CONTAS SATÉLITE
Todos os países possuem um Sistema de Contas Nacionais (SNC) que revela,
anualmente, a representatividade de diferentes setores na economia do país,
utilizando diversas fontes estatísticas e financeiras. Um dos principais resultados
do SNC é o PIB, utilizando mundialmente para exprimir a riqueza produzida no
país. A metodologia de cálculo também é padronizada, garantindo a
comparabilidade internacional dos números. Embora seja um instrumento de
validade indiscutível, o SNC apresenta algumas carências. Uma delas é não
identificar setores transversais à economia, como turismo, meio ambiente e
cultura, que são distribuídos em diferentes categorias econômicas.
O conceito de CONTAS SATÉLITE foi desenvolvido pela ONU em 2000, para
permitir a avaliação do peso econômico desses setores transversais, reunindo,
em uma mesma conta, todos os dados que revelam sua contribuição ao PIB e
permitindo, em princípio, considerar também aspectos não monetários.
Fonte: Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável – Ana Carla Fonseca – Ed. Manole

CONTAS SATÉLITE

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    CONTAS SATÉLITE Todos ospaíses possuem um Sistema de Contas Nacionais (SNC) que revela, anualmente, a representatividade de diferentes setores na economia do país, utilizando diversas fontes estatísticas e financeiras. Um dos principais resultados do SNC é o PIB, utilizando mundialmente para exprimir a riqueza produzida no país. A metodologia de cálculo também é padronizada, garantindo a comparabilidade internacional dos números. Embora seja um instrumento de validade indiscutível, o SNC apresenta algumas carências. Uma delas é não identificar setores transversais à economia, como turismo, meio ambiente e cultura, que são distribuídos em diferentes categorias econômicas. O conceito de CONTAS SATÉLITE foi desenvolvido pela ONU em 2000, para permitir a avaliação do peso econômico desses setores transversais, reunindo, em uma mesma conta, todos os dados que revelam sua contribuição ao PIB e permitindo, em princípio, considerar também aspectos não monetários. Fonte: Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável – Ana Carla Fonseca – Ed. Manole