Este poema expressa gratidão a Deus pelos sentidos, capacidades e bens dados aos humanos, como a visão, audição, fala, mobilidade e lar. Reconhece que alguns sofrem privações destes dons, mas pede misericórdia para eles, acreditando que um dia poderão desfrutá-los novamente. Termina agradecendo a Deus por ter nascido e por Seu amor incondicional.