CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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Identidade dos territórios
e complexidade
Comunicar a identidade de um território
não está relacionado simplesmente
com a afirmação de uma marca ou de um nome.
É um projeto e um processo
que deve levar em consideração a complexidade de
um mundo,
aprender a conhecê-la e valorizá-la.
Da comunicação sedutora à
narração.

Esta mudança é em primeiro lugar uma mudança
das linguagens. Não se fala mais de "promessas"
de experiências fantásticas, mas da sua
descrição, narradas por quem, preferivelmente, as
tenha realmente vivido.
Comunicar por meio de
fatos reais.
A crise dos grandes investimentos em
comunicação mudou profundamente as
estratégias possíveis de serem adotadas.
Em lugar de grandes investimentos nas
mídias tradicionais, hoje se programam
'ações' no mundo real.
A comunicação nasce do cuidado com que
os documentamos e da disponibilidade de
instrumentos para difundi-los.

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O território como
instrumento de relações.
Na Ivrea da grande Olivetti, todos
costumavam chamar a fábrica usando o
termo "casa". Uma mudança de uso da
linguagem, compartilhada por toda uma
população.
O valor de uma experiência compartilhada
é, na estratégia de afirmação de uma
identidasde territorial, o resultado mais
importante a ser atingido.

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Comunicação, documentação
, monitoramento.

O plano e os instrumentos que estamos imaginando
para comunicar o programa Brasil Próximo levam
em consideração a importância de um processo no
qual se
fundam, simultaneamente, comunicação, document
ação e monitoramento.
Comunicar
por acumulação
Sempre se falou de comunicação como uma
matéria efêmera, com um curto prazo de
vencimento.
Um plano de comunicação aberto e
participativo, ao contrário, considera que a
acumulação de sedimentos de informações
seja um grande recurso para narrar o
processo.


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Materiais sempre à
disposição
Os próprios materiais
produzidos, catalogados por meio de chaves
diversas (cronologia, tema, valores-
chave, etc.), tornam-se uma base possível
para a geração de novos instrumentos de
comunicação.




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Monitorar a mudança
intangível.
Em seu recente livro sobre a Economia da
Felicidade, Luca De Biase explica como, para
monitorar o real índice de bem-estar de um
território, seja necessário poder reconhecer
e fazer o censo dos bens "intangíveis", além
daqueles materiais.
O "quanto posso comprar" deve ser
substituído pelo "quanto posso conhecer".


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Brasil Próximo
Os níveis de comunicação
envolvidos.
Um plano articulado para um Programa complexo e
articulado, no qual coexistem e agem atores em
vários níveis. O primeiro objetivo a ser atingido é
favorecer a comunicação interna do Brasil Próximo.
Interna, Institucional
Mesmo a comunicação entre e para as
Instituições envolvidas num projeto como o
Brasil Próximo precisa, junto aos
instrumentos 'técnicos', utilizar a
comunicação dos valores envolvidos e as
características "macro" do andamento do
programa.




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Interna, operacional
Todos os atores envolvidos a um nível
operacional necessitam de tempestividade e
disponibilidade de informação. A
correspondência e a troca de informações
não podem mais basear-se exclusivamente
em instrumentos como o e-mail.
As informações devem ser imediatamente
disponibilizadas para todos, no mesmo
instante.

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Externa, funcional
Falar ao próprio público significa, nas nossas
intenções, falar a um possível co-autor da
"narração".
Os instrumentos nos quais pensamos, como
também a sua gestão, representam objetos
abertos, que na fase de uso realizam na
prática um processo de 'educação para o
uso' e de experiência comum.


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Externa, indireta
Os valores envolvidos pelo Brasil Próximo
são importantes não somente para nós e
para os territórios envolvidos, mas se
referem a públicos mais amplos e grupos de
cidadãos de qualquer parte do mundo.
Devemos deixar circular as informações e
favorecer a troca e a interação com redes já
existentes capazes de amplificar a nossa
mensagem.


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Fazer a releitura do mapa das
partes envolvidas como
mapa de atividades.
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Novo fluxo informativo
Para baixo, na direção dos territórios
Para o alto, para o nível institucional
Para o exterior, na direção de um público
que não podemos definir mas que por
afinidades metodológicas e temáticas, pode
reencontrar as nossas atividades.




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O método
Reconhecimento
Compartilhamento de conhecimentos
Preparação das ferramentas
Difusão do plano
Envolvimento dos atores em campo
Gestão: Quem faz o quê.


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As ferramentas

Uma plataforma web
Um manual/guia para descrever as componentes
por meio de testemunhos qualificados.
Jornais em papel, publicações ágeis para narrar e
difundir a situação real do projeto nos territórios.
Micro-mostras. Narrar à comunidade por meio da
construção de micro-espaços.
Marca




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Logomarca




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Cor da logomarca




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Mapa das cores




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Manual
A narração do projeto
por meio de uma
coleção de entrevistas
às testemunhas
que tenham sido
protagonistas
do seu nascimento e
responsáveis
pela sua animação.


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Boletins




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Boletins




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Micro-mostras
Uma instalação leve, destinada a colocar à
mostra, para o público, o que está sendo
realizado no território, para que as pessoas
comuns possam participar do processo em
curso e, ao senti-lo como próprio, tornarem-
se, futuramente, sujeitos ativos e novos
"redatores".




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Painéis
Pequeno
formato,
de fácil
realização
e com economia.




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Instalação




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Obrigado


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skype: mtr64pg

Bpr 12-piano di comunicazione pt-br

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    Identidade dos territórios ecomplexidade Comunicar a identidade de um território não está relacionado simplesmente com a afirmação de uma marca ou de um nome. É um projeto e um processo que deve levar em consideração a complexidade de um mundo, aprender a conhecê-la e valorizá-la.
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    Da comunicação sedutoraà narração. Esta mudança é em primeiro lugar uma mudança das linguagens. Não se fala mais de "promessas" de experiências fantásticas, mas da sua descrição, narradas por quem, preferivelmente, as tenha realmente vivido.
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    Comunicar por meiode fatos reais. A crise dos grandes investimentos em comunicação mudou profundamente as estratégias possíveis de serem adotadas. Em lugar de grandes investimentos nas mídias tradicionais, hoje se programam 'ações' no mundo real. A comunicação nasce do cuidado com que os documentamos e da disponibilidade de instrumentos para difundi-los. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    O território como instrumentode relações. Na Ivrea da grande Olivetti, todos costumavam chamar a fábrica usando o termo "casa". Uma mudança de uso da linguagem, compartilhada por toda uma população. O valor de uma experiência compartilhada é, na estratégia de afirmação de uma identidasde territorial, o resultado mais importante a ser atingido. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Comunicação, documentação , monitoramento. Oplano e os instrumentos que estamos imaginando para comunicar o programa Brasil Próximo levam em consideração a importância de um processo no qual se fundam, simultaneamente, comunicação, document ação e monitoramento.
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    Comunicar por acumulação Sempre sefalou de comunicação como uma matéria efêmera, com um curto prazo de vencimento. Um plano de comunicação aberto e participativo, ao contrário, considera que a acumulação de sedimentos de informações seja um grande recurso para narrar o processo. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Materiais sempre à disposição Ospróprios materiais produzidos, catalogados por meio de chaves diversas (cronologia, tema, valores- chave, etc.), tornam-se uma base possível para a geração de novos instrumentos de comunicação. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Monitorar a mudança intangível. Emseu recente livro sobre a Economia da Felicidade, Luca De Biase explica como, para monitorar o real índice de bem-estar de um território, seja necessário poder reconhecer e fazer o censo dos bens "intangíveis", além daqueles materiais. O "quanto posso comprar" deve ser substituído pelo "quanto posso conhecer". CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Brasil Próximo Os níveisde comunicação envolvidos. Um plano articulado para um Programa complexo e articulado, no qual coexistem e agem atores em vários níveis. O primeiro objetivo a ser atingido é favorecer a comunicação interna do Brasil Próximo.
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    Interna, Institucional Mesmo acomunicação entre e para as Instituições envolvidas num projeto como o Brasil Próximo precisa, junto aos instrumentos 'técnicos', utilizar a comunicação dos valores envolvidos e as características "macro" do andamento do programa. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Interna, operacional Todos osatores envolvidos a um nível operacional necessitam de tempestividade e disponibilidade de informação. A correspondência e a troca de informações não podem mais basear-se exclusivamente em instrumentos como o e-mail. As informações devem ser imediatamente disponibilizadas para todos, no mesmo instante. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Externa, funcional Falar aopróprio público significa, nas nossas intenções, falar a um possível co-autor da "narração". Os instrumentos nos quais pensamos, como também a sua gestão, representam objetos abertos, que na fase de uso realizam na prática um processo de 'educação para o uso' e de experiência comum. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Externa, indireta Os valoresenvolvidos pelo Brasil Próximo são importantes não somente para nós e para os territórios envolvidos, mas se referem a públicos mais amplos e grupos de cidadãos de qualquer parte do mundo. Devemos deixar circular as informações e favorecer a troca e a interação com redes já existentes capazes de amplificar a nossa mensagem. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Fazer a releiturado mapa das partes envolvidas como mapa de atividades.
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    Novo fluxo informativo Parabaixo, na direção dos territórios Para o alto, para o nível institucional Para o exterior, na direção de um público que não podemos definir mas que por afinidades metodológicas e temáticas, pode reencontrar as nossas atividades. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    O método Reconhecimento Compartilhamento deconhecimentos Preparação das ferramentas Difusão do plano Envolvimento dos atores em campo Gestão: Quem faz o quê. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    As ferramentas Uma plataformaweb Um manual/guia para descrever as componentes por meio de testemunhos qualificados. Jornais em papel, publicações ágeis para narrar e difundir a situação real do projeto nos territórios. Micro-mostras. Narrar à comunidade por meio da construção de micro-espaços.
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    Marca CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Logomarca CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Mapa das cores CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Web CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Web CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Manual A narração doprojeto por meio de uma coleção de entrevistas às testemunhas que tenham sido protagonistas do seu nascimento e responsáveis pela sua animação. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Boletins CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Boletins CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Micro-mostras Uma instalação leve,destinada a colocar à mostra, para o público, o que está sendo realizado no território, para que as pessoas comuns possam participar do processo em curso e, ao senti-lo como próprio, tornarem- se, futuramente, sujeitos ativos e novos "redatores". CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Painéis Pequeno formato, de fácil realização e comeconomia. CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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    Instalação CoMuDe COMUNICAR MULTIPLICA DEVERES - 2012
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