O documento descreve um caso no qual uma arma apreendida pelo Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi acusada de fazer parte de uma farsa. Peritos criminais compararam fotografias antigas da arma com a arma apreendida e concluíram que eram a mesma, sugerindo que a polícia incluiu armas em uma operação para mostrar eficiência.