O documento discute a discrepância entre o número de ONGs que atuam na Amazônia versus outras regiões do Brasil e do mundo que sofrem com problemas mais graves, como a seca no Nordeste do Brasil e conflitos e doenças na África. Ele sugere que há mais ONGs estrangeiras atuando na proteção dos direitos indígenas e do meio ambiente na Amazônia do que no continente africano, que enfrenta problemas humanitários mais graves.