O documento discute o ensino do clareamento gengival na perspectiva do etnocentrismo. Aponta que a prática é norteada pelo padrão branco de beleza, negligenciando diferenças étnicas. Entrevistas com profissionais revelam visões que valorizam a estética branca em detrimento da negra ou atribuem aos próprios negros o desejo de se aproximar do padrão branco. Livros didáticos também omitem a diversidade de padrões de beleza entre etnias.