02 de Setembro de 2008 XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Intercom Sala Vip: a experimentação como estratégia de relacionamento de uma Instituição de Ensino Superior
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos  Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
Cenário da Educação Superior no Brasil  O cenário da educação superior no país vem sofrendo uma grande transformação: Fusões e abertura de capital Surgimento de centenas de instituições de ensino superior Formas diferenciadas de ingresso   Fonte: Inep - Mec 1995  2006
Cenário da Educação Superior no Brasil  Faculdades que antes eram alvos da disputa de alunos mudaram o foco e hoje fazem de tudo para “capturar” o aluno. Metade das vagas oferecidas pelas IES privadas estão ociosas. Práticas adotadas entre operadoras de telefonia para tirar clientes da concorrência já aparecem no setor e causam polêmica.
Cenário da Educação Superior no Brasil  Fonte: Jornal Estado de Minas – Domingo – 27 de julho de 2008 Em 2007 foram 18 negócios entre fusões e aquisições de IES particulares, em 2008 já são mais de 30 operações. Constatação de que a expansão do cenário da educação superior já chegou ao seu período de maturação.
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial Teórico  O cenário da Educação Superior no Brasil
O relacionamento como diferenciação de mercado Para se destacar as instituições de ensino começam a adotar as melhores práticas de gestão, incluindo as áreas de comunicação e marketing.  As instituições passam a utilizar estratégias diferenciadas junto aos seus públicos de interesse, novas formas de relacionamento que dão suporte para que a instituição possa demonstrar o valor superior em relação às concorrentes.  A atividade de Relações Públicas passa então a ter destaque neste fortalecimento do relacionamento das IES com os públicos de interesse.
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos  Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES Dados da IES: A instituição já tem 44 anos de atuação no mercado educacional. Possui em torno de 16 mil alunos. Conta com mais de 1.600 funcionários entre professores e administrativo. Possui uma infra-estrutura distribuída em 3 campi.  Sala Vip é uma criação e uma responsabilidade do Núcleo de Relações Públicas, que está ligado a Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing da instituição. Foi criada como um diferencial para os acompanhantes do vestibular que antes tinham que aguardar na rua a saída do candidato que acompanhavam. Logo se transformou num espaço para construção de relacionamentos com pais e acompanhantes dos candidatos ao vestibular, tendo como ponto forte a experimentação de produtos e serviços produzidos pelos cursos da instituição.
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
A experimentação como suporte para criação de conceitos O conceito de experiência na língua portuguesa consiste no ato de experimentar, é uma prova ou demonstração, conhecimento que nos é transmitido pelos nossos sentidos . (Ferreira, 2004)   Schmitt criador do termo marketing de experiência relata que esta é uma das estratégias de relacionamento mais eficazes, pois criam oportunidades das organizações demonstrarem qualidades e atributos dos seus serviços que muita das vezes não aparecem nas propagandas institucionais, criando vantagens competitivas em relação a concorrência.  Cursos de qualidade e ótima infra-estrutura Experiências e vivências marcantes Criação de conceitos e recomendação Vantagem competitiva e alcance dos objetivos institucionais
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
Pesquisa e principais apontamentos Objetivo :  Analisar a Sala Vip, como estratégia de relações públicas para a promoção do relacionamento de uma instituição de ensino superior, na criação de valores intangíveis para o negócio, como credibilidade, reconhecimento e valorização da imagem institucional. Suporte Teórico - Gruning (1999)  - Kunsch (2003)  - Kotler (2000) Gordon (2002)  - Ferrell (2000)  - Poter (2005) - Slongo (2005)  - Schmitt (1999)  - Barbosa (2006)
Pesquisa e principais apontamentos Metodologia :  Pesquisa qualitativa com entrevistas em profundidade. Amostra: Entrevistas com 24 atores, acompanhantes dos candidatos ao vestibular, utilizando amostragem por acessibilidade.  10 homens e mulheres com idade entre 18 e 40 anos. 14 homens e mulheres com idade superior a 40 anos. Matrícula: Após o vestibular foi feita uma pesquisa documental junto a secretaria da instituição para verificar quantos candidatos que os entrevistados acompanhavam fizeram a matrícula.
Pesquisa e principais apontamentos Apontamentos :  - A escolha da instituição: indicação de conhecidos que estudam ou que já estudaram na instituição e o conceito positivo que a escola tem no mercado. - Entrevistados destacaram o ineditismo da ação. - As atividades propostas e o conforto proporcionado pela Sala Vip foram muito bem aceitas pelos entrevistados. A experimentação nos estandes dos cursos foi o destaque entre os entrevistados que revelaram que pelo aprendizado proporcionado pelos professores e alunos, eles conseguiram ver a qualidade dos cursos e das atividades propostas pelo centro universitário.
Pesquisa e principais apontamentos Apontamentos :  - Os entrevistados revelaram que saíram como uma percepção positiva em relação ao ensino e a infra-estrutura da instituição em relação a concorrência. Todos os entrevistados disseram que recomendariam a instituição para outras pessoas. “ ... não tinha um conceito formado. Mas muda o conceito que eu tenho dela em relação às outras universidades, pela acomodação, pelo carinho, pelo jeito que eles nos receberam, por tudo que gente está vendo aqui dentro. Seria o tipo de universidade que eu gostaria que meu filho estudasse.” (Entrevistado nº.15)
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
Conclusão - Forte concorrência obriga as IES utilizarem com inteligência as áreas de comunicação e do marketing, uma condição imposta pelo mercado. - O relacionamento passa a ser uma importante estratégia para as IES que não querem entrar na competição predatória em busca de novos alunos. - Por meio de estratégias como a Sala Vip, as IES conseguem com que públicos de interesse tenham uma experiência inesquecível e conheçam um pouco mais sobre a qualidade dos cursos e da infra-estrutura oferecida aos alunos. A inovação da proposta gerou credibilidade para a instituição, já que nenhuma IES de Belo Horizonte oferece ação semelhante e as pessoas identificaram-na como uma preocupação, uma demonstração de respeito e seriedade do centro universitário com os acompanhantes. - Dos candidatos que fizeram o vestibular e que os entrevistados acompanhavam,  62,5% foram aprovados no processo seletivo e 60% deste total realizaram sua matrícula na instituição.
Conclusão Os resultados das pesquisas comprovam a eficiência da utilização da Sala Vip como estratégia de Relações Públicas para a promoção do relacionamento e para criação de valores intangíveis para o negócio. Demonstrou também a importância da atividade de Relações Públicas para potencializar os resultados organizacionais.  No caso da Sala Vip, as “Relações Públicas Excelentes” termo cunhado por Gruning, se fez presente, pois a ação ajudou a instituição a alcançar seu objetivo de se comunicar com a sociedade e de mostrar a qualidade dos seus cursos, além de proporcionar valor para o negócio.
Agenda A Sala Vip como estratégia de relacionamento de uma IES O relacionamento como diferenciação de mercado A experimentação como suporte para criação de conceitos Pesquisa e os principais apontamentos   Conclusão Referencial Teórico O cenário da Educação Superior no Brasil
Referencial Teórico ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza.  Dicionário profissional de relações públicas e comunicação e glossário de termos anglo-americanos.  2.ed. rev.a ampl. São Paulo: Summus, 1996. 165p. BARBOSA, Maria de Lourdes de Azevedo.  Bem-Vindo a uma Experiência Extraordinária: Proposições para uma Interpretação sobre Consumo de Serviços . Centro de Estudos em Marketing e Pessoas da Universidade Federal de Pernambuco. Encontro de Marketing da Anpad – EMA. Rio de Janeiro. 2006. Disponível em: <http://www.mkp.dca.ufpe.br/docs/Benvindo%20a%20uma%20 Experi%EAncia%20Extraordin%E1ria.pdf> Acesso em 17 de novembro de 2007. CAHEN, Roger.  Comunicação empresarial . 9. ed. São Paulo: Best Seller, 2003. 302 p. CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul.  Marketing : criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2000. 626 p. GRUNING, James.  Gerando comunicação excelente . Comunicação empresarial, ano 9, n. 33, 4º trimestre, 1999. Entrevista concedida aos jornalistas Nara Dante e Paulo Nassar. DE FELIPPE JÚNIOR, Bernardo.  Relações Públicas : o que são e como utiliza r . Brasília: SEBRAE, 1995. 56 p. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda.  Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa . 3. ed. rev. e atual. Curitiba: Positivo, 2004. 2120 p. FERRELL, O. C.  et al .  Estratégia de marketing . São Paulo: Atlas, 2000. 306 p.  GORDON, Ian.  Marketing de relacionamento : estratégias, técnicas e tecnologias para conquistar clientes e mantê-los para sempre. [5.ed.] São Paulo: Futura, 2002. 349p.
Referencial Teórico KAYO, Eduardo Kazuo et al.  Ativos intangíveis, ciclo de vida e criação de valor . Revista de Administração Contemporânea – RAC, v. 10, n. 3, Jul./Set. 2006: 73-90 KOTLER, Philip.  Administração de marketing . 10. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2000. 764 p. KUNSCH, Margarida Maria Krohling.  Planejamento de relações públicas na comunicação integrada.  4. ed. rev. atual. e ampl. Sao Paulo: Summus, 2003. 417 p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade.  Fundamentos de metodologia científica . 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1991. 270 p. LOVELOCK, Christopher; WRIGHT, Lauren.  Serviços:  marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, 2001. 416 p. INSTITUTO Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP.  Sinopses estatísticas da Educação Superior  – Graduação. Disponível em: < http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/sinopse /default.asp > Acesso em: 07 de outubro de 2007. NEVES, Roberto de Castro.  Imagem empresarial : como as organizações [e as pessoas] podem proteger e tirar partido do seu maior patrimônio. 3. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 419 p.  PORTER, Michael E..  Vantagem competitiva : criando e sustentando um desempenho superior. 29. ed. Rio de Janeiro: Campus, [2005]. 512p. ROBINETTE, Scott; BRAND, Claire; LENZ, Vicki.  Marketing emocional : a maneira hallmark de ganhar clientes para toda a vida. São Paulo: Makron Books, 2002. 242 p.
Referencial Teórico SCHIMITT, B.H.  Experiential Marketing  : How to get customers to sense, feel, think, act, and relate to your company and brands, Free Press, New York, NY, 1999. SLONGO, Luiz Antonio; MÜSSNICH, Rafael.  Serviços ao Cliente e Marketing de Relacionamento no Setor Hoteleiro de Porto Alegre . Revista de Administração Contemporânea - RAC, v. 9, n. 1, Jan./Mar. 2005: 149-170 STONE, Merlin; WOODCOCK, Neil.  Marketing de relacionamento . São Paulo: Littera Mundi, 1998. 197 p. SVEIBY, Karl Erik.  A nova riqueza das organizações : gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 260 p. VELUDO-DE-OLIVEIRA, Tânia M.; IKEDA, Ana Akemi.  Valor em serviços educacionais . Revista de Administração de Empresas – RAE - eletrônica, v. 5, n. 2, Art. 12, jul./dez. 2006. Disponível em: <http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm?FuseAction=Artigo&ID=3403&Secao=ARTIGOS&Volume=5&Numero=2&Ano=2006> Acesso em: 17 de novembro de 2007.
02 de Setembro de 2008 XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Intercom Obrigado

ApresentaçãO Sala Vip Altercom 2008

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    Cenário da EducaçãoSuperior no Brasil O cenário da educação superior no país vem sofrendo uma grande transformação: Fusões e abertura de capital Surgimento de centenas de instituições de ensino superior Formas diferenciadas de ingresso Fonte: Inep - Mec 1995 2006
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    Cenário da EducaçãoSuperior no Brasil Faculdades que antes eram alvos da disputa de alunos mudaram o foco e hoje fazem de tudo para “capturar” o aluno. Metade das vagas oferecidas pelas IES privadas estão ociosas. Práticas adotadas entre operadoras de telefonia para tirar clientes da concorrência já aparecem no setor e causam polêmica.
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    Cenário da EducaçãoSuperior no Brasil Fonte: Jornal Estado de Minas – Domingo – 27 de julho de 2008 Em 2007 foram 18 negócios entre fusões e aquisições de IES particulares, em 2008 já são mais de 30 operações. Constatação de que a expansão do cenário da educação superior já chegou ao seu período de maturação.
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    O relacionamento comodiferenciação de mercado Para se destacar as instituições de ensino começam a adotar as melhores práticas de gestão, incluindo as áreas de comunicação e marketing. As instituições passam a utilizar estratégias diferenciadas junto aos seus públicos de interesse, novas formas de relacionamento que dão suporte para que a instituição possa demonstrar o valor superior em relação às concorrentes. A atividade de Relações Públicas passa então a ter destaque neste fortalecimento do relacionamento das IES com os públicos de interesse.
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    A Sala Vipcomo estratégia de relacionamento de uma IES Dados da IES: A instituição já tem 44 anos de atuação no mercado educacional. Possui em torno de 16 mil alunos. Conta com mais de 1.600 funcionários entre professores e administrativo. Possui uma infra-estrutura distribuída em 3 campi. Sala Vip é uma criação e uma responsabilidade do Núcleo de Relações Públicas, que está ligado a Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing da instituição. Foi criada como um diferencial para os acompanhantes do vestibular que antes tinham que aguardar na rua a saída do candidato que acompanhavam. Logo se transformou num espaço para construção de relacionamentos com pais e acompanhantes dos candidatos ao vestibular, tendo como ponto forte a experimentação de produtos e serviços produzidos pelos cursos da instituição.
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    A experimentação comosuporte para criação de conceitos O conceito de experiência na língua portuguesa consiste no ato de experimentar, é uma prova ou demonstração, conhecimento que nos é transmitido pelos nossos sentidos . (Ferreira, 2004) Schmitt criador do termo marketing de experiência relata que esta é uma das estratégias de relacionamento mais eficazes, pois criam oportunidades das organizações demonstrarem qualidades e atributos dos seus serviços que muita das vezes não aparecem nas propagandas institucionais, criando vantagens competitivas em relação a concorrência. Cursos de qualidade e ótima infra-estrutura Experiências e vivências marcantes Criação de conceitos e recomendação Vantagem competitiva e alcance dos objetivos institucionais
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    Pesquisa e principaisapontamentos Objetivo : Analisar a Sala Vip, como estratégia de relações públicas para a promoção do relacionamento de uma instituição de ensino superior, na criação de valores intangíveis para o negócio, como credibilidade, reconhecimento e valorização da imagem institucional. Suporte Teórico - Gruning (1999) - Kunsch (2003) - Kotler (2000) Gordon (2002) - Ferrell (2000) - Poter (2005) - Slongo (2005) - Schmitt (1999) - Barbosa (2006)
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    Pesquisa e principaisapontamentos Metodologia : Pesquisa qualitativa com entrevistas em profundidade. Amostra: Entrevistas com 24 atores, acompanhantes dos candidatos ao vestibular, utilizando amostragem por acessibilidade. 10 homens e mulheres com idade entre 18 e 40 anos. 14 homens e mulheres com idade superior a 40 anos. Matrícula: Após o vestibular foi feita uma pesquisa documental junto a secretaria da instituição para verificar quantos candidatos que os entrevistados acompanhavam fizeram a matrícula.
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    Pesquisa e principaisapontamentos Apontamentos : - A escolha da instituição: indicação de conhecidos que estudam ou que já estudaram na instituição e o conceito positivo que a escola tem no mercado. - Entrevistados destacaram o ineditismo da ação. - As atividades propostas e o conforto proporcionado pela Sala Vip foram muito bem aceitas pelos entrevistados. A experimentação nos estandes dos cursos foi o destaque entre os entrevistados que revelaram que pelo aprendizado proporcionado pelos professores e alunos, eles conseguiram ver a qualidade dos cursos e das atividades propostas pelo centro universitário.
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    Pesquisa e principaisapontamentos Apontamentos : - Os entrevistados revelaram que saíram como uma percepção positiva em relação ao ensino e a infra-estrutura da instituição em relação a concorrência. Todos os entrevistados disseram que recomendariam a instituição para outras pessoas. “ ... não tinha um conceito formado. Mas muda o conceito que eu tenho dela em relação às outras universidades, pela acomodação, pelo carinho, pelo jeito que eles nos receberam, por tudo que gente está vendo aqui dentro. Seria o tipo de universidade que eu gostaria que meu filho estudasse.” (Entrevistado nº.15)
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    Conclusão - Forteconcorrência obriga as IES utilizarem com inteligência as áreas de comunicação e do marketing, uma condição imposta pelo mercado. - O relacionamento passa a ser uma importante estratégia para as IES que não querem entrar na competição predatória em busca de novos alunos. - Por meio de estratégias como a Sala Vip, as IES conseguem com que públicos de interesse tenham uma experiência inesquecível e conheçam um pouco mais sobre a qualidade dos cursos e da infra-estrutura oferecida aos alunos. A inovação da proposta gerou credibilidade para a instituição, já que nenhuma IES de Belo Horizonte oferece ação semelhante e as pessoas identificaram-na como uma preocupação, uma demonstração de respeito e seriedade do centro universitário com os acompanhantes. - Dos candidatos que fizeram o vestibular e que os entrevistados acompanhavam, 62,5% foram aprovados no processo seletivo e 60% deste total realizaram sua matrícula na instituição.
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    Conclusão Os resultadosdas pesquisas comprovam a eficiência da utilização da Sala Vip como estratégia de Relações Públicas para a promoção do relacionamento e para criação de valores intangíveis para o negócio. Demonstrou também a importância da atividade de Relações Públicas para potencializar os resultados organizacionais. No caso da Sala Vip, as “Relações Públicas Excelentes” termo cunhado por Gruning, se fez presente, pois a ação ajudou a instituição a alcançar seu objetivo de se comunicar com a sociedade e de mostrar a qualidade dos seus cursos, além de proporcionar valor para o negócio.
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    Referencial Teórico ANDRADE,Cândido Teobaldo de Souza. Dicionário profissional de relações públicas e comunicação e glossário de termos anglo-americanos. 2.ed. rev.a ampl. São Paulo: Summus, 1996. 165p. BARBOSA, Maria de Lourdes de Azevedo. Bem-Vindo a uma Experiência Extraordinária: Proposições para uma Interpretação sobre Consumo de Serviços . Centro de Estudos em Marketing e Pessoas da Universidade Federal de Pernambuco. Encontro de Marketing da Anpad – EMA. Rio de Janeiro. 2006. Disponível em: <http://www.mkp.dca.ufpe.br/docs/Benvindo%20a%20uma%20 Experi%EAncia%20Extraordin%E1ria.pdf> Acesso em 17 de novembro de 2007. CAHEN, Roger. Comunicação empresarial . 9. ed. São Paulo: Best Seller, 2003. 302 p. CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing : criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2000. 626 p. GRUNING, James. Gerando comunicação excelente . Comunicação empresarial, ano 9, n. 33, 4º trimestre, 1999. Entrevista concedida aos jornalistas Nara Dante e Paulo Nassar. DE FELIPPE JÚNIOR, Bernardo. Relações Públicas : o que são e como utiliza r . Brasília: SEBRAE, 1995. 56 p. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa . 3. ed. rev. e atual. Curitiba: Positivo, 2004. 2120 p. FERRELL, O. C. et al . Estratégia de marketing . São Paulo: Atlas, 2000. 306 p. GORDON, Ian. Marketing de relacionamento : estratégias, técnicas e tecnologias para conquistar clientes e mantê-los para sempre. [5.ed.] São Paulo: Futura, 2002. 349p.
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    Referencial Teórico KAYO,Eduardo Kazuo et al. Ativos intangíveis, ciclo de vida e criação de valor . Revista de Administração Contemporânea – RAC, v. 10, n. 3, Jul./Set. 2006: 73-90 KOTLER, Philip. Administração de marketing . 10. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2000. 764 p. KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 4. ed. rev. atual. e ampl. Sao Paulo: Summus, 2003. 417 p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica . 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1991. 270 p. LOVELOCK, Christopher; WRIGHT, Lauren. Serviços: marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, 2001. 416 p. INSTITUTO Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Sinopses estatísticas da Educação Superior – Graduação. Disponível em: < http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/sinopse /default.asp > Acesso em: 07 de outubro de 2007. NEVES, Roberto de Castro. Imagem empresarial : como as organizações [e as pessoas] podem proteger e tirar partido do seu maior patrimônio. 3. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 419 p. PORTER, Michael E.. Vantagem competitiva : criando e sustentando um desempenho superior. 29. ed. Rio de Janeiro: Campus, [2005]. 512p. ROBINETTE, Scott; BRAND, Claire; LENZ, Vicki. Marketing emocional : a maneira hallmark de ganhar clientes para toda a vida. São Paulo: Makron Books, 2002. 242 p.
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    Referencial Teórico SCHIMITT,B.H. Experiential Marketing : How to get customers to sense, feel, think, act, and relate to your company and brands, Free Press, New York, NY, 1999. SLONGO, Luiz Antonio; MÜSSNICH, Rafael. Serviços ao Cliente e Marketing de Relacionamento no Setor Hoteleiro de Porto Alegre . Revista de Administração Contemporânea - RAC, v. 9, n. 1, Jan./Mar. 2005: 149-170 STONE, Merlin; WOODCOCK, Neil. Marketing de relacionamento . São Paulo: Littera Mundi, 1998. 197 p. SVEIBY, Karl Erik. A nova riqueza das organizações : gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 260 p. VELUDO-DE-OLIVEIRA, Tânia M.; IKEDA, Ana Akemi. Valor em serviços educacionais . Revista de Administração de Empresas – RAE - eletrônica, v. 5, n. 2, Art. 12, jul./dez. 2006. Disponível em: <http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm?FuseAction=Artigo&ID=3403&Secao=ARTIGOS&Volume=5&Numero=2&Ano=2006> Acesso em: 17 de novembro de 2007.
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