Este poema é uma prece de gratidão dirigida a Deus pelo que o autor recebeu e continua recebendo: a capacidade de ver a beleza da natureza, ouvir sons maravilhosos, falar para consolar os outros, usar as mãos para ajudar, andar livremente e ter um lar com amor. O autor também pede por aqueles que não podem ver, ouvir, falar ou andar, confiando que um dia poderão desfrutar destes dons no reino de Deus.