O artigo discute os perigos da censura e proibição de livros, argumentando que educadores devem fazer alunos entenderem por que obras podem ser ruins ou inadequadas, ao invés de simplesmente proibi-las. O autor defende que pais e professores devem preparar crianças e jovens para identificar riscos na mídia, ao invés de tentar evitar seu acesso, e devem incentivar a leitura como forma de desenvolver o senso crítico.