PRÉ-DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS
ESTRUTURAIS DE AÇO E MADEIRA
Introdução
Os gráficos de pré-dimensionamento de sistemas estruturais a seguir
foram adotados dos gráficos elaborados pelo Prof. Philip A. Corkill, da
Universidade de Nebraska, que foram traduzidos e adaptados para o
sistema métrico internacional pelos Professores Yopanan C.P. Rebello e
Walter Luiz Junc com a colaboração da Arquiteta Luciane Amante.
Os gráficos apresentam nas abscissas, valores que correspondem a uma
das variáveis, como vãos, quando se trata de estruturas como vigas e
treliças, ou número de pavimentos ou altura não travada, quando se
trata de colunas.Nas ordenadas estão os dados para o pré-
dimensionamento, altura seção, lado mínimo de coluna, etc.
Os gráficos não são apresentados na forma de linha, mas de uma
superfície contida entre duas linhas; a superior representa os valores
máximos de pré-dimensionamento e a inferior, os valores mínimos. O
uso do limite inferior ou superior depende do bom senso. Se a
estrutura for pouco carregada, como é o caso de coberturas, usa-se o
limite inferior, ou na dúvida, a região intermediária. Quando a
estrutura é bastante carregada usamos o limite superior.
Por outro lado observe-se nas Figuras, que são apresentados limite
máximo e mínimo para o emprego de certos sistemas básicos. Na
Figura 1, vigas de madeira, esses limites são de 1,5 metros mínimo e
de 13,0 metros máximo.
Estruturas de madeira
Para as estruturas mais usuais em madeira apresentam-se a seguir
gráficos para vigas, colunas para um único andar, colunas para
vários andares e treliças (tesouras). A configuração para as treliças
planas é aquela mostrada na Figura 5.
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 1
Figura 1 – Gráfico para pré-dimensionamento de vigas de madeira
Figura 2 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de madeira (um andar apenas)
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 2
Figura 3 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de madeira (vários andares)
Figura 4 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças de madeira
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 3
Figura 5 – Esquema de treliça plana para uso com a Figura 4.
Estruturas Metálicas
Para as estruturas mais usuais em aço apresentam-se a seguir
gráficos para vigas, colunas, treliças planas, treliças espaciais e
pórticos. Em cada gráfico é representada a configuração do elemento
ou sistema.
Figura 6 – Gráfico para pré-dimensionamento de vigas de aço
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 4
Figura 7 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de aço um único andar
Figura 8 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de aço vários andares
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 5
Figura 9 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas
Figura 10 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 6
Figura 11 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas duas águas
Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 7

dissertação final 15 março

  • 1.
    PRÉ-DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS ESTRUTURAISDE AÇO E MADEIRA Introdução Os gráficos de pré-dimensionamento de sistemas estruturais a seguir foram adotados dos gráficos elaborados pelo Prof. Philip A. Corkill, da Universidade de Nebraska, que foram traduzidos e adaptados para o sistema métrico internacional pelos Professores Yopanan C.P. Rebello e Walter Luiz Junc com a colaboração da Arquiteta Luciane Amante. Os gráficos apresentam nas abscissas, valores que correspondem a uma das variáveis, como vãos, quando se trata de estruturas como vigas e treliças, ou número de pavimentos ou altura não travada, quando se trata de colunas.Nas ordenadas estão os dados para o pré- dimensionamento, altura seção, lado mínimo de coluna, etc. Os gráficos não são apresentados na forma de linha, mas de uma superfície contida entre duas linhas; a superior representa os valores máximos de pré-dimensionamento e a inferior, os valores mínimos. O uso do limite inferior ou superior depende do bom senso. Se a estrutura for pouco carregada, como é o caso de coberturas, usa-se o limite inferior, ou na dúvida, a região intermediária. Quando a estrutura é bastante carregada usamos o limite superior. Por outro lado observe-se nas Figuras, que são apresentados limite máximo e mínimo para o emprego de certos sistemas básicos. Na Figura 1, vigas de madeira, esses limites são de 1,5 metros mínimo e de 13,0 metros máximo. Estruturas de madeira Para as estruturas mais usuais em madeira apresentam-se a seguir gráficos para vigas, colunas para um único andar, colunas para vários andares e treliças (tesouras). A configuração para as treliças planas é aquela mostrada na Figura 5. Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 1
  • 2.
    Figura 1 –Gráfico para pré-dimensionamento de vigas de madeira Figura 2 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de madeira (um andar apenas) Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 2
  • 3.
    Figura 3 –Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de madeira (vários andares) Figura 4 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças de madeira Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 3
  • 4.
    Figura 5 –Esquema de treliça plana para uso com a Figura 4. Estruturas Metálicas Para as estruturas mais usuais em aço apresentam-se a seguir gráficos para vigas, colunas, treliças planas, treliças espaciais e pórticos. Em cada gráfico é representada a configuração do elemento ou sistema. Figura 6 – Gráfico para pré-dimensionamento de vigas de aço Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 4
  • 5.
    Figura 7 –Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de aço um único andar Figura 8 – Gráfico para pré-dimensionamento de colunas de aço vários andares Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 5
  • 6.
    Figura 9 –Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas Figura 10 – Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 6
  • 7.
    Figura 11 –Gráfico para pré-dimensionamento de treliças metálicas duas águas Prof. Zacarias M. Chamberlain Pravia (2002) 7