Este poema expressa gratidão a Deus pelos sentidos e capacidades humanas, como ver, ouvir, falar, ter mãos e andar. O autor pede por aqueles que não possuem esses dons, como cegos, surdos e deficientes, acreditando que um dia eles os terão no reino celestial. O poema também agradece a Deus pela família, lar e pela própria vida.