O Começo...
Conferência deEstocolmo – 1972
Abordagem do ecodesenvolvimento.
Três critérios:
a) equidade social;
b) prudência ecológica;
c) eficiência econômica.
3.
Desenvolvimento Sustentável
Conceito ONU– 1987
Relatório “Nosso futuro comum”
“Desenvolvimento sustentável é
aquele que atende às necessidades do
presente sem comprometer a
possibilidade das gerações futuras de
atenderem às suas próprias
necessidades”
4.
Objetivos de políticaambientais
a) Retomar o crescimento como condição
necessária para erradicar a pobreza;
b) Mudar a qualidade do crescimento para torná-lo
mais justo, equitativo e menos intensivo em
matérias-primas e energia;
c) Atender às necessidades humanas essenciais
de emprego, alimentação, energia, água e
saneamento;
d) Manter um nível populacional sustentável;
e) Conservar e melhorar a base de recursos;
f) Reorientar a tecnologia e administrar os riscos;
g) Incluir o meio ambiente e a economia no
processo decisório.
5.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Século XVIII– Inglaterra
Máquina a vapor.
Aumento da produtividade
Mais produtos.
Mais recursos naturais
Novos hábitos
Crescimento demográfico
Difusão da industrialização
Aumento da população
6.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Consequências:
Abastecimento deágua, esgotamento
sanitários, deposição de resíduos sólidos,
Fumaça;
Epidemias de cólera, febre tifoide;
Expansão da área agrícola;
Exploração de madeira (carvão) e moradias;
Minérios;
Desmatamento;
Desequilíbrio ambiental.
7.
INDUSTRIALIZAÇÃO...
Europa Ocidental, EstadosUnidos, Canadá,
Japão, alcançaram padrão de vida nunca visto.
Liberdade política;
Acesso à Educação;
Acesso à Saúde;
Grande capacidade de renda e consumo;
Gastou mais recursos naturais para fabricar bens de
consumo que em toda a História da Humanidade.
E O RESTO DO MUNDO?
POBREZA!
8.
USO DESMEDIDO DERECURSOS
Uso “sem freio” – entre 1950 e 2000
Consequências: problemas ambientais
- Alta concentração populacional;
- Consumo exacerbado de recursos naturais,
alguns não renováveis, como petróleo e carvão
mineral;
- Devastação das florestas;
- Extinção de espécies de fauna e flora;
- Contaminação do ar, do solo e das águas.
9.
Alguns resultados... Nãotão bons...
Sumiço de seres vivos;
Poluição do ar;
Poluição do solo urbano;
Poluição da água;
Poluição sonora;
Poluição visual;
Congestionamentos frequentes;
Carência de áreas verdes;
Chuva ácida;
Inversão térmica
Ilhas de calor...
10.
O que veremoshoje?
1- Historicidade;
2 - Conceitos básicos: grupos de influência;
3 - Influência do mercado;
4 - Influência na sociedade;
5 - Mudança de visão das empresas: instituição
sociopolítica.
6 - Produção limpa, sustentabilidade empresarial
11.
Gestão: o queé?
Processo de articulação de ações dos
diferentes agentes sociais que
interagem em dado espaço, visando
determinados objetivos, tendo como
base princípios e diretrizes
previamente acordadas.
12.
Gestão: o queé?
Conjunto de medidas e procedimentos
definidos e que devem ser
adequadamente aplicados para o
alcance de objetivos estabelecidos.
13.
E Gestão Ambiental,o que é?
Conjunto de atividades e
procedimentos sistematizado para
garantir o uso de recursos ambientais,
observando-se os limites de sua
exploração.
Ação institucional (poder público ou
empresas) para implementar uma
política ambiental, assegurando o nível
de desempenho preestabelecido.
14.
Estrutura Orientada peloEstado
I - Instrumentos:
a) Ambiente legal (leis, normas);
b) Fiscalização;
c) Controles;
d) Incentivos;
II – Efeitos
a) Custos de produção (ambientais e sociais);
b) Competitividade (país e empresas)
Economia x Meio Ambiente (dilema ou solução?
Rio - CNUMAD
Conferênciadas Nações Unidas sobre o Meio
Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD)
5 documentos para guiar discussões.
• Agenda 21 (Agenda para o século XXI);
• Convênio da Diversidade Biológica (CDB);
• Convênio sobre as Mudanças Climáticas;
• Princípios para Gestão Sustentável das
Florestas;
• Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e
Desenvolvimento.
17.
Ecologia Industrial
Envolve análisede processos industriais,
produtos e serviços sob a ótica da
competitividade e da adequação ambiental.
Combina meio pelos quais a humanidade pode
deliberada e racionalmente busca a
sustentabilidade face à evolução econômica,
cultura e tecnológica.
A visão da Ecologia sobre um sistema
industrial faz uso de analogias biológicas.
18.
Conferência Rio 92...
ConselhoEmpresarial para o Desenvolvimento
Sustentável participou da temática empresa e meio
ambiente.
Documento: Mudando o rumo: uma perspectiva global do
empresariado para o desenvolvimento e o meio
ambiente.
Premissa:
Desenvolvimento sustentável como bom negócio;
Cria vantagens competitivas e novas oportunidades;
Exige mudanças profundas na atitude empresarial;
Ética no modelo de se fazer negócios.
19.
Rio 92...
Outro documentosbásico do empresariado
Ecoeficiência: criando mais valor
com menos impacto
Apresenta alguns fatores que constroem a
sustentabilidade empresarial.
Crescimento econômico
e utilização da natureza.
Como fazer?
20.
Declaração de Princípiosda Indústria
para o Desenvolvimento Sustentável
1. Promover a efetiva participação proativa do setor industrial, em
conjunto com a sociedade, os parlamentares, o governo e
organizações não governamentais no sentido de desenvolver e
aperfeiçoar leis, regulamentos padrões ambientais;
2. Exercer a liderança empresarial, junto à sociedade, em relação
aos assuntos ambientais;
3. Incrementar a competitividade da indústria brasileira, respeitados
os conceitos de desenvolvimento sustentável e o uso racional
dos recursos naturais e de energia;
4. Promover a melhoria contínua e o aperfeiçoamento dos sistemas
de gerenciamento ambiental, saúde e segurança do trabalho nas
empresas;
5. Promover a monitoração e a avaliação dos processos e dos
parâmetros ambientais nas empresas. Antecipar a análise e os
estudos das questões que possam causar problemas ao meio
ambiente e à saúde humana, bem como implementar ações
apropriadas para proteger o meio ambiente;
21.
Declaração...
6. Apoiar ereconhecer a importância do envolvimento contínuo e
permanente dos trabalhadores e do comprometimento da
supervisão nas empresas, assegurando que os mesmos tenham o
conhecimento e o treinamento necessários com relação às
questões ambientais;
7. Incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias limpas,
com o objetivo de reduzir ou eliminar impactos adversos ao meio
ambiente e à saúde da comunidade;
8. Estimular o relacionamento e as parcerias do setor privado com o
governo e com a sociedade em geral, na busca do
desenvolvimento sustentável, bem como na melhoria contínua
dos processos de comunicação;
9. Estimular as lideranças empresariais a agir permanentemente
junto à sociedade com relação aos assuntos ambientais;
10. Incentivar o desenvolvimento e fornecimento de produtos e
serviços que produzem impactos inadequados ao meio ambiente
e à saúde da comunidade;
11. Promover a máximo divulgação e conhecimento da Agenda 21 e
estimular sua implementação.
22.
Sustentabilidade Econômica, Sociale Ambiental
Dimensões:
Econômica.
Empresas devem ser economicamente viáveis, com rentabilidade,
com retorno ao investimento realizado pelo capital privado.
Social
Proporcionar aos funcionários melhores condições de trabalho,
contemplar diversidades culturais; participar de atividades
sociais.
Ambiental
Ecoeficiência nos processos, produção mais limpa, cultura
ambiental, responsabilidade ambiental.
23.
Poluidor-Pagador
Princípio do Poluidor-Pagador(PPP)
Importante instrumento de políticas
governamentais e principais normas do
Direito Ambiental, o princípio do poluidor-
pagador, ou de “quem contamina-paga”,
faz com que a organização que contamine
se torne responsável pelo pagamento do
prejuízo causado.
24.
Estratégias empresariais -Opções
Não Cumprimento
Adotada por empresas que não cumprem a legislação
ambiental devido aos custos ou baixa percepção da
importância do fator ambiental.
Cumprimento
A organização escolhe uma estratégia reativa, cumpre a
legislação vigente.
Cumprimento a mais
Proatividade. Política ambiental além das exigências.
Adotam instrumentos voluntários de política ambiental.
Selos ecológicos, certificados de gestão como ISO 14001.
25.
Estratégias empresariais -Opções
Excelência comercial e ambiental
Estratégia baseada na premissa de que a “gestão
ambiental é boa administração”. Qualidade.
Empresas que buscam excelência ambiental.
Projeta e desenvolve produtos e processos limpos.
Consideram contaminação equivalente à ineficiência.
Liderança ambiental
Empresas observam práticas mais avançadas do setor e
incentivam a força de trabalho para “trabalhar com base
numa ética ambiental”.
De modo geral são as primeiras a assumir novas medidas
de cunho ambiental.
26.
Estímulos Internos
Redução decustos:
Material por unidade produzida, uso mais eficiente de
recursos como energia e água. Em médio e longo prazos,
benefícios com redução de resíduos com menores custos
futuros para manejo e disposição desses dejetos;
Qualidade do produto:
Qualidade ambiental traz elevação da qualidade do
produto: durabilidade, confiabilidade e facilidade na
manutenção;
Melhoria da imagem da empresa:
Uma empresa com reconhecimento ambiental tem
imagem positiva junto aos consumidores;
27.
Estímulos internos
Inovação:
Sistema incorporainovação como componente fundamental e
permanente na estrutura da Organização.
Empresa inova para se diferenciar de seus concorrentes e
ganhar mercados e novas oportunidades
Responsabilidade social
Colaboradores cada vez mais responsáveis em relação à
comunidade, pois já compreendem o papel da Empresa na
poluição ambiental.
A conservação do meio ambiente inclui a preocupação com as
necessidades das gerações futuras, com a diversidade
cultural e social na comunidade.
28.
Estímulos externos
Mercado:
Aumento dasexigências ambientais de clientes e consumidores.
Empresas a adequar sua forma de atuar, alterando processos e
produtos em desacordo com o meio ambiente;
Concorrência:
Podem ser um estímulo à adoção de métodos novos.
Empresa cada vez mais está relacionada ao sistema de Gestão
Ambiental;
Poder Público e Legislação Ambiental:
Controle do governo aumenta cada vez mais.
Empresas conhecem Legislação vigente, antever legislação futura
de seus países e dos países para os quais exportam.
Regulação ambiental é um dos fatores mais determinantes para que
as empresas adotem medidas voltadas para a Gestão Ambiental;
29.
Estímulos externos
Sociocultural:
consumidores esociedade são as partes mais
significativas da pressão exercida, colocando exigências
sobre os produtos e os processos de produção.
Processos produtivos antes divulgados, conhecidos por
pessoas de fora da empresas, hoje se popularizaram
pelos meios de comunicação.
Certificações ambientais:
Certificações e selos de qualidade ambiental têm cada
vez mais virado estímulo de peso para as empresas.
Muitos clientes de países desenvolvidos exigem
certificação reconhecida, como a norma ISO 14000.
30.
Abordagens industriais
a) Defensiva:
-Conformidade legal;
- Ausência de publicidade negativa;
b) Determinada pelo custo:
- Redução de recursos (materiais, embalagens);
- Redução da complexidade;
c) Proativa:
- Foco do usuário e da sociedade;
- Melhora os negócios, vende mais, vale mais.
31.
Atividades sustentáveis defensivas
AtividadeDirecionador
Observar leis e regulamentos Imagem, penalidade
ISO 4001 (documentos) Concorrência
Rotulagem ambiental Concorrência
Substância com relevância ambiental Publicidade
Obrigações de receber devoluções Imagem, penalidade
Prevenir problema socias, conflitos Publicidade
Menos uso de utilitários Reduzir recursos
32.
Atividades sustentáveis redutorasde efeitos
Atividades Direcionador
Aplicação de materiais Reduzir peso
Redução de embalagens Reduzir peso e volume
Uso de material reciclado Reduzir carga ambiental
Facilidade de (des)montagem Tempo, custo
Simplificação Reduzir material (fios, cabos, circuitos)
Assistência de fornecedores Menor uso de recursos
33.
Atividades sustentáveis proativas
AtividadesDirecionador
Sustentabilidade em processo
de negócios Valor de entrega
Produtos verde Mais verde que
concorrência
Design c/ custo + baixo - Consumo energia
Design c/ melhor composição química
Ser uma empresa
“solidária”
Design c/ materiais verdes Reduzir recursos
Design duradouro “Sentir-se bem”
Proativa Cadeia de suprimento Valor societal
34.
Estudo de ImpactoAmbiental - EIA
Relatório técnico, elaborado por equipe
multidisciplinar, independente do
empreendedor, profissional e tecnicamente
habilitada para analisar os aspectos físicos,
biológicos e socioeconômico do ambiente.
Atender a princípios e objetivos da Lei da
Política Nacional do Meio Ambiente.
35.
EIA
Diretrizes gerais:
I. Contemplaralternativas tecnológicas e de localização do projeto,
confrontando-as com a hipótese de não execução do projeto;
II. Identificar e avaliar impactos ambientais nas fases de
implantação e de operação;
III. Definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente
afetada pelos impactos, denominada área de influência do
projeto, considerando, em todos os casos, a bacia hidrográfica
na qual se localiza;
IV. Considerar planos e programas governamentais, propostos e em
implantação, na área de influência do projeto e sua
compatibilidade (inclusive diretrizes específicas e peculiares ao
projeto, fixadas pelo órgão estadual e municipal).
36.
EIA – Conteúdomínimo
I. Informações do empreendedor (identificação, histórico,
localização, etc.);
II. Caracterização do empreendimento (objetivos, porte, etapas de
implantação etc.);
III. Área de influência do empreendimento;
IV. Diagnóstico ambiental da área de influência – descrição e
análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como
existentes, com os meios Físico, Biológico e Socioeconômico;
V. Análise dos impactos e alternativas – Identificação, Previsão de
Magnitude e Importância (permanência, reversibilidade,
cumulatividade, sinergismo, distribuição social, dos custos e
benefícios etc.) dos Impactos relevantes prováveis;
VI. Definição de medidas mitigadoras dos Impactos Negativos;
VII. Definição de Programa de Acompanhamento e Monitoramento
dos impactos e das medidas mitigadoras através dos fatores e
parâmetros ambientais de interesse.
37.
Relatório de ImpactoAmbiental - RIMA
Relatório-resumo dos estudos do EIA
I. Objetivos e Justificativas do empreendimento;
II. Descrição do empreendimento e das alternativas
locacionais e tecnológicas existentes (área de
influência, matéria prima, energia, processo, efluentes,
resíduos; etc.);
III.Síntese dos resultados do diagnóstico ambiental;
IV.Descrição dos Impactos Prováveis;
V. Caracterização da qualidade ambiental futura;
VI.Efeitos esperados das medidas mitigadoras;
VII.Programa de acompanhamento e monitoramento;
VIII. Conclusões e recomendações da alternativa mais
favorável.
38.
Precisam de EIA/RIMA:
I.Estradas de rodagem com 2 ou mais faixas de rolamento;
II. Ferrovias;
III. Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;
IV. Aeroportos;
V. Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e
emissários de esgotos sanitários;
VI. Linhas de transmissão de energia elétrica acima de 230 KW;
VII. Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais
como barragem para quaisquer fins hidrelétricos acima de 10
MW, obras 10 11 de saneamento ou de irrigação de abertura de
canais para navegação, drenagem e irrigação, abertura de
canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de
cursos de água, abertura de barras e embocaduras,
transposição de bacias, diques;
VIII. Extração de Combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);
IX. Extração de minério;
39.
Precisam de EIA/RIMA
X.Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos
tóxicos ou perigosos;
XI. Usinas de geração de eletricidade, para qualquer energia
primária, com potência instalada acima de 10 MW;
XII. Complexo industriais e agroindustriais (petroquímicos,
siderúrgicos, químicos, destilarias de álcool, hulha, extração e
cultivo de recursos hidróbios;
XIII. Distritos Industriais e Zonas estritamente industriais (ZEI);
XIV. Exploração de madeira ou lenha, em grandes áreas;
XV. Projetos urbanísticos, acima de 100 ha;
XVI. Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou
produtos similares, superior a dez toneladas por dia;
XVII. Projetos agropecuários que contemplem áreas significativas
em termos percentuais ou de importância do ponto de vista
ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental.
40.
Ecoeficiência
Empresa ecoeficiente:
A ecoeficiênciaatinge-se através da oferta de
bens e serviços a preços competitivos, que, por
um lado, satisfaçam as necessidades humanas e
contribuam para a qualidade de vida e, por outro,
reduzam progressivamente o impacto ecológico
e a intensidade de utilização de recursos ao
longo do ciclo de vida, até atingirem um nível,
que pelo menos, respeite a capacidade de
sustentação estimada para o planeta.
(Dias, 2015 apud wbcsd, 2000).
41.
Ecoeficiência - Objetivos
1- Reduzir consumo de recursos, inclusive minimização
da utilização de energia, dos materiais, da água e solo
com favorecimento da reciclagem e durabilidade do
produto no intuito de fechar o ciclo dos materiais;
2 - Reduzir impacto na natureza, inclusive minimizar
emissões gasosas e líquidas, reduzir desperdícios e
dispersão das substâncias tóxicas e incentivar
utilização consciente dos recursos renováveis;
3 - Melhorar o valor de serviços e produtos, fornecendo
mais benefícios aos clientes, oferecendo mais
serviços extras, vendendo necessidades funcionais.
42.
Comunicação do balançoambiental
Completa:
Aborda tudo que é significante.
Compreensível:
Adequada ao contexto cultural, social, educacional e
econômico dos stakeholders.
Responsiva:
Compatível com a resposta esperada pelo interessados.
Acurada:
Contém detalhes suficientes, é útil e precisão pode ser
avaliada.
43.
Comunicação do balançoambiental
Balanceada:
Destaque igual para pontos positivos e
negativos da informação sobre impactos.
Atualizada:
Tempo o mais atual possível.
Acessível:
Disponível ao público interessado pela
informação.