da era são de
natureza secular (teatros, estádios).
Se nota um revivalismo do idealismo clássico
(Vénus de Milo, Vitória de Samotrácia). Surge
a representação da infância, da velhice, da dor,
da ira, das diferenças raciais. Representação de
alegorias, como a Tyche de Eutíquides.
Literatura:
Na poesia, destacaram-se dois nomes: Calímaco (c.305-c.240
a.C.), autor de hinos, epigramas e de dois poemas épicos
(Hécale e Aitia), e Teócrito (c.300-206 a.C.), criador do
gênero pastoril (idílios).
No teatro, surgiu a Comédia Nova, que retratava as paixões
dos cidadãos comuns, fazendo uma crítica aos costumes. O
principal representante desta nova tendência da comédia
grega foi Menandro.
Referencias:
 http://www.historiadomundo.com.br/idad
e-antiga/helenismo
 http://www.historianet.com.br/conteudo/
default.aspx?codigo=541

helenismo.ppt

  • 1.
    Universidade Regional doNoroeste do Estado UNIJUÍ Ciência Politica e Teoria do Estado Pedro Augusto Lemanski dos Santos Professor: Dejalma Cremonese
  • 2.
    Período Helenístico (do grego,hellenizein – "falar grego", "viver como os gregos") PERÍODO: Entre a morte de Alexandre III (O Grande) da Macedônia em 323 a.C. e a anexação da península grega e ilhas por Roma em 147 a.C..
  • 3.
    Caracterizou-se: • Pela difusãoda civilização grega numa vasta área que se estendia do mar Mediterrâneo oriental à Ásia Central. •Foi a concretização de um ideal de Alexandre: o de levar e difundir a cultura grega aos territórios que conquistava.
  • 4.
    •Foi naquele períodoque as ciências particulares têm seu primeiro e grande desenvolvimento. •Foi o tempo de Euclides e Arquimedes.
  • 5.
    Alexandre III (OGrande) •Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno (21 de julho de 356 a.C. em Pella – 10 de junho de 323 a.C., em Babilônia) foi o mais célebre conquistador do mundo antigo, era filho de Filipe II da Macedónia e de Olímpia do Épiro, mística e ardente adoradora do deus grego Dionísio. Em sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei da Macedônia aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai.
  • 6.
    •Em 334 a.C.dois anos depois de se tornar rei da Macedônia, Alexandre, o Grande, filho de Filipe II tornou-se senhor de toda a Grécia. • Alexandre lança-se na conquista do Império Persa aqueménida de Dario III, que na época governava praticamente todo o Médio Oriente. • Por volta de 325 a.C. Alexandre já se achava no Vale do Indo.
  • 7.
    •Na Babilônia, Alexandretentou assegurar a viabilidade deste império, associando as antigas classes dirigentes do Império Aquemênida à estrutura de governo do seu império. •A morte prematura do rei, aos trinta e três anos, deu por terminado este original projeto, na época criticado por macedônios e gregos.
  • 8.
    O período dosDiádocos Diádocos: ██ Épiro ██ Cartago ██ Reino de Ptolemeu ██ Reino de Lisímaco ██ Roma ██ Reino de Cassandro ██ Reino de Seleuco ██ Colónias gregas
  • 9.
    A morte deAlexandre, o Grande não deixou clara a questão da sua sucessão. Existiam duas correntes entre os Diádocos (Generais de Alexandre) 1. Uma que desejava manter a unidade do império (em memória de Alexandre e da sua família) 2. Outra que pretendia dividi-lo.
  • 10.
    •Por volta de270 a.C., a tríplice divisão do império foi aceita de forma definitiva: os Ptolomeus governavam o Egito (dinastia dos Lágidas), Antíoco ficou com a Síria e a Pérsia (dinastia dos Selêucidas) e Antígono Gónatas dominou as regiões européias (dinastia dos Antígonas). Equilíbrio e Declínio
  • 11.
    •Antígono Gónatas controloua Grécia, depois de ter derrotado, na guerra de Cremónida, uma coligação entre Esparta, Atenas e o Egito. Foi sucedido pelo seu sobrinho Antígono Dóson. •O reino dos Selêucidas teve como a sua primeira capital a cidade da Babilônia, conquistada por Selêuco. Este rei viria a criar uma nova capital, Selêucia. Em 300 a.C., o rei Antíoco funda uma cidade nas margens do rio Orontes, na Antioquia.
  • 12.
    •A partir doreino selêucida nasceu o reino de Pérgamo, cujo governador, Êumenes (263 a.C.- 241 a.C.) derrotou Antíoco I em Sardes no ano de 262 a.C., obrigando-o a reconhecer a independência. O sucessor de Êumenes, Átalo (241 a.C.-197 a.C.), derrotou os Gauleses. Com esta vitória, atribuiu-se-lhe o título de rei e expandiu o seu território na Ásia Menor à custa dos Selêucidas.
  • 13.
    •Devido à suagrande extensão territorial, o reino selêucida rapidamente acabou por se desmembrar, ficando em pouco tempo reduzido à região da Síria. A planície do Indo separou-se sob pressão da dinastia dos Máurias e mais tarde foi a vez do Irão Central, onde nasceu a dinastia local dos Partos Arsácidas.
  • 14.
    •Os reinos helenísticosacabaram por ser integrados naquilo que tornou-se depois o Império Romano, através da conquista ou por doação. Pérgamo tornou-se, em 200 a.C., o primeiro aliado dos Romanos na Ásia; quando o rei Átalo III morreu em 133 a.C., o reino foi integrado a Roma, segundo a vontade expressa no próprio testamento real. A Ásia Menor mergulhou na confusão, sacudida com a tentativa de Aristonicos (Euménio III) de impedir a anexação romana.
  • 15.
    •O penúltimo reida dinastia dos Antígonas, Filipe V, cometeu o erro de aliar-se ao cartaginense Aníbal na contenda contra Roma, sendo derrotado na Batalha de Cinoscéfalos pelos Romanos em 197 a.C.. O seu filho, Perseu, perdeu a Batalha de Pidna (168 a.C.) que visava desforrar a derrota do seu pai, levando ao desaparecimento da dinastia. A Macedônia tornou-se província romana em 146 a.C.
  • 16.
    •Roma não estavadisposta a suportar qualquer renascimento macedônio e suprimiu a monarquia antigônida. Uma simulação de liberdade subsistiu até 148 a.C., com quatro pequenas repúblicas. Finalmente, a Macedônia deixou-se levar pela tentativa vã do aventureiro Andrisco e acabou reduzida à condição de província romana.
  • 17.
    •Os Selêucidas foramabsorvidos por Roma em 64 a.C.. O golpe fatal deu-se em 129 a.C., quando Antíoco VII, na última tentativa selêucida de restauração, foi derrotado pelos Partos. O reino arrastou-se até 88 a.C., quando, finalmente, Tigranes da Arménia o anexou à Síria. O Estado Selêucida foi temporariamente restaurado pelos romanos, entre 69 a.C. e 64 a.C. Pompeu não hesitou em suprimir este fantasma e Antíoco XIII foi assassinado por um obscuro chefe árabe.
  • 18.
    •Por último, osPtolomeus do Egito foram derrotados na Batalha de Ácio em 31 a.C., e no ano seguinte o Egito transformou-se numa província romana. Antes disso, o cenário foi de um declínio atormentado por intrigas e conspirações dinásticas. Cleópatra VII tentou ainda inverter o rumo mas apostou no partido errado. Antônio perdeu e Augusto, o vencedor, aboliu a monarquia lágida, assassinando o jovem Ptolomeu XV Cesarião.
  • 19.
    •Paradoxalmente, no períodofinal do mundo helenístico, foi um monarca helenizado de origem iraniana, Mitrídates VI do Ponto, que conduziu a última reação contra a avalanche romana. O seu fracasso heróico não serviu para impedir o inevitável. •Romanos e Partos partilharam o imenso território que foi o antigo império de Alexandre.
  • 20.
    Medicina: •Herófilo, considerado ofundador da anatomia, fez estudos importantes no campo da frenologia, tendo feito a distinção entre cérebro e cerebelo. Descreveu também o duodeno, o pâncreas e a próstata e descobriu o ritmo do pulso, apresentando lei matemática para a sístole e a diástole. •Erasístrato, considerado o iniciador da fisiologia, salientou- se pelo estudo dos vasos sanguíneos e da circulação do sangue. Descreveu também os pulmões.
  • 21.
    Matemática: Euclides de Alexandria,autor de Elementos, lançou nesta obra as bases da geometria como ciência. Apolónio de Perga estuda as seções cônicas. Mas o maior matemático foi Arquimedes de Siracusa (c.287 a.C.-212 a.C.) que inventou o cálculo integral e descobriu a lei da impulsão, tendo realizado também algumas invenções (planetário, bomba aspirante).
  • 22.
    Astronomia: Aristarco de Samos(c.310 a.C.-230 a.C.) defendeu que o Sol era o centro do sistema planetário, teoria que gerou polêmica na época e foi contestada por Arquimedes e Hiparco de Niceia. Este último foi responsável pela atribuição ao ano solar da duração de 365 dias, 5 horas, 55 minutos e 12 segundos, um cálculo errado apenas por 6 minutos e 26 segundos. Eratóstenes de Cirene descreveu a Via Láctea e organizou a geografia como ciência.
  • 23.
    Filosofia: As principais escolasfilosóficas deste período são: •Estoicismo •Epicurismo •Ceticismo •Cinismo É nesse período do pensamento ocidental que a filosofia se expande da Grécia para outros centros como Roma e Alexandria.
  • 24.
    Arte: Na arquitetura sedetectou-se uma influência oriental, presente no aparecimento do arco e da abóboda. Vulgarizou-se o uso do capitel coríntio. Os grandes edifícios da era são de natureza secular (teatros, estádios). Se nota um revivalismo do idealismo clássico (Vénus de Milo, Vitória de Samotrácia). Surge a representação da infância, da velhice, da dor, da ira, das diferenças raciais. Representação de alegorias, como a Tyche de Eutíquides.
  • 25.
    Literatura: Na poesia, destacaram-sedois nomes: Calímaco (c.305-c.240 a.C.), autor de hinos, epigramas e de dois poemas épicos (Hécale e Aitia), e Teócrito (c.300-206 a.C.), criador do gênero pastoril (idílios). No teatro, surgiu a Comédia Nova, que retratava as paixões dos cidadãos comuns, fazendo uma crítica aos costumes. O principal representante desta nova tendência da comédia grega foi Menandro.
  • 26.