Setembro de 2019 - Edição 213 - Curitiba
Rios do Paraná
estão contaminados
por antibióticos,
revela pesquisa.
Página 13
Rua da Cidadania e seus serviços
Avenida Paraná em Destaque
Foto: Daniel Castellano
Pagina 8 e 9.
Setembro	2019
Em homenagem ao Estado do
ParanáaAvenidadaCapitalquedi-
vide vários bairros ganha o nome
do Estado. Avenida Paraná uma
via dividida em três pistas, a pista
central para o ônibus biarticulado
e ligeirão com uma extensão de
5.210 metros. Esta avenida inicia
no bairro Cabral, sendo uma conti-
nuação da avenida João Gualberto,
quando esta cruza com a rua Bom
Jesus, separando os bairros Cabral
e Juvevê. Finaliza quando se cruza
com a rua Theodoro Makiolka,
passando a ser a Estrada Nova
de Colombo ( PR-417), que liga o
bairroSantaCândidaaomunicípio
de Colombo.
Na Avenida Paraná situam
três terminais de ônibus (Cabral,
Boa Vista e Santa Cândia), Cabral
e Santa Cândida com integração
AVENIDA PARANÁ
metropolitana movimentando
mais de 150 mil passageiros por
dia. A avenida tem destaque no co-
mércio, com a presença de hiper-
mercados: Big e Walmart. Entre
os principais pontos de referência
dos bairros encontramos: Igreja
do Cabral, no início da via, Casa
da Mulher Brasileira (CMB), Igreja
Santo Antônio( bairro Boa Vista),
Terminal Boa Vista, Armazém da
Família (bairro Santa Cândida),
Unidade de Pronto Atendimento
Boa Vista (UPA-BV, entre os bair-
ros Bacacheri e Boa Vista), Rua da
Cidadania Boa Vista (Cidadania
entre os bairros Tingui, Boa Vista)
e o Terminal Santa Cândida.
Em 22 de setembro de 1974
foi implantado o sistema de ôni-
bus expresso na canaleta da ave-
nida Paraná, as duas primeiras
linhas,com uma frota de 20 ônibus
fazendo ligação Santa Cândida/
Praça Rui Barbosa (eixo Norte) e
no eixo sul, a linha Capão Raso/
Praça Dezenove de Dezembro. Dai
onomedeBusRapidTransit(BRT)
copiadopormaisde82países.Com
aevoluçãodotransportecoletivoe
asmelhoriasaavenidaParanáficou
mais atrativa comercialmente. No
dia 28 de março o prefeito Rafael
Greca entrega a Linha Ligeirão que
percorre11kmentreSantaCândia
eobairroBatel(PraçadoJapão)em
20 minutos a menos que as linhas
regulares, parando em apenas 8
estações. A linha tradicional Santa
Cândida/Capão Raso permanece
com integração aos outros termi-
nais da região sul.
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Setembro	20193
Diretor: Adilson da Costa Moreira			 Fone: 992118943
CNPJ: 12.698.306/0001-42			 	Empresa: Adilson da Costa Moreira
Dep. comercial: Johana Choinski	 		Endereço: Rua Guilherme Ihlenfelt, 765 - Tingui - Curitiba
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Diagramação: Jociel T. Barbosa		 	Colaborador: José Cândido
Site: www.gazetasantacandida.blogspot.com
As matérias assinadas não refletem necessariamente a opinião do jornal.
EXPEDIENTE
Contador: Sandro da Silva
Constituição e Encerramento de Empresas
- Imposto de Renda
Assessoria Contábil, Empresarial, Finan-
ceira, RH
Tel: 3357-3601 | 8462-3354 | 99105354
Rua Ilda C. Manasczuk, 444
Jardim Aliança - Santa Cândida - Curitiba
Com atendimento médico, enfer-
magem de urgência, emergência e
pronto-atendimento para adultos e
crianças sob demanda espontânea, este
equipamento público oferece leitos de
internamento adulto e infantil, com
suporte ininterrupto para a realização
de exames de emergência, assim como,
retaguarda hospitalar para os casos de
maior gravidade.
Em 2011, para melhorar a qualidade
doatendimentoomunicípiodeCuritiba
implantou o Protocolo de Manchester,
que serve para classificar a gravidade do
quadro de saúde de cada paciente), uma
metodologiacientíficadeclassificaçãode
risco,(criadanaInglaterraem1994,com
o objetivo de estabelecer um consenso
sobre um procedimento padrão de
triagem dos usuários entre os médicos
e enfermeiros de atendimento a emer-
gências). Ao identificar o usuários que
necessitam de tratamento imediato,
de acordo com o potencial de risco,
agravos à saúde ou grau de sofrimento
apresentado, a queixa inicial do usuário
segue um fluxograma de decisão rece-
bendo uma fita Azul, verde, amarelo,
laranja ou vermelho.
Importante salientar que o proto-
colo não substitui o diálogo, a escuta
e o respeito. Este, “deve ser um instru-
mento de acolhimento do cidadão, com
o objetivo de garantir o atendimento de
todos, sendo uma ferramenta de inclu-
são, e cabendo ao usuário o respeito e
compreensão com a equipe da unidade.
ATENDIMENTO
Assim como todo o serviço da
prefeitura segue os principios do sus
( a universalidade, a integralidade e a
equidade ), a universalidade está liga-
da à garantia do direito à saúde por
todos os brasileiros, sem acepção ou
discriminação, de acesso aos serviços
de saúde oferecidos pelo SUS) Em
levantamento realizado pela Secre-
taria Municipal da Saúde mostra que
até 40% dos usuários de Unidades
de Pronto Atendimento (UPAs) 24
Horas de Curitiba vêm de municípios
vizinhos.
O impacto é mais sentido nas UPAs
UPA – UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO BOA VISTA
Boa Vista e Matriz, onde entre 30%
e 40% do total de atendimentos são
para usuários de outros municípios,
principalmente Colombo e Almirante
Tamandaré.
No diagnóstico geral, Colombo é o
município de onde mais vêm usuários
para Curitiba. Financeiramente, signi-
fica para a Prefeitura de Curitiba um
investimento médio mensal de quase
R$ 500 mil só com moradores de Co-
lombo. Almirante Tamandaré, que vem
em segundo lugar, representa um inves-
timento mensal de R$ 240 mil. Pinhais
é o terceiro colocado em demanda, com
um gasto de R$ 184 mil/mês.
O atendimento de urgências odon-
tológicas: 2ª a 6ª, das 19 às 23 h; sábado
e domingo, das 9 às 18 hs.
Unidade de Pronto Atendimen-
to Boa Vista
Av. Paraná, 3654, Bacacheri
UPA 24 hs Boa Vista
Setembro	20194
Os 30 anos de criação do programa
Armazém da Família foram celebrados
de forma especial, no dia 24 de julho,
no Armazém da Família Boa Vista. Teve
bolo, festa e uma homenagem frequesa
, senhora Rosa Grozecki Lesiniakoski,
que completou 100 anos no dia 5 de
agosto.
O programa Armazém da Família é
formado por 33 unidades fixas de abas-
tecimento instaladas em pontos estra-
tégicos da periferia de Curitiba, bairros
e terminais de ônibus, onde é feita a
comercialização de gêneros alimentícios
e produtos de higiene e limpeza com
preços, em média, 30% mais baratos
que no varejo.
Na capital, apenas moradores com
renda familiar de até cinco salários mí-
nimos e com cartão de acesso, podem
comprar nos locais. De janeiro a junho
deste ano, a economia das famílias da
capital que fizeram compras nos arma-
zéns chegou a R$ 31,8 milhões.
NOVIDADES
Na ocasião o prefeito Rafael Greca
também lançou o programa Saúde na
Nota, que vai ajudar às 260 mil famílias
atendidas nos 33 Armazéns da Família
da cidade a se alimentar com comida
mais saudável.
O programa da Secretaria Municipal
de Segurança Alimentar e Nutricional
(SMSAN) dará dicas sobre quais grupos
alimentaresconsumirdiariamente,oque
deve ser consumido com moderação e
quais produtos devem ser evitados.
Os mais de 300 produtos vendidos
nos Armazéns da Família foram clas-
sificados em 3 categorias: in natura ou
minimamente processado, processado
e ultraprocessados, seguindo a classifi-
cação do Guia Alimentar da População
Brasileira.
A cada compra será impressa uma
lista com o tipo de produtos adquiridos
pelo usuário. Caso as quantidades dos
tipos processados ou de ultraprocessa-
dos estiverem elevadas, serão impressas
frases orientativas na nota fiscal.
“Esse novo dispositivo da Secretaria
de Segurança Alimentar e Nutricional,
de dar notas para aquilo que é consumi-
do nos Armazéns da Família vai permi-
tir às famílias controlar a qualidade da
ARMAZÉM DA FAMÍLIA BOA VISTA
sua alimentação”, disse o prefeito Rafael
Greca.
Sacolas retornáveis
Outra ação inovadora que marca
os 30 anos do programa Armazéns da
Família é a retirada de sacolas plásticas,
optando pela opção de uso de sacolas
retornáveis ou caixas de papelão para
levar as compras.
Com esta medida, serão retirados da
natureza 12 milhões de sacolas plásticas,
cujo destino são os aterros ou os des-
cartes irregulares em rios, em terrenos
baldios, galerias e praças da cidade.
Por mês, Curitiba retira 120 toneladas
de lixo dos rios, sendo que parte dos
resíduos é de sacolas plásticas.
Nas 33 lojas estão sendo vendidos
Armazem da Família | Foto Levy Ferreira
3 tipos de sacolas retornáveis, feitas de
materiais diferentes, com preços de R$
1,59, R$ 2,59 a R$ 9,90. As sacolas têm
capacidade armazenar 18 kg de compras
e por seu design podem ser usadas em
outras atividades além da compra nos
armazéns.
CADASTRO ON LINE
Para comprar nesses locais é preciso
ter renda máxima de cinco salários
mínimos
De sua casa você pode fazer tudo
via internet, inclusive o envio da docu-
mentação exigida, caso a pessoa esteja
fazendo o primeiro cadasto.
Ainda serão mantidos funcionários
para o cadastro presencial nas Ruas da
Cidadania para atender às famílias que
não têm acesso à internet.
Atendimento:
3ª a 6ª feira, das 8h45 às 17h15;
Sábado das 8h30 às 13h.
Contatos:
Fone: 3356-2087;
E-mail:
mab@smab.curitiba.pr.gov.br;
Endereço:
Av. Paraná, 3783, Santa Cândida.
A Feira Regional Boa Vista, na Rua
da Cidadania, que comercializa artigos
exclusivamentedeartesãoseprodutores
dos bairros que integram a regional.
Além das sextas-feiras, os artesanatos
e alimentos caseiros estão expostos às
quartas-feiras, sempre das 10h às 18h.
Para Gleissa Maria Madureira, mo-
radora do Bairro Santa Cândida, que
produz artigos em feltro, mais um dia
defeira,especialmenteàsquartas-feiras,
quando é maior o número de pessoas
que transitam pelo local, é sinônimo de
aumento na renda.
“Édinheiroamaisqueentra.Édifícil
as pessoas passarem por aqui sem levar
ao menos uma lembrancinha”, conta
Gleissa.
Toda primeira semana do mês,
acontece o projeto Arte na Feira, com
AGORA SÃO DOIS DIAS DA SEMANA,
FEIRA NA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA
ARTE NA FEIRA
apresentações de música teatro e dan-
ça na feira. São shows e intervenções
gratuitas e abertas ao público em geral.
A feira teve início em abril deste ano,
para fomentar o desenvolvimento do
empreendedorismo local e divulgar a
diversidade da produção da região”, diz
a administradora regional do Boa Vista,
Janaína Lopes Gerh.
São 28 barracas que oferecem uma
variedade de itens de artesanato (roupas
infantis e de adultos, acessórios femi-
ninos e decoração), tapetes, toalhas,
trilhos de mesa e itens e de alimentação,
como pães, bolos, doces, pierogi, bola-
chas, geleias, compotas entre outros.
A feira é fruto de parceria entre ad-
ministração Regional Boa Vista, Secre-
tariaMunicipaldeSegurançaAlimentar
e Nutricional e Fundação Cultural de
Curitiba.
A artesã comercializa laços e tia-
ras para cabelo, necessaires e bolsas
de diversos tamanhos e modelos,
incluindo sacolas ecológicas, para
substituir as sacolinhas de plástico
durante às compras. A variedade está
no produtos e preços, com itens de
R$5 a R$35 reais, porém o capricho
está em cada item.
Benedita Melnechuky, destaca que
os fregueses também aprovaram a me-
dida. “Tem aqueles que vem só para
conversar, conhecer pessoas, se divertir
e ganhararam mais oportunidade para
o passeio.”, disse Benedita.
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Setembro	20196
A Reforma do terminal iniciada em
2012 ficou na promessa de que seria um
dos legados da copa do mundo em 2014.
Depoisdeváriosadiamentosfoientregue
incompleta em fevereiro de 2016. Com a
gestão do prefeito Rafael Greca em nova
licitação foi entregue a obra ao final de
2018.Sãodozelinhasdeônibusdaregião
e com integração metropolitana.
Uma das novidades é a inexistência
de plataformas elevadas para embarque
e desembarque do biarticulado. No
Santa Cândida, não é o usuário que sobe
escada, rampa ou elevador para ficar no
nível a porta de embarque. Agora é o
ônibus que fica posicionado na altura
do piso do terminal, o que foi possível
com a implantação da pista do ônibus
em desnível permitindo a abertura das
portas no mesmo nível do cidadão.
Além de mais confortável e seguro,
o local de embarque e desembarque
nos biarticulados também ficou maior,
passandode3,5para7metrosdelargura.
O piso, antes emborrachado sobre uma
estrutura de metal, agora é de lajotas
antiderrapantes e com faixas em relevo
padronizado para apoio na orientação a
pessoascomdeficiênciavisual.Aolongo
da plataforma há grades que ampliam a
segurançadousuárionahoradoembar-
que ou desembarque.
Outra novidade no terminal são
duas plataformas do Expresso, uma
para desembarque e outra para em-
barque. Assim, quem desce do ônibus
não encontra pessoas entrando. Para o
embarque,oônibuschegavazio,melho-
rando o conforto do usuário e o tempo
de operação.
Os espaços comerciais, que até aqui
funcionavam (o Sacolão de frutas e ver-
duras continua na plataforma central),
pelo meio do terminal, começam a se
instalar no subsolo, onde foi construído
um túnel de ligação entre as duas alas.
Bicicletário,lojasebanheirosnovospara
atender mais de 39 mil usuários que
circulam diariamente. Com o funciona-
mento do novo ligeirão,( em operação
desde 28 de março deste ano) de o tem-
po de viagem o usuário ganha de 20 a 25
minutos em percurso entre o Terminal
Santa Cândida e a Estação Bento Viana,
é quase a metade do tempo gasto pelos
biarticulados que atualmente fazem o
percurso parando em 16 estações.
Dentro doTerminal do Cabral são
10 linhas , a linha ligeirinho Taman-
daré/Cabral é outra opção para os
passageiros de Almirante Tamandaré
se deslocarem para Curitiba. Passsagei-
ros desembarcam dentro do Terminal
Cabral e podem fazer integração com
as demais linhas, sem a necessidade
de pagar uma nova passagem. A linha
Tingui faz a integração com o terminal
Santa Cândida passando pelo bairro
bacacheri, Tingui e Atuba. Tem a inte-
gração com o Guaraituba e Maracanã
em Colombo com ônibus da linha di-
reta e convencional. Assim a prefeitura
de Curitiba mantém a Rede Integrada
de Transporte Metropolitano (RIT/M)
garantindo mais acesso ao trabalhador.
Mudanças visuais e de mobilidade.
Instalação de fotos transforma túnel
em galeria de arte. Virou uma exposi-
ção temporária até o dia 26 de junho,
mas, ainda o usuário pode visualizar a
instalação fotográfica que permanece
em trinta metros de comprimento no
teto. “A exposição dá uma sensação
de movimento, de mobilidade de vida
urbana”, diz uma das artistas.
A instalação das artistas visuais
Eliane Prolik e Larissa Schip foi feita
TERMINAL SANTA CÂNDIDA
Integração Metropolitana
O Terminal Roça Grande passou a
ter uma linha de ônibus integrada com
o Santa Cândida. Esses passageiros até
então tinham de desembarcar ao longo
do caminho para acessar outros termi-
nais de Curitiba. A Comec liberou a li-
nha QuatroBarras/SantaCândida,para
atender o Centro Médico Hospitalar
Angelina Caron, em Campina Grande
do Sul. Desta forma, usuários de toda a
RedeIntegradadeTransporte(RIT)que
desejam ir até o hospital, seja para um
atendimento ou visita, poderá fazê-lo
pagando apenas uma única tarifa, par-
tindo do Terminal do Santa Cândida,
em Curitiba, passando pelo Terminal de
Quatro Barras e na sequência chegando
até o hospital. Hoje, a tarifa partindo
de Curitiba é de R$ 4,50 e, no retorno,
partindo do Hospital Angelina Caron
de R$ 4,75.
dentro do Programa de Apoio e Incen-
tivo à Cultura, da Fundação Cultural
de Curitiba, e com apoio também da
Urbs (Urbanização de Curitiba S/A).
A intervenção agradou os passageiros.
Desde o dia 1º de julho de 2019 os
portões que dão acesso entre as plata-
formas no Terminal do Cabral foram
fechados.. A medida visa a aumentar a
segurança, evitando o risco de atropela-
mentos,principalmentenoshoráriosde
pico. Dessa forma, para passar de uma
plataforma a outra, os usuários deverão
usar a passagem subterrânea.
Pessoas com deficiência ou com
restrição de locomoção podem solicitar
a abertura dos portões junto aos por-
teiros. A pedido da Urbs (Urbanização
de Curitiba), as Empresas de Ônibus de
Curitiba confeccionaram cartazes para
avisar a população sobre a medida.
Ostúneisdepassagemdosterminais
de ônibus do Campina do Siqueira,
Campo Comprido e Cabral viraram
galerias de arte temporárias. Até 26 de
junho os passageiros que circularem
nesses terminais vão se deparar com
umainstalaçãofotográfica de30 metros
de comprimento no teto dos túneis, em
quase toda a extensão.
TERMINAL CABRAL
A instalação das artistas visuais
Eliane Prolik e Larissa Schip foi
feita dentro do Programa de Apoio
e Incentivo à Cultura, da Fundação
Cultural de Curitiba, e com apoio
também da Urbs (Urbanização de
Curitiba S/A). A intervenção agradou
os passageiros.
“Acheifantástico,diferente,deixouo
lugar menos impessoal. Não tem como
não parar para observar”, disse o ban-
cário Edvyn Menezes, que passa pelo
terminal do Cabral quase todos os dias.
As fotografias usadas na instalação
foram feitas pelas artistas a partir de
imagens que retratam os mesmos tú-
neis. “A exposição dá uma sensação
de movimento, de mobilidade de vida
urbana”, disse Elaine Prolik, uma das
artistas.
A escolha do terminal Cabral e mais
dois terminais foi determinada pela
arquitetura de ambos, que têm as luzes
nas laterais, deixando livre o teto. “Essa
foi uma característica importante para
esse projeto”, disse Elaine, que também
elogiouaequipedaUrbs.“Forammuito
eficientes, a união da Urbs e Fundação
Cultural neste projeto foi um casamen-
to que deu certo, ” , completou.
Além da sequência de imagens fi-
xadas no teto da galeria, a intervenção
também traz um texto do curador e
crítico de arte Adolfo Montejo Navas e
um QR code que dá acesso ao perfil do
projeto no Instagram.
Teminal Cabral | Foto Daniel Castellano
Daniel Castellano
Setembro	2019
CASA DA MULHER BRASILEIRA,
A PROTEÇÃO E OS SERVIÇOS EM UM SÓ ENDEREÇO
Espaço reúne diversos serviços para
mulheres vítimas de violência. Curitiba
e Região Metropolitana têm altos índi-
ces de agressões com mulheres.
Inaugurada no dia 16 de junho de
2016.
A Casa da Mulher Brasileira- espaço
destinado ao acolhimento de vítimas
de violência, seja física, psicológica,
sexual, patrimonial ou moral. Na Casa
da Mulher Brasileira elas encontram
serviços integrados e a possibilidade de
se libertar do ciclo de violência. Até o dia
Intenacional da Mulher deste ano, foram
29 mil atendimentos.
A CMB integra todos os serviços
necessários para que a mulher possa sair
da situação de violência, com escuta qua-
lificada, alojamento de passagem para
a família, Juizado, Ministério Público e
Defensoria Pública. Assim como o apoio
da Polícia Militar, que faz operações de
busca dos pertences das vítimas, e da
Patrulha Maria da Penha que trabalha
para que medidas protetivas sejam res-
peitadas por meio de visitas periódicas
às residências.
Para a coordenadora-geral da Casa
da Mulher Brasileira (CMB), Sandra
Praddo, Curitiba é referência nacional
no atendimento humanizado às mulhe-
res vítimas de violência. O acolhimento,
triagem e apoio psicossocial da Casa
funcionam 24 horas, durante todos os
dias do ano.
Atendimento humanizado
As mulheres e seus filhos entram pela
porta da frente e seguem um caminho de
apoio e transformação. Dentro da Casa,
elas são acolhidas e passam pela triagem
e escuta qualificada feita por psicólogas
e assistentes sociais, com objetivo de
minimizar o impacto da violência sofri-
da e resgatar a autoestima, autonomia e
cidadania.
Elas são direcionadas para outros
serviços da rede de atendimento, como
áreas da saúde, educação, delegacia e a
confecção de documentos com acompa-
nhamento e transporte.
Aquelas quecorremriscoiminente de
morte e que precisam de abrigo ficam no
alojamento de passagem da CMB por até
72 horas. São acomodadas em quartos e
recebem toda alimentação e itens básicos
para estadia no local – que conta com
uma brinquedoteca e atividades para as
crianças.
Durante a permanência, podem par-
ticipar de atividades que visam a restabe-
lecer a confiança e a autoestima da mu-
lher. De acordo com Sandra, a empresa
“Cílios de Diva” propicia um novo olhar
para a vaidade feminina com a colocação
de cílios, design de sobrancelha.
Juizado, Ministério Público e Defen-
soria Pública mantêm núcleos com equi-
pes na Casa da Mulher Brasileira. Assim
como a Polícia Militar que faz operações
de busca dos pertences das vítimas.
A Guarda Municipal garante a se-
gurança do espaço e a Patrulha Maria
da Penha trabalha para que as medidas
protetivas concedidas pelo Poder Ju-
diciário sejam respeitadas por meio de
visitas periódicas às residências. Caso
haja descumprimento, o agressor é preso.
A porta de saída para as mulheres é
a participação em cursos profissionali-
zantes, cadastramento e entrevistas de
emprego, por meio da FAS Trabalho.
“Muitas vezes, as mulheres que não têm
apoio financeiro e psicológico voltam a
morar com seus os agressores. Por isso,
o nosso trabalho é tão importante para
a promoção da autonomia econômica
e o empoderamento feminino”, explica
Sandra.
A Casa da Mulher Brasileira fica na
Avenida Paraná, 870, Cabral. O telefone
de contato é o 3221-2701
Foto: Luiz Costa
A partir do dia 30 de setembro, você
queandadeônibusemCuritibavaipoder
comprar créditos do cartão-transporte
nosterminaisdacidade.OsdoSantaCân-
dida e do Pinheirinho serão os primeiros
a implantar o sistema.
De acordo com a Urbanização de
Curitiba (Urbs), circulam por dia pelo
terminaldoPinheirinho130milpessoas.
No do Santa Cândida, são 40 mil pessoas
nos dias úteis.
Gradativamente, o sistema de recarga
de créditos será instalado em todos os
22 terminais de ônibus de Curitiba. A
recarga não terá custo e será validada
imediatamente. Por mês, circulam cerca
de 15 milhões de passageiros na rede de
transporte de Curitiba.
Transporte moderno
A medida faz parte do projeto de
modernização do sistema de transporte
de Curitiba, que inclui uma série de
medidas, como a implantação de tarifa
reduzida fora do horário de pico.
O projeto de lei que flexibiliza o
preço da passagem foi sancionado
nesta quinta-feira (26) pelo prefeito
Rafael Greca. A tarifa diferenciada co-
meça a valer a partir de 16 de outubro,
com preço de R$ 3,50 (R$ 1 a menos
que a tarifa convencional). Na práti-
ca, a lei permite que sejam cobrados
valores diferentes das 9h às 11h e das
14h às 16h.
RECARGA NO TERMINAL
SANTA CÂNDIDA E PINHEIRINHO
Foto: Divulgação Prefeitura de Curitiba
Passageiros da linha expressa Santa
Cândida/Capão Raso podem usar os
serviços da Rua da Cidadania Boa Vista
e retornar para o ônibus na estação-tubo
Fernando de Noronha sem pagar nova
tarifa. A integração feita pela Urbani-
zação de Curitiba S/A (Urbs) foi uma
determinação do prefeito Rafael Greca
em agosto de 2017. Com a integração,
o passageiro passa o cartão-transporte
nos validadores instalados na estação
Fernando de Noronha, nos dois sen-
tidos, e segue para usar os serviços da
Rua da Cidadania, onde fica o Sacolão e
ESTAÇÃO TUBO FERNANDO DE NORONHA
COM INTEGRAÇÃO TEMPORAL
o Armazém da Família. Ele não precisa
pagar nova passagem para voltar ao
ônibus. Ao sair do ônibus, o passageiro
deve validar o cartão na estação-tubo,
seguir para a Rua da Cidadania e nova-
mente validar o cartão no equipamento
que fica em frente ao posto de atendi-
mento da Urbs.
Quando fizer essa última validação,
o passageiro tem duas horas para usar
os serviços da Rua da Cidadania ou do
ArmazémdaFamília,queficaamenosde
20 metros, antes de voltar para a estação-
tubo e validar novamente o cartão.
7
Setembro	2019
Administração Regional Boa Vista
representa a presença do governo mu-
nicipal na totalidade dos bairros abaixo
indicados. Com a missão de coordenar
ações voltadas ao planejamento local,
considerando as particularidades fí-
sico-territoriais, fomenta a expressão
da vontade popular e as possibilidades
econômicas, compatibilizando o plane-
jamento da cidade como um todo.
Aadministraçãoregionaléresponsável
por conectar as ações das Secretarias e
Órgãos que compõem a gestão aos reais
interessesdacomunidade.Asuaestrutura
está implantada na Rua da Cidadania Boa
Vista, Endereço: Avenida Paraná, 3600,
Boa Vista. A população atendida por esta
regionalcorrespondea260,00milpessoas.
A Rua da Cidadania representa uma
extensão dos serviços municipais na
região. Na Rua da Regional Boa Vista os
cidadãos podem receber orientações so-
breosprogramasqueomunicípiodesen-
volve nas áreas de educação, saúde, ação
social, cultura, meio ambiente, esporte e
lazer, finanças, urbanismo, abastecimen-
to, transporte e defesa social. Também
estão instaladas a Copel, Sanepar, Sine e
o Banco Social.
A Rua da Regional Boa Vista foi
inaugurada no dia 30 de abril de 1997
para atender os bairros Abranches, Atu-
ba, Bacacheri, Bairro Alto, Barreirinha,
Boa Vista, Cachoeira, Pilarzinho, Santa
Cândida, São Lourenço, Taboão, Tarumã
e Tingüi.
Administradora Regional Janaína
Lopes Gehr, Chefe de Gabinete Lazaro
Antonio da Gama; Coordenadora de
RUA DA CIDADANIA BOA VISTA SERVIÇOS
Atendimento Soili Terezinha Compa-
rin , Telefone: 3313-5710 / 3313-5667;
Coordenador Técnico Paulo Roberto
Dozorski, E-mail: arboavistasgm@
sgm-.curitiba.pr.gov.br; Coordenadora
de Assuntos Comunitários Joaninha
Artigas de Lara. Bairros de Abrangência:
Abranches, Atuba , Bacacheri, Bairro
Alto, Barreirinha, Boa Vista, Cachoeira,
Pilarzinho, Santa Cândida, São Louren-
ço, Taboão, Tingui.
SERVIÇOS DA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA
AR - ADMINISTRAÇÃO REGIONAL
Fones 33133-5610/3313-5710, Atendimento das 8h às 18h.
Administra os espaços da Rua da Cidadania e é responsável pela manutenção
das vias públicas dos 12 bairros de sua área de abrangência e relacionamento
com as comunidades
SMF - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS
Fones 3313-5664, Atendimento das 8h às 17h.
Orienta contribuintes sobre tributos do município de Curitiba. Emite carnês
ou guias de IPTU, ITBI, taxas de contribuição de melhorias e Vigilância sani-
tárias, Emissão de alvarás, certidões negativas de imóveis e tributos municipais
e declaração de dados cadastrais de imóveis.
FCC - FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA
Fones 3313-5688 3313-5685, Atendimento das 8h às 21h.
Promoveodesenvolvimentosocial,artísticoe culturalda comunidade.Oferece
cursos na área de instrumentos musicais, dança e pintura.
CASA DA LEITURA DARIO VELLOZO
Fone 3313-5671, e-mail cldariovellozo@fcc.curitiba.pr.gov.br, 8h30 às 17h30
(2ª a 6ª feira) Disponibiliza serviços culturais e literários, empréstimo de livros,
rodas de leitura, oficinas de criação literária e contação de histórias. O cadastro
para empréstimo de livros é realizado mediante apresentação de comprovante
de endereço, Rg, e autorização dos pais, quando menos de 15 anos.
Gabriel Rosa
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MOACIR RADIADORES
Telefones
3357-9272 / 99740-0669
Setembro	2019
FAS - FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL,
Fones 3313-5631 3313-5689, Atendimento das 8h às 18h.
Coordena e implementa a assistência social no município para proteção de famílias e
indivíduos em situação de risco e vulnerabilidade social, com o objetivo de combater
a desigualdade e exclusão.
CONSELHO TUTELAR
Fone 3313-5705, Atendimento das 8h às 18h.
Assistência e proteção às crianças e adolescentes em situação de risco.
LICEU DOS OFÍCIOS
Fone 3313-5702, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h. Cursos em geral (In-
formática, idiomas, matemática)
TRABALHO/EMPREGO - SINE
Fone 3313-5665, Atendimento das 8h às 17h.
Atendimento com agendamento online prévio para emissão de carteira de trabalho,
divulgação de vagas de emprego ofertadas por empresas cadastradas análise para
o seguro desemprego. acesse: www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/pagina-inicial/735
SME - SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO,
Fones 3313-5729, Atendimento das 8h às 18h.
Orienta,acompanhaeavaliaofuncionamentodeeducaçãobásicaesuasmodalidades.
Fornece histórico escolar, declaração de transferência e matricula.
URBS - URBANIZAÇÃO DE CURITIBA S.A.
3313-5693, Atendimento das 12h30 às 18h30.
Confecção de cartão de Transporte, estudante e isenção tarifária
SMSAN - SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NU-
TRICIONAL
Fone 3313-5681, Atendimento das 8h às 17h.
Realiza cadastro para que usuários utilizem os programas e cursos ofertados, como
o Armazém da Família e Sacolão da Família Boa Vista. O cadastro também pode
ser feito online.
SMELJ - SECRETARIA MUNICIPAL DO ESPORTE, LAZER E JUVENTUDE
Fones 3313-5644/3313-5648, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 18h Gerência
recursos da lei de incentivo ao esporte e promoção social, orienta cidadãos que
buscam o esporte e o lazer.
SMU - SECRETARIA MUNICIPAL DO URBANISMO
Fones 3313-5703/3313-5708, Atendimento das 8h às 17h.
Fornecimento de licença para execução de obras, guia rebaixada e liberação de
eventos em locais públicos, consulta amarela e comercial, fiscalização de construção
e demolição, entre outros serviços de orientação, notificação e autuação nos casos
em que não estejam de acordo com a legislação.
COHAB - COMPANHIA DE HABITAÇÃO POPULAR DE CURITIBA
Fone 3313-5684, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Agência de atendimento com orientação e serviços de cadastro e atualização de
inscrição, segunda via de carnê, revisão, informações gerais.
SMMA - SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE
Fones 3313-5712/3313-5717, Atendimento das 8h às 12h e das 14h às 17h. Atendi-
mento público em referência às questões ambientais
ESPAÇO EMPREENDEDOR
Fone 3313-5638, Atendimento das 8h às 17h.
Atendimento, orientação, formalização de Microempreendedor Individual (MEI),
assessoria aos empreendedores com serviços gratuitos.
SMDT - SECRETARIA MUNICIPAL DE DEFESA SOCIAL E TRÂNSITO
Fone 3313-5727, atendimento das 8h às 14hs.
Solicitação sobre autos de infração, protocolos de processos, cadastro, emissão e
renovação de credenciais de idosos e de deficientes.
GM - GUARDA MUNICIPAL
Fone 3313-5692, atendimento 24 hrs.
153- Através deste número a guarda pode auxiliar a população nas ruas.
INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO DO PARANÁ
Fone 3200-5001 Emissão de 1ª e 2ª via do RG com agendamentos online, com aten-
dimentos prioritários e Emissão de certidão de antecedentes criminais.
COPEL
Fone 0800 510 0116, atendimento 08h às 12h e das 13h30 às 17h30
Sanepar, 0800 200 0115, 8h30 às 17h
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SERVIÇOS DA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA
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Setembro	2019
Uma das mais saudosas baladas, marcou época entre os anos 1980 e 1990 em Curitiba, na avenida Paraná,1250 bairro Cabral. Studio 1250, também chamada de ‘1000’,
pelos frequentadores, tinha a capacidade para 7 mil pessoas ocupava uma quadra inteira da avenida. Com a negociação do terreno para a rede de supemercados (walmart),
a casa teve fechar. Alegrando o seu um publico fiel voltou a funcionar no bairro do Atuba, Av. Marcarelhas de Moraes, 901 em agosto de 2018.
Studio1250
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Site: curitibaantiga.com Site: curitibaantiga.com
Setembro	201911
O Programa Leite das Crianças,
oferecido pelo Governo do Estado,
completa 15 anos de existência em
Curitiba e tem sua eficiência com-
provada pela quase totalidade dos
beneficiados.
Pesquisa feita recentemente por
técnicos dos Núcleos Regionais da
Secretaria de Estado da Agricultura
com1.351mãesmostrouque93,4%
o consideram indispensável na ali-
mentação dos seus filhos.
Com atendimento diário a apro-
ximadamente 120 mil crianças,
o programa contribui para a pre-
venção da desnutrição infantil, fo-
mento da bacia leiteira, promoção
do desenvolvimento local e para a
geração de renda aos agricultores
familiares.
No Paraná o programa faz 16
anos e teve inicio na Cidade de
Cândido de Abreu e, Curitiba por
precondeito foi a última cidade a
aderiraoPCLentrandoemjulhode
2004. Paulo José Leonart, coorde-
nador do PCL na capital diz que em
levantamento do Ipardes, Curitiba
constava no Mapa da Pobreza e
houve a inclusão da Capital.
PROGRAMA DO LEITE DAS CRIANÇAS (PLC) É
APROVADO POR 93,4% DOS BENEFICIADOS
Comitê Boa VistaComitê BoqueirãoComitê Bairro Novo
Comitê Cajuru
Comitê Pinheirinho
Comitê CIC Comitê Matriz
Comitê Portão Comitê Santa Felicidade
Tomar decisões acertadas sem se
deixar influenciar pelo estresse ou por
impulsos momentâneos. Quem não
deseja desfrutar dessa liberdade?
Esse tem sido um tópico quente de
diversas pesquisas, que discutem as
consequências de se tomar decisões
sob o efeito do estresse. Contudo, para
o público leigo, persiste uma questão de
ordem prática: Como fazer no dia a dia?
Épossívelelevaropensamentoacimado
sentimento de ansiedade e ter a certeza
de que se está no caminho certo?“Mary
Baker Eddy, autora que traz contribui-
ções fundamentais para a compreensão
das relações entre a consciência e a
saúde, revela que “O bom êxito na vida
depende do esforço persistente, da me-
lhor utilização dos momentos, mais do
que de qualquer outra coisa. Perde-se
muito tempo falando sem dizer nada,
não fazendo nada e na indecisão sobre
o que é preciso fazer. Se alguém quiser
ter êxito no futuro, que faça o melhor
proveito possível do presente.”“A boa
Tomar boas decisões sem estresse
utilização dos momentos e o foco no
presente libertam o pensamento da an-
siedade a respeito do futuro. Esse estado
mental proporciona a tranquilidade
e a clareza que permitem discernir o
que fazer. A capacidade de adotar essa
postura não é algo só para alguns. Eddy
compreendeodiscernimentocomouma
qualidade espiritual – e não individual
– que está ao alcance a todos, indepen-
dentemente de idade, sexo, classe social
etc. Sua origem é muito mais elevada e
não está circunscrita dentro dos limites
do cérebro.“Por isso, ao invés de procu-
rar as respostas para nossas indagações
no âmbito do pensamento humano,
podemos buscá-las diretamente em
sua fonte: a Mente divina. Alguns anos
atrás, passei por uma experiência que
me permitiu colocar em prática essas
ideias. Eu precisava tomar uma decisão
importante, mas parecia impossível
saber o melhor a ser feito. Após pesar
prós e contras durante várias horas, sem
conseguir chegar a uma resposta satisfa-
tória, percebi que estava tentando tomar
decisões por minha própria conta, algo
que, além de me deixar estressada, não
estava funcionando.“Senti que era a
hora de parar de buscar a solução pelo
raciocínio e apenas ouvir. Ouvir à Mente
divina, a fonte de toda a clareza, inteli-
gência e inspiração. Saber que não era eu
quem estava no controle da situação me
permitiu mantero foco no presente e me
tranquilizar. Aos poucos, meus pensa-
mentos começaram a se organizar e, no
dia seguinte, tive a clara e calma certeza
do que fazer. Situações estressantes
podem, muitas vezes, impulsionar a
busca por respostas espirituais, mas as
boas escolhas nunca são geradas pelo
estresse.“Pelo contrário, como quali-
dade espiritual, o discernimento é a
capacidade que todos temos de ouvir a
“voz tranquila e suave” da inteligência
divina, indicando o caminho. Essa voz
sempre esteve e sempre estará à dispo-
sição, em qualquer situação. Então, que
tal silenciar as inquietações, frear os
impulsos e ouvi-la? Boas respostas cer-
tamente virão. “*Tamara Grigorowits-
chs é Doutora em Sociologia e, como
Assistente do Comitê de Publicação
da Ciência Cristã, escreve sobre saúde,
espiritualidade e bem-estar.
Setembro	2019
VEREADOR ALEX RATO EM VISITA NOS BAIRROS
E EM SEU GABINETE
Fiz a visita na Praça do Abaeté, a
comunidade reclama de pontos de escu-
ridão no parquinho, de falta de pintura
dasfaixasnacanchaeacolocaçãodearos
e redes nas cestas de basquete. Já tinha
pedido para a Prefeitura as melhorias.
Vou pedir agilidade.
Tive a oportunidade de visitar al-
guns comerciantes da Rua Fernando de
Noronha.
Com os vereadores Sabino Picolo,
presidentedaCâmara,ePauloRinkcon-
versamos com os oficiais do Regimento
de Polícia Montada: major Cruz, capitão
Leal e tenente Vaz e a presidente da
Equocavalaria, ONG ligada ao regimen-
to, Maró Barreto. Vieram contar sobre o
trabalho que fazem e pedir apoio para
manutençãodessetãovalorosotrabalho.
Também os representantes do Co-
légio Estadual Conselheiro Zacarias.
Conversamos sobre parcerias e formas
de ajudar os jovens com a diretora do
Colégio, Raquel, a pedagoga Luciana e
aprofessoraEducaçãoFísicadoColégio,
Loara, além da pedagoga do Coritiba
Foot Ball Club, Adriana. Parceirizando
podemos fazer mais pela nossa juven-
tude.
Recebi a visita da amiga Audrey
Olivet Grubba, delegada regional da
Receita Estadual em Ponta Grossa veio
conhecer nossas atividades na Câmara
Municipal.
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Audiência Pública dos bairros
Com os vereadores e oficiais do Regimento de
Polícia Montada.
Comerciantes da Rua Fernando de Noronha.
Com representantes do Colégio Estadual
Conselheiro Zacarias.
Com Audrey Olivet Grubba, delegada regional da
Receita Estadual em Ponta Grossa
Praça do Abaeté
Setembro	201913
Brasil é 19º maior consumidor de
antibióticos do mundo, com uso diá-
rio de cerca de 22 mil doses. 80 % das
substâncias são excretadas sem serem
metabolizadas pelo organismo.
A descoberta dos antibióticos no
início do século XX causou uma verda-
deira revolução na saúde.
Osmedicamentos“milagrosos”,como
eram chamados na época, possibilitaram
a cura de doenças até então fatais, como
pneumonia, tuberculose e febre reumá-
tica. Milhões de vidas foram e ainda são
salvas graças a eles.
O remédio “mocinho”, no entanto,
também tem um lado “vilão. Pesquisa-
dores constataram que o uso excessivo
de antibióticos afeta não somente a
saúde humana, como também a natu-
reza. Em contato com o meio ambiente,
os antibióticos podem criar bactérias
resistentes, romper o frágil equilíbrio
ecológico de rios e até afetar processos
biológicos.
Os efeitos negativos já podem ser
vistos, inclusive, nos rios do Paraná, se-
gundo Eliane Carvalho de Vasconcelos,
pesquisadora e professora do programa
de Mestrado e Doutorado em Gestão
Ambiental da Universidade Positivo.
“Possivelmente todos os rios do es-
tado que recebem efluente de estações
de tratamento, ou aqueles que recebem
diretamente os dejetos, estão contami-
nados por antibióticos”, diz a professora,
que também é doutora em Ciências – na
área de concentração química analítica
– pela Universidade de São Paulo (USP).
A Organização das Nações Unidas
(ONU) alerta que “instalações para o
tratamento de esgoto não conseguem
removertodososantibióticosebactérias
resistentes da água”
Rios do Paraná
Nos últimos anos, Eliane tem feito
pesquisas nos rios do Paraná envol-
vendo estudantes de graduação e mes-
RIOS DO PARANÁ ESTÃO CONTAMINADOS POR
ANTIBIÓTICOS, REVELA PESQUISA
trado. Em um dos estudos, feito no rio
Passaúna, na Região Metropolitana
de Curitiba, os alunos usaram cebolas
orgânicas – geralmente utilizadas como
bioindicadores ambientais – para verifi-
car o potencial tóxico da água.
“Foi constatado que havia cafeína,
o que indica a presença de substâncias
farmacêuticas, como antibióticos e hor-
mônios, uma vez que a cafeína é usada
como marcador”, afirma.
Na pesquisa não foi avaliada a quan-
tidade exata de antibiótico no rio, mas,
segundo Eliane, já foi possível verificar
que a presença dessas substâncias na
água afetou processos biológicos da
cebola, como a divisão celular, essencial
para o crescimento e a manutenção do
organismo.
Crise global
A contaminação das águas por
antibióticos é um problema mundial.
Em maio deste ano, pesquisadores da
Universidade de York, no Reino Uni-
do, divulgaram um estudo alarmante
sobre o tema, que acendeu o alerta de
países, estados e organizações interna-
cionais. Os pesquisadores analisaram
701 amostras de águas coletadas em
72 países e encontram antibióticos em
65% delas.
Uma das consequências desse fenô-
meno é a resistência aos antibióticos,
que acontece quando determinada
bactéria se modifica em resposta ao
uso ou à exposição excessiva a esses
medicamentos. A ONU já classificou
a resistência a antibióticos como uma
crise global e a meta da entidade, ago-
ra, é alcançar níveis de uso adequado
de antibiótico em humanos e animais
até 2050.
No Brasil, a compra de antibi-
óticos apenas com receita foi um
grande avanço para frear o consumo
do remédio no país, de acordo com
Barragem do rio Passauna | Site: Sanepar
Eliane, e, consequentemente, a pre-
sença do medicamento na natureza.
Mesmo assim, o consumo ainda é
alto por aqui. O brasileiro usa, em
média, 22 mil doses de antibióticos
todos os dias, o que coloca o país
como o 19º maior consumidor do
mundo, na frente dos países da
Europa, Canadá e Japão, segundo
a Organização Mundial de Saúde
(OMS). Como 80 % dos antibióticos
são excretados sem ser metaboli-
zados pelo organismo, segundo a
ONU, boa parte vai para o esgoto e
para a natureza.
“Precisamos continuar reforçando
a importância do uso consciente entre
seres humanos e na agricultura, que
também utiliza antibióticos. Além
disso, é preciso continuar com campa-
nhas sobre a importância do descarte
correto”, diz a professora.
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Setembro	2019
Desde o início do povoamento,
deste bairro, Boa Vista, os moradores
católicos frequentavam a Igreja Senhor
Bom Jesus do Cabral ou a Paróquia
Santa Cândida. O aumento gradativo
da população levou um grupo de fiéis
a solicitar a presença de um dos Padres
Passionistas da paróquia do Cabral para
dar atendimento aos moradores daqui.“
No dia 16 de setembro de 1951, o Pe.
Bernardo Maria de Jesus celebrou a pri-
meira missa campal num terreno antes
pertencente ao Sr. Abílio Geronasso e
que a Mitra Arquidiocesana acabava
de adquirir. Continuou depois vindo
todos os domingos, celebrar a Santa
Missa num altar rústico, diante de um
cruzeiro. Quando chovia, a missa era
rezada em um galpão do Sr. Eduardo
Geronasso. Frei Cláudio Coccolini,
dominicano, hóspede dos Padres Pas-
sionistas, atendeu a esta comunidade
de novembro desse ano até março de
1952. Em maio deste ano o Sr. Bispo
Dom Manoel da Silveira D‘Elboux ofe-
receu aos Padres Dominicanos a possi-
bilidade da fundação de um convento
e a direção de uma Paróquia aqui em
Curitiba, oferta esta que não pode ser
aceita de imediato. Assim, desta data até
dezembro de 1954 voltaram os Padres
Passionistas.“ Em dezembro de 1953
deu-se início á construção da primeira
Igreja, um salão-capela, que agora ali,
está servindo como salão paroquial. No
ano seguinte o Sr. Abílio Geronasso fez
doação à Mitra Arquidiocesana de mais
uma parte do terreno, contíguo ao que
já havia.“ No primeiro domingo de
dezembro de 1954 voltou frei Cláudio,
residindoprimeironoBomRetiroSanta
Cruz, Ahú de cima, depois na sede das
Asssociações daquela capela, e em ju-
nho de 1955 veio residir num quartinho
improvisado ao lado do altar, sem luz e
sem água.
Aos 7 de outubro de 1955, o Sr Bispo
expediu o Decreto erigindo canonica-
menteaParóquia:“Porestenossodecre-
to e usando de nossa jurisdição ordiná-
ria,havemosporbemcriar,comodefato
criamos, em territórios desmembrados
das Paróquias do Senhor Bom Jesus e
Santa Cândida, a Paróquia de Santo An-
tônio”.Nessemesmodia,oSenhorBispo
nomeavatambémoprimeiropároco,frei
Cláudio Coccolini: “Havemos por bem
nomear, como de fato nomeamos, pela
nossa presente portaria, o Revmo Frei
Cláudio Coccolini, Vigário da referida
paróquia”. No dia 9 , já com o salão-ca-
peladisponívelparauso,massemreboco
nem forro, na presença do Sr. Bispo foi
lido solenemente o decreto da ereção da
nova paróquia e dada posse ao novo pá-
roco.“ Frei Cláudio sempre encontrou
leigos atuantes entre seus paroquianos,
que aos poucos foram organizando os
movimentosreligiosos.Comoaumento
do número de fiéis e de vias de comuni-
cação em maior e melhor qualidade, os
habitantesdaParóquia,mobilizadospor
frei Cláudio, começaram a campanha
para a construção de uma nova igreja.
Em 1958 ou 59 o arquiteto Carlo Ba-
rontini elaborou um projeto moderno
e arrojado e já em 1960 começaram os
trabalhos para arrecadação de fundos.“
Em 1959, o Sr. Abílio Geronasso fez
doação à Ordem Dominicana de mais
três lotes do mesmo terreno, e em 1960
a Mitra Arquidiocesana transferiu para
a Ordem adquiriu nesse mesmo ano.
Com a disponibilização do terreno,
foram constituídas as comissões para a
arrecadação de fundos. E no dia 18 de
junho de 1961 tiveram lugar a bênção e
o lançamento da pedra fundamental da
novaigreja.“ Daíparaafrentefoisendo
levantada lentamente a nova Igreja, frei
Cláudio trabalhando com suas próprias
mãos, e o povo colaborando sempre
com tanta generosidade. Em outubro
de 1971 – depois de 16 anos de pároco
–FreiCláudiodeixouCuritiba.Emabril
do ano seguinte frei José Salles tomou
posse da paróquia e deu continuidade
aostrabalhosdaconstrução.Em1974foi
colocadaacoberturaeem1975osvitrais.
Em 1979 o forro e a instalação elétrica.
Emoutubrode1980,oaltardemármore.
Em 1984 as obras estão praticamente
completas. Infelizmente não consegui-
mosdeterminarcomexatidãoquandoos
ofícioslitúrgicosdeixaramdeterlugarna
capela-salão primitiva e passaram para
o recinto da nova igreja.“ No final de
1985 frei José João Salles foi acometido
porderramecerebralefreiEduardoQui-
rino assumiu a direção da Paróquia, até
maio do ano seguinte, quando frei João
Basíliofoinomeadopároco.Permaneceu
no cargo até fevereiro de 1992, sendo
sucedido por frei José Roberto Batista
de Oliveira.“ Durante o mandato de
Frei José Roberto foi construído o Cen-
tro Pastoral atual. Em agosto de 1997
sucedeu-o Frei José Aparecido Pinto na
direção da Paróquia e que permaneceu
apenas até maio do ano seguinte. Nesse
mês tomou posse Frei Estevão Nunes,
que permaneceu como administrador
paroquial até fevereiro de 1999. Neste
período foi feita a praça da igreja, com
as grades.“ Em fevereiro de 1999
chega frei Bruno (frei Edivaldo Antônio
dos Santos), que assume a Paróquia e
nesse mesmo ano começa a reforma
do presbitério da igreja, a sua pintura
interna e a melhoria da iluminação.
Permanece até início de janeiro de 2001,
substituído por Frei Estevão Nunes que
retorna.“ Em 2001 foi construída a
cozinha nova, em 2002 foi reformado
o salão, e agora entregamos esta torre.“
Frei Estevão Permanece como pároco
até janeiro de 2005, assumindo em seu
PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO
lugar frei Marcelo Pimentel que entre
outras obras realizadas, reformou todo
o estacionamento e jardim da paró-
quia. Frei Marcelo permanece como
administrador paroquial até outubro
de 2007, onde em seu lugar assume Frei
Edmilson de Oliveira transferido de
Goiânia.“ A generosidade dos paro-
quianos de Santo Antônio nunca faltou,
desde o início, como acabamos de ver.
Agora também, foi com a colaboração
de todos que esta obra foi levantada.
Vocês me perdoem, não podemos citar
nomes, primeiro porque foram tantos,
segundo porque ao citarmos nomes
sempre acabamos cometendo algum
esquecimento e por tanto alguma injus-
tiça. Com grandes ofertas em material,
em trabalho, em dinheiro, não tivemos
dificuldade nenhuma, todos vocês di-
zimistas também estão aqui presentes
nessa obra. Deus conhece um por um,
Deus sabe que cada um colaborou com
o coração e por isso Deus há ser-lhes a
recompensa
Missas: segunda-feira, 19:15; ter-
ça-feira, 07:00, 16:00 e 19:15 (nove-
na de Santo Antônio); quarta-feira,
quinta-feira e sexta-feira, 07:00 e
19:15; sábado, 07:00 e 16:00, do-
mingo, 07:00, 09:00, 11:00 e 19:00.
Av. Paraná, 1939, Boa Vista.
Foto de Foto: Fabio Ortolan / Fotografando Curitiba
14
Setembro	2019
O desespero de ficar sem o o seu
telefone celular ou não poder usar por
ausência de sinal, a bateria chegando à
carga mínima ou término de crédito do
plano contratado. Nanofobia, não está
relacionada ao tempo em que a pessoa
fica no aparelho, mas aos prejuízos que
o uso acarreta em sua vida. A preocu-
pação com as curtidas e compartilha-
mentos de uma imagem, deixar de ter
contato com pessoas próximas, sentir-se
mais feliz na vida virtual que no mundo
real, deixar de dar valor e aproveitar os
momentos da vida para postar uma sel-
fie, ansiedade ‘daquele’ contato que não
dáretornodamensagem,sãoalguns dos
sinais que você está saindo do limite.
Segundo Dora Goes, psicóloga do
Programa de Transtornos do impulso,
do Instituto de Psiquiatria da USP (Uni-
versidade de São Paulo), o uso abusivo
do celular pode desencadear nomofobia
(do inglês “no mobile phobia’’) que pode
desencadear depressão. Atualmente
podemos ‘assistir’ pessoas que ficam
em pânico, se sente impotente, o senti-
mento de angustia quando não pode se
comunicar sem seu aparelho de celular.
Quando não se consegue se concentrar
em outras atividades por estar atento no
que está acontecendo no aparelho, eis aí,
um grande problema. A psicologa ainda
explica que o transtorno é percebido
quando o uso do celular passa a ter
prejuízos na vida da pessoa.
São 71 milhões de brasileiros aces-
sam a internet somente pelo celular.
Esse grupo representa 56% do total de
126,9 milhões de usuários de internet
no Brasil (pessoas que acessaram a web
pelo menos uma vez nos últimos três
meses). Outros 51 milhões (40% dos
internautas) se conectam tanto pelo
celular quanto pelo computador. Os
dados fazem parte da nova edição anual
da pesquisa TIC Domicílios, realizada
pelo Centro Regional de Estudos para
o Desenvolvimento da Sociedade da
Informação (Cetic.br),Nic.br e GGl.br,
a partir de entrevista em 23.508 domí-
cilios de 350 municípios entre outubro
de 2018 e março de 2019. O pesquisador
do Instituto Delete, empresa dedicada
a orientar e informar à sociedade so-
bre o uso consciente das tecnologias,
Eduardo Guedes afirma que a principal
causa para o abuso no uso do celular é
a ansiedade.
Muitas pessoas usam o celular como
muleta, porque se sentem sozinhas, e
veem o celular como companhia. São
ansiosas, têm pânico, e o celular faz o
contato com o mundo. Para o pesquisa-
dor, o principal problema é a substitui-
ção da vida social pelas relações virtuais,
e isso se torna um círculo vicioso, que
se agrava cada vez mais.
Tivemos uma paciente extremamen-
te ansiosa que trocou o vício do cigarro
pela tecnologia. Ela teve problemas
pulmonares por causa do cigarro e
trocou o vício. Ela começou a jogar a
fazendinha do Facebook, mas o grau de
dependência era tanto, que se ela tivesse
problemas de conexão com a internet,
ela ia para a LAN house mais próxima
à casa dela para fazer a colheita na hora
certa.
De acordo com a psicóloga, os mais
jovens, entre 13 e 25 anos, são os mais
propensos a desenvolver o vício, idade
na qual a opinião dos outros ainda é
muito influente.
Guedes ainda afirma que o uso abu-
sivo das redes sociais acontece porque
falar de si mesmo gera prazer. Segundo
ele, em uma conversa normal, falamos
de nós mesmos 30% do tempo. Nas
redes sociais, falamos de nós cerca de
90% do tempo. E isso é alimentado
pelas curtidas e comentários dos outros
usuários.
Na visão da psicologa da USP, além
do prejuízo social, das relações inter-
pessoais, outra consequência negativa
é a alteração do padrão do sono.
As pessoas simplesmente não des-
ligam o celular. Tem gente que dorme
com o celular debaixo do travesseiro
pra ver as mensagens durante a noite.
Por isso, a alteração do padrão do sono
também se caracteriza como sintoma,
e mais do que isso, como consequên-
cia, porque isso afeta todas as demais
atividades que a pessoa faz.
Consequentemente, tudo se torna
uma cadeia de prejuízos, explica Dora.
Já que, além de dormir mal, a pessoa
acaba produzindo menos, seja no tra-
balho ou na escola, porque não teve
um sono reparador. Falando em outras
atividades, um dos maiores perigos é o
trânsito, não só pelo fato de poder aca-
bar dormindo ao volante, mas também
pelo fato de não parar de ver mensagens
enquanto dirige.
Além do vício e do padrão do sono,
a psiquiatra explica que outras conse-
quências da nomofobia podem ser a
falta de concentração, problemas de
visão (por causa da exposição à tela),
sedentarismo, tendinite, problemas na
coluna por causa da postura, e até na
alimentação.
Ovícioemtecnologiapodemascarar
a depressão. Normalmente, a pessoa se
sente mal por algum motivo externo e
começa a se esconder nas redes sociais.
Oproblemaéqueissoacabavirandoum
círculo, porque ela se isola ainda mais e
se sente mais sozinha, e isso continua.
“Mostrar é mais importante do que
o viver’’ Dora acredita que as pessoas
desaprenderam a viver. Para a psicolo-
ga, muitos viraram reféns de curtidas e
compartilhamentos.
Ao invés de serem felizes, elas que-
rem mostrar que são. O mostrar passou
a ser mais importante do que o viver ou
fazer. Isso faz com que a pessoa tenha
menos prazer em viver a vida.
A especialista dá o nome de socie-
dade do espetáculo para este fenômeno.
Para ela, as pessoas se sentem mal com
a vida que têm, e precisam mostrar o
que estão fazendo para agregar valor
ao que fazem.
Para mim, há uma deturpação do
que agrega valor à vida ou não. Mas
isso é retroalimentado, porque, quanto
mais eu mostro, mais os outros querem
ver. As pessoas deixaram de desfrutar
do momento para postar. E fica um
buraco, uma falta de sentido, e os likes
e comentários preenchem esse vazio.
Aí, quando vem o vazio de novo, eu
posto outra vez. A pessoa se torna
extremamente dependente da opinião
dos outros. A noção de felicidade é
instantânea.
Dora Goes ainda ressalta que quem
convive com a pessoa que exagera no
uso do celular percebe melhor a de-
pendência.
A pessoa até sabe que usa muito,
mas normalmente perde o senso crítico
de que está exagerando. Por isso, quem
está convivendo com a pessoa percebe
melhor e deve procurar ajudar.
Segundo Guedes, a questão é que,
normalmente,sepercebequandoovício
já está no último estágio, do conflito
com pessoas mais próximas.
Por isso que é importante o trabalho
de conscientização para a prevenção.
Porque o uso do celular ainda é social-
mente aceito. Se você está no trânsito
e vê alguém bebendo enquanto dirige,
você se incomoda, mas se você vê a
pessoa no celular ou digitando uma
mensagem, ainda não é visto como um
problema.
Nomofobia, os sintomas e as consequências
do uso desta tecnologia
15
Setembro	2019
Curitibinhas de escolas municipais
e moradores dos doze bairros que for-
mam a Regional Boa Vista participaram
na tarde desta sexta-feira (6/9) do ato
cívico, na Rua da Cidadania, em come-
moração à Semana da Pátria. Cerca de
300 pessoas, entre adultos e crianças
prestigiaram o evento, uma aula aberta
sobre a história do Brasil e dos festejos
pelos 197 anos de independência do
País.
“Já ficou a Pátria livre, agora vamos
viver pelo Brasil. Viver pelo Brasil é
fazer o bem, e quando nós fazemos o
bem o bem reverbera ao infinito”, disse
o prefeito Rafael Greca, ao saudar os
participantes.
Ao som da Banda Lyra, a Guarda
Municipal fez o hasteamento das ban-
deiras de Curitiba, Paraná e do Brasil.
Os estudantes encantaram os presentes
com a apresentação da canção Aquarela
do Brasil, de Ary Barroso.
Coral
A música foi interpretada por um
coral de 200 vozes, formado por estu-
dantes das escolas municipais Duílio
Calderari, Julia Amaral Di Lenna, José
Wanderley Dias, Raul Gelbeck, CEI
Augusto Cesar Sandino e Tanira Regina
Schmidt .
“O Brasil é o rosto de esperança que
eu vejo em vocês, que me ilumina, me
emociona e que enche o meu coração de
prefeito de alegria”, disse Greca.
“Orgulho de vocês, das nossas crian-
ças, dos nossos curitibinhas e da nossa
amada cidade”, completou o prefeito.
Depois de participarem de ativida-
des lúdicas animadas pelo personagem
Curitibinha (o ator Douglas Perez),
crianças e adultos assistiram a peça te-
atral da Fundação Cultural de Curitiba
(FCC) que narrou a história da Inde-
pendência do Brasil.
CIDADANIA BOA VISTA CELEBRA OS 197 ANOS
DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Independência
A encenação retrata o momento em
que a esposa de Dom Pedro, Maria Leo-
poldina,escreveumacarta,aconselhada
por José Bonifácio.
Na carta, ela narra as ordens vindas
de Lisboa para que o príncipe voltasse
para Portugal, o que faria o Brasil retor-
nar ao status de colônia. E recomenda
queomaridoproclameaindependência
do País. O ponto alto da apresentação
aconteceu quando o soldado da Polí-
cia Militar, Elder Aurélio de Andrade
Purkotte, caracterizado como Dom
Pedro I, entrou no centro de esportes
montado num cavalo branco para o
brado de histórico: “Independência ou
morte”.
Para o estudante da Escola Munici-
pal Professora Tanira Regina Schmidt,
no Abranches, Erick Goros Preto, 9
anos, ter participado do evento serviu
para reforçar o que ele já havia apren-
dido em sala de aula. “O Brasil deixou
de ser uma colônia e se tornou livre de
Portugal”, contou Erick.
As estudantes da Escola Municipal
CEI José Wanderlei Dias, Hanna Sene
e Luísa Cordeiro, 9 anos, capricharam
durante a apresentação musical. “Aqua-
rela é uma música que fala das belezas
do nosso país. É bela como o Brasil”,
disse Hanna. Para Luísa, cantar bonito
na cerimonia foi como ter oferecido
um presente aos brasileiros. “Eu sonho
que as pessoas só vejam coisas bonitas
do Brasil na televisão e que queiram vir
conhecer e cuidar do meu país”, disse a
estudante.
Além dos curitibinhas participaram
do ato cívico moradores dos bairros
Abranches, Atuba, Bacacheri, Bairro
Alto, Barreirinha, Boa Vista, Cachoeira,
Pilarzinho, Santa Cândida, São Louren-
ço, Taboão e Tingui.
“Foi um evento festivo, de home-
nagens e muita alegria. É uma caracte-
rística das comunidades que formam a
regional”, disse a administradora do Boa
Vista, Janaina Lopes Gerh.
O encerramento das atividades da
SemanadaPátriaaconteceUnOsábado,
7 de setembro, às 9h, com o tradicional
desfile na Avenida Cândido de Abreu,
no Centro Cívico.
Feira
Ao fim do evento, o prefeito Rafael
Greca visitou a Feira Regional do Boa
Vista. Desde agosto, atendendo à so-
licitação feita por moradores durante
a reunião Prefeitura nos Bairros,
a feira ganhou um segundo dia de
funcionamento. Agora os artesões
do bairro têm espaço para a comer-
cialização dos produtos às quartas e
sextas-feiras.
Presenças
Estiveram presentes ao ato cívico
a secretária municipal da Educação,
Maria Silvia Bacila; a presidente da Fun-
dação Cultural de Curitiba, Ana Cris-
tina de Castro; o secretário de Esporte,
Lazer e Juventude, Emílio Trautwein; o
presidente da Cohab, Jose Lupion Neto
e o vereador Oscalino do Povo.
Imagem: Pedro Ribas /SMCS
Foto: Pedro Ribas/SMCS
16

Gsc setembro

  • 1.
    Setembro de 2019- Edição 213 - Curitiba Rios do Paraná estão contaminados por antibióticos, revela pesquisa. Página 13 Rua da Cidadania e seus serviços Avenida Paraná em Destaque Foto: Daniel Castellano Pagina 8 e 9.
  • 2.
    Setembro 2019 Em homenagem aoEstado do ParanáaAvenidadaCapitalquedi- vide vários bairros ganha o nome do Estado. Avenida Paraná uma via dividida em três pistas, a pista central para o ônibus biarticulado e ligeirão com uma extensão de 5.210 metros. Esta avenida inicia no bairro Cabral, sendo uma conti- nuação da avenida João Gualberto, quando esta cruza com a rua Bom Jesus, separando os bairros Cabral e Juvevê. Finaliza quando se cruza com a rua Theodoro Makiolka, passando a ser a Estrada Nova de Colombo ( PR-417), que liga o bairroSantaCândidaaomunicípio de Colombo. Na Avenida Paraná situam três terminais de ônibus (Cabral, Boa Vista e Santa Cândia), Cabral e Santa Cândida com integração AVENIDA PARANÁ metropolitana movimentando mais de 150 mil passageiros por dia. A avenida tem destaque no co- mércio, com a presença de hiper- mercados: Big e Walmart. Entre os principais pontos de referência dos bairros encontramos: Igreja do Cabral, no início da via, Casa da Mulher Brasileira (CMB), Igreja Santo Antônio( bairro Boa Vista), Terminal Boa Vista, Armazém da Família (bairro Santa Cândida), Unidade de Pronto Atendimento Boa Vista (UPA-BV, entre os bair- ros Bacacheri e Boa Vista), Rua da Cidadania Boa Vista (Cidadania entre os bairros Tingui, Boa Vista) e o Terminal Santa Cândida. Em 22 de setembro de 1974 foi implantado o sistema de ôni- bus expresso na canaleta da ave- nida Paraná, as duas primeiras linhas,com uma frota de 20 ônibus fazendo ligação Santa Cândida/ Praça Rui Barbosa (eixo Norte) e no eixo sul, a linha Capão Raso/ Praça Dezenove de Dezembro. Dai onomedeBusRapidTransit(BRT) copiadopormaisde82países.Com aevoluçãodotransportecoletivoe asmelhoriasaavenidaParanáficou mais atrativa comercialmente. No dia 28 de março o prefeito Rafael Greca entrega a Linha Ligeirão que percorre11kmentreSantaCândia eobairroBatel(PraçadoJapão)em 20 minutos a menos que as linhas regulares, parando em apenas 8 estações. A linha tradicional Santa Cândida/Capão Raso permanece com integração aos outros termi- nais da região sul. 2
  • 3.
    Setembro 20193 Diretor: Adilson daCosta Moreira Fone: 992118943 CNPJ: 12.698.306/0001-42 Empresa: Adilson da Costa Moreira Dep. comercial: Johana Choinski Endereço: Rua Guilherme Ihlenfelt, 765 - Tingui - Curitiba E-mail: gazetasantacandida@gmail.com Tiragem: 10.000 exemplares Diagramação: Jociel T. Barbosa Colaborador: José Cândido Site: www.gazetasantacandida.blogspot.com As matérias assinadas não refletem necessariamente a opinião do jornal. EXPEDIENTE Contador: Sandro da Silva Constituição e Encerramento de Empresas - Imposto de Renda Assessoria Contábil, Empresarial, Finan- ceira, RH Tel: 3357-3601 | 8462-3354 | 99105354 Rua Ilda C. Manasczuk, 444 Jardim Aliança - Santa Cândida - Curitiba Com atendimento médico, enfer- magem de urgência, emergência e pronto-atendimento para adultos e crianças sob demanda espontânea, este equipamento público oferece leitos de internamento adulto e infantil, com suporte ininterrupto para a realização de exames de emergência, assim como, retaguarda hospitalar para os casos de maior gravidade. Em 2011, para melhorar a qualidade doatendimentoomunicípiodeCuritiba implantou o Protocolo de Manchester, que serve para classificar a gravidade do quadro de saúde de cada paciente), uma metodologiacientíficadeclassificaçãode risco,(criadanaInglaterraem1994,com o objetivo de estabelecer um consenso sobre um procedimento padrão de triagem dos usuários entre os médicos e enfermeiros de atendimento a emer- gências). Ao identificar o usuários que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento apresentado, a queixa inicial do usuário segue um fluxograma de decisão rece- bendo uma fita Azul, verde, amarelo, laranja ou vermelho. Importante salientar que o proto- colo não substitui o diálogo, a escuta e o respeito. Este, “deve ser um instru- mento de acolhimento do cidadão, com o objetivo de garantir o atendimento de todos, sendo uma ferramenta de inclu- são, e cabendo ao usuário o respeito e compreensão com a equipe da unidade. ATENDIMENTO Assim como todo o serviço da prefeitura segue os principios do sus ( a universalidade, a integralidade e a equidade ), a universalidade está liga- da à garantia do direito à saúde por todos os brasileiros, sem acepção ou discriminação, de acesso aos serviços de saúde oferecidos pelo SUS) Em levantamento realizado pela Secre- taria Municipal da Saúde mostra que até 40% dos usuários de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 Horas de Curitiba vêm de municípios vizinhos. O impacto é mais sentido nas UPAs UPA – UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO BOA VISTA Boa Vista e Matriz, onde entre 30% e 40% do total de atendimentos são para usuários de outros municípios, principalmente Colombo e Almirante Tamandaré. No diagnóstico geral, Colombo é o município de onde mais vêm usuários para Curitiba. Financeiramente, signi- fica para a Prefeitura de Curitiba um investimento médio mensal de quase R$ 500 mil só com moradores de Co- lombo. Almirante Tamandaré, que vem em segundo lugar, representa um inves- timento mensal de R$ 240 mil. Pinhais é o terceiro colocado em demanda, com um gasto de R$ 184 mil/mês. O atendimento de urgências odon- tológicas: 2ª a 6ª, das 19 às 23 h; sábado e domingo, das 9 às 18 hs. Unidade de Pronto Atendimen- to Boa Vista Av. Paraná, 3654, Bacacheri UPA 24 hs Boa Vista
  • 4.
    Setembro 20194 Os 30 anosde criação do programa Armazém da Família foram celebrados de forma especial, no dia 24 de julho, no Armazém da Família Boa Vista. Teve bolo, festa e uma homenagem frequesa , senhora Rosa Grozecki Lesiniakoski, que completou 100 anos no dia 5 de agosto. O programa Armazém da Família é formado por 33 unidades fixas de abas- tecimento instaladas em pontos estra- tégicos da periferia de Curitiba, bairros e terminais de ônibus, onde é feita a comercialização de gêneros alimentícios e produtos de higiene e limpeza com preços, em média, 30% mais baratos que no varejo. Na capital, apenas moradores com renda familiar de até cinco salários mí- nimos e com cartão de acesso, podem comprar nos locais. De janeiro a junho deste ano, a economia das famílias da capital que fizeram compras nos arma- zéns chegou a R$ 31,8 milhões. NOVIDADES Na ocasião o prefeito Rafael Greca também lançou o programa Saúde na Nota, que vai ajudar às 260 mil famílias atendidas nos 33 Armazéns da Família da cidade a se alimentar com comida mais saudável. O programa da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN) dará dicas sobre quais grupos alimentaresconsumirdiariamente,oque deve ser consumido com moderação e quais produtos devem ser evitados. Os mais de 300 produtos vendidos nos Armazéns da Família foram clas- sificados em 3 categorias: in natura ou minimamente processado, processado e ultraprocessados, seguindo a classifi- cação do Guia Alimentar da População Brasileira. A cada compra será impressa uma lista com o tipo de produtos adquiridos pelo usuário. Caso as quantidades dos tipos processados ou de ultraprocessa- dos estiverem elevadas, serão impressas frases orientativas na nota fiscal. “Esse novo dispositivo da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, de dar notas para aquilo que é consumi- do nos Armazéns da Família vai permi- tir às famílias controlar a qualidade da ARMAZÉM DA FAMÍLIA BOA VISTA sua alimentação”, disse o prefeito Rafael Greca. Sacolas retornáveis Outra ação inovadora que marca os 30 anos do programa Armazéns da Família é a retirada de sacolas plásticas, optando pela opção de uso de sacolas retornáveis ou caixas de papelão para levar as compras. Com esta medida, serão retirados da natureza 12 milhões de sacolas plásticas, cujo destino são os aterros ou os des- cartes irregulares em rios, em terrenos baldios, galerias e praças da cidade. Por mês, Curitiba retira 120 toneladas de lixo dos rios, sendo que parte dos resíduos é de sacolas plásticas. Nas 33 lojas estão sendo vendidos Armazem da Família | Foto Levy Ferreira 3 tipos de sacolas retornáveis, feitas de materiais diferentes, com preços de R$ 1,59, R$ 2,59 a R$ 9,90. As sacolas têm capacidade armazenar 18 kg de compras e por seu design podem ser usadas em outras atividades além da compra nos armazéns. CADASTRO ON LINE Para comprar nesses locais é preciso ter renda máxima de cinco salários mínimos De sua casa você pode fazer tudo via internet, inclusive o envio da docu- mentação exigida, caso a pessoa esteja fazendo o primeiro cadasto. Ainda serão mantidos funcionários para o cadastro presencial nas Ruas da Cidadania para atender às famílias que não têm acesso à internet. Atendimento: 3ª a 6ª feira, das 8h45 às 17h15; Sábado das 8h30 às 13h. Contatos: Fone: 3356-2087; E-mail: mab@smab.curitiba.pr.gov.br; Endereço: Av. Paraná, 3783, Santa Cândida. A Feira Regional Boa Vista, na Rua da Cidadania, que comercializa artigos exclusivamentedeartesãoseprodutores dos bairros que integram a regional. Além das sextas-feiras, os artesanatos e alimentos caseiros estão expostos às quartas-feiras, sempre das 10h às 18h. Para Gleissa Maria Madureira, mo- radora do Bairro Santa Cândida, que produz artigos em feltro, mais um dia defeira,especialmenteàsquartas-feiras, quando é maior o número de pessoas que transitam pelo local, é sinônimo de aumento na renda. “Édinheiroamaisqueentra.Édifícil as pessoas passarem por aqui sem levar ao menos uma lembrancinha”, conta Gleissa. Toda primeira semana do mês, acontece o projeto Arte na Feira, com AGORA SÃO DOIS DIAS DA SEMANA, FEIRA NA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA ARTE NA FEIRA apresentações de música teatro e dan- ça na feira. São shows e intervenções gratuitas e abertas ao público em geral. A feira teve início em abril deste ano, para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo local e divulgar a diversidade da produção da região”, diz a administradora regional do Boa Vista, Janaína Lopes Gerh. São 28 barracas que oferecem uma variedade de itens de artesanato (roupas infantis e de adultos, acessórios femi- ninos e decoração), tapetes, toalhas, trilhos de mesa e itens e de alimentação, como pães, bolos, doces, pierogi, bola- chas, geleias, compotas entre outros. A feira é fruto de parceria entre ad- ministração Regional Boa Vista, Secre- tariaMunicipaldeSegurançaAlimentar e Nutricional e Fundação Cultural de Curitiba. A artesã comercializa laços e tia- ras para cabelo, necessaires e bolsas de diversos tamanhos e modelos, incluindo sacolas ecológicas, para substituir as sacolinhas de plástico durante às compras. A variedade está no produtos e preços, com itens de R$5 a R$35 reais, porém o capricho está em cada item. Benedita Melnechuky, destaca que os fregueses também aprovaram a me- dida. “Tem aqueles que vem só para conversar, conhecer pessoas, se divertir e ganhararam mais oportunidade para o passeio.”, disse Benedita.
  • 5.
  • 6.
    Setembro 20196 A Reforma doterminal iniciada em 2012 ficou na promessa de que seria um dos legados da copa do mundo em 2014. Depoisdeváriosadiamentosfoientregue incompleta em fevereiro de 2016. Com a gestão do prefeito Rafael Greca em nova licitação foi entregue a obra ao final de 2018.Sãodozelinhasdeônibusdaregião e com integração metropolitana. Uma das novidades é a inexistência de plataformas elevadas para embarque e desembarque do biarticulado. No Santa Cândida, não é o usuário que sobe escada, rampa ou elevador para ficar no nível a porta de embarque. Agora é o ônibus que fica posicionado na altura do piso do terminal, o que foi possível com a implantação da pista do ônibus em desnível permitindo a abertura das portas no mesmo nível do cidadão. Além de mais confortável e seguro, o local de embarque e desembarque nos biarticulados também ficou maior, passandode3,5para7metrosdelargura. O piso, antes emborrachado sobre uma estrutura de metal, agora é de lajotas antiderrapantes e com faixas em relevo padronizado para apoio na orientação a pessoascomdeficiênciavisual.Aolongo da plataforma há grades que ampliam a segurançadousuárionahoradoembar- que ou desembarque. Outra novidade no terminal são duas plataformas do Expresso, uma para desembarque e outra para em- barque. Assim, quem desce do ônibus não encontra pessoas entrando. Para o embarque,oônibuschegavazio,melho- rando o conforto do usuário e o tempo de operação. Os espaços comerciais, que até aqui funcionavam (o Sacolão de frutas e ver- duras continua na plataforma central), pelo meio do terminal, começam a se instalar no subsolo, onde foi construído um túnel de ligação entre as duas alas. Bicicletário,lojasebanheirosnovospara atender mais de 39 mil usuários que circulam diariamente. Com o funciona- mento do novo ligeirão,( em operação desde 28 de março deste ano) de o tem- po de viagem o usuário ganha de 20 a 25 minutos em percurso entre o Terminal Santa Cândida e a Estação Bento Viana, é quase a metade do tempo gasto pelos biarticulados que atualmente fazem o percurso parando em 16 estações. Dentro doTerminal do Cabral são 10 linhas , a linha ligeirinho Taman- daré/Cabral é outra opção para os passageiros de Almirante Tamandaré se deslocarem para Curitiba. Passsagei- ros desembarcam dentro do Terminal Cabral e podem fazer integração com as demais linhas, sem a necessidade de pagar uma nova passagem. A linha Tingui faz a integração com o terminal Santa Cândida passando pelo bairro bacacheri, Tingui e Atuba. Tem a inte- gração com o Guaraituba e Maracanã em Colombo com ônibus da linha di- reta e convencional. Assim a prefeitura de Curitiba mantém a Rede Integrada de Transporte Metropolitano (RIT/M) garantindo mais acesso ao trabalhador. Mudanças visuais e de mobilidade. Instalação de fotos transforma túnel em galeria de arte. Virou uma exposi- ção temporária até o dia 26 de junho, mas, ainda o usuário pode visualizar a instalação fotográfica que permanece em trinta metros de comprimento no teto. “A exposição dá uma sensação de movimento, de mobilidade de vida urbana”, diz uma das artistas. A instalação das artistas visuais Eliane Prolik e Larissa Schip foi feita TERMINAL SANTA CÂNDIDA Integração Metropolitana O Terminal Roça Grande passou a ter uma linha de ônibus integrada com o Santa Cândida. Esses passageiros até então tinham de desembarcar ao longo do caminho para acessar outros termi- nais de Curitiba. A Comec liberou a li- nha QuatroBarras/SantaCândida,para atender o Centro Médico Hospitalar Angelina Caron, em Campina Grande do Sul. Desta forma, usuários de toda a RedeIntegradadeTransporte(RIT)que desejam ir até o hospital, seja para um atendimento ou visita, poderá fazê-lo pagando apenas uma única tarifa, par- tindo do Terminal do Santa Cândida, em Curitiba, passando pelo Terminal de Quatro Barras e na sequência chegando até o hospital. Hoje, a tarifa partindo de Curitiba é de R$ 4,50 e, no retorno, partindo do Hospital Angelina Caron de R$ 4,75. dentro do Programa de Apoio e Incen- tivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba, e com apoio também da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A). A intervenção agradou os passageiros. Desde o dia 1º de julho de 2019 os portões que dão acesso entre as plata- formas no Terminal do Cabral foram fechados.. A medida visa a aumentar a segurança, evitando o risco de atropela- mentos,principalmentenoshoráriosde pico. Dessa forma, para passar de uma plataforma a outra, os usuários deverão usar a passagem subterrânea. Pessoas com deficiência ou com restrição de locomoção podem solicitar a abertura dos portões junto aos por- teiros. A pedido da Urbs (Urbanização de Curitiba), as Empresas de Ônibus de Curitiba confeccionaram cartazes para avisar a população sobre a medida. Ostúneisdepassagemdosterminais de ônibus do Campina do Siqueira, Campo Comprido e Cabral viraram galerias de arte temporárias. Até 26 de junho os passageiros que circularem nesses terminais vão se deparar com umainstalaçãofotográfica de30 metros de comprimento no teto dos túneis, em quase toda a extensão. TERMINAL CABRAL A instalação das artistas visuais Eliane Prolik e Larissa Schip foi feita dentro do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba, e com apoio também da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A). A intervenção agradou os passageiros. “Acheifantástico,diferente,deixouo lugar menos impessoal. Não tem como não parar para observar”, disse o ban- cário Edvyn Menezes, que passa pelo terminal do Cabral quase todos os dias. As fotografias usadas na instalação foram feitas pelas artistas a partir de imagens que retratam os mesmos tú- neis. “A exposição dá uma sensação de movimento, de mobilidade de vida urbana”, disse Elaine Prolik, uma das artistas. A escolha do terminal Cabral e mais dois terminais foi determinada pela arquitetura de ambos, que têm as luzes nas laterais, deixando livre o teto. “Essa foi uma característica importante para esse projeto”, disse Elaine, que também elogiouaequipedaUrbs.“Forammuito eficientes, a união da Urbs e Fundação Cultural neste projeto foi um casamen- to que deu certo, ” , completou. Além da sequência de imagens fi- xadas no teto da galeria, a intervenção também traz um texto do curador e crítico de arte Adolfo Montejo Navas e um QR code que dá acesso ao perfil do projeto no Instagram. Teminal Cabral | Foto Daniel Castellano Daniel Castellano
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    Setembro 2019 CASA DA MULHERBRASILEIRA, A PROTEÇÃO E OS SERVIÇOS EM UM SÓ ENDEREÇO Espaço reúne diversos serviços para mulheres vítimas de violência. Curitiba e Região Metropolitana têm altos índi- ces de agressões com mulheres. Inaugurada no dia 16 de junho de 2016. A Casa da Mulher Brasileira- espaço destinado ao acolhimento de vítimas de violência, seja física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Na Casa da Mulher Brasileira elas encontram serviços integrados e a possibilidade de se libertar do ciclo de violência. Até o dia Intenacional da Mulher deste ano, foram 29 mil atendimentos. A CMB integra todos os serviços necessários para que a mulher possa sair da situação de violência, com escuta qua- lificada, alojamento de passagem para a família, Juizado, Ministério Público e Defensoria Pública. Assim como o apoio da Polícia Militar, que faz operações de busca dos pertences das vítimas, e da Patrulha Maria da Penha que trabalha para que medidas protetivas sejam res- peitadas por meio de visitas periódicas às residências. Para a coordenadora-geral da Casa da Mulher Brasileira (CMB), Sandra Praddo, Curitiba é referência nacional no atendimento humanizado às mulhe- res vítimas de violência. O acolhimento, triagem e apoio psicossocial da Casa funcionam 24 horas, durante todos os dias do ano. Atendimento humanizado As mulheres e seus filhos entram pela porta da frente e seguem um caminho de apoio e transformação. Dentro da Casa, elas são acolhidas e passam pela triagem e escuta qualificada feita por psicólogas e assistentes sociais, com objetivo de minimizar o impacto da violência sofri- da e resgatar a autoestima, autonomia e cidadania. Elas são direcionadas para outros serviços da rede de atendimento, como áreas da saúde, educação, delegacia e a confecção de documentos com acompa- nhamento e transporte. Aquelas quecorremriscoiminente de morte e que precisam de abrigo ficam no alojamento de passagem da CMB por até 72 horas. São acomodadas em quartos e recebem toda alimentação e itens básicos para estadia no local – que conta com uma brinquedoteca e atividades para as crianças. Durante a permanência, podem par- ticipar de atividades que visam a restabe- lecer a confiança e a autoestima da mu- lher. De acordo com Sandra, a empresa “Cílios de Diva” propicia um novo olhar para a vaidade feminina com a colocação de cílios, design de sobrancelha. Juizado, Ministério Público e Defen- soria Pública mantêm núcleos com equi- pes na Casa da Mulher Brasileira. Assim como a Polícia Militar que faz operações de busca dos pertences das vítimas. A Guarda Municipal garante a se- gurança do espaço e a Patrulha Maria da Penha trabalha para que as medidas protetivas concedidas pelo Poder Ju- diciário sejam respeitadas por meio de visitas periódicas às residências. Caso haja descumprimento, o agressor é preso. A porta de saída para as mulheres é a participação em cursos profissionali- zantes, cadastramento e entrevistas de emprego, por meio da FAS Trabalho. “Muitas vezes, as mulheres que não têm apoio financeiro e psicológico voltam a morar com seus os agressores. Por isso, o nosso trabalho é tão importante para a promoção da autonomia econômica e o empoderamento feminino”, explica Sandra. A Casa da Mulher Brasileira fica na Avenida Paraná, 870, Cabral. O telefone de contato é o 3221-2701 Foto: Luiz Costa A partir do dia 30 de setembro, você queandadeônibusemCuritibavaipoder comprar créditos do cartão-transporte nosterminaisdacidade.OsdoSantaCân- dida e do Pinheirinho serão os primeiros a implantar o sistema. De acordo com a Urbanização de Curitiba (Urbs), circulam por dia pelo terminaldoPinheirinho130milpessoas. No do Santa Cândida, são 40 mil pessoas nos dias úteis. Gradativamente, o sistema de recarga de créditos será instalado em todos os 22 terminais de ônibus de Curitiba. A recarga não terá custo e será validada imediatamente. Por mês, circulam cerca de 15 milhões de passageiros na rede de transporte de Curitiba. Transporte moderno A medida faz parte do projeto de modernização do sistema de transporte de Curitiba, que inclui uma série de medidas, como a implantação de tarifa reduzida fora do horário de pico. O projeto de lei que flexibiliza o preço da passagem foi sancionado nesta quinta-feira (26) pelo prefeito Rafael Greca. A tarifa diferenciada co- meça a valer a partir de 16 de outubro, com preço de R$ 3,50 (R$ 1 a menos que a tarifa convencional). Na práti- ca, a lei permite que sejam cobrados valores diferentes das 9h às 11h e das 14h às 16h. RECARGA NO TERMINAL SANTA CÂNDIDA E PINHEIRINHO Foto: Divulgação Prefeitura de Curitiba Passageiros da linha expressa Santa Cândida/Capão Raso podem usar os serviços da Rua da Cidadania Boa Vista e retornar para o ônibus na estação-tubo Fernando de Noronha sem pagar nova tarifa. A integração feita pela Urbani- zação de Curitiba S/A (Urbs) foi uma determinação do prefeito Rafael Greca em agosto de 2017. Com a integração, o passageiro passa o cartão-transporte nos validadores instalados na estação Fernando de Noronha, nos dois sen- tidos, e segue para usar os serviços da Rua da Cidadania, onde fica o Sacolão e ESTAÇÃO TUBO FERNANDO DE NORONHA COM INTEGRAÇÃO TEMPORAL o Armazém da Família. Ele não precisa pagar nova passagem para voltar ao ônibus. Ao sair do ônibus, o passageiro deve validar o cartão na estação-tubo, seguir para a Rua da Cidadania e nova- mente validar o cartão no equipamento que fica em frente ao posto de atendi- mento da Urbs. Quando fizer essa última validação, o passageiro tem duas horas para usar os serviços da Rua da Cidadania ou do ArmazémdaFamília,queficaamenosde 20 metros, antes de voltar para a estação- tubo e validar novamente o cartão. 7
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    Setembro 2019 Administração Regional BoaVista representa a presença do governo mu- nicipal na totalidade dos bairros abaixo indicados. Com a missão de coordenar ações voltadas ao planejamento local, considerando as particularidades fí- sico-territoriais, fomenta a expressão da vontade popular e as possibilidades econômicas, compatibilizando o plane- jamento da cidade como um todo. Aadministraçãoregionaléresponsável por conectar as ações das Secretarias e Órgãos que compõem a gestão aos reais interessesdacomunidade.Asuaestrutura está implantada na Rua da Cidadania Boa Vista, Endereço: Avenida Paraná, 3600, Boa Vista. A população atendida por esta regionalcorrespondea260,00milpessoas. A Rua da Cidadania representa uma extensão dos serviços municipais na região. Na Rua da Regional Boa Vista os cidadãos podem receber orientações so- breosprogramasqueomunicípiodesen- volve nas áreas de educação, saúde, ação social, cultura, meio ambiente, esporte e lazer, finanças, urbanismo, abastecimen- to, transporte e defesa social. Também estão instaladas a Copel, Sanepar, Sine e o Banco Social. A Rua da Regional Boa Vista foi inaugurada no dia 30 de abril de 1997 para atender os bairros Abranches, Atu- ba, Bacacheri, Bairro Alto, Barreirinha, Boa Vista, Cachoeira, Pilarzinho, Santa Cândida, São Lourenço, Taboão, Tarumã e Tingüi. Administradora Regional Janaína Lopes Gehr, Chefe de Gabinete Lazaro Antonio da Gama; Coordenadora de RUA DA CIDADANIA BOA VISTA SERVIÇOS Atendimento Soili Terezinha Compa- rin , Telefone: 3313-5710 / 3313-5667; Coordenador Técnico Paulo Roberto Dozorski, E-mail: arboavistasgm@ sgm-.curitiba.pr.gov.br; Coordenadora de Assuntos Comunitários Joaninha Artigas de Lara. Bairros de Abrangência: Abranches, Atuba , Bacacheri, Bairro Alto, Barreirinha, Boa Vista, Cachoeira, Pilarzinho, Santa Cândida, São Louren- ço, Taboão, Tingui. SERVIÇOS DA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA AR - ADMINISTRAÇÃO REGIONAL Fones 33133-5610/3313-5710, Atendimento das 8h às 18h. Administra os espaços da Rua da Cidadania e é responsável pela manutenção das vias públicas dos 12 bairros de sua área de abrangência e relacionamento com as comunidades SMF - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS Fones 3313-5664, Atendimento das 8h às 17h. Orienta contribuintes sobre tributos do município de Curitiba. Emite carnês ou guias de IPTU, ITBI, taxas de contribuição de melhorias e Vigilância sani- tárias, Emissão de alvarás, certidões negativas de imóveis e tributos municipais e declaração de dados cadastrais de imóveis. FCC - FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA Fones 3313-5688 3313-5685, Atendimento das 8h às 21h. Promoveodesenvolvimentosocial,artísticoe culturalda comunidade.Oferece cursos na área de instrumentos musicais, dança e pintura. CASA DA LEITURA DARIO VELLOZO Fone 3313-5671, e-mail cldariovellozo@fcc.curitiba.pr.gov.br, 8h30 às 17h30 (2ª a 6ª feira) Disponibiliza serviços culturais e literários, empréstimo de livros, rodas de leitura, oficinas de criação literária e contação de histórias. O cadastro para empréstimo de livros é realizado mediante apresentação de comprovante de endereço, Rg, e autorização dos pais, quando menos de 15 anos. Gabriel Rosa 8 MOACIR RADIADORES Telefones 3357-9272 / 99740-0669
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    Setembro 2019 FAS - FUNDAÇÃODE AÇÃO SOCIAL, Fones 3313-5631 3313-5689, Atendimento das 8h às 18h. Coordena e implementa a assistência social no município para proteção de famílias e indivíduos em situação de risco e vulnerabilidade social, com o objetivo de combater a desigualdade e exclusão. CONSELHO TUTELAR Fone 3313-5705, Atendimento das 8h às 18h. Assistência e proteção às crianças e adolescentes em situação de risco. LICEU DOS OFÍCIOS Fone 3313-5702, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h. Cursos em geral (In- formática, idiomas, matemática) TRABALHO/EMPREGO - SINE Fone 3313-5665, Atendimento das 8h às 17h. Atendimento com agendamento online prévio para emissão de carteira de trabalho, divulgação de vagas de emprego ofertadas por empresas cadastradas análise para o seguro desemprego. acesse: www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/pagina-inicial/735 SME - SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO, Fones 3313-5729, Atendimento das 8h às 18h. Orienta,acompanhaeavaliaofuncionamentodeeducaçãobásicaesuasmodalidades. Fornece histórico escolar, declaração de transferência e matricula. URBS - URBANIZAÇÃO DE CURITIBA S.A. 3313-5693, Atendimento das 12h30 às 18h30. Confecção de cartão de Transporte, estudante e isenção tarifária SMSAN - SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NU- TRICIONAL Fone 3313-5681, Atendimento das 8h às 17h. Realiza cadastro para que usuários utilizem os programas e cursos ofertados, como o Armazém da Família e Sacolão da Família Boa Vista. O cadastro também pode ser feito online. SMELJ - SECRETARIA MUNICIPAL DO ESPORTE, LAZER E JUVENTUDE Fones 3313-5644/3313-5648, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 18h Gerência recursos da lei de incentivo ao esporte e promoção social, orienta cidadãos que buscam o esporte e o lazer. SMU - SECRETARIA MUNICIPAL DO URBANISMO Fones 3313-5703/3313-5708, Atendimento das 8h às 17h. Fornecimento de licença para execução de obras, guia rebaixada e liberação de eventos em locais públicos, consulta amarela e comercial, fiscalização de construção e demolição, entre outros serviços de orientação, notificação e autuação nos casos em que não estejam de acordo com a legislação. COHAB - COMPANHIA DE HABITAÇÃO POPULAR DE CURITIBA Fone 3313-5684, Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h. Agência de atendimento com orientação e serviços de cadastro e atualização de inscrição, segunda via de carnê, revisão, informações gerais. SMMA - SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Fones 3313-5712/3313-5717, Atendimento das 8h às 12h e das 14h às 17h. Atendi- mento público em referência às questões ambientais ESPAÇO EMPREENDEDOR Fone 3313-5638, Atendimento das 8h às 17h. Atendimento, orientação, formalização de Microempreendedor Individual (MEI), assessoria aos empreendedores com serviços gratuitos. SMDT - SECRETARIA MUNICIPAL DE DEFESA SOCIAL E TRÂNSITO Fone 3313-5727, atendimento das 8h às 14hs. Solicitação sobre autos de infração, protocolos de processos, cadastro, emissão e renovação de credenciais de idosos e de deficientes. GM - GUARDA MUNICIPAL Fone 3313-5692, atendimento 24 hrs. 153- Através deste número a guarda pode auxiliar a população nas ruas. INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO DO PARANÁ Fone 3200-5001 Emissão de 1ª e 2ª via do RG com agendamentos online, com aten- dimentos prioritários e Emissão de certidão de antecedentes criminais. COPEL Fone 0800 510 0116, atendimento 08h às 12h e das 13h30 às 17h30 Sanepar, 0800 200 0115, 8h30 às 17h FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ACONTECE NA SUA REGIONAL! MANDE UM WHATS PARA O NÚMERO DA PREFS: 99876-2903 SERVIÇOS DA RUA DA CIDADANIA BOA VISTA 9
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    Setembro 2019 Uma das maissaudosas baladas, marcou época entre os anos 1980 e 1990 em Curitiba, na avenida Paraná,1250 bairro Cabral. Studio 1250, também chamada de ‘1000’, pelos frequentadores, tinha a capacidade para 7 mil pessoas ocupava uma quadra inteira da avenida. Com a negociação do terreno para a rede de supemercados (walmart), a casa teve fechar. Alegrando o seu um publico fiel voltou a funcionar no bairro do Atuba, Av. Marcarelhas de Moraes, 901 em agosto de 2018. Studio1250 10 Site: curitibaantiga.com Site: curitibaantiga.com
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    Setembro 201911 O Programa Leitedas Crianças, oferecido pelo Governo do Estado, completa 15 anos de existência em Curitiba e tem sua eficiência com- provada pela quase totalidade dos beneficiados. Pesquisa feita recentemente por técnicos dos Núcleos Regionais da Secretaria de Estado da Agricultura com1.351mãesmostrouque93,4% o consideram indispensável na ali- mentação dos seus filhos. Com atendimento diário a apro- ximadamente 120 mil crianças, o programa contribui para a pre- venção da desnutrição infantil, fo- mento da bacia leiteira, promoção do desenvolvimento local e para a geração de renda aos agricultores familiares. No Paraná o programa faz 16 anos e teve inicio na Cidade de Cândido de Abreu e, Curitiba por precondeito foi a última cidade a aderiraoPCLentrandoemjulhode 2004. Paulo José Leonart, coorde- nador do PCL na capital diz que em levantamento do Ipardes, Curitiba constava no Mapa da Pobreza e houve a inclusão da Capital. PROGRAMA DO LEITE DAS CRIANÇAS (PLC) É APROVADO POR 93,4% DOS BENEFICIADOS Comitê Boa VistaComitê BoqueirãoComitê Bairro Novo Comitê Cajuru Comitê Pinheirinho Comitê CIC Comitê Matriz Comitê Portão Comitê Santa Felicidade Tomar decisões acertadas sem se deixar influenciar pelo estresse ou por impulsos momentâneos. Quem não deseja desfrutar dessa liberdade? Esse tem sido um tópico quente de diversas pesquisas, que discutem as consequências de se tomar decisões sob o efeito do estresse. Contudo, para o público leigo, persiste uma questão de ordem prática: Como fazer no dia a dia? Épossívelelevaropensamentoacimado sentimento de ansiedade e ter a certeza de que se está no caminho certo?“Mary Baker Eddy, autora que traz contribui- ções fundamentais para a compreensão das relações entre a consciência e a saúde, revela que “O bom êxito na vida depende do esforço persistente, da me- lhor utilização dos momentos, mais do que de qualquer outra coisa. Perde-se muito tempo falando sem dizer nada, não fazendo nada e na indecisão sobre o que é preciso fazer. Se alguém quiser ter êxito no futuro, que faça o melhor proveito possível do presente.”“A boa Tomar boas decisões sem estresse utilização dos momentos e o foco no presente libertam o pensamento da an- siedade a respeito do futuro. Esse estado mental proporciona a tranquilidade e a clareza que permitem discernir o que fazer. A capacidade de adotar essa postura não é algo só para alguns. Eddy compreendeodiscernimentocomouma qualidade espiritual – e não individual – que está ao alcance a todos, indepen- dentemente de idade, sexo, classe social etc. Sua origem é muito mais elevada e não está circunscrita dentro dos limites do cérebro.“Por isso, ao invés de procu- rar as respostas para nossas indagações no âmbito do pensamento humano, podemos buscá-las diretamente em sua fonte: a Mente divina. Alguns anos atrás, passei por uma experiência que me permitiu colocar em prática essas ideias. Eu precisava tomar uma decisão importante, mas parecia impossível saber o melhor a ser feito. Após pesar prós e contras durante várias horas, sem conseguir chegar a uma resposta satisfa- tória, percebi que estava tentando tomar decisões por minha própria conta, algo que, além de me deixar estressada, não estava funcionando.“Senti que era a hora de parar de buscar a solução pelo raciocínio e apenas ouvir. Ouvir à Mente divina, a fonte de toda a clareza, inteli- gência e inspiração. Saber que não era eu quem estava no controle da situação me permitiu mantero foco no presente e me tranquilizar. Aos poucos, meus pensa- mentos começaram a se organizar e, no dia seguinte, tive a clara e calma certeza do que fazer. Situações estressantes podem, muitas vezes, impulsionar a busca por respostas espirituais, mas as boas escolhas nunca são geradas pelo estresse.“Pelo contrário, como quali- dade espiritual, o discernimento é a capacidade que todos temos de ouvir a “voz tranquila e suave” da inteligência divina, indicando o caminho. Essa voz sempre esteve e sempre estará à dispo- sição, em qualquer situação. Então, que tal silenciar as inquietações, frear os impulsos e ouvi-la? Boas respostas cer- tamente virão. “*Tamara Grigorowits- chs é Doutora em Sociologia e, como Assistente do Comitê de Publicação da Ciência Cristã, escreve sobre saúde, espiritualidade e bem-estar.
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    Setembro 2019 VEREADOR ALEX RATOEM VISITA NOS BAIRROS E EM SEU GABINETE Fiz a visita na Praça do Abaeté, a comunidade reclama de pontos de escu- ridão no parquinho, de falta de pintura dasfaixasnacanchaeacolocaçãodearos e redes nas cestas de basquete. Já tinha pedido para a Prefeitura as melhorias. Vou pedir agilidade. Tive a oportunidade de visitar al- guns comerciantes da Rua Fernando de Noronha. Com os vereadores Sabino Picolo, presidentedaCâmara,ePauloRinkcon- versamos com os oficiais do Regimento de Polícia Montada: major Cruz, capitão Leal e tenente Vaz e a presidente da Equocavalaria, ONG ligada ao regimen- to, Maró Barreto. Vieram contar sobre o trabalho que fazem e pedir apoio para manutençãodessetãovalorosotrabalho. Também os representantes do Co- légio Estadual Conselheiro Zacarias. Conversamos sobre parcerias e formas de ajudar os jovens com a diretora do Colégio, Raquel, a pedagoga Luciana e aprofessoraEducaçãoFísicadoColégio, Loara, além da pedagoga do Coritiba Foot Ball Club, Adriana. Parceirizando podemos fazer mais pela nossa juven- tude. Recebi a visita da amiga Audrey Olivet Grubba, delegada regional da Receita Estadual em Ponta Grossa veio conhecer nossas atividades na Câmara Municipal. 12 Propaganda 12 x 26 cm 6,1 x 10,47 cm Audiência Pública dos bairros Com os vereadores e oficiais do Regimento de Polícia Montada. Comerciantes da Rua Fernando de Noronha. Com representantes do Colégio Estadual Conselheiro Zacarias. Com Audrey Olivet Grubba, delegada regional da Receita Estadual em Ponta Grossa Praça do Abaeté
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    Setembro 201913 Brasil é 19ºmaior consumidor de antibióticos do mundo, com uso diá- rio de cerca de 22 mil doses. 80 % das substâncias são excretadas sem serem metabolizadas pelo organismo. A descoberta dos antibióticos no início do século XX causou uma verda- deira revolução na saúde. Osmedicamentos“milagrosos”,como eram chamados na época, possibilitaram a cura de doenças até então fatais, como pneumonia, tuberculose e febre reumá- tica. Milhões de vidas foram e ainda são salvas graças a eles. O remédio “mocinho”, no entanto, também tem um lado “vilão. Pesquisa- dores constataram que o uso excessivo de antibióticos afeta não somente a saúde humana, como também a natu- reza. Em contato com o meio ambiente, os antibióticos podem criar bactérias resistentes, romper o frágil equilíbrio ecológico de rios e até afetar processos biológicos. Os efeitos negativos já podem ser vistos, inclusive, nos rios do Paraná, se- gundo Eliane Carvalho de Vasconcelos, pesquisadora e professora do programa de Mestrado e Doutorado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo. “Possivelmente todos os rios do es- tado que recebem efluente de estações de tratamento, ou aqueles que recebem diretamente os dejetos, estão contami- nados por antibióticos”, diz a professora, que também é doutora em Ciências – na área de concentração química analítica – pela Universidade de São Paulo (USP). A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que “instalações para o tratamento de esgoto não conseguem removertodososantibióticosebactérias resistentes da água” Rios do Paraná Nos últimos anos, Eliane tem feito pesquisas nos rios do Paraná envol- vendo estudantes de graduação e mes- RIOS DO PARANÁ ESTÃO CONTAMINADOS POR ANTIBIÓTICOS, REVELA PESQUISA trado. Em um dos estudos, feito no rio Passaúna, na Região Metropolitana de Curitiba, os alunos usaram cebolas orgânicas – geralmente utilizadas como bioindicadores ambientais – para verifi- car o potencial tóxico da água. “Foi constatado que havia cafeína, o que indica a presença de substâncias farmacêuticas, como antibióticos e hor- mônios, uma vez que a cafeína é usada como marcador”, afirma. Na pesquisa não foi avaliada a quan- tidade exata de antibiótico no rio, mas, segundo Eliane, já foi possível verificar que a presença dessas substâncias na água afetou processos biológicos da cebola, como a divisão celular, essencial para o crescimento e a manutenção do organismo. Crise global A contaminação das águas por antibióticos é um problema mundial. Em maio deste ano, pesquisadores da Universidade de York, no Reino Uni- do, divulgaram um estudo alarmante sobre o tema, que acendeu o alerta de países, estados e organizações interna- cionais. Os pesquisadores analisaram 701 amostras de águas coletadas em 72 países e encontram antibióticos em 65% delas. Uma das consequências desse fenô- meno é a resistência aos antibióticos, que acontece quando determinada bactéria se modifica em resposta ao uso ou à exposição excessiva a esses medicamentos. A ONU já classificou a resistência a antibióticos como uma crise global e a meta da entidade, ago- ra, é alcançar níveis de uso adequado de antibiótico em humanos e animais até 2050. No Brasil, a compra de antibi- óticos apenas com receita foi um grande avanço para frear o consumo do remédio no país, de acordo com Barragem do rio Passauna | Site: Sanepar Eliane, e, consequentemente, a pre- sença do medicamento na natureza. Mesmo assim, o consumo ainda é alto por aqui. O brasileiro usa, em média, 22 mil doses de antibióticos todos os dias, o que coloca o país como o 19º maior consumidor do mundo, na frente dos países da Europa, Canadá e Japão, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Como 80 % dos antibióticos são excretados sem ser metaboli- zados pelo organismo, segundo a ONU, boa parte vai para o esgoto e para a natureza. “Precisamos continuar reforçando a importância do uso consciente entre seres humanos e na agricultura, que também utiliza antibióticos. Além disso, é preciso continuar com campa- nhas sobre a importância do descarte correto”, diz a professora. www.labnetwork.com.br Propaganda 6,0x12,5 Propaganda 6,0x12,5
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    Setembro 2019 Desde o iníciodo povoamento, deste bairro, Boa Vista, os moradores católicos frequentavam a Igreja Senhor Bom Jesus do Cabral ou a Paróquia Santa Cândida. O aumento gradativo da população levou um grupo de fiéis a solicitar a presença de um dos Padres Passionistas da paróquia do Cabral para dar atendimento aos moradores daqui.“ No dia 16 de setembro de 1951, o Pe. Bernardo Maria de Jesus celebrou a pri- meira missa campal num terreno antes pertencente ao Sr. Abílio Geronasso e que a Mitra Arquidiocesana acabava de adquirir. Continuou depois vindo todos os domingos, celebrar a Santa Missa num altar rústico, diante de um cruzeiro. Quando chovia, a missa era rezada em um galpão do Sr. Eduardo Geronasso. Frei Cláudio Coccolini, dominicano, hóspede dos Padres Pas- sionistas, atendeu a esta comunidade de novembro desse ano até março de 1952. Em maio deste ano o Sr. Bispo Dom Manoel da Silveira D‘Elboux ofe- receu aos Padres Dominicanos a possi- bilidade da fundação de um convento e a direção de uma Paróquia aqui em Curitiba, oferta esta que não pode ser aceita de imediato. Assim, desta data até dezembro de 1954 voltaram os Padres Passionistas.“ Em dezembro de 1953 deu-se início á construção da primeira Igreja, um salão-capela, que agora ali, está servindo como salão paroquial. No ano seguinte o Sr. Abílio Geronasso fez doação à Mitra Arquidiocesana de mais uma parte do terreno, contíguo ao que já havia.“ No primeiro domingo de dezembro de 1954 voltou frei Cláudio, residindoprimeironoBomRetiroSanta Cruz, Ahú de cima, depois na sede das Asssociações daquela capela, e em ju- nho de 1955 veio residir num quartinho improvisado ao lado do altar, sem luz e sem água. Aos 7 de outubro de 1955, o Sr Bispo expediu o Decreto erigindo canonica- menteaParóquia:“Porestenossodecre- to e usando de nossa jurisdição ordiná- ria,havemosporbemcriar,comodefato criamos, em territórios desmembrados das Paróquias do Senhor Bom Jesus e Santa Cândida, a Paróquia de Santo An- tônio”.Nessemesmodia,oSenhorBispo nomeavatambémoprimeiropároco,frei Cláudio Coccolini: “Havemos por bem nomear, como de fato nomeamos, pela nossa presente portaria, o Revmo Frei Cláudio Coccolini, Vigário da referida paróquia”. No dia 9 , já com o salão-ca- peladisponívelparauso,massemreboco nem forro, na presença do Sr. Bispo foi lido solenemente o decreto da ereção da nova paróquia e dada posse ao novo pá- roco.“ Frei Cláudio sempre encontrou leigos atuantes entre seus paroquianos, que aos poucos foram organizando os movimentosreligiosos.Comoaumento do número de fiéis e de vias de comuni- cação em maior e melhor qualidade, os habitantesdaParóquia,mobilizadospor frei Cláudio, começaram a campanha para a construção de uma nova igreja. Em 1958 ou 59 o arquiteto Carlo Ba- rontini elaborou um projeto moderno e arrojado e já em 1960 começaram os trabalhos para arrecadação de fundos.“ Em 1959, o Sr. Abílio Geronasso fez doação à Ordem Dominicana de mais três lotes do mesmo terreno, e em 1960 a Mitra Arquidiocesana transferiu para a Ordem adquiriu nesse mesmo ano. Com a disponibilização do terreno, foram constituídas as comissões para a arrecadação de fundos. E no dia 18 de junho de 1961 tiveram lugar a bênção e o lançamento da pedra fundamental da novaigreja.“ Daíparaafrentefoisendo levantada lentamente a nova Igreja, frei Cláudio trabalhando com suas próprias mãos, e o povo colaborando sempre com tanta generosidade. Em outubro de 1971 – depois de 16 anos de pároco –FreiCláudiodeixouCuritiba.Emabril do ano seguinte frei José Salles tomou posse da paróquia e deu continuidade aostrabalhosdaconstrução.Em1974foi colocadaacoberturaeem1975osvitrais. Em 1979 o forro e a instalação elétrica. Emoutubrode1980,oaltardemármore. Em 1984 as obras estão praticamente completas. Infelizmente não consegui- mosdeterminarcomexatidãoquandoos ofícioslitúrgicosdeixaramdeterlugarna capela-salão primitiva e passaram para o recinto da nova igreja.“ No final de 1985 frei José João Salles foi acometido porderramecerebralefreiEduardoQui- rino assumiu a direção da Paróquia, até maio do ano seguinte, quando frei João Basíliofoinomeadopároco.Permaneceu no cargo até fevereiro de 1992, sendo sucedido por frei José Roberto Batista de Oliveira.“ Durante o mandato de Frei José Roberto foi construído o Cen- tro Pastoral atual. Em agosto de 1997 sucedeu-o Frei José Aparecido Pinto na direção da Paróquia e que permaneceu apenas até maio do ano seguinte. Nesse mês tomou posse Frei Estevão Nunes, que permaneceu como administrador paroquial até fevereiro de 1999. Neste período foi feita a praça da igreja, com as grades.“ Em fevereiro de 1999 chega frei Bruno (frei Edivaldo Antônio dos Santos), que assume a Paróquia e nesse mesmo ano começa a reforma do presbitério da igreja, a sua pintura interna e a melhoria da iluminação. Permanece até início de janeiro de 2001, substituído por Frei Estevão Nunes que retorna.“ Em 2001 foi construída a cozinha nova, em 2002 foi reformado o salão, e agora entregamos esta torre.“ Frei Estevão Permanece como pároco até janeiro de 2005, assumindo em seu PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO lugar frei Marcelo Pimentel que entre outras obras realizadas, reformou todo o estacionamento e jardim da paró- quia. Frei Marcelo permanece como administrador paroquial até outubro de 2007, onde em seu lugar assume Frei Edmilson de Oliveira transferido de Goiânia.“ A generosidade dos paro- quianos de Santo Antônio nunca faltou, desde o início, como acabamos de ver. Agora também, foi com a colaboração de todos que esta obra foi levantada. Vocês me perdoem, não podemos citar nomes, primeiro porque foram tantos, segundo porque ao citarmos nomes sempre acabamos cometendo algum esquecimento e por tanto alguma injus- tiça. Com grandes ofertas em material, em trabalho, em dinheiro, não tivemos dificuldade nenhuma, todos vocês di- zimistas também estão aqui presentes nessa obra. Deus conhece um por um, Deus sabe que cada um colaborou com o coração e por isso Deus há ser-lhes a recompensa Missas: segunda-feira, 19:15; ter- ça-feira, 07:00, 16:00 e 19:15 (nove- na de Santo Antônio); quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, 07:00 e 19:15; sábado, 07:00 e 16:00, do- mingo, 07:00, 09:00, 11:00 e 19:00. Av. Paraná, 1939, Boa Vista. Foto de Foto: Fabio Ortolan / Fotografando Curitiba 14
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    Setembro 2019 O desespero deficar sem o o seu telefone celular ou não poder usar por ausência de sinal, a bateria chegando à carga mínima ou término de crédito do plano contratado. Nanofobia, não está relacionada ao tempo em que a pessoa fica no aparelho, mas aos prejuízos que o uso acarreta em sua vida. A preocu- pação com as curtidas e compartilha- mentos de uma imagem, deixar de ter contato com pessoas próximas, sentir-se mais feliz na vida virtual que no mundo real, deixar de dar valor e aproveitar os momentos da vida para postar uma sel- fie, ansiedade ‘daquele’ contato que não dáretornodamensagem,sãoalguns dos sinais que você está saindo do limite. Segundo Dora Goes, psicóloga do Programa de Transtornos do impulso, do Instituto de Psiquiatria da USP (Uni- versidade de São Paulo), o uso abusivo do celular pode desencadear nomofobia (do inglês “no mobile phobia’’) que pode desencadear depressão. Atualmente podemos ‘assistir’ pessoas que ficam em pânico, se sente impotente, o senti- mento de angustia quando não pode se comunicar sem seu aparelho de celular. Quando não se consegue se concentrar em outras atividades por estar atento no que está acontecendo no aparelho, eis aí, um grande problema. A psicologa ainda explica que o transtorno é percebido quando o uso do celular passa a ter prejuízos na vida da pessoa. São 71 milhões de brasileiros aces- sam a internet somente pelo celular. Esse grupo representa 56% do total de 126,9 milhões de usuários de internet no Brasil (pessoas que acessaram a web pelo menos uma vez nos últimos três meses). Outros 51 milhões (40% dos internautas) se conectam tanto pelo celular quanto pelo computador. Os dados fazem parte da nova edição anual da pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br),Nic.br e GGl.br, a partir de entrevista em 23.508 domí- cilios de 350 municípios entre outubro de 2018 e março de 2019. O pesquisador do Instituto Delete, empresa dedicada a orientar e informar à sociedade so- bre o uso consciente das tecnologias, Eduardo Guedes afirma que a principal causa para o abuso no uso do celular é a ansiedade. Muitas pessoas usam o celular como muleta, porque se sentem sozinhas, e veem o celular como companhia. São ansiosas, têm pânico, e o celular faz o contato com o mundo. Para o pesquisa- dor, o principal problema é a substitui- ção da vida social pelas relações virtuais, e isso se torna um círculo vicioso, que se agrava cada vez mais. Tivemos uma paciente extremamen- te ansiosa que trocou o vício do cigarro pela tecnologia. Ela teve problemas pulmonares por causa do cigarro e trocou o vício. Ela começou a jogar a fazendinha do Facebook, mas o grau de dependência era tanto, que se ela tivesse problemas de conexão com a internet, ela ia para a LAN house mais próxima à casa dela para fazer a colheita na hora certa. De acordo com a psicóloga, os mais jovens, entre 13 e 25 anos, são os mais propensos a desenvolver o vício, idade na qual a opinião dos outros ainda é muito influente. Guedes ainda afirma que o uso abu- sivo das redes sociais acontece porque falar de si mesmo gera prazer. Segundo ele, em uma conversa normal, falamos de nós mesmos 30% do tempo. Nas redes sociais, falamos de nós cerca de 90% do tempo. E isso é alimentado pelas curtidas e comentários dos outros usuários. Na visão da psicologa da USP, além do prejuízo social, das relações inter- pessoais, outra consequência negativa é a alteração do padrão do sono. As pessoas simplesmente não des- ligam o celular. Tem gente que dorme com o celular debaixo do travesseiro pra ver as mensagens durante a noite. Por isso, a alteração do padrão do sono também se caracteriza como sintoma, e mais do que isso, como consequên- cia, porque isso afeta todas as demais atividades que a pessoa faz. Consequentemente, tudo se torna uma cadeia de prejuízos, explica Dora. Já que, além de dormir mal, a pessoa acaba produzindo menos, seja no tra- balho ou na escola, porque não teve um sono reparador. Falando em outras atividades, um dos maiores perigos é o trânsito, não só pelo fato de poder aca- bar dormindo ao volante, mas também pelo fato de não parar de ver mensagens enquanto dirige. Além do vício e do padrão do sono, a psiquiatra explica que outras conse- quências da nomofobia podem ser a falta de concentração, problemas de visão (por causa da exposição à tela), sedentarismo, tendinite, problemas na coluna por causa da postura, e até na alimentação. Ovícioemtecnologiapodemascarar a depressão. Normalmente, a pessoa se sente mal por algum motivo externo e começa a se esconder nas redes sociais. Oproblemaéqueissoacabavirandoum círculo, porque ela se isola ainda mais e se sente mais sozinha, e isso continua. “Mostrar é mais importante do que o viver’’ Dora acredita que as pessoas desaprenderam a viver. Para a psicolo- ga, muitos viraram reféns de curtidas e compartilhamentos. Ao invés de serem felizes, elas que- rem mostrar que são. O mostrar passou a ser mais importante do que o viver ou fazer. Isso faz com que a pessoa tenha menos prazer em viver a vida. A especialista dá o nome de socie- dade do espetáculo para este fenômeno. Para ela, as pessoas se sentem mal com a vida que têm, e precisam mostrar o que estão fazendo para agregar valor ao que fazem. Para mim, há uma deturpação do que agrega valor à vida ou não. Mas isso é retroalimentado, porque, quanto mais eu mostro, mais os outros querem ver. As pessoas deixaram de desfrutar do momento para postar. E fica um buraco, uma falta de sentido, e os likes e comentários preenchem esse vazio. Aí, quando vem o vazio de novo, eu posto outra vez. A pessoa se torna extremamente dependente da opinião dos outros. A noção de felicidade é instantânea. Dora Goes ainda ressalta que quem convive com a pessoa que exagera no uso do celular percebe melhor a de- pendência. A pessoa até sabe que usa muito, mas normalmente perde o senso crítico de que está exagerando. Por isso, quem está convivendo com a pessoa percebe melhor e deve procurar ajudar. Segundo Guedes, a questão é que, normalmente,sepercebequandoovício já está no último estágio, do conflito com pessoas mais próximas. Por isso que é importante o trabalho de conscientização para a prevenção. Porque o uso do celular ainda é social- mente aceito. Se você está no trânsito e vê alguém bebendo enquanto dirige, você se incomoda, mas se você vê a pessoa no celular ou digitando uma mensagem, ainda não é visto como um problema. Nomofobia, os sintomas e as consequências do uso desta tecnologia 15
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    Setembro 2019 Curitibinhas de escolasmunicipais e moradores dos doze bairros que for- mam a Regional Boa Vista participaram na tarde desta sexta-feira (6/9) do ato cívico, na Rua da Cidadania, em come- moração à Semana da Pátria. Cerca de 300 pessoas, entre adultos e crianças prestigiaram o evento, uma aula aberta sobre a história do Brasil e dos festejos pelos 197 anos de independência do País. “Já ficou a Pátria livre, agora vamos viver pelo Brasil. Viver pelo Brasil é fazer o bem, e quando nós fazemos o bem o bem reverbera ao infinito”, disse o prefeito Rafael Greca, ao saudar os participantes. Ao som da Banda Lyra, a Guarda Municipal fez o hasteamento das ban- deiras de Curitiba, Paraná e do Brasil. Os estudantes encantaram os presentes com a apresentação da canção Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. Coral A música foi interpretada por um coral de 200 vozes, formado por estu- dantes das escolas municipais Duílio Calderari, Julia Amaral Di Lenna, José Wanderley Dias, Raul Gelbeck, CEI Augusto Cesar Sandino e Tanira Regina Schmidt . “O Brasil é o rosto de esperança que eu vejo em vocês, que me ilumina, me emociona e que enche o meu coração de prefeito de alegria”, disse Greca. “Orgulho de vocês, das nossas crian- ças, dos nossos curitibinhas e da nossa amada cidade”, completou o prefeito. Depois de participarem de ativida- des lúdicas animadas pelo personagem Curitibinha (o ator Douglas Perez), crianças e adultos assistiram a peça te- atral da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) que narrou a história da Inde- pendência do Brasil. CIDADANIA BOA VISTA CELEBRA OS 197 ANOS DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL Independência A encenação retrata o momento em que a esposa de Dom Pedro, Maria Leo- poldina,escreveumacarta,aconselhada por José Bonifácio. Na carta, ela narra as ordens vindas de Lisboa para que o príncipe voltasse para Portugal, o que faria o Brasil retor- nar ao status de colônia. E recomenda queomaridoproclameaindependência do País. O ponto alto da apresentação aconteceu quando o soldado da Polí- cia Militar, Elder Aurélio de Andrade Purkotte, caracterizado como Dom Pedro I, entrou no centro de esportes montado num cavalo branco para o brado de histórico: “Independência ou morte”. Para o estudante da Escola Munici- pal Professora Tanira Regina Schmidt, no Abranches, Erick Goros Preto, 9 anos, ter participado do evento serviu para reforçar o que ele já havia apren- dido em sala de aula. “O Brasil deixou de ser uma colônia e se tornou livre de Portugal”, contou Erick. As estudantes da Escola Municipal CEI José Wanderlei Dias, Hanna Sene e Luísa Cordeiro, 9 anos, capricharam durante a apresentação musical. “Aqua- rela é uma música que fala das belezas do nosso país. É bela como o Brasil”, disse Hanna. Para Luísa, cantar bonito na cerimonia foi como ter oferecido um presente aos brasileiros. “Eu sonho que as pessoas só vejam coisas bonitas do Brasil na televisão e que queiram vir conhecer e cuidar do meu país”, disse a estudante. Além dos curitibinhas participaram do ato cívico moradores dos bairros Abranches, Atuba, Bacacheri, Bairro Alto, Barreirinha, Boa Vista, Cachoeira, Pilarzinho, Santa Cândida, São Louren- ço, Taboão e Tingui. “Foi um evento festivo, de home- nagens e muita alegria. É uma caracte- rística das comunidades que formam a regional”, disse a administradora do Boa Vista, Janaina Lopes Gerh. O encerramento das atividades da SemanadaPátriaaconteceUnOsábado, 7 de setembro, às 9h, com o tradicional desfile na Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico. Feira Ao fim do evento, o prefeito Rafael Greca visitou a Feira Regional do Boa Vista. Desde agosto, atendendo à so- licitação feita por moradores durante a reunião Prefeitura nos Bairros, a feira ganhou um segundo dia de funcionamento. Agora os artesões do bairro têm espaço para a comer- cialização dos produtos às quartas e sextas-feiras. Presenças Estiveram presentes ao ato cívico a secretária municipal da Educação, Maria Silvia Bacila; a presidente da Fun- dação Cultural de Curitiba, Ana Cris- tina de Castro; o secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Emílio Trautwein; o presidente da Cohab, Jose Lupion Neto e o vereador Oscalino do Povo. Imagem: Pedro Ribas /SMCS Foto: Pedro Ribas/SMCS 16