O documento discute a importância da "Escola Sem Censura" em oposição à "Escola Sem Partido". Defende que as universidades brasileiras censuram sistematicamente ideias contrárias à esquerda ao invés de doutrinar ativamente. Também argumenta que as técnicas de engenharia social são mais eficazes do que a doutrinação explícita para moldar o comportamento estudantil.