O documento discute a estética da violência e como as máquinas e a indústria cultural promovem a violência e a homogeneização das massas. Adorno argumenta que as máquinas exigem movimentos que restringem a experiência humana e promovem brutalidades. A indústria cultural tecnifica os indivíduos e cria uma massa homogênea. Horkheimer afirma que as máquinas expeliram os operadores e agora funcionam cegamente, enquanto a razão se tornou irracional no momento do consumo.