DIVERSIDADES EM TEMAS ATUAIS DA
TECNOLOGIA
AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM:
A SALA DE AULA NÃO É MAIS O ÚNICO AMBIENTE DE
APRENDIZAGEM.
NOVOS ESPAÇOS ENFATIZAM A PESQUISA, A COLABORAÇÃO, A
CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E A
INTERDISCIPLINARIDADE.

AVA- AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: ULTRAPASSAM
BARREIRAS, FACILITAM RELAÇÕES, POSSIBILITAM
CONSTRUÇÕES E FORMAM REDES DE COLABORAÇÃO.

www.abed.org,br/congresso2008/apr/TC059.PPT
APRENDIZAGEM COLABORATIVA

www.eps.ufsc.br/disserta99/lesle/cap2.htm
O QUE É EAD?
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO – INTRODUÇÃO DO EAD EQUIPE MEMÓRIA RAM
EDUCAÇÃO A DISTANCIA
Educação aberta pode ser entendida de
várias formas, porém, em todas as suas
definições e aplicações, há um conjunto de
práticas que tendem a caracterizá-la.
Essas práticas têm enfoques específicos
dependendo do contexto, do sistema de
aprendizagem e do momento histórico.

Educação aberta: histórico, práticas e o contexto dos recursos edu cacionais

Andreia Inamorato dos Santos

abertos
NATIVOS X IMIGRANTES DIGITAIS
Usamos o termo “Nativos Digitais” para definir a geração que já nasceu cercada
pela
tecnologia,
já
conhecida
como
Geração
N
(NET).
Computadores, celulares, videogames, webcams... fazem parte do cotidiano
dessa geração, passando dostatus de ferramentas para o status de linguagem
comum e falada fluentemente por essa geração.
Já o termo “Imigrantes Digitais” é utilizado para definir as gerações
anteriores, que viram essas tecnologias se desenvolverem, se solidificarem e se
incluírem (as vezes contra vontade) em seu cotidiano.
Os Nativos desenvolvem e treinam o processamento paralelo constantemente
com seus videogames e hyperlinks da rede e, por isso, o ensino passo-a-passo
e a divisão das matérias parecem tão desestimulantes para essas crianças.
Estamos tentando fazer com que regridam e aprendam em uma linguagem
antiga e sem graça. É o mesmo que ensinar em esperanto! Já conhecemos
essa nova linguagem. Agora, as escolas precisam aprender a adaptar os
conteúdos curriculares para essa nova e atraente linguagem.
fontehttp://clubinhofabercastell.com.br/app/core/pais.html?oid=34
Equipe:
 Flávia Évely Ribeiro Santos
 José Maria França
 Maria do Carmo Ferreira de Souza


Aula 12 12-2013

  • 1.
    DIVERSIDADES EM TEMASATUAIS DA TECNOLOGIA
  • 2.
    AMBIENTES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM: A SALA DE AULA NÃO É MAIS O ÚNICO AMBIENTE DE APRENDIZAGEM. NOVOS ESPAÇOS ENFATIZAM A PESQUISA, A COLABORAÇÃO, A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E A INTERDISCIPLINARIDADE. AVA- AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: ULTRAPASSAM BARREIRAS, FACILITAM RELAÇÕES, POSSIBILITAM CONSTRUÇÕES E FORMAM REDES DE COLABORAÇÃO. www.abed.org,br/congresso2008/apr/TC059.PPT
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  • 5.
    APRESENTAÇÃO DO TRABALHO– INTRODUÇÃO DO EAD EQUIPE MEMÓRIA RAM
  • 6.
    EDUCAÇÃO A DISTANCIA Educaçãoaberta pode ser entendida de várias formas, porém, em todas as suas definições e aplicações, há um conjunto de práticas que tendem a caracterizá-la. Essas práticas têm enfoques específicos dependendo do contexto, do sistema de aprendizagem e do momento histórico. Educação aberta: histórico, práticas e o contexto dos recursos edu cacionais Andreia Inamorato dos Santos abertos
  • 7.
    NATIVOS X IMIGRANTESDIGITAIS Usamos o termo “Nativos Digitais” para definir a geração que já nasceu cercada pela tecnologia, já conhecida como Geração N (NET). Computadores, celulares, videogames, webcams... fazem parte do cotidiano dessa geração, passando dostatus de ferramentas para o status de linguagem comum e falada fluentemente por essa geração. Já o termo “Imigrantes Digitais” é utilizado para definir as gerações anteriores, que viram essas tecnologias se desenvolverem, se solidificarem e se incluírem (as vezes contra vontade) em seu cotidiano. Os Nativos desenvolvem e treinam o processamento paralelo constantemente com seus videogames e hyperlinks da rede e, por isso, o ensino passo-a-passo e a divisão das matérias parecem tão desestimulantes para essas crianças. Estamos tentando fazer com que regridam e aprendam em uma linguagem antiga e sem graça. É o mesmo que ensinar em esperanto! Já conhecemos essa nova linguagem. Agora, as escolas precisam aprender a adaptar os conteúdos curriculares para essa nova e atraente linguagem. fontehttp://clubinhofabercastell.com.br/app/core/pais.html?oid=34
  • 8.
    Equipe:  Flávia ÉvelyRibeiro Santos  José Maria França  Maria do Carmo Ferreira de Souza 