Em 1920, a  SAF da Igreja Presbiteriana de Lavras, Sul de Minas, implantou este tipo de atividade.  Os departamentos criados foram em número de quatro.  Receberam os nomes: Presbitério, Sínodo, Assembléia e Missões. Esses títulos funcionavam em rodízio anual, com o objetivo de instruir todas as senhoras quanto à existência, organização e função de cada trabalho representado pelo respectivo título.
1ª Federação   Foi organizada em 24/ 05/ 1921, no Presbitério Sul de Minas, tendo sido, na época, denominada “Confederação de Senhoras”. Esta 1ª Federação era composta de 12 SAFs. 3ª Federação 1925  Federação Sul de Pernambuco, que resultou do desdobramento da anterior. Sua 1ª Presidente foi Cecília Rodrigues Siqueira. 2ª Federação  Surgiu no ano de 1924 - Federação de SAFs do Presbitério de  Pernambuco
PRIMEIROS PASSOS PARA A  EXPANSÃO A NÍVEL NACIONAL 1926  –  Neste ano, uma comissão de 100 mulheres compareceu à Assembléia Geral (como era chamado, na época, o Supremo Concílio) reunida em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, para pedir a criação de Federações em todos os Presbitérios.  Isto somente vai acontecer de fato em 1928, ocasião em que  D. Amélia Kerr Nogueira  pronunciou convincente discurso perante a Assembléia, então reunida em Campinas, SP.
CRIAÇÃO DOS CÍRCULOS CONFERENCIAIS E COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO Em 1926, a Federação Sul de Minas introduziu estas duas novidades no trabalho feminino; ambas deram tão bons resultados que continuam até hoje, mas tendo sido alterados seus nomes para “Círculos”  e  “Dia de Oração das SAFs do Brasil” (acontece, anualmente, na 1ª sexta-feira do mês de março).
1º SECRETÁRIO GERAL Em 1928 – Rev Jorge Goulart,  nomeado na reunião da Assembléia Geral da Igreja, realizada em Campinas, SP
1ª SECRETÁRIA EXECUTIVA DO TRABALHO FEMININO 1932/ 1936 – Genevieve Marchant, eleita na reunião da Assembléia Geral da Igreja, realizada em Alto Jequitibá, MG.
MANUAL DO TRABALHO FEMININO O Primeiro Manual começou a ser preparado em 1935 pela Comissão Permanente, mas só foi publicado pela Casa Editora Presbiteriana em 1937. Em todo o Brasil, o trabalho feminino foi uniformizado.  Hoje é adotado o Manual Unificado das Sociedades Internas, que dá esta unidade de funcionamento a todas as sociedades internas da IPB. 
CONGRESSO UNIDO 1º CONGRESSO NACIONAL DE SAFS
MOTO DA SAF “ Sejamos verdadeiras auxiliadoras, Irrepreensíveis na conduta, Incansáveis na luta, Firmes na fé, Vitoriosas por Cristo Jesus.”    
SAF em REVISTA  (1955)
Moto da SAF ORGANIZAÇÃO
 
 
Moto da SAF A GRANDE PROBLEMATICA A SAF SERVE PARA MULHER MODERNA??????
Moto da SAF O QUE PRECISA MUDAR? O DEVE SER PRESEVADO. A SAF E A MULHER MODERNA
Moto da SAF O QUE PRECISA MUDAR?
Moto da SAF O QUE PODE MELHORAR MUDAR?
Moto da SAF FONTE Manual das Sociedades Auxiliadoras Femininas, Casa Editora Presbiteriana, 1959 Trabalho Feminino / Manual, Casa Editora Presbiteriana, 1980 Manual do Trabalho Feminino,  Casa Editora Presbiteriana, 1986 Manual Unificado das Sociedades Internas, Editora Cultura Cristã, 2002 História da Igreja Presbiteriana do Brasil, Júlio Andrade Ferreira, Casa Editora Presbiteriana, 1960   

Conhecendo a SAF

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    Em 1920, a  SAFda Igreja Presbiteriana de Lavras, Sul de Minas, implantou este tipo de atividade. Os departamentos criados foram em número de quatro. Receberam os nomes: Presbitério, Sínodo, Assembléia e Missões. Esses títulos funcionavam em rodízio anual, com o objetivo de instruir todas as senhoras quanto à existência, organização e função de cada trabalho representado pelo respectivo título.
  • 6.
    1ª Federação  Foi organizada em 24/ 05/ 1921, no Presbitério Sul de Minas, tendo sido, na época, denominada “Confederação de Senhoras”. Esta 1ª Federação era composta de 12 SAFs. 3ª Federação 1925 Federação Sul de Pernambuco, que resultou do desdobramento da anterior. Sua 1ª Presidente foi Cecília Rodrigues Siqueira. 2ª Federação Surgiu no ano de 1924 - Federação de SAFs do Presbitério de  Pernambuco
  • 7.
    PRIMEIROS PASSOS PARAA EXPANSÃO A NÍVEL NACIONAL 1926  –  Neste ano, uma comissão de 100 mulheres compareceu à Assembléia Geral (como era chamado, na época, o Supremo Concílio) reunida em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, para pedir a criação de Federações em todos os Presbitérios.  Isto somente vai acontecer de fato em 1928, ocasião em que D. Amélia Kerr Nogueira pronunciou convincente discurso perante a Assembléia, então reunida em Campinas, SP.
  • 8.
    CRIAÇÃO DOS CÍRCULOSCONFERENCIAIS E COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO Em 1926, a Federação Sul de Minas introduziu estas duas novidades no trabalho feminino; ambas deram tão bons resultados que continuam até hoje, mas tendo sido alterados seus nomes para “Círculos”  e  “Dia de Oração das SAFs do Brasil” (acontece, anualmente, na 1ª sexta-feira do mês de março).
  • 9.
    1º SECRETÁRIO GERALEm 1928 – Rev Jorge Goulart,  nomeado na reunião da Assembléia Geral da Igreja, realizada em Campinas, SP
  • 10.
    1ª SECRETÁRIA EXECUTIVADO TRABALHO FEMININO 1932/ 1936 – Genevieve Marchant, eleita na reunião da Assembléia Geral da Igreja, realizada em Alto Jequitibá, MG.
  • 11.
    MANUAL DO TRABALHOFEMININO O Primeiro Manual começou a ser preparado em 1935 pela Comissão Permanente, mas só foi publicado pela Casa Editora Presbiteriana em 1937. Em todo o Brasil, o trabalho feminino foi uniformizado.  Hoje é adotado o Manual Unificado das Sociedades Internas, que dá esta unidade de funcionamento a todas as sociedades internas da IPB. 
  • 12.
    CONGRESSO UNIDO 1ºCONGRESSO NACIONAL DE SAFS
  • 13.
    MOTO DA SAF“ Sejamos verdadeiras auxiliadoras, Irrepreensíveis na conduta, Incansáveis na luta, Firmes na fé, Vitoriosas por Cristo Jesus.”    
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    Moto da SAFORGANIZAÇÃO
  • 16.
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  • 18.
    Moto da SAFA GRANDE PROBLEMATICA A SAF SERVE PARA MULHER MODERNA??????
  • 19.
    Moto da SAFO QUE PRECISA MUDAR? O DEVE SER PRESEVADO. A SAF E A MULHER MODERNA
  • 20.
    Moto da SAFO QUE PRECISA MUDAR?
  • 21.
    Moto da SAFO QUE PODE MELHORAR MUDAR?
  • 22.
    Moto da SAFFONTE Manual das Sociedades Auxiliadoras Femininas, Casa Editora Presbiteriana, 1959 Trabalho Feminino / Manual, Casa Editora Presbiteriana, 1980 Manual do Trabalho Feminino,  Casa Editora Presbiteriana, 1986 Manual Unificado das Sociedades Internas, Editora Cultura Cristã, 2002 História da Igreja Presbiteriana do Brasil, Júlio Andrade Ferreira, Casa Editora Presbiteriana, 1960