O documento discute como as pessoas tendem a se complicar a vida ao se preocuparem excessivamente com bens materiais e acumulação de posses, em vez de aproveitarem a vida e o que ela oferece. Argumenta-se que as pessoas acabam se tornando escravas dos objetos que adquirem e perdem de vista o que é essencial, que é a arte de viver. A vida deve ser vivida e não desperdiçada na busca por coisas que não valerão nada no futuro.