O documento discute a natureza verdadeira e eterna do ser humano. Em três frases:
O texto argumenta que os seres humanos são na verdade essências imortais e contínuas que existiram por bilhões de anos e viveram muitas vidas, acumulando sabedoria. Nossos corpos são apenas disfarces temporários, e nossa verdadeira identidade é uma série de pensamentos e sentimentos que compõem nossa personalidade única. Somos na verdade centelhas eternas de luz divina que habitam a Terra temporariamente.