O documento discute os direitos do leitor ao ler. Em três frases, resume que o autor argumenta que ler não pode ser imposto, mas deve ser um ato voluntário. Além disso, defende que os leitores, incluindo jovens, devem ter direito de não ler um livro inteiro, pular páginas e reler partes, como os leitores experientes fazem. Finalmente, destaca o direito de calar como um dos mais importantes direitos do leitor.