ESPAÇO CONFINADO
LOGO
NR 33
fh
HISTÓRIA DO
ESPAÇO
CONFINADO
Os canários foram introduzidos nesse trabalho
no final dos anos de 1800;
Em 1896, John Haldane foi convidado para ajudar a determinar as causas de
uma explosão que ocorreu pelo acumulo de monóxido de carbono em uma
mina de carvão;
Foi então que ele teve a ideia de providenciar um detetor de gases que teria a
função de alertar os trabalhadores quanto a presença de atmosfera nociva, o
resultado foi a gaiola de Canários;
NR 33
• Em 2001, NBR 14787 que padronizava as atividades com passo a passo,
só trazia o conceito;
• Levantamento da OIT entre 2001 e 2006;
• Em 2006 entra em vigor a NR 33:
OBRIGATORIEDADE PARA O EMPREGADOR;
OBRIGATORIEDADE PARA O TRABALHADOR, VIGIA E SUPERVISOR;
• Em 2015 a NBR 14787 foi cancelada e em 2017 entrou em vigor a 16577;
MOMENTO
INTRODUTÓRIO
Vamosdefinirumplanodeemergência?
Vamosnosconhecermelhor?
Vamosdefinirnossoshorários?
Vamosjuntoscolocarnossosaparelhosemmodo
silencioso?
BomTreinamento.
OBJETIVOS DO TREINAMENTO
a) Informar sobre os perigos
existentes em espaços
confinados.
b) Controlar os perigos existentes em espaços confinados antes
do início e durante toda a execução de trabalhos em seu interior.
OBJETIVOS DO TREINAMENTO
c) Definir e padronizar os
requisitos mínimos de
segurança para a
liberação do ingresso de
pessoas em espaços
confinados.
d) Evitar a ocorrência de acidentes pessoais durante a
execução de qualquer atividade em espaços confinados.
OBJETIVOS DO TREINAMENTO
e) Proteger a integridade física e a saúde dos trabalhadores.
CONCEITO LEGAL – NR - 33
33.2.2 Considera-se espaço confinado qualquer área ou
ambiente que atenda simultaneamente aos seguintes requisitos:
CONCEITO
a) não ser projetado para ocupação humana
contínua;
GEOMETRIA
ACESSO
b) possuir meios limitados de entrada e saída; e
ATMOSFERA c) em que exista ou possa existir atmosfera perigosa.
Beleza, tranquilo até aqui, mas o que seria essa
atmosfera perigosa?
A resposta está na própria NR-33. Vejamos:
33.2.2.1
Considera-se
atmosfera
perigosa aquela
em que estejam
presentes uma
das seguintes
condições:
a) deficiência ou
enriquecimento de
oxigênio;
c) seja caracterizada
como uma atmosfera
explosiva.
b) presença de
contaminantes com
potencial de causar danos
à saúde do trabalhador; ou
CONCEITO
CONCEITO PREVENCIONISTA
3.25 espaço confinado qualquer área não projetada
para ocupação humana contínua, a qual tem meios
limitados de entrada e saída ou uma configuração
interna que possa causar aprisionamento ou asfixia
em um trabalhador e na qual a ventilação é
inexistente ou insuficiente para remover
contaminantes perigosos e/ou
deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam
existir ou se desenvolver ou conter um material com
potencial para engolfar/afogar um trabalhador que entrar
no espaço
AMBIENTE
ACESSO ATMOSFERA
3 A
RECONHECIMENTO,
AVALIAÇÃO E
CONTROLE DE
RISCOS
Os espaços confinados são identificados por possuírem algumas
características, para facilitar nossa identificação, com base no
conceito legal e prevencionista, responda sim ou não, reflita uma
análise sobre quais medidas de controle devem ser adotadas:
OBSERVAÇÃO
Se todas as respostas forem positivas então o local é
legalmente um espaço confinado, na possibilidade de
alguma resposta negativa a obrigatoriedade deixa de
existir, fica facultativo ao empregador trabalhar com
padrões mais técnicos e rígidos, desde que possa cumpri-
lo.
33.2.2.2 Os espaços não destinados à
ocupação humana, com meios limitados de
entrada e saída, utilizados para armazenagem
de material com potencial para engolfar ou
afogar o trabalhador são caracterizados como
espaços confinados.
33.7.2 No que não conflitar com as disposições constantes desta NR,
recomenda-se a adoção das disposições previstas na norma técnica
ABNT NBR 16577 e suas revisões referente(s) a:
a) equipamentos de sondagem inicial e de monitoramento contínuo
da atmosfera;
b) serviço de emergência e salvamento; e
c) prevenção de riscos em espaços confinados mediante projeto.
GUPOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE
EMPREGADOR
RESP. TÉCNICO
ENVOLVIDOS INDIRETAMENTE NA
ATIVIDADE
EQ. RESGATE
EXECUTANTE
ENVOLVIDOS DIRETAMENTE NA
ATIVIDADE
SUPERVISOR
VIGIA
GUPOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE
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Responsabilida
des
Indicar formalmente o responsável técnico pelo cumprimento desta
norma;
Assegurar os meios e recursos para o responsável técnico cumprir as
suas atribuições;
Assegurar que o gerenciamento de riscos ocupacionais contemple as
medidas de prevenção para garantir a segurança e a saúde dos
trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com os espaços
confinados;
Providenciar a sinalização de segurança e bloqueio dos espaços
confinados para evitar á entrada de pessoas não autorizadas;
01
33.3.1 É RESPONSABILIDADE DA ORGANIZAÇÃO
02
03
04
RESPONSABILIDADES DA
ORGANIZAÇÃO
Providenciar a capacitação inicial e periódica dos
supervisores de entrada, vigias, trabalhadores autorizados
e da equipe de emergência e salvamento;
Fornecer as informações sobre os riscos e as medidas de
prevenção, previstos no Programa de Gerenciamento de
Riscos aos trabalhadores que interagem direta ou
indiretamente com os espaços confinados;
Garantir os equipamentos necessários para o
controle de riscos previstos no Programa de
Gerenciamento de Riscos;
RESPONSABILIDADES DA
ORGANIZAÇÃO
Assegurar a disponibilidade dos serviços de
emergência e salvamento, e de simulados,
quando da realização de trabalhos em
espaços confinados;
Supervisionar as atividades em espaços
confinados executadas pelas organizações
contratadas.
RESPONSABILIDADES DA
ORGANIZAÇÃO
Identificar e elaborar o
cadastro de espaços
confinados;
Adaptar o modelo da
Permissão de Entrada e
Trabalho - PET de modo
a contemplar as
peculiaridades dos
espaços confinados da
organização;
Elaborar os
procedimentos de
segurança
relacionados ao
espaço confinado;
RESPONSÁVEL TÉCNICO
Indicar os equipamentos para trabalho em espaços
confinados;
Elaborar o plano de resgate;
Coordenar a capacitação inicial e periódica dos
supervisores de entrada, vigias, trabalhadores
autorizados e da equipe de emergência e salvamento;
R
E
S
P
O
N
S
Á
V
E
L
T
É
C
N
I
C
O
33.5.20.2 O PLANO DE RESGATE DEVE CONTER
identificação dos
perigos associados
à operação de
resgate;
Designação da
equipe de
emergência e
salvamento, interna
ou externa,
dimensionada
conforme a
geometria, acessos
e riscos das
atividades e
operação de
resgate;
Tempo de
resposta para
atendimento à
emergência;
Seleção das técnicas
apropriadas,
equipamentos
pessoais e/ou
coletivos específicos e
sistema de resgate
disponíveis, de forma
a reduzir o tempo de
suspensão inerte do
trabalhador e sua
exposição aos perigos
existentes; e
Previsão da
realização de
simulados dos
cenários
identificados.
O Supervisor de Entrada deve desempenhar as
seguintes funções:
• Emitir a PET antes do início das atividades;
• Executar os testes e conferir os equipamentos, antes da
utilização;
• Implementar os procedimentos contidos na PET;
• Assegurar que os serviços de emergência e salvamento
estejam disponíveis e que os meios para os acionar
estejam operantes;
33.3.3 COMPETE AO SUPERVISOR DE ENTRADA
• Cancelar os procedimentos de entrada e trabalho, quando necessário;
• Encerrar a PET após o término dos serviços;
• Desempenhar a função de vigia, quando previsto na PET;
• Assegurar que o vigia esteja operante durante a realização dos trabalhos
em espaço confinado
NR 33
O Vigia deve desempenhar as seguintes funções:
• Permitir somente a entrada de trabalhadores autorizados em espaços confinados
relacionados na PET;
• Manter continuamente o controle do número de trabalhadores autorizados a entrar no
espaço confinado e assegurar que todos saiam ao término da atividade;
• Permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada, em contato ou comunicação
permanente com os trabalhadores autorizados;
• Acionar a equipe de emergência e salvamento, interna ou externa, quando necessário;
33.3.4 COMPETE AO VIGIA
• Operar os movimentadores de pessoas;
• Ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer algum sinal
de alarme, perigo, sintoma, queixa, condição proibida, acidente, situação não
prevista ou quando não puder desempenhar efetivamente suas tarefas, nem
ser substituído por outro vigia;
• Comunicar ao supervisor de entrada qualquer evento não previsto ou estranho
à operação de vigilância, inclusive quando da ordenação do abandono
RESPONSABILIDADE DO VIGIA, TRABALHADOR
AUTORIZADO E SUPERVISOR DE ENTRADA
O Vigia não poderá realizar outras tarefas que
possam comprometer o dever principal que é
o de monitorar e proteger os trabalhadores
autorizados.
Nr 33
O vigia pode acompanhar as atividades de mais de um espaço confinado,
quando atendidos os seguintes requisitos:
NR 33
Permanecer
junto à entrada
dos espaços
confinados ou
nas suas
proximidades,
podendo ser
assistido por
sistema de
vigilância e
comunicação
eletrônicas;
Que todos os
espaços
confinados
estejam no seu
campo visual,
sem o uso de
equipamentos
eletrônicos;
Que o número
de espaços
confinados não
prejudique suas
funções de vigia;
Que a mesma
atividade seja
executada em
todos os espaços
confinados sob
sua
responsabilidade
;
Seja limitada a
permanência de 2
(dois)
trabalhadores no
interior de cada
espaço confinado;
Seja possível a
visualização dos
trabalhadores
através do acesso
do espaço
confinado.
NR 33
NR 33
Cabe aos Trabalhadores
Autorizados:
Cumprir as orientações
recebidas nos treinamentos
e os procedimentos de
trabalho previstos na PET;
Utilizar adequadamente os
meios e equipamentos
fornecidos pela
organização;
Comunicar ao vigia ou
supervisor de entrada as
situações de risco para
segurança e saúde dos
trabalhadores e terceiros,
que sejam do seu
conhecimento.
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Gerenciamento
de riscos
ocupacionais
em espaço
confinado
A NR-33 cita que deve ser seguida a NR-01, com cuidados
adicionais, como o levantamento preliminar de perigos e o cadastro
de espaço confinado.
Cadastro de espaço confinado
A NR-33 determina que a empresa deve manter um cadastro do
espaço confinado, contendo algumas recomendações mínimas.
NR 33
Vejamos:
a) identificação do espaço confinado,
podendo para esse fim, ser utilizado
código ou número de rastreio;
b) volume do espaço confinado;
c) número de aberturas de entrada e
“bocas de visita”, e suas dimensões;
d) formas de acesso, suas dimensões
e geometria;
e) condição do espaço confinado
(ativo ou inativo);
f) croqui do espaço confinado (com
previsão de bloqueios e raquetes); e
g) utilização e/ou produto
armazenado e indicação dos
possíveis perigos existentes antes da
liberação de entrada.
33.5 Medidas de
prevenção em
espaços
confinados
33.5.1 Devem ser adotadas medidas para eliminar ou controlar os riscos de
incêndio ou explosão em trabalhos a quente, tais como solda, aquecimento,
esmerilhamento, corte ou outros que liberem chama aberta, faísca ou calor.
33.5.5 Toda e qualquer entrada e
trabalho em espaço confinado
deve ser precedida da emissão
da PET.
NR 33
33.5.7.1 A PET emitida em
meio físico deve conter 2
(duas) vias, devendo a
primeira via permanecer com o
supervisor de entrada e a
segunda entregue ao vigia.
NR-33
33.5.8 As PETs emitidas
devem ser rastreáveis.
33.5.9 As PETs emitidas
devem ser arquivadas pelo
período de 5 (cinco) anos.
33.5.9.1 Durante o período
de arquivamento, as PETs
emitidas devem estar
disponíveis aos
trabalhadores, quando
solicitado.
33.5.10 Os trabalhadores devem
ser informados dos perigos
identificados e das medidas de
controle previstas e adotadas antes
da entrada no espaço confinado.
b) ocorrer uma
condição não prevista;
a) as atividades forem completadas;
c) ocorrer a saída de
todos os trabalhadores
do espaço confinado;
ou
d) houver a substituição
de vigia por outro não
relacionado na PET.
NR - 33
33.5.11 A PET deve ser
encerrada quando:
A PET adotada pela organização deve conter, no mínimo, os seguintes campos:
a) identificação do espaço confinado a ser adentrado;
b) objetivo da entrada;
c) perigos identificados e medidas de controle, incluindo o controle de energias perigosas,
resultantes da avaliação de riscos do Programa de Gerenciamento de Riscos, em função das
atividades realizadas;
d) perigos identificados e medidas de prevenção estabelecidas no momento da entrada;
e) avaliação quantitativa da atmosfera, imediatamente antes da entrada no espaço confinado;
f) relação de supervisores de entrada, vigias e trabalhadores autorizados a entrar no espaço
confinado, devidamente relacionados pelo nome completo e função que irão desempenhar;
g) data e horário da emissão e encerramento da PET;
h) assinatura dos supervisores de entrada e vigias.
NR 33
33.5.13 Sinalização
de segurança
33.5.13.1
Deve ser mantida
sinalização
permanente em todos
os espaços
confinados, junto à
entrada, conforme
modelo constante do
Anexo I desta NR.
33.5.13.2
Caso a sinalização
permanente não se
torne visível após a
abertura do espaço
confinado, deve ser
providenciada
sinalização
complementar,
conforme modelo
constante do Anexo I
desta NR.
33.5.13.3
Em locais com
exposição a agentes
agressivos ou
circulação de pessoas,
veículos ou
equipamentos, a
sinalização
permanente deve ser
indelével, de forma a
garantir que não seja
danificada ou retirada.
ANEXO I
33.5.15
Avaliações
atmosféricas
33.5.15.1 As avaliações atmosféricas iniciais do interior
do espaço confinado devem ser realizadas com o
supervisor de entrada fora do espaço confinado,
imediatamente antes da entrada dos trabalhadores, para
verificar se o seu interior é seguro.
Espaço Confinado
33.5.15.2 O percentual de oxigênio (O2) indicado para entrada em
espaços confinados é de 20,9%, sendo aceitável o percentual
entre 19,5% até 23% de volume, desde que a causa da redução
ou enriquecimento do O2 seja conhecida e controlada.
AR ATMOSFÉRICO
O ar que respiramos é formado por:
78,0 % Nitrogênio
20,9 % Oxigênio
1,00 % Argônio
= 100% em Volume
Riscos em Espaços Confinados
Falta ou Excesso de Oxigênio
Os ALARMES de concentração de oxigênio
devem ser ajustados para alarmar com
valores abaixo de 19,5 % e acima de 23 %
em volume.
33.5.15.3 O monitoramento da
atmosfera deve ser contínuo durante a
permanência dos trabalhadores no
espaço confinado, de forma remota ou
presencial, conforme previsto no
procedimento de segurança.
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33.5.16
Ventilação
SISTEMA DE VENTILAÇÃO DE GASES MAIS PESADOS
QUE O AR POR EXAUSTÃO
Sistema de Ventilação de
Gases Mais Leves que o
Ar por Exaustão
NR 33
• Ventilação Local Exaustor
em Espaços Confinados
• Controle dos Fumos de
Solda na Fonte
Contaminante
NR 33
NR 33
33.5.16.1 Antes do início da atividade em espaço
confinado devem ser garantidas condições de
entrada seguras, com ventilação, purga, lavagem
ou inertização do espaço confinado.
33.5.16.2 Durante a realização da atividade em
espaço confinado, devem ser atendidos os seguintes
requisitos:
a) o sistema de ventilação deve ser selecionado e
dimensionado de acordo com as características dos
espaços confinados, observando as recomendações
previstas em normas técnicas nacionais ou, de forma
complementar, as normas internacionais aplicáveis, a
fim de garantir a renovação do ar; e
b) as condições térmicas devem observar o disposto
no Anexo III da NR-09.
33.5.16.3 É proibida a ventilação com
oxigênio puro..
33.5.17.2 O acesso ao espaço confinado com atmosfera
Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde – IPVS somente é
permitido com a utilização de máscara autônoma de demanda
com pressão positiva ou com respirador de linha de ar
comprimido com cilindro auxiliar para escape.
Riscos em Espaços
Confinados
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CRITÉRIOS DE
SEGURANÇA
RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO
E CONTROLE DO RISCO
Para reconhecermos um espaço confinado, é preciso
conhecer o potencial de risco do ambiente, processos,
produtos, etc., porém, o risco mais complexo refere-se à
atmosfera do ambiente confinado.
RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS
MOINHOS DE BOLA GALERIAS
SUBTERRÂNEAS
TUBULAÇÕES FORNOS
RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE
RISCOS
CHAMINÉS
CALDEIRA CAIXA D`ÁGUA
SILO
FIQUE ATENTO
É crucial alertar os agentes envolvidos em tarefas que se executem
dentro de um espaço confinado, que a maior probabilidade de
acontecer um acidente, resulta de tarefas simples e rotineiras e que
os acidentes de trabalho relacionados com espaços confinados,
normalmente resultam em danos sérios ou mesma na morte.
RISCOS FÍSICOS:
Aqueles relacionados com:
ruído, vibrações, radiações
ionizantes, radiações não
ionizantes, frio, calor, umidade e
pressões anormais.
RISCOS
QUÍMICOS:
É o perigo a que determinado indivíduo está
exposto ao manipular produtos químicos
que podem causar-lhe danos físicos ou
prejudicar-lhe a saúde. Os danos físicos
relacionados à exposição química inclui,
desde irritação na pele e olhos, passando
por queimaduras leves, indo até aqueles de
maior severidade, causado por incêndio ou
explosão.
AÇÃO CUTÂNEA
• Epiderme
• Derme
Subcutânea É
responsável por
8%dascontaminações!
INGESTÃO
Diversos órgãos envolvidos.
Ocorre por descuido ou acidente É
responsável por 2% das
contaminações!
INALAÇÃO
Diversos órgãos envolvidos pulmões).
Contaminação extremamente rápida. É
responsável por 90% das contaminações!
RISCOS
BIOLÓGICOS
Os riscos biológicos ocorrem por
meio de micro-organismos que, em
contato com o homem, podem
provocar inúmeras doenças. Muitas
atividades profissionais favorecem o
contato com tais riscos.
RISCOS
ERGONÔMICOS
É crucial para os supervisores de entrada
realizarem de forma criteriosa uma avaliação
da equipe destinada as atividades no interior
dos espaços confinados, pois características
desfavoráveis as dimensões podem resultar
em lesões e afastamentos desnecessário,
para que o trabalho seja bem executado
deve-se sempre levar em consideração um
bom planejamento.
RISCOS ACIDENTES
Para um leigo, executar uma tarefa dentro
ou fora de um espaço confinado, a atitude
e o comportamento regra geral serão os
mesmos. Sendo que, no que diz respeito
aos riscos presentes dentro de um
espaço confinado, são potencialmente
mais perigosos e letais do que os riscos
encontrados fora deles.
ENGOLFAMENTO/SOTERRAMENTO
O engolfamento é o risco do
trabalhador ser submergido em
material em estado sólido,
acontece muito em depósitos
verticais onde se realiza atividades
internas, muitas das vezes
observadas com características de
espaços confinados.
RISCOS DA
ATIVIDADE
São segundo a NIOSH e a OSHA os maiores
causadores acidentes com óbitos nos espaços
confinados, para que possamos ter dimensões
da complexidade responda:
O que é mais perigoso um trabalho dentro de
uma jaula cheia de leões famintos, ou um
trabalho realizado dentro de um tanque sem
oxigênio?
RISCOS
ATMOSFÉRICOS
É importante que os envolvidos em trabalhos
que se realizam dentro de espaços confinados,
saibam lidar com um tema, que para a maioria
dos trabalhadores é uma palavra abstrata:
“Gases”
Alguns não apresentam características nocivas
a saúde, mais outros por sua vez podem causar
estragos a curto, médio ou longo prazo.
QUAIS SÃO?
Asfixiantes: Nitrogênio,
Dióxido de Carbono, Argônio.
Tóxicos: Monóxido de
Carbono, Amônia, Gás
Sulfídrico
Inflamáveis: Metano,
Hidrogênio, GLP
CONSEQUÊNCIA DA FALTA OU EXCESSO DE OXIGÊNIO
NR 33
ASFIXIANT
E SIMPLES
ASFIXIANT
E
SISTÊMIC
O
OS ASFIXIANT
ES SIMPLES
Os asfixiantes simples são gases que deslocam o oxigênio do
ambiente, reduzindo sua concentração a níveis perigosos para a
saúde humana. Exemplos comuns incluem dióxido de carbono
(CO₂), metano (CH₄), nitrogênio (N₂) e propano (C₃H₈).
Esses gases não reagem quimicamente com o corpo, mas
causam asfixia ao diminuir a quantidade de oxigênio
disponível para respiração. A exposição a esses gases pode
levar a sintomas como tontura, falta de ar, náusea e, em
casos graves, perda de consciência e morte.
OS ASFIXIANTES SISTÊMICOS
Os asfixiantes
sistêmicos são agentes
químicos que interferem
na capacidade do corpo de
utilizar oxigênio, afetando
as células em todo o
organismo.
Eles são frequentemente
chamados de agentes
sanguíneos porque são
distribuídos pelo sangue, mas
seu efeito é sistêmico,
danificando células em vários
tecidos.
O monóxido de carbono é um gás extremamente tóxico,
sendo classificado como um asfixiante químico. Tanto
pessoas quanto animais estão sujeitas a envenenamento
por esse gás.
Após a inalação e difusão pela corrente sanguínea, ocorre
uma interação entre o monóxido de carbono e a
hemoglobina contida no sangue (responsável pelo
transporte de gás oxigênio, O2, pelo corpo), formando a
carboxi-hemoglobina.
É importe ressaltar que o monóxido de carbono possui uma
afinidade com a hemoglobina de 200 a 300 vezes maior do que o
oxigênio, o que provoca uma diminuição na quantidade de
O2 distribuída pelos tecidos, causando asfixia.
1
Em baixas concentrações, em
torno de 50 ppm, o monóxido
pode causar dores de
cabeça leves, náuseas e sintoma
s de envenenamentos
moderados.
2
Ao elevar essa concentração
para 400 ppm, a inalação de
monóxido de carbono pode
causar fraqueza, tontura, fort
es dores de cabeça e vômito.
3
Acima dessa quantidade, a
intoxicação pode levar a
sintomas mais graves,
como convulsões, alteração do
ritmo cardíaco, dificuldades
na respiração, intoxicação
do sistema nervoso central e,
em casos mais severos, pode
ocasionar a morte.
EXPOSIÇÃO AO MONÓXIDO DE CARBONO
DOR DE CABEÇA (200
PPM);
PALPITAÇÃO
(1000 - 2000 PPM);
INCONSCIÊNCIA (2000
- 2500 PPM);
MORTE (4000 PPM).
EXPOSIÇÃO AO GÁS SULFÍDRICO
IRRITAÇÕES (50 - 100 PPM);
PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS (100 - 200 PPM);
INCONSCIÊNCIA (500 A 700 PPM);
MORTE (ACIMA DE 700 PPM).
OBS: esse gás, quando inalado a uma concentração acima do LT, causa inibição da função
das células olfativas, causando assim a interpretação que o mesmo se dissipou no
ambiente, por não mais sentirmos o cheiro de “ovo podre”.
EQUIPAMENTO DE
MONITORAMENTO
É uma das etapas mais importantes da atividade, pois é
nela que podemos avaliar de maneira pratica todos os
riscos da atividade, inclusive os riscos atmosféricos:
ESTRATIFICAÇÃO
• Metano CH4 É mais leve que o AR(com densidade
de 0,55 g /mL).
• Monóxido CO é mais leve que o AR (com densidade
de 0,97 g /mL).
• O Gás Sulfídrico H2S é mais pesado que AR (com
densidade de 1,25 g /mL)
Processo no qual os gases de acordo com a sua
intensidade tomam lugares diferentes dentro
dos espaços confinado
COMPOSIÇÃO DA ATMOSFERA
TERRESTRE
DEFICIÊNCIA DE
OXIGÊNIO
•Atmosfera contendo menos de 20,9 % de oxigênio em volume na pressão
atmosférica normal, a não ser que a redução do percentual seja devidamente
monitorada e controlada.
O equipamento para monitoramento deve ser calibrado para alarmar
em concentrações menores que 19,5% em volume.
A uma concentração de 12,5% ao nível do mar, já podemos considerar uma
atmosfera IPVS.
ONDE SE PODEM ENCONTRAR CONTAMINANTES?
E na sua?
Alguns são muito comuns em determinados ramos industriais, por exemplo:
Em uma indústria petroquímica vamos encontrar muitas substancias inflamáveis, já em
uma indústria produtora de fertilizantes teremos muitas substancias tóxicas...
EQUIPAMENTOS
Multigás
Equipamento de MONITORAMENTO
INICIAL e MONITORAMENTO CONTINUO
da atmosfera.
É importante que o equipamento tenha
bomba, para que o monitoramento inicial,
possa ser realizado de maneira correta.
CROMATÓGRAFO GASOSO
Um Cromatógrafo Gasoso (GC) é um instrumento analítico que
permite analisar diversos compostos em uma amostra. O princípio
da técnica de cromatografia gasosa: uma solução de amostra é
inserida no injetor do equipamento e transportada por um gás
através de um tubo de separação chamado de “coluna” (Hélio ou
nitrogênio podem ser utilizados para este transporte e são
chamados de gases de arraste). Os diversos componentes
presentes na amostra são separados dentro da coluna. Para
quantificação de uma amostra de concentração desconhecida, um
padrão conhecido deverá ser injetado no equipamento. O tempo de
retenção do padrão e sua área serão comparados com os da
amostra e utilizados para o cálculo da concentração.
EQUIPAMENTO DE
VENTILAÇÃO MECÂNICA –
INSUFLADOR/EXAUSTOR
A exaustão e/ou insuflamento dos
ambientes confinados tem como
objetivo principal manter as condições
atmosféricas aceitáveis durante toda a
realização da atividade.
FUNCIONAMENTO
DE EQUIPAMENTOS
UTILIZADOS
Equipamento/Formas de
COMUNICAÇÃO
Todos os equipamentos deverão ser
inspecionados antes, durante e a pós o
término dos serviços.
Rádio
Verbal
Visual
EQUIPAMENTOS DESTINADOS A MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAS
MONOPÉ
TRIPÉ
GUINCHO
EQUIPAMENTOS QUE
FACILITAM BUSCA E
RESGATE
O que determina o sucesso de um resgate
antes de mais nada, é o planejamento
aplicado sobre a atividade, o uso de
equipamentos como: Cinto de segurança;
Linha guia; Lanternas; Irão facilitar esse
processo, uma vez que em um espaço
confinado será muito complicado o resgate
de vitimas.
PROTEÇÃO
RESPIRATÓRIA
OBJETIVO DO
TREINAMENTO
O objetivo deste treinamento é
conhecer os principais riscos,
conteúdos e práticas relativos a
proteção respiratória
TIPOS DE
RESPIRADORES
Purificadores de ar – filtros
Não motorizados, tipo peça facial filtrante – pff.
TIPOS DE
RESPIRADORES
RESPIRADORES SUPRIDORES DE AR
COM LINHA DE AR
TIPOS DE RESPIRADORES
RESPIRADORES SUPRIDORES DE AR
AUTÔNOMOS
Para um gás ou vapor inflamável queimar é
necessária que exista, além da fonte de ignição, uma
mistura chamada "ideal" entre o ar atmosférico
(oxigênio) e o gás combustível. A quantidade de
oxigênio no ar é praticamente constante, em torno
de 20,9 % em volume.
Já a quantidade de gás combustível necessário para
a queima, varia para cada produto e está
dimensionada através de duas constantes : o Limite
Inferior de Inflamabilidade (ou explosividade) (LII)
e o Limite Superior de Inflamabilidade (LSI).
INFLAMÁVEIS
NR 33
Limite de explosividade para pós
LIE situa-se entre 20g/m³ e 60g/m³
LSE situa-se entre 2 kg/m³ e 6 kg/m³
Ventilação / difusão não dilui as nuvens de poeiras
NOTA: Esta concentração pode ser estimada pela observação da
condição na qual a poeira obscureça a visão numa distância
de1,5m ou menos
ÁREA CLASSIFICADA
REFERÊNCIAS LEGAIS
PORTARIA 3214/78 NORMAS
REGULAMENTADORAS DO MINISTÉRIO DO
TRABALHO
ITEM 10.8.8.4 DA NR 10
ITEM 33.3.5.5 DA NR 33
NR 33
 INSTITUTO BRASILEIRO
CLASSE
 ABNT
ZONA
CLASSIFICAÇÃO DE ÁREA
ZONA 0 - MAIOR QUE 1000H DE EXPOSIÇÃO.
ZONA 1 - 10 A 1000H DE EXPOSIÇÃO.
ZONA 2 - 01 A 10H DE EXPOSIÇÃO.
NÃO CLASSIFICADA
MENOR QUE 1H EXPOSIÇÃO.
CONCEITOS DE ÁREA
CLASSIFICADA
Área Classificada: É um local sujeito a “probabilidade” da
formação/existência de uma atmosfera explosiva, podendo ser
formada por gases, vapores, poeiras ou fibras.
(DE ORIGEM ELÉTRICA, ELETRÔNICA, ELETROSTÁTICA,
MECÂNICA, ETC)
CONCEITOS DE ÁREA
CLASSIFICADA
• É uma área ( espaço tridimensional ) na qual
uma atmosfera potencialmente explosiva
estará presente ou é provável sua ocorrência,
a ponto de exigir precauções especiais para
a construção, instalação e utilização de
equipamentos especiais.
Simbologia
para área
classificada
Simbologia
para
equipamento
CONCEITOS DE ÁREA
CLASSIFICADA
Características das substâncias inflamáveis
As atmosferas explosivas são formadas em ambientes
onde há gás, vapor, poeira ou fibra inflamável.
Se a substância inflamável estiver no estado líquido, é
necessário que ela mude para o estado gasoso para
formar uma atmosfera explosiva.
Essa mudança de estados, do líquido para o gasoso, é
chamada de evaporação.
ASPECTOS
TÉCNICOS
RELACIONADOS
A ÁREA
CLASSIFICADA
PRIMEIROS SOCORROS E
ATENDIMENTO EMERGENCIAL
EMERGÊN
NOÇÕES DE
RESGATE E
PRIMEIROS
SOCORROS
O Resgate e Salvamento em Espaço
Confinado deve ser realizado por equipe com
conhecimento técnico especializado, para
resgatar e prestar os primeiros socorros a
trabalhadores em caso de emergência. Todo
o procedimento operacional deve ser
padronizado.
Segundo estatísticas, grande parte das
mortes em espaços confinados foram de
resgatistas no intuito de salvar trabalhadores.
O alto potencial de risco requer preparação
da equipe de resgate antes da entrada para
resgate e salvamento.
NOÇÕES DE
RESGATE E
PRIMEIROS
SOCORROS
 Contatos para socorro especializado no Brasil
 Emergência médica (SAMU): 192
 Bombeiros: 193
 Polícia: 190
 Polícia de Trânsito - 194
 Polícia Rodoviária Federal: 191
 FONE 0800 ****** nas Rodovias sob concessão. Vale a
pena ter tal telefone antes de pegar a estrada, visto
que em tais rodovias costuma haver serviço de auxílio
médico e mecânico ao usuário.
 CEATOX - Centro de Assistência Toxicológica - 0800
014 81 100
NOÇÕES DE RESGATE E
PRIMEIROS SOCORROS
Deve-se buscar remover a vitima, quando o local apresentar
maiores riscos. Ao chegar até a vítima, coloque o colar
cervical e evite movimentos bruscos ou desnecessários com
a mesma. Caso possa contar com ajuda de outro socorrista,
avalie a melhor forma para a remoção.
Certos resgates devem ser feitos por equipes especializadas
– bombeiros ou brigadas de emergência – que normalmente
utilizam técnicas e equipamentos específicos; vítimas presa
a ferragens de automóveis, incêndios, soterramentos,
quedas em abismos, dentre outros. Nestes casos procure
tranqüilizar a vítima e concentre esforços em facilitar a
chegada das equipes especializadas
NOÇÕES DE RESGATE E PRIMEIROS
SOCORROS
OS EQUIPAMENTOS MAIS APROPRIADOS PARA
RESGATE SÃO:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Abertura de linha: Alívio intencional de um tubo, linha ou duto
Aprisionamento: Condição de retenção do trabalhador no interior do espaço confinado
Área classificada: Área na qual uma atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua
ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para construção, instalação e utilização de equipamento elétrico.
Atmosfera IPVS – Atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde: qualquer atmosfera que apresente
risco imediato à vida
Atmosfera pobre em oxigênio: Atmosfera contendo menos de 19,5% de oxigênio em volume.
Atmosfera rica em oxigênio: Atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume.
DEFINIÇÕES
DEFINIÇÕES
Auto-resgate: Capacidade desenvolvida pelo trabalhador através de treinamento, que possibilita seu
escape com segurança de ambiente confinado em que entrou em IPVS.
Condição imediatamente perigosa à vida ou à saúde (IPVS): Qualquer condição que cause uma
ameaça imediata à vida ou que possa causar efeitos adversos irreversíveis à saúde ou que interfira
com a habilidade dos indivíduos para escapar de um espaço confinado sem ajuda.
Contaminantes: gases, vapores, névoas, fumos e poeiras presentes na atmosfera do espaço
confinado.
Deficiência de Oxigênio: atmosfera contendo menos de 20,9% de oxigênio em volume na pressão
atmosférica normal, a não ser que a redução do percentual seja devidamente monitorada e controlada.
Enriquecimento de Oxigênio: atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume.
Equipamento intrinsecamente seguro (Ex-i): Situação em que um equipamento não é capaz de liberar
energia elétrica (faísca) ou térmica suficiente para, em condições normais (isto é, abrindo ou fechando o
circuito) ou anormais (por exemplo, curto-circuito ou falta à terra), causar a ignição de uma dada
atmosfera explosiva, conforme expresso no certificado de conformidade do equipamento.
Equipe de resgate: Pessoal capacitado e regularmente treinado para
Espaço confinado: Qualquer área não projetada para ocupação contínua, a qual tem meios limitados de
entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos
e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver.
DEFINIÇÕES
DEFINIÇÕES
Inertização: Procedimento de segurança num espaço confinado que visa evitar uma atmosfera
potencialmente explosiva através do deslocamento da mesma por um fluido inerte.
Limite inferior de explosividade (LIE): Mínima concentração na qual a mistura se torna inflamável.
Limite superior de explosividade (LSE): Concentração em que a mistura possui uma alta porcentagem de
gases e vapores, de modo que a quantidade de oxigênio é tão baixa que uma eventual ignição não consegue
se propagar pelo meio.
Proficiência: competência, aptidão, capacitação e habilidade aliadas à experiência.
Purga: método de limpeza que torna a atmosfera interior do espaço confinado isenta de gases, vapores e
outras impurezas indesejáveis através de ventilação ou lavagem com água ou vapor.
DEFINIÇÕES
•Risco Grave e Iminente: Qualquer condição que possa causar acidente de trabalho ou doença profissional
com lesão grave à integridade física do trabalhador.
•Supervisor de entrada: Pessoa com capacitação e responsabilidade pela determinação se as condições de
entrada são aceitáveis e estão presentes numa permissão de entrada, como determina esta Norma.
•Trabalhador autorizado: Profissional com capacitação que recebe autorização do empregador, ou seu
representante com habilitação legal, para entrar em um espaço confinado permitido.
•Vigia: Trabalhador que se posiciona fora do espaço confinado e monitora os trabalhadores autorizados,
realizando todos os deveres definidos no programa para entrada em espaços confinados.
•.
OBRIGADO E BOA PRÁTICA!

ESPAÇO CONFINADO PARA VIGIA E SUPERVISOR.pptx

  • 1.
  • 3.
  • 4.
    Os canários foramintroduzidos nesse trabalho no final dos anos de 1800; Em 1896, John Haldane foi convidado para ajudar a determinar as causas de uma explosão que ocorreu pelo acumulo de monóxido de carbono em uma mina de carvão; Foi então que ele teve a ideia de providenciar um detetor de gases que teria a função de alertar os trabalhadores quanto a presença de atmosfera nociva, o resultado foi a gaiola de Canários;
  • 6.
    NR 33 • Em2001, NBR 14787 que padronizava as atividades com passo a passo, só trazia o conceito; • Levantamento da OIT entre 2001 e 2006; • Em 2006 entra em vigor a NR 33: OBRIGATORIEDADE PARA O EMPREGADOR; OBRIGATORIEDADE PARA O TRABALHADOR, VIGIA E SUPERVISOR; • Em 2015 a NBR 14787 foi cancelada e em 2017 entrou em vigor a 16577;
  • 7.
  • 8.
    OBJETIVOS DO TREINAMENTO a)Informar sobre os perigos existentes em espaços confinados. b) Controlar os perigos existentes em espaços confinados antes do início e durante toda a execução de trabalhos em seu interior.
  • 9.
    OBJETIVOS DO TREINAMENTO c)Definir e padronizar os requisitos mínimos de segurança para a liberação do ingresso de pessoas em espaços confinados. d) Evitar a ocorrência de acidentes pessoais durante a execução de qualquer atividade em espaços confinados.
  • 10.
    OBJETIVOS DO TREINAMENTO e)Proteger a integridade física e a saúde dos trabalhadores.
  • 11.
    CONCEITO LEGAL –NR - 33 33.2.2 Considera-se espaço confinado qualquer área ou ambiente que atenda simultaneamente aos seguintes requisitos: CONCEITO a) não ser projetado para ocupação humana contínua; GEOMETRIA ACESSO b) possuir meios limitados de entrada e saída; e ATMOSFERA c) em que exista ou possa existir atmosfera perigosa.
  • 12.
    Beleza, tranquilo atéaqui, mas o que seria essa atmosfera perigosa? A resposta está na própria NR-33. Vejamos:
  • 13.
    33.2.2.1 Considera-se atmosfera perigosa aquela em queestejam presentes uma das seguintes condições: a) deficiência ou enriquecimento de oxigênio; c) seja caracterizada como uma atmosfera explosiva. b) presença de contaminantes com potencial de causar danos à saúde do trabalhador; ou
  • 14.
    CONCEITO CONCEITO PREVENCIONISTA 3.25 espaçoconfinado qualquer área não projetada para ocupação humana contínua, a qual tem meios limitados de entrada e saída ou uma configuração interna que possa causar aprisionamento ou asfixia em um trabalhador e na qual a ventilação é inexistente ou insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver ou conter um material com potencial para engolfar/afogar um trabalhador que entrar no espaço AMBIENTE ACESSO ATMOSFERA 3 A
  • 15.
    RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS Osespaços confinados são identificados por possuírem algumas características, para facilitar nossa identificação, com base no conceito legal e prevencionista, responda sim ou não, reflita uma análise sobre quais medidas de controle devem ser adotadas:
  • 16.
    OBSERVAÇÃO Se todas asrespostas forem positivas então o local é legalmente um espaço confinado, na possibilidade de alguma resposta negativa a obrigatoriedade deixa de existir, fica facultativo ao empregador trabalhar com padrões mais técnicos e rígidos, desde que possa cumpri- lo.
  • 17.
    33.2.2.2 Os espaçosnão destinados à ocupação humana, com meios limitados de entrada e saída, utilizados para armazenagem de material com potencial para engolfar ou afogar o trabalhador são caracterizados como espaços confinados.
  • 18.
    33.7.2 No quenão conflitar com as disposições constantes desta NR, recomenda-se a adoção das disposições previstas na norma técnica ABNT NBR 16577 e suas revisões referente(s) a: a) equipamentos de sondagem inicial e de monitoramento contínuo da atmosfera; b) serviço de emergência e salvamento; e c) prevenção de riscos em espaços confinados mediante projeto.
  • 19.
    GUPOS ENVOLVIDOS NAATIVIDADE EMPREGADOR RESP. TÉCNICO ENVOLVIDOS INDIRETAMENTE NA ATIVIDADE EQ. RESGATE
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    Indicar formalmente oresponsável técnico pelo cumprimento desta norma; Assegurar os meios e recursos para o responsável técnico cumprir as suas atribuições; Assegurar que o gerenciamento de riscos ocupacionais contemple as medidas de prevenção para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com os espaços confinados; Providenciar a sinalização de segurança e bloqueio dos espaços confinados para evitar á entrada de pessoas não autorizadas; 01 33.3.1 É RESPONSABILIDADE DA ORGANIZAÇÃO 02 03 04
  • 23.
    RESPONSABILIDADES DA ORGANIZAÇÃO Providenciar acapacitação inicial e periódica dos supervisores de entrada, vigias, trabalhadores autorizados e da equipe de emergência e salvamento; Fornecer as informações sobre os riscos e as medidas de prevenção, previstos no Programa de Gerenciamento de Riscos aos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com os espaços confinados;
  • 24.
    Garantir os equipamentosnecessários para o controle de riscos previstos no Programa de Gerenciamento de Riscos; RESPONSABILIDADES DA ORGANIZAÇÃO
  • 25.
    Assegurar a disponibilidadedos serviços de emergência e salvamento, e de simulados, quando da realização de trabalhos em espaços confinados; Supervisionar as atividades em espaços confinados executadas pelas organizações contratadas. RESPONSABILIDADES DA ORGANIZAÇÃO
  • 26.
    Identificar e elaboraro cadastro de espaços confinados; Adaptar o modelo da Permissão de Entrada e Trabalho - PET de modo a contemplar as peculiaridades dos espaços confinados da organização; Elaborar os procedimentos de segurança relacionados ao espaço confinado; RESPONSÁVEL TÉCNICO
  • 27.
    Indicar os equipamentospara trabalho em espaços confinados; Elaborar o plano de resgate; Coordenar a capacitação inicial e periódica dos supervisores de entrada, vigias, trabalhadores autorizados e da equipe de emergência e salvamento; R E S P O N S Á V E L T É C N I C O
  • 28.
    33.5.20.2 O PLANODE RESGATE DEVE CONTER identificação dos perigos associados à operação de resgate; Designação da equipe de emergência e salvamento, interna ou externa, dimensionada conforme a geometria, acessos e riscos das atividades e operação de resgate; Tempo de resposta para atendimento à emergência; Seleção das técnicas apropriadas, equipamentos pessoais e/ou coletivos específicos e sistema de resgate disponíveis, de forma a reduzir o tempo de suspensão inerte do trabalhador e sua exposição aos perigos existentes; e Previsão da realização de simulados dos cenários identificados.
  • 29.
    O Supervisor deEntrada deve desempenhar as seguintes funções: • Emitir a PET antes do início das atividades; • Executar os testes e conferir os equipamentos, antes da utilização; • Implementar os procedimentos contidos na PET; • Assegurar que os serviços de emergência e salvamento estejam disponíveis e que os meios para os acionar estejam operantes; 33.3.3 COMPETE AO SUPERVISOR DE ENTRADA
  • 30.
    • Cancelar osprocedimentos de entrada e trabalho, quando necessário; • Encerrar a PET após o término dos serviços; • Desempenhar a função de vigia, quando previsto na PET; • Assegurar que o vigia esteja operante durante a realização dos trabalhos em espaço confinado NR 33
  • 31.
    O Vigia devedesempenhar as seguintes funções: • Permitir somente a entrada de trabalhadores autorizados em espaços confinados relacionados na PET; • Manter continuamente o controle do número de trabalhadores autorizados a entrar no espaço confinado e assegurar que todos saiam ao término da atividade; • Permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada, em contato ou comunicação permanente com os trabalhadores autorizados; • Acionar a equipe de emergência e salvamento, interna ou externa, quando necessário; 33.3.4 COMPETE AO VIGIA
  • 32.
    • Operar osmovimentadores de pessoas; • Ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer algum sinal de alarme, perigo, sintoma, queixa, condição proibida, acidente, situação não prevista ou quando não puder desempenhar efetivamente suas tarefas, nem ser substituído por outro vigia; • Comunicar ao supervisor de entrada qualquer evento não previsto ou estranho à operação de vigilância, inclusive quando da ordenação do abandono RESPONSABILIDADE DO VIGIA, TRABALHADOR AUTORIZADO E SUPERVISOR DE ENTRADA
  • 33.
    O Vigia nãopoderá realizar outras tarefas que possam comprometer o dever principal que é o de monitorar e proteger os trabalhadores autorizados. Nr 33
  • 34.
    O vigia podeacompanhar as atividades de mais de um espaço confinado, quando atendidos os seguintes requisitos: NR 33
  • 35.
    Permanecer junto à entrada dosespaços confinados ou nas suas proximidades, podendo ser assistido por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas; Que todos os espaços confinados estejam no seu campo visual, sem o uso de equipamentos eletrônicos; Que o número de espaços confinados não prejudique suas funções de vigia; Que a mesma atividade seja executada em todos os espaços confinados sob sua responsabilidade ; Seja limitada a permanência de 2 (dois) trabalhadores no interior de cada espaço confinado; Seja possível a visualização dos trabalhadores através do acesso do espaço confinado. NR 33
  • 36.
    NR 33 Cabe aosTrabalhadores Autorizados: Cumprir as orientações recebidas nos treinamentos e os procedimentos de trabalho previstos na PET; Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela organização; Comunicar ao vigia ou supervisor de entrada as situações de risco para segurança e saúde dos trabalhadores e terceiros, que sejam do seu conhecimento.
  • 37.
    PPT 模板 http://www.1ppt.com/moban/ Gerenciamento deriscos ocupacionais em espaço confinado
  • 38.
    A NR-33 citaque deve ser seguida a NR-01, com cuidados adicionais, como o levantamento preliminar de perigos e o cadastro de espaço confinado. Cadastro de espaço confinado A NR-33 determina que a empresa deve manter um cadastro do espaço confinado, contendo algumas recomendações mínimas. NR 33
  • 39.
    Vejamos: a) identificação doespaço confinado, podendo para esse fim, ser utilizado código ou número de rastreio; b) volume do espaço confinado; c) número de aberturas de entrada e “bocas de visita”, e suas dimensões; d) formas de acesso, suas dimensões e geometria; e) condição do espaço confinado (ativo ou inativo); f) croqui do espaço confinado (com previsão de bloqueios e raquetes); e g) utilização e/ou produto armazenado e indicação dos possíveis perigos existentes antes da liberação de entrada.
  • 40.
    33.5 Medidas de prevençãoem espaços confinados
  • 41.
    33.5.1 Devem seradotadas medidas para eliminar ou controlar os riscos de incêndio ou explosão em trabalhos a quente, tais como solda, aquecimento, esmerilhamento, corte ou outros que liberem chama aberta, faísca ou calor.
  • 42.
    33.5.5 Toda equalquer entrada e trabalho em espaço confinado deve ser precedida da emissão da PET. NR 33 33.5.7.1 A PET emitida em meio físico deve conter 2 (duas) vias, devendo a primeira via permanecer com o supervisor de entrada e a segunda entregue ao vigia. NR-33
  • 43.
    33.5.8 As PETsemitidas devem ser rastreáveis. 33.5.9 As PETs emitidas devem ser arquivadas pelo período de 5 (cinco) anos. 33.5.9.1 Durante o período de arquivamento, as PETs emitidas devem estar disponíveis aos trabalhadores, quando solicitado. 33.5.10 Os trabalhadores devem ser informados dos perigos identificados e das medidas de controle previstas e adotadas antes da entrada no espaço confinado.
  • 44.
    b) ocorrer uma condiçãonão prevista; a) as atividades forem completadas; c) ocorrer a saída de todos os trabalhadores do espaço confinado; ou d) houver a substituição de vigia por outro não relacionado na PET. NR - 33 33.5.11 A PET deve ser encerrada quando:
  • 45.
    A PET adotadapela organização deve conter, no mínimo, os seguintes campos: a) identificação do espaço confinado a ser adentrado; b) objetivo da entrada; c) perigos identificados e medidas de controle, incluindo o controle de energias perigosas, resultantes da avaliação de riscos do Programa de Gerenciamento de Riscos, em função das atividades realizadas; d) perigos identificados e medidas de prevenção estabelecidas no momento da entrada; e) avaliação quantitativa da atmosfera, imediatamente antes da entrada no espaço confinado; f) relação de supervisores de entrada, vigias e trabalhadores autorizados a entrar no espaço confinado, devidamente relacionados pelo nome completo e função que irão desempenhar; g) data e horário da emissão e encerramento da PET; h) assinatura dos supervisores de entrada e vigias. NR 33
  • 46.
  • 47.
    33.5.13.1 Deve ser mantida sinalização permanenteem todos os espaços confinados, junto à entrada, conforme modelo constante do Anexo I desta NR. 33.5.13.2 Caso a sinalização permanente não se torne visível após a abertura do espaço confinado, deve ser providenciada sinalização complementar, conforme modelo constante do Anexo I desta NR. 33.5.13.3 Em locais com exposição a agentes agressivos ou circulação de pessoas, veículos ou equipamentos, a sinalização permanente deve ser indelével, de forma a garantir que não seja danificada ou retirada.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
    33.5.15.1 As avaliaçõesatmosféricas iniciais do interior do espaço confinado devem ser realizadas com o supervisor de entrada fora do espaço confinado, imediatamente antes da entrada dos trabalhadores, para verificar se o seu interior é seguro.
  • 51.
    Espaço Confinado 33.5.15.2 Opercentual de oxigênio (O2) indicado para entrada em espaços confinados é de 20,9%, sendo aceitável o percentual entre 19,5% até 23% de volume, desde que a causa da redução ou enriquecimento do O2 seja conhecida e controlada.
  • 52.
    AR ATMOSFÉRICO O arque respiramos é formado por: 78,0 % Nitrogênio 20,9 % Oxigênio 1,00 % Argônio = 100% em Volume
  • 53.
    Riscos em EspaçosConfinados Falta ou Excesso de Oxigênio Os ALARMES de concentração de oxigênio devem ser ajustados para alarmar com valores abaixo de 19,5 % e acima de 23 % em volume.
  • 54.
    33.5.15.3 O monitoramentoda atmosfera deve ser contínuo durante a permanência dos trabalhadores no espaço confinado, de forma remota ou presencial, conforme previsto no procedimento de segurança.
  • 55.
  • 56.
    SISTEMA DE VENTILAÇÃODE GASES MAIS PESADOS QUE O AR POR EXAUSTÃO
  • 57.
    Sistema de Ventilaçãode Gases Mais Leves que o Ar por Exaustão NR 33
  • 58.
    • Ventilação LocalExaustor em Espaços Confinados • Controle dos Fumos de Solda na Fonte Contaminante NR 33
  • 59.
    NR 33 33.5.16.1 Antesdo início da atividade em espaço confinado devem ser garantidas condições de entrada seguras, com ventilação, purga, lavagem ou inertização do espaço confinado.
  • 60.
    33.5.16.2 Durante arealização da atividade em espaço confinado, devem ser atendidos os seguintes requisitos: a) o sistema de ventilação deve ser selecionado e dimensionado de acordo com as características dos espaços confinados, observando as recomendações previstas em normas técnicas nacionais ou, de forma complementar, as normas internacionais aplicáveis, a fim de garantir a renovação do ar; e b) as condições térmicas devem observar o disposto no Anexo III da NR-09.
  • 61.
    33.5.16.3 É proibidaa ventilação com oxigênio puro..
  • 62.
    33.5.17.2 O acessoao espaço confinado com atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde – IPVS somente é permitido com a utilização de máscara autônoma de demanda com pressão positiva ou com respirador de linha de ar comprimido com cilindro auxiliar para escape. Riscos em Espaços Confinados
  • 63.
  • 64.
    RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLEDO RISCO Para reconhecermos um espaço confinado, é preciso conhecer o potencial de risco do ambiente, processos, produtos, etc., porém, o risco mais complexo refere-se à atmosfera do ambiente confinado.
  • 65.
    RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO ECONTROLE DE RISCOS MOINHOS DE BOLA GALERIAS SUBTERRÂNEAS TUBULAÇÕES FORNOS
  • 66.
    RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO ECONTROLE DE RISCOS CHAMINÉS CALDEIRA CAIXA D`ÁGUA SILO
  • 67.
    FIQUE ATENTO É crucialalertar os agentes envolvidos em tarefas que se executem dentro de um espaço confinado, que a maior probabilidade de acontecer um acidente, resulta de tarefas simples e rotineiras e que os acidentes de trabalho relacionados com espaços confinados, normalmente resultam em danos sérios ou mesma na morte.
  • 68.
    RISCOS FÍSICOS: Aqueles relacionadoscom: ruído, vibrações, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, frio, calor, umidade e pressões anormais.
  • 69.
    RISCOS QUÍMICOS: É o perigoa que determinado indivíduo está exposto ao manipular produtos químicos que podem causar-lhe danos físicos ou prejudicar-lhe a saúde. Os danos físicos relacionados à exposição química inclui, desde irritação na pele e olhos, passando por queimaduras leves, indo até aqueles de maior severidade, causado por incêndio ou explosão.
  • 70.
    AÇÃO CUTÂNEA • Epiderme •Derme Subcutânea É responsável por 8%dascontaminações!
  • 71.
    INGESTÃO Diversos órgãos envolvidos. Ocorrepor descuido ou acidente É responsável por 2% das contaminações!
  • 72.
    INALAÇÃO Diversos órgãos envolvidospulmões). Contaminação extremamente rápida. É responsável por 90% das contaminações!
  • 73.
    RISCOS BIOLÓGICOS Os riscos biológicosocorrem por meio de micro-organismos que, em contato com o homem, podem provocar inúmeras doenças. Muitas atividades profissionais favorecem o contato com tais riscos.
  • 74.
    RISCOS ERGONÔMICOS É crucial paraos supervisores de entrada realizarem de forma criteriosa uma avaliação da equipe destinada as atividades no interior dos espaços confinados, pois características desfavoráveis as dimensões podem resultar em lesões e afastamentos desnecessário, para que o trabalho seja bem executado deve-se sempre levar em consideração um bom planejamento.
  • 75.
    RISCOS ACIDENTES Para umleigo, executar uma tarefa dentro ou fora de um espaço confinado, a atitude e o comportamento regra geral serão os mesmos. Sendo que, no que diz respeito aos riscos presentes dentro de um espaço confinado, são potencialmente mais perigosos e letais do que os riscos encontrados fora deles.
  • 76.
    ENGOLFAMENTO/SOTERRAMENTO O engolfamento éo risco do trabalhador ser submergido em material em estado sólido, acontece muito em depósitos verticais onde se realiza atividades internas, muitas das vezes observadas com características de espaços confinados.
  • 77.
    RISCOS DA ATIVIDADE São segundoa NIOSH e a OSHA os maiores causadores acidentes com óbitos nos espaços confinados, para que possamos ter dimensões da complexidade responda: O que é mais perigoso um trabalho dentro de uma jaula cheia de leões famintos, ou um trabalho realizado dentro de um tanque sem oxigênio?
  • 78.
    RISCOS ATMOSFÉRICOS É importante queos envolvidos em trabalhos que se realizam dentro de espaços confinados, saibam lidar com um tema, que para a maioria dos trabalhadores é uma palavra abstrata: “Gases” Alguns não apresentam características nocivas a saúde, mais outros por sua vez podem causar estragos a curto, médio ou longo prazo.
  • 79.
    QUAIS SÃO? Asfixiantes: Nitrogênio, Dióxidode Carbono, Argônio. Tóxicos: Monóxido de Carbono, Amônia, Gás Sulfídrico Inflamáveis: Metano, Hidrogênio, GLP
  • 80.
    CONSEQUÊNCIA DA FALTAOU EXCESSO DE OXIGÊNIO NR 33
  • 81.
  • 82.
    OS ASFIXIANT ES SIMPLES Osasfixiantes simples são gases que deslocam o oxigênio do ambiente, reduzindo sua concentração a níveis perigosos para a saúde humana. Exemplos comuns incluem dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), nitrogênio (N₂) e propano (C₃H₈). Esses gases não reagem quimicamente com o corpo, mas causam asfixia ao diminuir a quantidade de oxigênio disponível para respiração. A exposição a esses gases pode levar a sintomas como tontura, falta de ar, náusea e, em casos graves, perda de consciência e morte.
  • 83.
    OS ASFIXIANTES SISTÊMICOS Osasfixiantes sistêmicos são agentes químicos que interferem na capacidade do corpo de utilizar oxigênio, afetando as células em todo o organismo. Eles são frequentemente chamados de agentes sanguíneos porque são distribuídos pelo sangue, mas seu efeito é sistêmico, danificando células em vários tecidos.
  • 84.
    O monóxido decarbono é um gás extremamente tóxico, sendo classificado como um asfixiante químico. Tanto pessoas quanto animais estão sujeitas a envenenamento por esse gás. Após a inalação e difusão pela corrente sanguínea, ocorre uma interação entre o monóxido de carbono e a hemoglobina contida no sangue (responsável pelo transporte de gás oxigênio, O2, pelo corpo), formando a carboxi-hemoglobina. É importe ressaltar que o monóxido de carbono possui uma afinidade com a hemoglobina de 200 a 300 vezes maior do que o oxigênio, o que provoca uma diminuição na quantidade de O2 distribuída pelos tecidos, causando asfixia.
  • 85.
    1 Em baixas concentrações,em torno de 50 ppm, o monóxido pode causar dores de cabeça leves, náuseas e sintoma s de envenenamentos moderados. 2 Ao elevar essa concentração para 400 ppm, a inalação de monóxido de carbono pode causar fraqueza, tontura, fort es dores de cabeça e vômito. 3 Acima dessa quantidade, a intoxicação pode levar a sintomas mais graves, como convulsões, alteração do ritmo cardíaco, dificuldades na respiração, intoxicação do sistema nervoso central e, em casos mais severos, pode ocasionar a morte.
  • 87.
    EXPOSIÇÃO AO MONÓXIDODE CARBONO DOR DE CABEÇA (200 PPM); PALPITAÇÃO (1000 - 2000 PPM); INCONSCIÊNCIA (2000 - 2500 PPM); MORTE (4000 PPM).
  • 88.
    EXPOSIÇÃO AO GÁSSULFÍDRICO IRRITAÇÕES (50 - 100 PPM); PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS (100 - 200 PPM); INCONSCIÊNCIA (500 A 700 PPM); MORTE (ACIMA DE 700 PPM). OBS: esse gás, quando inalado a uma concentração acima do LT, causa inibição da função das células olfativas, causando assim a interpretação que o mesmo se dissipou no ambiente, por não mais sentirmos o cheiro de “ovo podre”.
  • 89.
    EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO É umadas etapas mais importantes da atividade, pois é nela que podemos avaliar de maneira pratica todos os riscos da atividade, inclusive os riscos atmosféricos:
  • 90.
    ESTRATIFICAÇÃO • Metano CH4É mais leve que o AR(com densidade de 0,55 g /mL). • Monóxido CO é mais leve que o AR (com densidade de 0,97 g /mL). • O Gás Sulfídrico H2S é mais pesado que AR (com densidade de 1,25 g /mL) Processo no qual os gases de acordo com a sua intensidade tomam lugares diferentes dentro dos espaços confinado
  • 91.
  • 92.
    DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO •Atmosfera contendomenos de 20,9 % de oxigênio em volume na pressão atmosférica normal, a não ser que a redução do percentual seja devidamente monitorada e controlada. O equipamento para monitoramento deve ser calibrado para alarmar em concentrações menores que 19,5% em volume. A uma concentração de 12,5% ao nível do mar, já podemos considerar uma atmosfera IPVS.
  • 93.
    ONDE SE PODEMENCONTRAR CONTAMINANTES? E na sua? Alguns são muito comuns em determinados ramos industriais, por exemplo: Em uma indústria petroquímica vamos encontrar muitas substancias inflamáveis, já em uma indústria produtora de fertilizantes teremos muitas substancias tóxicas...
  • 94.
    EQUIPAMENTOS Multigás Equipamento de MONITORAMENTO INICIALe MONITORAMENTO CONTINUO da atmosfera. É importante que o equipamento tenha bomba, para que o monitoramento inicial, possa ser realizado de maneira correta.
  • 95.
    CROMATÓGRAFO GASOSO Um CromatógrafoGasoso (GC) é um instrumento analítico que permite analisar diversos compostos em uma amostra. O princípio da técnica de cromatografia gasosa: uma solução de amostra é inserida no injetor do equipamento e transportada por um gás através de um tubo de separação chamado de “coluna” (Hélio ou nitrogênio podem ser utilizados para este transporte e são chamados de gases de arraste). Os diversos componentes presentes na amostra são separados dentro da coluna. Para quantificação de uma amostra de concentração desconhecida, um padrão conhecido deverá ser injetado no equipamento. O tempo de retenção do padrão e sua área serão comparados com os da amostra e utilizados para o cálculo da concentração.
  • 96.
    EQUIPAMENTO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA– INSUFLADOR/EXAUSTOR A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal manter as condições atmosféricas aceitáveis durante toda a realização da atividade.
  • 97.
    FUNCIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS UTILIZADOS Equipamento/Formas de COMUNICAÇÃO Todosos equipamentos deverão ser inspecionados antes, durante e a pós o término dos serviços. Rádio Verbal Visual
  • 98.
    EQUIPAMENTOS DESTINADOS AMOVIMENTAÇÃO DE PESSOAS MONOPÉ TRIPÉ GUINCHO
  • 99.
    EQUIPAMENTOS QUE FACILITAM BUSCAE RESGATE O que determina o sucesso de um resgate antes de mais nada, é o planejamento aplicado sobre a atividade, o uso de equipamentos como: Cinto de segurança; Linha guia; Lanternas; Irão facilitar esse processo, uma vez que em um espaço confinado será muito complicado o resgate de vitimas.
  • 100.
  • 101.
    OBJETIVO DO TREINAMENTO O objetivodeste treinamento é conhecer os principais riscos, conteúdos e práticas relativos a proteção respiratória
  • 102.
    TIPOS DE RESPIRADORES Purificadores dear – filtros Não motorizados, tipo peça facial filtrante – pff.
  • 103.
  • 104.
    TIPOS DE RESPIRADORES RESPIRADORESSUPRIDORES DE AR AUTÔNOMOS
  • 105.
    Para um gásou vapor inflamável queimar é necessária que exista, além da fonte de ignição, uma mistura chamada "ideal" entre o ar atmosférico (oxigênio) e o gás combustível. A quantidade de oxigênio no ar é praticamente constante, em torno de 20,9 % em volume. Já a quantidade de gás combustível necessário para a queima, varia para cada produto e está dimensionada através de duas constantes : o Limite Inferior de Inflamabilidade (ou explosividade) (LII) e o Limite Superior de Inflamabilidade (LSI). INFLAMÁVEIS
  • 106.
    NR 33 Limite deexplosividade para pós LIE situa-se entre 20g/m³ e 60g/m³ LSE situa-se entre 2 kg/m³ e 6 kg/m³ Ventilação / difusão não dilui as nuvens de poeiras NOTA: Esta concentração pode ser estimada pela observação da condição na qual a poeira obscureça a visão numa distância de1,5m ou menos
  • 107.
  • 108.
    REFERÊNCIAS LEGAIS PORTARIA 3214/78NORMAS REGULAMENTADORAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO ITEM 10.8.8.4 DA NR 10 ITEM 33.3.5.5 DA NR 33
  • 109.
    NR 33  INSTITUTOBRASILEIRO CLASSE  ABNT ZONA CLASSIFICAÇÃO DE ÁREA ZONA 0 - MAIOR QUE 1000H DE EXPOSIÇÃO. ZONA 1 - 10 A 1000H DE EXPOSIÇÃO. ZONA 2 - 01 A 10H DE EXPOSIÇÃO. NÃO CLASSIFICADA MENOR QUE 1H EXPOSIÇÃO.
  • 110.
    CONCEITOS DE ÁREA CLASSIFICADA ÁreaClassificada: É um local sujeito a “probabilidade” da formação/existência de uma atmosfera explosiva, podendo ser formada por gases, vapores, poeiras ou fibras. (DE ORIGEM ELÉTRICA, ELETRÔNICA, ELETROSTÁTICA, MECÂNICA, ETC)
  • 111.
    CONCEITOS DE ÁREA CLASSIFICADA •É uma área ( espaço tridimensional ) na qual uma atmosfera potencialmente explosiva estará presente ou é provável sua ocorrência, a ponto de exigir precauções especiais para a construção, instalação e utilização de equipamentos especiais. Simbologia para área classificada Simbologia para equipamento
  • 112.
    CONCEITOS DE ÁREA CLASSIFICADA Característicasdas substâncias inflamáveis As atmosferas explosivas são formadas em ambientes onde há gás, vapor, poeira ou fibra inflamável. Se a substância inflamável estiver no estado líquido, é necessário que ela mude para o estado gasoso para formar uma atmosfera explosiva. Essa mudança de estados, do líquido para o gasoso, é chamada de evaporação.
  • 114.
  • 115.
  • 116.
    NOÇÕES DE RESGATE E PRIMEIROS SOCORROS OResgate e Salvamento em Espaço Confinado deve ser realizado por equipe com conhecimento técnico especializado, para resgatar e prestar os primeiros socorros a trabalhadores em caso de emergência. Todo o procedimento operacional deve ser padronizado. Segundo estatísticas, grande parte das mortes em espaços confinados foram de resgatistas no intuito de salvar trabalhadores. O alto potencial de risco requer preparação da equipe de resgate antes da entrada para resgate e salvamento.
  • 117.
    NOÇÕES DE RESGATE E PRIMEIROS SOCORROS Contatos para socorro especializado no Brasil  Emergência médica (SAMU): 192  Bombeiros: 193  Polícia: 190  Polícia de Trânsito - 194  Polícia Rodoviária Federal: 191  FONE 0800 ****** nas Rodovias sob concessão. Vale a pena ter tal telefone antes de pegar a estrada, visto que em tais rodovias costuma haver serviço de auxílio médico e mecânico ao usuário.  CEATOX - Centro de Assistência Toxicológica - 0800 014 81 100
  • 118.
    NOÇÕES DE RESGATEE PRIMEIROS SOCORROS Deve-se buscar remover a vitima, quando o local apresentar maiores riscos. Ao chegar até a vítima, coloque o colar cervical e evite movimentos bruscos ou desnecessários com a mesma. Caso possa contar com ajuda de outro socorrista, avalie a melhor forma para a remoção. Certos resgates devem ser feitos por equipes especializadas – bombeiros ou brigadas de emergência – que normalmente utilizam técnicas e equipamentos específicos; vítimas presa a ferragens de automóveis, incêndios, soterramentos, quedas em abismos, dentre outros. Nestes casos procure tranqüilizar a vítima e concentre esforços em facilitar a chegada das equipes especializadas
  • 119.
    NOÇÕES DE RESGATEE PRIMEIROS SOCORROS OS EQUIPAMENTOS MAIS APROPRIADOS PARA RESGATE SÃO:
  • 120.
    ABNT - AssociaçãoBrasileira de Normas Técnicas. Abertura de linha: Alívio intencional de um tubo, linha ou duto Aprisionamento: Condição de retenção do trabalhador no interior do espaço confinado Área classificada: Área na qual uma atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para construção, instalação e utilização de equipamento elétrico. Atmosfera IPVS – Atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde: qualquer atmosfera que apresente risco imediato à vida Atmosfera pobre em oxigênio: Atmosfera contendo menos de 19,5% de oxigênio em volume. Atmosfera rica em oxigênio: Atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume. DEFINIÇÕES
  • 121.
    DEFINIÇÕES Auto-resgate: Capacidade desenvolvidapelo trabalhador através de treinamento, que possibilita seu escape com segurança de ambiente confinado em que entrou em IPVS. Condição imediatamente perigosa à vida ou à saúde (IPVS): Qualquer condição que cause uma ameaça imediata à vida ou que possa causar efeitos adversos irreversíveis à saúde ou que interfira com a habilidade dos indivíduos para escapar de um espaço confinado sem ajuda. Contaminantes: gases, vapores, névoas, fumos e poeiras presentes na atmosfera do espaço confinado. Deficiência de Oxigênio: atmosfera contendo menos de 20,9% de oxigênio em volume na pressão atmosférica normal, a não ser que a redução do percentual seja devidamente monitorada e controlada.
  • 122.
    Enriquecimento de Oxigênio:atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume. Equipamento intrinsecamente seguro (Ex-i): Situação em que um equipamento não é capaz de liberar energia elétrica (faísca) ou térmica suficiente para, em condições normais (isto é, abrindo ou fechando o circuito) ou anormais (por exemplo, curto-circuito ou falta à terra), causar a ignição de uma dada atmosfera explosiva, conforme expresso no certificado de conformidade do equipamento. Equipe de resgate: Pessoal capacitado e regularmente treinado para Espaço confinado: Qualquer área não projetada para ocupação contínua, a qual tem meios limitados de entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver. DEFINIÇÕES
  • 123.
    DEFINIÇÕES Inertização: Procedimento desegurança num espaço confinado que visa evitar uma atmosfera potencialmente explosiva através do deslocamento da mesma por um fluido inerte. Limite inferior de explosividade (LIE): Mínima concentração na qual a mistura se torna inflamável. Limite superior de explosividade (LSE): Concentração em que a mistura possui uma alta porcentagem de gases e vapores, de modo que a quantidade de oxigênio é tão baixa que uma eventual ignição não consegue se propagar pelo meio. Proficiência: competência, aptidão, capacitação e habilidade aliadas à experiência. Purga: método de limpeza que torna a atmosfera interior do espaço confinado isenta de gases, vapores e outras impurezas indesejáveis através de ventilação ou lavagem com água ou vapor.
  • 124.
    DEFINIÇÕES •Risco Grave eIminente: Qualquer condição que possa causar acidente de trabalho ou doença profissional com lesão grave à integridade física do trabalhador. •Supervisor de entrada: Pessoa com capacitação e responsabilidade pela determinação se as condições de entrada são aceitáveis e estão presentes numa permissão de entrada, como determina esta Norma. •Trabalhador autorizado: Profissional com capacitação que recebe autorização do empregador, ou seu representante com habilitação legal, para entrar em um espaço confinado permitido. •Vigia: Trabalhador que se posiciona fora do espaço confinado e monitora os trabalhadores autorizados, realizando todos os deveres definidos no programa para entrada em espaços confinados. •.
  • 125.
    OBRIGADO E BOAPRÁTICA!