O documento descreve um exercício de construção de metáforas transformadoras entre um sujeito e dois programadores, centrado em problemas de comunicação com filhos adolescentes. Os programadores usam analogias, como lápis e machado, para ajudar o sujeito a repensar sua abordagem. Além disso, sugere aspectos importantes na construção de metáforas, como sutileza e ecologia, e propósitos potenciais, como ressignificação e acesso a recursos.