O documento analisa as macroformas do Espírito Santo, focando na relação entre povoamento e uso da terra, especialmente nas áreas de relevo suave e baixas ao norte de Vitória. Destaca que essa região foi a última a ser povoada devido a barreiras como temperaturas inadequadas para o cultivo do café arábica e dificuldades de acesso, exemplificadas pela travessia do rio Doce. Além disso, discute os impactos das queimadas na agricultura e a manutenção dos nutrientes em solos suaves e baixos.