O documento discute as boas obras, especialmente as obras de misericórdia corporais e espirituais, que são as mais perfeitas e usadas para julgar os cristãos no Juízo Final. Essas obras incluem alimentar os famintos, vestir os nus, visitar os enfermos e presos, e ajudar os necessitados espiritualmente por meio do aconselhamento e consolo. O texto argumenta que as boas obras são necessárias para a salvação, pois mostram a fé viva de um cristão.