OPERADOR DE MÁQUINAS FLORESTAIS
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
MATERIAL DE CORTE
OPERADOR DE MÁQUINAS FLORESTAIS QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
NOTA: UM DOS MAIORES
RISCOS DE ACIDENTE NA
OPERAÇÃO DE
HARVESTER É O
ROMPIMENTO DE
CORRENTES E O
ARREMESSO E PEDAÇOS
DE CORRENTE, PARA
EVITAR TAIS ACIDENTES
SÃO NECESSÁRIAS
ALGUMAS MEDIDAS DE
SEGURANÇA
CUIDADOS OPERACIONAIS PARA CONSERVAR O
MATERIAL E CONJUNTO DE CORTE
1 – GARANTIR A DISTANCIA DE 100 METROS ENTRE
MÁQUINAS, VEICULOS E PESSOAS;
2 – POSICIONAMENTO CORRETO DE CABEÇOTE E
MADEIRA PARA EVITAR LINHA DE FOGO COM A
CABINE;
3 – GARANTIR A MANUTENÇÃO E CUIDADOS COM
MATERIAL DE CORTE (SABRE E CORRENTE) E
CONJUNTO DE CORTE (COROA TENSIONAMENTO E
PRESSÕES)
4 – NÃO OPERAR COM A PORTA ABERTA
OPERADOR DE MÁQUINAS FLORESTAIS QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
CUIDADOS OPERACIONAIS PARA CONSERVAR O
MATERIAL E CONJUNTO DE CORTE
1 – GARANTIR A DISTANCIA DE 100 METROS ENTRE
MÁQUINAS, VEICULOS E PESSOAS;
2 – POSICIONAMENTO CORRETO DE CABEÇOTE E
MADEIRA PARA EVITAR LINHA DE FOGO COM A
CABINE;
3 – GARANTIR AMANUTENÇÃO E CUIDADOS COM
MATERIAL DE CORTE (SABRE E CORRENTE) E
CONJUNTO DE CORTE (COROA TENSIONAMENTO E
PRESSÕES)
4 – NÃO OPERAR COM A PORTA ABERTA
Cuidados operacionais para conservar o material e conjunto de corte
O rebote de serra costuma ocorrer perto da engrenagem de acionamento da serra do
sistema de corte, mas também pode vir da ponta da barra da serra. Os pedaços do
rebote de serra costumam ser arremessados a até 15 graus de cada lado do plano da
barra da serra.
O rebote da corrente da serra consiste em duas quebras na corrente. Primeiro, o enlace
de corrente se quebra e forma duas extremidades. Uma extremidade ultrapassa a
engrenagem de acionamento da corrente da serra ou a ponta da barra da serra e é
rapidamente acelerada devido ao movimento da extremidade da corrente. A ação de
Sempre que cortar a árvores,
FORÇAR O CABEÇOTE E
LANÇA DE ENCONTRO COM
A
ÁRVORES, se isso não for feito, a
arvore ira “prensar” sabre e corrente
superaquecendo e danificando sabre
e corrente.
Garantir que o cabeçote esteja a uma
DISTÂNCIA DO SOLO DE 50 CM para
evitar que a ponta do sabre e corrente peguem
terra após o termino do corte do traçamento. E
uma distância de 10 a 20 cm da pilha de
madeira para garantir que a corrente não
pegue na madeira da pilha, o que faz com que
a corrente entorte ou jogue no chão.
Quando houver inclinação no terreno, dentro
do talhão e mesmo em bordadura, atentar
para a pega da árvore e o ponto de
CONTATO DA CORRENTE COM
Quando para a operação para
manutenção e deixar o cabeçote
em pé, REMOVER O SABRE E
CORRENTE por questões de
segurança.
Quando parar o cabeçote deitado
para final de turno ou uma parada
simples como descanso,
POSICIONAR O CABEÇOTE
DE FORMA QUE O SABRE
NÃO ENTRE NA TERRA, OU
COLOQUE UM CALÇO DE
MADEIRA para evitar o
contato/contaminação do sabre
com o solo.
Partes do sistema
T
a
n
q
u
e
d
e
ó
l
e
o
d
e
c
o
r
r
e
n
Parafusos que
prendem o suporte do
sabre contra a carcaça
Parafusos que
prendem a
junta giratória
Engrenagem e
espaçador não podem
ter folga entre eles
PISTÕES DE
TENSÃO DUPLAS
BATENTE MECÂNICO PARA
SUPORTE DO SABRE
Capturador Coroa de
tração Placa do
sabre
Parafuso de
aperto da placa
Parafuso de
limpeza da placa
Motor da
serra
Batente
do sabre
Pino do
cilindro
do sabre
Componentes do conjunto de corte
Cremalheira do
sensor da serra
Componentes do sistema
CAIXA DE
SERRA
CILINDRO DA CAIXA
DA SERRA
BOMBA DE
LUBRIFICAÇÃO
BLOCO DO FILTRO
LINHA
HIDRÁULICA
PLACA DO SABRE
O OPERADOR MEXE COM O CONJUNTO E
MATERIAL DE CORTE VÁRIAS VEZES AO
DIA, O DESGASTE DO MATERIAL E
PROBLEMAS QUE POSSAM SURGIR SÃO DE
FACIL IDENTIFICAÇÃO.
Funcionamento elétro-hidráulico
Os cabeçotes de corte Komatsu trabalham com um tipo de óleo especifico para a
lubrificação da corrente, considerando que essa lubrificação tem por finalidade os
seguintes pontos:
- Lubrificar a corrente e roll top;
- Refrigerar sabre e coroa;
o ajuste da válvula e feito com a corrente mínima e máxima de abertura da válvula,
ainda se ajusta o tempo de abertura da válvula para garantir a plena lubrificação da
corrente.
Ajusta-se a tempo de abertura da válvula e como mostrado anteriormente o volume de
energia que a válvula ira receber, esse acionamento da válvula ocorre uma única vez
quando a serra é acionada, uma nova injeção de óleo so é realizada quando a serra for
novamente acionada.
Para o pleno desempenho do material, a atenção para a limpeza e conservação de todo o
material se faz necessário.
Material de corte
SABRE: papel do sabre é guiar a corrente de corte de forma precisa com baixa fricção.
Com ela, o conjunto de corte traduz o poder do motor para a performance de corte com o
mínimo de perda possível.
Corrente de corte
As correntes de corte são os
elementos de atuação direta no
trabalho de corte da madeira e a
durabilidade das correntes depende
da lubrificação, da afiação adequada
e do correto tensionamento da
corrente.
Bolsa para transporte
TRANSPORTAR SABRE E
CORRENTE SOMENTE E
BOLSA PRÓPRIA E MANTE-
LA SEMPRE FECHADA para
evitar a entrada de terra o que
contamina sabre e corrente, e
fazer a limpeza interna sempre
que necessário.
Coroa de tração
Componente que transmite a força do motor da serra
para a corrente de corte
Corrente
de corte
Coroa de
tração
Inspeção e conservação da coroa de tração
A OREGON em seu manual de instruções e conservação na pag 27 orienta que a coroa
seja substituída quando o desgaste atingir 0,7 mm.
Essa substituição ainda pode ocorrer antecipadamente, quando o sistema de trava da
cruzeta folgar ou houver quebrar ou trincas da coroa.
Diariamente o operador deve verificar o estado de conservação da coroa.
Verificar diariamente o
DESGASTE DA COROA DE
TRAÇÃO, a tentativa de trabalho
com coroa com alto desgaste,
condena a vida útil das correntes
de corte.
Coroa Passo .404”
Existe três configurações de encaixes diferentes de coroas de passo .404” para atender
todas as marcas e modelos dos cabeçotes harvesters e outros equipamentos utilizados na
colheita florestal mecanizada.
Existe três configurações de encaixes diferentes de coroas de passo .404” para atender
todas as marcas e modelos dos cabeçotes harvesters e outros equipamentos utilizados na
COROA COM EXCESSO
DE DESGASTE
COROA NOVA
Alinhamento da Coroa
Para prevenir danos ao conjunto de corte, a coroa deve estar sempre bem alinhada a
entrada da canaleta da barra. Segue abaixo sugestão como pode alinhar a coroa, corrente
e sabre:
1)
2)
Monte o sabre no cabeçote do harvester;
Use uma régua de metal flexível com a espessura de acordo com a canaleta da
barra (2mm para 18H e 3,1mm para 11H);
3) Coloque a régua na canaleta da barra deslizando até a coroa;
4) Use a régua para centralizar a coroa no eixo;
5) Se necessário, instale calços para centralizar e alinhar a coroa com a barra;
6) Fixe firmemente a coroa.
Reposição da Coroa
A troca da coroa deve ser feita quando a profundidade do desgaste na superfície atingir
0,7mm, ou se houver danos e quebras acidentais. Não exceda a vida útil da coroa, pois
uma coroa desgastada pode provocar desgastes excessivos na base da corrente, quebras
dos elos e estiramento da corrente.
O excesso de desgaste da coroa danifica os elos de tração, de ligação e de corte.
O encaixe Jet Fit tem como função reduzir o desgaste no encaixe principal do sabre, e
evitar quebra da placa.
A furação é para a passagem de óleo do sistema hidráulico do cabeçote para o sabre e
precisa estar alinhado para que o óleo passe de um componente para o outro.
A recomendação de 2 horas de trabalho para tombamento do sabre é feita para com base
CANAIS DE ÓLEO
JET FIT
“ESTABILIZADOR”
CANALETA DE LUBRIFICAÇÃO
E PÍSTA DA CORRENTE
ENCAIXE DO
SABRE
BASE DO
SABRE
MAIOR ÁREA DE
CONTATO E CORTE DE
MADEIRA
ROLL TOP
PONTA DO
SABRE
A ponteira com rolamento e uma particularidade dos sabres de corte Harvester, em
motosserras eles podem ou não ter rolamento. Já nos cabeçotes de corte, o sistema
depende da ponteira rolante (Roll Top).
O rolamento recebe parte do óleo de lubrificação da
corrente para garantir a lubrificação do conjunto de
rolamento.
O elo de tração apoia na estrela e desencosta da a
 Se o operador não realizar a manutenção do material de corte e trabalhar por mais
de 2 horas com o sabre e corrente, a lubrificação e consequentemente a refrigeração
perde a eficiência, danificando a ponta do sabre, chegando a destemperar e derreter o
sabre.
 Lascas ou quebras podem ser causados por sabres com excesso de pressão de
tensionamento ou correntes folgadas.
Canaletas
Conservação, problemas e manutenção
Desgaste convencional
A lubrificação da corrente reduz o atrito mas não o elimina, a estrutura ou dinâmica
do sabre e corrente, fazem com que a corrente entre na madeira puxando o sabre e a
corrente seja mais larga que o sabre.
Essa dinâmica de trabalho gera um desgaste chamado de rebarba
Manchas e Lascas
Queima provocada pelo
pinhão
Queima + Abertura da canaleta = Corrente pressionada
Se a rebarba não for removida com limas manuais ou
rotativas o sabre o conjunto não consegue mais penetrar
na madeira.
- Verificar a tensão da corrente
- Limpar os trilhos e os furos de lubrificação
- Retirar rebarbas dos trilhos da barra
- Verifique a profundidade da canaleta com a corrente montada na barra. Faça a prova
usando um objeto reto com a superfície plana, como uma régua. Encoste a régua na
lateral da corrente, pressionando-a contra o corpo da barra. Se a corrente se mexer e
permitir a régua que encoste na lateral da barra, é sinal que a canaleta já não está
sustentando mais a corrente adequadamente, ou seja, a barra deve ser trocada.
principal, diminuir o atrito entre a corrente e a ponta da barra, fazendo com que a
corrente desencoste dos trilhos ao passar pela ponta da barra. Caso seja necessário,
substitua o pinhão-estrela por um novo.
- As canaletas devem estar planas e sem rebarba
Substituição do Roll-top
Selecionar o Roll-top de acordo com o passo e o calibre do conjunto.
1) Desfaça a rebitagem
original com a ajuda de uma
broca de 1/4” montada em
uma furadeira radial.
2) Caso necessário, utilize uma punção para
finalizar a retirada dos rebites mais resistentes
ou de pedaços remanescentes da primeira etapa.
Cuidado para não danificar os orifícios da
ponta da barra.
3) Com uma pequena chave-de-
fenda abra a ponta da barra o
suficiente para limpar a sujeira do
campo (óleo, serragem, terra, etc.) e
também para retirar pedaços de
rebites e rolamentos provenientes da
quebra ou do rompimento dos
mesmos.
4) Introduza o novo Roll-top na ponta da barra,
centralizando as furações para rebitagem.
Mantenha o Roll-top embalado no papel celofane
para evitar a perda dos seus rolamentos internos.
5)Após alinhar e
posicionamento adequadamente o Roll-
top, coloque os rebites um a um,
objetivando transpassá- los ao lado
oposto da barra, passando, é claro, pela
furação do pinhão. Em barras muito
usados, existe a tendência de a ponta
querer abrir e dificultar a colocação do roll-
top e dos rebites. Caso necessário, utilize
um pequeno grampo para manter a ponta
da barra fechada.
6)Mantenha os rebites
firmemente posicionados para girar a barra
e posicioná- la sobre uma superfície plana
e resistente (ex. bigorna). Martele as pontas
dos rebites dando-lhes formato à cabeça,
de maneira com que o material do
rebite seja bem acoplado aos chanfros
dos orifícios. Evite bater diretamente no
corpo do sabre. As cabeças dos rebites
devem acomodar se firmemente aos
orifícios da ponta, porém devem permitir
que o pinhão trabalhe (gire) livremente.
Consertos dos Sabres do Harvester
Quebra dos trilhos verifique sempre o estado da canaleta do sabre. No caso da quebra da
canaleta é recomendado que se troque o sabre. Se o sabre ainda estiver novo e o usuário
ainda insista em usá-lo por um período maior, poderá haver um aumento do risco de
danos e desgastes prematuros na corrente, mesmo se o sabre sofrer algum reparo.
Empenamento do Sabre
Prenda a base do sabre entre duas superfícies planas e rígidas. Alinhe as canaletas do
sabre com a parte frontal dos prendedores. Cuide para que não haja esmagamento da
canaleta. Utilize algo como um grampo para prender a barra no sentido de sua extensão
e inicie movimentos intermitentes e suaves para flexionar a barra de volta à sua
posição original.
Barra Torcida
Analise bem a barra para identificar como ocorreu a deformação.
Prenda a base da barra firmemente e tente retorcer a barra de volta à posição original.
Realize movimentos lentos e intermitentes para não causar fissuras e trincas no corpo do
sabre. Faça os movimentos de distorção do sabre, com a ajuda de um grampo,
posicionado como uma alavanca. O reparo é realizado por etapas. Em cada fase, o
grampo deve ser colocado a cada 15cm ao longo da barra. Nem sempre a
recuperação deste tipo de deformação é bem sucedida. O material utilizado nos
sabres facilita o reparo sem o aparecimento de trincas no corpo da barra.
Abertura da Canaleta
Calce os trilhos na região danificada com algum material rígido (ex. metal) com a
espessura igual ao do calibre da canaleta (18H = 2mm).
Teste o conserto com um pedaço de corrente nova. Verifique se a canaleta não apresenta
nenhum ponto de estreitamento. Caso a corrente não deslize satisfatoriamente, reabra um
pouco a canaleta da barra com uma pequena chave de fenda.
Problema e Soluções do Sabre
A maioria dos problemas nos sabres ocorre nos trilhos, e são causados principalmente
por quatro fatores: falta de lubrificação, tensionamento incorreto da corrente,
acidentes e técnicas operacionais inadequadas que possam apertar os trilhos e estreitar a
canaleta do sabre, ou que empurram lateralmente os elos de tração da corrente contra
os trilhos da barra. A seguir, destacamos os problemas mais frequentes para que os
usuários possam evitá-los, ou então corrigi-los de maneira correta.
1 – Os trilhos se desgastam, diminuindo a profundidade da
canaleta.
Causa: desgaste natural dos trilhos.
Efeitos: Corrente toca no fundo da canaleta, danificando os
elos de tração, o que compromete a lubrificação e o
equilíbrio da corrente.
Solução: A barra chegou ao final de sua vida útil, troque-a!
Caso o desgaste ocorra rapidamente, verifique a afiação da
corrente, o tensionamento e a lubrificação do conjunto de
PROBLEMA
Desgaste dos trilhos
2. Surgimento de rebarba nas bordas do trilho.
Causa: Desgaste natural dos trilhos.
Efeitos: As rebarbas podem partir e arrancar material dos trilhos,
além de poder atingir as cabeças dos rebites da corrente.
Solução: Retire as rebarbas com uma lima plana ou com esmeril.
Evite desgastar os trilhos sem necessidade. Caso as rebarbas
apareçam com rapidez, verifique a afiação da corrente, o
tensionamento e a lubrificação do conjunto de corte.
3. Desgaste em um só lado da canaleta.
Causa: Cortadores cegos ou danificados em um dos lados da
corrente, ou uso de corrente de menor calibre.
Efeitos: A barra é forçada para um dos lados, prejudicando a
qualidade do corte, além de correr o risco de empenar e ficar
presa durante a operação.
Solução: Troque a barra, verifique a afiação da corrente. Se
necessário, troque a corrente também. Confira o calibre da
corrente e da barra.
4. Azulamento dos trilhos na ponta e no corpo da barra.
Causa: Má lubrificação, estreitamento da canaleta ou
erro de operação que aumente o atrito lateral entre os
elos de tração e os trilhos.
Efeitos: O azulamento dos trilhos indica que a
temperatura passou dos 320ºC nestas regiões, o que altera
as características originais do material. Desta forma, os
trilhos se tornam mais suscetíveis a desgastes e rupturas.
Solução: Troque a barra. Não há como recuperar a barra
depois de sofrer danos e desgastes devido a
superaquecimento. Possivelmente a corrente utilizada
com esta barra também deve estar bem danificada e
Causa: Desalinhamento da coroa com a entrada da barra, ou
estreitamento dos trilhos.
Efeitos: O azulamento dos trilhos indica que a temperatura
passou dos 320ºC nestas regiões, o que altera as características
originais do material. Desta forma, os trilhos se tornam mais
suscetíveis a desgastes e rupturas.
Solução: Troque a corrente e alinhe a entrada da canaleta da
barra com a coroa. Use calços, se necessário. Monte a
corrente e verifique o alinhamento antes de acionar o
equipamento.
6. Abertura dos trilhos.
Causa: Golpe lateral da corrente
contra a árvore ou contra algo
que estiver próximo à região de corte. A corrente é pressionada
lateralmente, forçando os elos de tração contra a parte interna
dos trilhos da barra.
Efeitos: A barra tem dificuldades em entrar na madeira e
completar o corte.
Solução: Ajuste os trilhos de volta à posição original com
marteladas leves, usando um calço (a própria corrente) para evitar
um estreitamento excessivo da canaleta.
7. Lascamentos do trilho no meio do corpo da barra.
Causa: Pressão excessiva da barra contra a madeira, velocidade
excessiva do avanço da barra, lubrificação deficiente e corte
agressivo em madeira congelada.
Efeitos: Danos na corrente e redução da vida útil da barra.
Solução: Troque a barra se o desgaste dos trilhos for extenso.
Diminua a pressão e a velocidade de avanço da barra. Melhore a
lubrificação do conjunto de corte e reduza a agressividade da
corrente para o corte de madeira congelada.
Causa: Cortadores de um dos lados cegos ou danificados, inclinação
da corrente devido a canaleta muito desgastada e calibre da corrente
menor que da barra.
Efeitos: Empenamento e travamento da barra durante a operação de
corte, corte incompleto e inclinado.
Solução: Troque a barra e também a corrente se está a insistir em
cortar inclinado mesmo após afiada e reparada.
9. Martelamento, lascamento e desgaste
excessivo dos trilhos na região próxima a ponta
do sabre.
Causa: Corrente frouxa
Efeitos: Corrente danificada e com grande risco de
escapar da barra. Redução da vida útil da barra.
Solução: Utilize a tensão adequada à corrente e
inverta periodicamente o lado de corte da barra.
10. Abertura da ponta da barra e perda dos rolamentos do roll-top.
Causa: Acidente ou erro operacional que provoque um esforço excessivo da ponta da
barra.
Efeitos: Quebra do roll-top.
Solução: Troque o pinhão-estrela, limpando a parte interna da ponta e fazendo os
Causa: Tensionamento excessivo, acidente ou erro operacional que force a corrente
contra o pinhão.
Efeitos: Quebra do pinhão.
Solução: Troque o pinhão-estrela, limpando a parte interna da ponta e fazendo os reparos
necessários.
12. Abertura e quebra do encaixe
Causa: Não utilização de pinos e parafusos para fixação, principalmente nas máquinas
equipadas com tensionadores automáticos.
Efeitos: Devido à falta de sustentação causada pela incorreta fixação da barra, a força de
avanço e a alta velocidade da corrente, provocam golpes e oscilações que tornam o
encaixe da barra muito mais suscetível à abertura e ao rompimento.
Solução: Troque a barra quebrada ou danificada e realize a fixação através de parafusos.
Na aquisição de novas máquinas com tensionadores automáticos, considere a
possibilidade de adquirir também o novo sistema de encaixe.
13. Quebra ocasional do encaixe devido acidente.
Causa: Acidente ou erro operacional que provoca o travamento da barra dentro da
madeira durante o corte.
Corrente
A corrente precisa estar balanceada com a mesma quantidade de facas para cada
lado e a afiação ao mesmo nível de desgaste para que o corte seja efetivo.
Partes da corrente
Elo de
tração
Rebit
e
Cortado
r
Elo de
união
Plac
a
Ponta de Ataque
(Ângulo da placa
superior)
Ângulo do Fio de Corte
Guia de
Profundidad
e
Cortado
r
Principais Fatores para Manutenção do Cortador
INDICADORES PARA AFIAÇÃO corrente 18H
Ângulo do Fio de Corte: 60º
Ângulo da Placa Superior: 35º
Como é o Trabalho do Cortador
Entendendo o trabalho do cortador na madeira, o usuário compreende melhor a
importância em fazer uma boa manutenção na corrente.
1) A guia de profundidade determina a quantidade de madeira a ser retirada pelo cortador.
Por esse motivo, a guia deve estar sempre bem calibrada na medida indicada pelo
número gravado em seu corpo. (Ex:. 50= .50” ou 1,27mm)
2) A ponta de ataque, que é determinada pelo ângulo da peça superior, é a
responsável pela penetração do cortador na madeira, iniciando a operação de corte. O
poder de penetração de cada cortador depende diretamente da correta manutenção do
ângulo da placa (e:. Corrente 18H = 35º)
3) O ângulo do fio de corte (ou da placa lateral) dá continuidade ao trabalho iniciado
pela ponta de ataque, ou seja, ele retira a quantidade de madeira necessária para a
realização do corte, abrindo caminho para os demais cortadores que ainda estão por vir.
A boa manutenção do ângulo do fio de corte (ex.: corrente 18H = 60º), garante a
eficiência do último passo do trabalho de cada cortador. O ajuste incorreto deste ângulo
compromete os passos realizados pela guia de profundidade e pela ponta de ataque
Especificação das Correntes
Transmissão
A transmissão é o terceiro componente do conjunto de corte. É a peça responsável por
transmitir o movimento do motor para fazer a corrente girar por volta da barra. A
transmissão, a corrente e a barra compõem o sistema de corte da máquina, realizando um
perfeito trabalho em equipe. A preservação e a manutenção de um dos componentes
influenciam diretamente no rendimento e na durabilidade dos demais.
Velocidade da corrente, força de avanço do sabre, vida útil e segurança
Sabemos que quanto maior for a velocidade da corrente e mais fortes forem os avanços
dos sabres, maior será também a velocidade de corte. Porém, é comprovado, na teoria e
na prática, que o excesso de velocidade e da força de avanço diminui a vida útil do
conjunto de corte.
Em resumo, a alta velocidade da corrente resulta em desgastes excessivos e prematuros
do conjunto de corte diminuem sua durabilidade, aumenta a probabilidade de quebra de
corrente e, consequentemente, potencializa os riscos de acidentes.
A velocidade da corrente, a força de avanço do sabre, assim como outras especificações
que constam na tabela dos “Dados Técnicos”, são as recomendações para aumentar a
durabilidade e para se obter o melhor rendimento do conjunto de corte. Se tais
parâmetros forem excedidos, é inevitável o surgimento de desgastes prematuros, além de
encurtar a vida útil do conjunto de corte.
O desrespeito a estas recomendações, implica numa preocupação maior com lubrificação,
tensionamento e afiação da corrente. Obviamente, se vários parâmetros não forem
obedecidos, não só a durabilidade e o rendimento do conjunto de corte estarão
comprometidos, mas também não haverá garantia de segurança para as pessoas que
estejam próximas a ele.
Gráfico
Velocidade da corrente (m/s) x Rotação da coroa (RPM)
Velocidade da corrente .404”
Informações sobre Manutenção do Conjunto de Corte Harvester
Para se conseguir extrair o melhor rendimento do conjunto de corte e aumentar sua vida
útil, é necessário realizar uma ótima manutenção de todos seus componentes. A
manutenção do conjunto de corte implica a combinação de quatro fatores importantes
fundamentais para se garantir alta durabilidade e performance.
 Afiação;
 Lubrificação;
 Tensionamento;
 Limpeza.
A combinação destes quatro fatores garante uma ótima manutenção do conjunto de
corte. Porém, todos devem ser bem observados não é correto priorizar qualquer um
destes pontos em rendimentos de outro.
Não adianta nada realizar uma afiação perfeita na corrente e não tencioná-la corretamente
no sabre. Também é contraditório lubrificar bem o conjunto de corte investir no melhor
óleo lubrificante, e não limpar os furos de lubrificação e os trilhos do sabre para permitir
o bom fluxo do óleo por todo o conjunto.
Itens que visualmente informam a falta de lubrificação no conjunto do corte:
 Se a queima na corrente;
 Se a corrente está seca;
 Queima de algum ponto do sabre;
 Roll- top com rolamento danificado;
CORRENTE COM MÁ LUBRIFICAÇÃO
Com as pontas dos dedos, puxe a corrente para fora dos trilhos da barra até aparecer as
bases dos elos de tração (aproximadamente 4mm). Em seguida, solte a corrente e
observe se ela volta aos trilhos sem formar “barriga”, ou seja, veja se não ficou frouxa.
Queima de alguns pontos
do sabre por causa da má
lubrificação
Tensionamento
Para minimizar o desgaste excessivo e prematuro da base da corrente e do topo dos
trilhos, a corrente deve estar sempre bem tensionada no sabre, ou seja, colocada de
maneira justa, sem que esteja frouxa ou muito apertada. Nas barras de ponta rolante,
como no caso dos sabres para linha harvester, é permitido “apertar” um pouco mais a
corrente do que nos sabres com ponta dura. A tensão da corrente sobre o sabre
deve ser verificada constantemente.
Uma maneira simples de se verificar a tensão é com as próprias mãos. Atenção: sempre
coloque luvas de proteção para tocar as correntes.
Nunca tencione uma corrente muito quente, espere por alguns minutos o seu
resfriamento. O metal da corrente em alta temperatura se expande (dilatação) e se a
pressionarmos na barra ainda quente, ela pode contrair-se ainda mais, o que pode
provocar um aperto excessivo da corrente contra a ponta da barra e contra a coroa,
causando desgaste e danos desnecessários, possibilitando inclusive, o empenamento
de algum componente envolvido, até mesmo da ponta do eixo do motor.
Tensionamento automático – O meio mais eficaz para garantir um bom tensionamento
da corrente é através da utilização de tensionador automáticos.
Os tensionadores automáticos são projetados para sempre compensar um provável
afrouxamento da corrente, ajustando-a para a pressão apropriada informada a máquina
pelo operador.
Afiação
Como afiar uma corrente?
Limpe a corrente antes de afiar
Não permita que a corrente traga a sujeira do campo, como o óleo, a serragem, terra,
areia, etc., para dentro de sua oficina. Sempre limpe o mesmo antes de enviar para a
oficina.
Avalie todos os componentes da corrente
Verifique se não há componentes excessivamente desgastados, danificados ou prestes a
romper.
Se necessário, corrija os danos ou substitua tais componentes antes da afiação. Durante a
inspeção, avalie:
 Se os rebites estão firmes. Observe todas as emendas da corrente, não só a realizada a
mão, mas também os originais de fábrica.
 Se há componentes quebrados, ou quebras das placas superiores, observando também se
o cromo não sofreu deslocamento.
 Excesso de rebarba, trincas e desgastes excessivos de todos os componentes.
 Danos causados por abrasividade.
 Desgaste prematuro da corrente.
 Enfim, detecte os danos e desgastes excessivos para tentar corrigir para o próximo
Respeite as especificações do fabricante
Verifique o ângulo de afiação especificado para o modelo da corrente a ser afiada, para
assim, não influenciar na produtividade e durabilidade dos componentes.
Mantenha as placas superiores do mesmo tamanho
Para um bom desempenho e para evitar desgastes excessivos da corrente e do sabre,
procure manter um ótimo padrão de afiação.
Afie a corrente de uma maneira uniforme, com regularidade, mantendo as placas
superiores com o mesmo tamanho.
Confira o calibre da guia de profundidade
Ao terminar a afiação, verifique o calibre da guia de profundidade, com a ajuda do
calibrador específico para a corrente afiada.
Limpe a corrente após a afiação
Faça uma boa limpeza na corrente, também após afiá-la. É recomendado que se use,
pelo menos, ar comprimido. É importante retirar do corpo da corrente, as limalhas de
aço e a poeira da pedra do rebolo, produzidas durante a afiação.
Mantenha a corrente lubrificada
Evite armazenar a corrente pendurada em gancheias, o que pode mantê-la seca. A
corrente deve ser mantida sempre bem lubrificada, mesmo quando não está em operação.
Problemas e Soluções da Corrente
Grande parte dos problemas das correntes está relacionada a manutenção inadequada,
principalmente no que se refere a afiação, lubrificação e tensionamento incorretos, além
da falta de limpeza e do corte de matéria que não seja madeira.
PROBLEMAS
Corte lento, corte irregular, perda rápida do fio de corte, esforço
Soluções:
A. Afie os cortadores até desaparecer as partes danificadas;
B. Afie novamente os cortadores, mantendo a lima ou rebolo no ângulo correto. Certifique-
se que o porta-limas usado é a adequada à corrente a ser afiada. (FIG. 4 e 5).
C. A lima utilizada era muito fina ou foi colocada numa posição muito baixa. Afie
novamente com o diâmetro de lima e posição adequados. Use o porta-lima correto.
(FIG. 6 e 8)
adequada. Troque a corrente. (FIG. 10)
F. Rebaixe a guia de profundidade até atingir a altura correta. Utilize o calibrador
adequado à corrente. (FIG. 11)
G. Com uma lima plana, arredondar a guia de profundidade tentando deixá-la próxima
do desenho original, conforme era quando nova. (FIG. 12)
Desgastes das bases dos cortadores e dos elos de união. Solução: Ver J.
Soluções:
H.Substitua os cortadores e elos danificados. Se forem muitos, troque a corrente.
(FIG. 13 e 14)
NOTA: Para prevenir futuros desgastes deste tipo, sigas estas recomendações: Afie
novamente os cortadores com os ângulos corretos; lubrifique melhor o conjunto de corte;
calibrar corretamente as guias de profundidade; não trabalhe com uma corrente sem corte
(“cega”); mantenha a corrente sempre bem (corretamente) afiada; trabalhe sempre com a
corrente tensionada corretamente.
PROBLEMA
Desgaste excessivo e rompimento dos cortadores e elos das correntes.
torná-las planas novamente. Mas, se o desgaste for excessivo, troque a corrente.
(FIG.16).
Soluções:
K.Tais danos podem ser causados por desgaste excessivo da barra (pouca
profundidade na canaleta) ou do pinhão/coroa. Identifique se há desgaste na barra ou no
pinhão/coroa, ou em ambos, e os substitua. Se o desgaste dos elos ainda for pequeno,
tentem recuperá- los conforme instruções da página 52 deste manual. Se não for
possível, isto é, se os desgastes forem grandes, troque a corrente. (FIG. 17 e 18).
L.Mantenha a corrente tensionada corretamente para que ela não se solte do
pinhão. Troque os elos de tração danificados ou, se forem muitos, troque a corrente.
PROBLEMA
Desgastes excessivos ou ruptura dos elos de tração
pinhão e lime as pontas dos elos conforme mostra a figura abaixo. Caso o desgaste das
pontas for muito grande, troque a corrente. (FIG. 21)
O.A corrente bate na entrada da canaleta da barra. Motivos: corrente frouxa
pinhão/coroa de tamanhos inadequados ao tamanho da base da barra, ou pinhão/coroa
desgastados. Tente recuperar os elos com uma lima. (FIG. 22)
P.Os trilhos da canaleta da barra estão abertos e um dos lados está
excessivamente desgastado, permitindo que as pontas dos elos pressionem o fundo da
canaleta. Se não for possível reparar os trilhos, troque a barra. Se a corrente estiver
muito danificada, troque também a corrente. (FIG. 23)
Afiação das pontas dos elos de tração
Afie a ponta dos elos de tração para que limpem a canaleta da barra e consigam
transportar óleo lubrificante para a ponta da barra. Elimine os danos, retornando à
forma original, com a ajuda de uma lima redonda.
As correntes podem travar devido ao uso conjunto de pinhão/coroa desgastados ou por
trabalhar com baixo tensionamento (frouxa).
Bases dos elos de união e dos cortadores golpeadas. Solução: ver Q.
PROBLEMA
Corrente está travada!
Golpes na parte frontal dos cortadores e dos elos de união. Solução: ver Q.
Região central dos elos de união e dos cortadores golpeadas. Solução: ver R.
Soluções:
Q.A corrente travada (“junta presa”) não se pode reparar. Troque a corrente, verifique
se há necessidade de trocar também a transmissão (pinhão/coroa) e cheque sempre
o tensionamento da corrente. (FIG. 24 e 25).
R.Troque a transmissão (pinhão ou coroa) e a corrente. Mantenha a corrente
tensionada corretamente e nunca submeta uma corrente nova ao trabalho conjunto com
pinhão ou coroa muito desgastado. (FIG. 26).
Danos nos cortadores somente em um lado da corrente. Solução ver S.
PROBLEMA
Cortadores danificados ou irregulares
Soluções:
S. Afie os cortadores até que as partes danificadas desapareçam. Ao afiar, mantenha as
placas superiores no mesmo tamanho. Não esqueça de SEMPRE calibrar a guia de
profundidade, e somente rebaixá-la quando necessário.
Solução: Troca do suporte de encaixe.
Problemas e Soluções das Transmissões
A transmissão, o terceiro componente de seu conjunto de corte, requer a mesma atenção
e os mesmos cuidados que a corrente e a barra. Uma transmissão (coroa ou pinhão)
danificada e excessivamente desgastada pode causar sérios danos aos outros
componentes do conjunto de corte. A transmissão danificada não pode ser reparada, deve
ser trocada!
Evite colocar uma corrente nova em uma transmissão muito desgastada. Isso significa
desperdício. Seguramente a corrente não apresentará boa durabilidade devido aos danos
que sofrerá com o uso da transmissão desgastada. Tente adequar o uso de corrente nova
com transmissões não tão desgastadas.
14. Desgaste da coroa.
Causa: Ultrapassar o momento de realizar a troca, desgastando as superfícies externas e
internas da coroa excessivamente.
Efeitos: Desgaste das laterais dos elos de tração e o rompimento da corrente caso o rebite
seja atingido.
momento correto preserva a corrente e aumenta a vida útil de todo o conjunto de corte.
Passo da Corrente
O passo de uma corrente é determinado pela distância entre três rebites consecutivos
dividido por dois, conforme indicado na figura abaixo. Os passos das correntes no ramo
florestal são: ¼”, .325”, 3/8”, .404” e ¾”.
Os impactos provocados pelo uso de uma transmissão excessivamente desgastada
provocam o alargamento dos furos dos componentes da corrente. A soma destas folgas
resulta no estiramento da corrente.
Importantes Informações sobre Segurança
Há um sério risco de ferimentos graves aos operadores de máquina e demais pessoas
que estejam próximas às máquinas no caso do rompimento de uma corrente de corte. A
quebra da corrente em alta velocidade, faz com que algumas de suas peças sejam
arremessadas com significativa força e violência, podendo atingir tudo o que estiver à
sua volta, o que denominamos de “tiro da corrente”.
Atenção - A falta de manutenção e/ou reparos no conjunto de corte, podem provocar o
rompimento da corrente em operação, o que provoca o “tiro da corrente”, ou seja,
partes da corrente se partem e voam para todos os lados, podendo atingir tudo ao seu
redor, inclusive o operador e outras pessoas que o observam ou trabalham próximas
a ele. Muitas vezes este tipo de acidente pode causar danos irreversíveis às pessoas,
ou até mesmo a morte.
Nunca utilize correntes:
• que apresentam partes danificadas e desgastes excessivos;
• que apresentam componentes quebrados;
• que estejam com as articulações extremamente frouxas;
•que tenham se rompido por mais de uma vez - recomenda-se descartar uma corrente
quando a mesma se rompe pela segunda vez.
1. Depois que uma corrente se rompe, a extremidade “livre” começa a chicotear.
2. Se o chicoteamento da corrente não for contido pela caixa protetora ou por um coletor,
a corrente seguirá se movimentando violentamente devido à energia e à velocidade
geradas pela alta rotação do equipamento.
3. No instante de maior energia do chicoteamento, várias peças da corrente se soltam e
são ejetadas em alta velocidade, especialmente se a extremidade livre da corrente golpear
a caixa protetora.
4. O “tiro da corrente” faz com que as peças da corrente sejam arremessadas em
vários sentidos, principalmente na direção ao longo da barra. SEGURANÇA DO
OPERADOR.
o rompimento da corrente, que causará a ejeção de vários de seus componentes – tiro da
corrente – o que põe em risco a integridade física dos envolvidos na operação da
colheita.
As máquinas devem ser projetadas e mantidas com protetores apropriados, e todos os
cuidados devem ser tomados para minimizar a exposição dos usuários ao raio de corte da
corrente.
O coletor ou capturador de corrente é um complemento importante para a proteção dos
operadores. É uma haste resistente colocada perpendicularmente ao centro da transmissão
(coroa). Serve para inibir a progressão de movimentos súbitos e violentos provenientes
de uma possível e repentina quebra ou escape da corrente do contorno da barra.
RESULTADO DO EXCESSO DE TEMPO SEM
MANUTENÇÃO DO MATERIAL OU SEM TROCA
DO MESMO
Manual de instruções do operador Timberrite h-16 wa129533_pt 22dec15
Guimarães, Jauber – Apostila de conhecimento especifico II – manutenção de conjunto
de corte florestal, 2016.
Manual técnico de colheita florestal Oregon Fonte: www.oregon.us
Manual de conceitos e especificações técnicas Agro Açai 09/2006

Apostila - Material de corte Harvester.pptx

  • 1.
    OPERADOR DE MÁQUINASFLORESTAIS FORMAÇÃO PROFISSIONAL MATERIAL DE CORTE
  • 2.
    OPERADOR DE MÁQUINASFLORESTAIS QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NOTA: UM DOS MAIORES RISCOS DE ACIDENTE NA OPERAÇÃO DE HARVESTER É O ROMPIMENTO DE CORRENTES E O ARREMESSO E PEDAÇOS DE CORRENTE, PARA EVITAR TAIS ACIDENTES SÃO NECESSÁRIAS ALGUMAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CUIDADOS OPERACIONAIS PARA CONSERVAR O MATERIAL E CONJUNTO DE CORTE 1 – GARANTIR A DISTANCIA DE 100 METROS ENTRE MÁQUINAS, VEICULOS E PESSOAS; 2 – POSICIONAMENTO CORRETO DE CABEÇOTE E MADEIRA PARA EVITAR LINHA DE FOGO COM A CABINE; 3 – GARANTIR A MANUTENÇÃO E CUIDADOS COM MATERIAL DE CORTE (SABRE E CORRENTE) E CONJUNTO DE CORTE (COROA TENSIONAMENTO E PRESSÕES) 4 – NÃO OPERAR COM A PORTA ABERTA
  • 3.
    OPERADOR DE MÁQUINASFLORESTAIS QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CUIDADOS OPERACIONAIS PARA CONSERVAR O MATERIAL E CONJUNTO DE CORTE 1 – GARANTIR A DISTANCIA DE 100 METROS ENTRE MÁQUINAS, VEICULOS E PESSOAS; 2 – POSICIONAMENTO CORRETO DE CABEÇOTE E MADEIRA PARA EVITAR LINHA DE FOGO COM A CABINE; 3 – GARANTIR AMANUTENÇÃO E CUIDADOS COM MATERIAL DE CORTE (SABRE E CORRENTE) E CONJUNTO DE CORTE (COROA TENSIONAMENTO E PRESSÕES) 4 – NÃO OPERAR COM A PORTA ABERTA
  • 4.
    Cuidados operacionais paraconservar o material e conjunto de corte O rebote de serra costuma ocorrer perto da engrenagem de acionamento da serra do sistema de corte, mas também pode vir da ponta da barra da serra. Os pedaços do rebote de serra costumam ser arremessados a até 15 graus de cada lado do plano da barra da serra. O rebote da corrente da serra consiste em duas quebras na corrente. Primeiro, o enlace de corrente se quebra e forma duas extremidades. Uma extremidade ultrapassa a engrenagem de acionamento da corrente da serra ou a ponta da barra da serra e é rapidamente acelerada devido ao movimento da extremidade da corrente. A ação de
  • 5.
    Sempre que cortara árvores, FORÇAR O CABEÇOTE E LANÇA DE ENCONTRO COM A ÁRVORES, se isso não for feito, a arvore ira “prensar” sabre e corrente superaquecendo e danificando sabre e corrente. Garantir que o cabeçote esteja a uma DISTÂNCIA DO SOLO DE 50 CM para evitar que a ponta do sabre e corrente peguem terra após o termino do corte do traçamento. E uma distância de 10 a 20 cm da pilha de madeira para garantir que a corrente não pegue na madeira da pilha, o que faz com que a corrente entorte ou jogue no chão. Quando houver inclinação no terreno, dentro do talhão e mesmo em bordadura, atentar para a pega da árvore e o ponto de CONTATO DA CORRENTE COM
  • 6.
    Quando para aoperação para manutenção e deixar o cabeçote em pé, REMOVER O SABRE E CORRENTE por questões de segurança. Quando parar o cabeçote deitado para final de turno ou uma parada simples como descanso, POSICIONAR O CABEÇOTE DE FORMA QUE O SABRE NÃO ENTRE NA TERRA, OU COLOQUE UM CALÇO DE MADEIRA para evitar o contato/contaminação do sabre com o solo. Partes do sistema T a n q u e d e ó l e o d e c o r r e n
  • 7.
    Parafusos que prendem osuporte do sabre contra a carcaça Parafusos que prendem a junta giratória Engrenagem e espaçador não podem ter folga entre eles PISTÕES DE TENSÃO DUPLAS BATENTE MECÂNICO PARA SUPORTE DO SABRE Capturador Coroa de tração Placa do sabre Parafuso de aperto da placa Parafuso de limpeza da placa Motor da serra Batente do sabre Pino do cilindro do sabre Componentes do conjunto de corte Cremalheira do sensor da serra
  • 8.
    Componentes do sistema CAIXADE SERRA CILINDRO DA CAIXA DA SERRA BOMBA DE LUBRIFICAÇÃO BLOCO DO FILTRO LINHA HIDRÁULICA PLACA DO SABRE O OPERADOR MEXE COM O CONJUNTO E MATERIAL DE CORTE VÁRIAS VEZES AO DIA, O DESGASTE DO MATERIAL E PROBLEMAS QUE POSSAM SURGIR SÃO DE FACIL IDENTIFICAÇÃO.
  • 9.
    Funcionamento elétro-hidráulico Os cabeçotesde corte Komatsu trabalham com um tipo de óleo especifico para a lubrificação da corrente, considerando que essa lubrificação tem por finalidade os seguintes pontos: - Lubrificar a corrente e roll top; - Refrigerar sabre e coroa; o ajuste da válvula e feito com a corrente mínima e máxima de abertura da válvula, ainda se ajusta o tempo de abertura da válvula para garantir a plena lubrificação da corrente. Ajusta-se a tempo de abertura da válvula e como mostrado anteriormente o volume de energia que a válvula ira receber, esse acionamento da válvula ocorre uma única vez quando a serra é acionada, uma nova injeção de óleo so é realizada quando a serra for novamente acionada. Para o pleno desempenho do material, a atenção para a limpeza e conservação de todo o material se faz necessário. Material de corte SABRE: papel do sabre é guiar a corrente de corte de forma precisa com baixa fricção. Com ela, o conjunto de corte traduz o poder do motor para a performance de corte com o mínimo de perda possível.
  • 10.
    Corrente de corte Ascorrentes de corte são os elementos de atuação direta no trabalho de corte da madeira e a durabilidade das correntes depende da lubrificação, da afiação adequada e do correto tensionamento da corrente. Bolsa para transporte TRANSPORTAR SABRE E CORRENTE SOMENTE E BOLSA PRÓPRIA E MANTE- LA SEMPRE FECHADA para evitar a entrada de terra o que contamina sabre e corrente, e fazer a limpeza interna sempre que necessário. Coroa de tração Componente que transmite a força do motor da serra para a corrente de corte Corrente de corte Coroa de tração
  • 11.
    Inspeção e conservaçãoda coroa de tração A OREGON em seu manual de instruções e conservação na pag 27 orienta que a coroa seja substituída quando o desgaste atingir 0,7 mm. Essa substituição ainda pode ocorrer antecipadamente, quando o sistema de trava da cruzeta folgar ou houver quebrar ou trincas da coroa. Diariamente o operador deve verificar o estado de conservação da coroa. Verificar diariamente o DESGASTE DA COROA DE TRAÇÃO, a tentativa de trabalho com coroa com alto desgaste, condena a vida útil das correntes de corte. Coroa Passo .404” Existe três configurações de encaixes diferentes de coroas de passo .404” para atender todas as marcas e modelos dos cabeçotes harvesters e outros equipamentos utilizados na colheita florestal mecanizada. Existe três configurações de encaixes diferentes de coroas de passo .404” para atender todas as marcas e modelos dos cabeçotes harvesters e outros equipamentos utilizados na COROA COM EXCESSO DE DESGASTE COROA NOVA
  • 12.
    Alinhamento da Coroa Paraprevenir danos ao conjunto de corte, a coroa deve estar sempre bem alinhada a entrada da canaleta da barra. Segue abaixo sugestão como pode alinhar a coroa, corrente e sabre: 1) 2) Monte o sabre no cabeçote do harvester; Use uma régua de metal flexível com a espessura de acordo com a canaleta da barra (2mm para 18H e 3,1mm para 11H); 3) Coloque a régua na canaleta da barra deslizando até a coroa; 4) Use a régua para centralizar a coroa no eixo; 5) Se necessário, instale calços para centralizar e alinhar a coroa com a barra; 6) Fixe firmemente a coroa. Reposição da Coroa A troca da coroa deve ser feita quando a profundidade do desgaste na superfície atingir 0,7mm, ou se houver danos e quebras acidentais. Não exceda a vida útil da coroa, pois uma coroa desgastada pode provocar desgastes excessivos na base da corrente, quebras dos elos e estiramento da corrente. O excesso de desgaste da coroa danifica os elos de tração, de ligação e de corte.
  • 13.
    O encaixe JetFit tem como função reduzir o desgaste no encaixe principal do sabre, e evitar quebra da placa. A furação é para a passagem de óleo do sistema hidráulico do cabeçote para o sabre e precisa estar alinhado para que o óleo passe de um componente para o outro. A recomendação de 2 horas de trabalho para tombamento do sabre é feita para com base CANAIS DE ÓLEO JET FIT “ESTABILIZADOR” CANALETA DE LUBRIFICAÇÃO E PÍSTA DA CORRENTE ENCAIXE DO SABRE BASE DO SABRE MAIOR ÁREA DE CONTATO E CORTE DE MADEIRA ROLL TOP PONTA DO SABRE
  • 14.
    A ponteira comrolamento e uma particularidade dos sabres de corte Harvester, em motosserras eles podem ou não ter rolamento. Já nos cabeçotes de corte, o sistema depende da ponteira rolante (Roll Top). O rolamento recebe parte do óleo de lubrificação da corrente para garantir a lubrificação do conjunto de rolamento. O elo de tração apoia na estrela e desencosta da a
  • 15.
     Se ooperador não realizar a manutenção do material de corte e trabalhar por mais de 2 horas com o sabre e corrente, a lubrificação e consequentemente a refrigeração perde a eficiência, danificando a ponta do sabre, chegando a destemperar e derreter o sabre.  Lascas ou quebras podem ser causados por sabres com excesso de pressão de tensionamento ou correntes folgadas. Canaletas Conservação, problemas e manutenção Desgaste convencional A lubrificação da corrente reduz o atrito mas não o elimina, a estrutura ou dinâmica do sabre e corrente, fazem com que a corrente entre na madeira puxando o sabre e a corrente seja mais larga que o sabre. Essa dinâmica de trabalho gera um desgaste chamado de rebarba Manchas e Lascas Queima provocada pelo pinhão Queima + Abertura da canaleta = Corrente pressionada Se a rebarba não for removida com limas manuais ou rotativas o sabre o conjunto não consegue mais penetrar na madeira.
  • 16.
    - Verificar atensão da corrente - Limpar os trilhos e os furos de lubrificação - Retirar rebarbas dos trilhos da barra - Verifique a profundidade da canaleta com a corrente montada na barra. Faça a prova usando um objeto reto com a superfície plana, como uma régua. Encoste a régua na lateral da corrente, pressionando-a contra o corpo da barra. Se a corrente se mexer e permitir a régua que encoste na lateral da barra, é sinal que a canaleta já não está sustentando mais a corrente adequadamente, ou seja, a barra deve ser trocada.
  • 17.
    principal, diminuir oatrito entre a corrente e a ponta da barra, fazendo com que a corrente desencoste dos trilhos ao passar pela ponta da barra. Caso seja necessário, substitua o pinhão-estrela por um novo. - As canaletas devem estar planas e sem rebarba Substituição do Roll-top Selecionar o Roll-top de acordo com o passo e o calibre do conjunto.
  • 18.
    1) Desfaça arebitagem original com a ajuda de uma broca de 1/4” montada em uma furadeira radial. 2) Caso necessário, utilize uma punção para finalizar a retirada dos rebites mais resistentes ou de pedaços remanescentes da primeira etapa. Cuidado para não danificar os orifícios da ponta da barra. 3) Com uma pequena chave-de- fenda abra a ponta da barra o suficiente para limpar a sujeira do campo (óleo, serragem, terra, etc.) e também para retirar pedaços de rebites e rolamentos provenientes da quebra ou do rompimento dos mesmos. 4) Introduza o novo Roll-top na ponta da barra, centralizando as furações para rebitagem. Mantenha o Roll-top embalado no papel celofane para evitar a perda dos seus rolamentos internos.
  • 19.
    5)Após alinhar e posicionamentoadequadamente o Roll- top, coloque os rebites um a um, objetivando transpassá- los ao lado oposto da barra, passando, é claro, pela furação do pinhão. Em barras muito usados, existe a tendência de a ponta querer abrir e dificultar a colocação do roll- top e dos rebites. Caso necessário, utilize um pequeno grampo para manter a ponta da barra fechada. 6)Mantenha os rebites firmemente posicionados para girar a barra e posicioná- la sobre uma superfície plana e resistente (ex. bigorna). Martele as pontas dos rebites dando-lhes formato à cabeça, de maneira com que o material do rebite seja bem acoplado aos chanfros dos orifícios. Evite bater diretamente no corpo do sabre. As cabeças dos rebites devem acomodar se firmemente aos orifícios da ponta, porém devem permitir que o pinhão trabalhe (gire) livremente. Consertos dos Sabres do Harvester Quebra dos trilhos verifique sempre o estado da canaleta do sabre. No caso da quebra da canaleta é recomendado que se troque o sabre. Se o sabre ainda estiver novo e o usuário ainda insista em usá-lo por um período maior, poderá haver um aumento do risco de danos e desgastes prematuros na corrente, mesmo se o sabre sofrer algum reparo. Empenamento do Sabre Prenda a base do sabre entre duas superfícies planas e rígidas. Alinhe as canaletas do sabre com a parte frontal dos prendedores. Cuide para que não haja esmagamento da canaleta. Utilize algo como um grampo para prender a barra no sentido de sua extensão e inicie movimentos intermitentes e suaves para flexionar a barra de volta à sua posição original.
  • 20.
    Barra Torcida Analise bema barra para identificar como ocorreu a deformação. Prenda a base da barra firmemente e tente retorcer a barra de volta à posição original. Realize movimentos lentos e intermitentes para não causar fissuras e trincas no corpo do sabre. Faça os movimentos de distorção do sabre, com a ajuda de um grampo, posicionado como uma alavanca. O reparo é realizado por etapas. Em cada fase, o grampo deve ser colocado a cada 15cm ao longo da barra. Nem sempre a recuperação deste tipo de deformação é bem sucedida. O material utilizado nos sabres facilita o reparo sem o aparecimento de trincas no corpo da barra. Abertura da Canaleta Calce os trilhos na região danificada com algum material rígido (ex. metal) com a espessura igual ao do calibre da canaleta (18H = 2mm).
  • 21.
    Teste o consertocom um pedaço de corrente nova. Verifique se a canaleta não apresenta nenhum ponto de estreitamento. Caso a corrente não deslize satisfatoriamente, reabra um pouco a canaleta da barra com uma pequena chave de fenda. Problema e Soluções do Sabre A maioria dos problemas nos sabres ocorre nos trilhos, e são causados principalmente por quatro fatores: falta de lubrificação, tensionamento incorreto da corrente, acidentes e técnicas operacionais inadequadas que possam apertar os trilhos e estreitar a canaleta do sabre, ou que empurram lateralmente os elos de tração da corrente contra os trilhos da barra. A seguir, destacamos os problemas mais frequentes para que os usuários possam evitá-los, ou então corrigi-los de maneira correta. 1 – Os trilhos se desgastam, diminuindo a profundidade da canaleta. Causa: desgaste natural dos trilhos. Efeitos: Corrente toca no fundo da canaleta, danificando os elos de tração, o que compromete a lubrificação e o equilíbrio da corrente. Solução: A barra chegou ao final de sua vida útil, troque-a! Caso o desgaste ocorra rapidamente, verifique a afiação da corrente, o tensionamento e a lubrificação do conjunto de PROBLEMA Desgaste dos trilhos
  • 22.
    2. Surgimento derebarba nas bordas do trilho. Causa: Desgaste natural dos trilhos. Efeitos: As rebarbas podem partir e arrancar material dos trilhos, além de poder atingir as cabeças dos rebites da corrente. Solução: Retire as rebarbas com uma lima plana ou com esmeril. Evite desgastar os trilhos sem necessidade. Caso as rebarbas apareçam com rapidez, verifique a afiação da corrente, o tensionamento e a lubrificação do conjunto de corte. 3. Desgaste em um só lado da canaleta. Causa: Cortadores cegos ou danificados em um dos lados da corrente, ou uso de corrente de menor calibre. Efeitos: A barra é forçada para um dos lados, prejudicando a qualidade do corte, além de correr o risco de empenar e ficar presa durante a operação. Solução: Troque a barra, verifique a afiação da corrente. Se necessário, troque a corrente também. Confira o calibre da corrente e da barra. 4. Azulamento dos trilhos na ponta e no corpo da barra. Causa: Má lubrificação, estreitamento da canaleta ou erro de operação que aumente o atrito lateral entre os elos de tração e os trilhos. Efeitos: O azulamento dos trilhos indica que a temperatura passou dos 320ºC nestas regiões, o que altera as características originais do material. Desta forma, os trilhos se tornam mais suscetíveis a desgastes e rupturas. Solução: Troque a barra. Não há como recuperar a barra depois de sofrer danos e desgastes devido a superaquecimento. Possivelmente a corrente utilizada com esta barra também deve estar bem danificada e
  • 23.
    Causa: Desalinhamento dacoroa com a entrada da barra, ou estreitamento dos trilhos. Efeitos: O azulamento dos trilhos indica que a temperatura passou dos 320ºC nestas regiões, o que altera as características originais do material. Desta forma, os trilhos se tornam mais suscetíveis a desgastes e rupturas. Solução: Troque a corrente e alinhe a entrada da canaleta da barra com a coroa. Use calços, se necessário. Monte a corrente e verifique o alinhamento antes de acionar o equipamento. 6. Abertura dos trilhos. Causa: Golpe lateral da corrente contra a árvore ou contra algo que estiver próximo à região de corte. A corrente é pressionada lateralmente, forçando os elos de tração contra a parte interna dos trilhos da barra. Efeitos: A barra tem dificuldades em entrar na madeira e completar o corte. Solução: Ajuste os trilhos de volta à posição original com marteladas leves, usando um calço (a própria corrente) para evitar um estreitamento excessivo da canaleta. 7. Lascamentos do trilho no meio do corpo da barra. Causa: Pressão excessiva da barra contra a madeira, velocidade excessiva do avanço da barra, lubrificação deficiente e corte agressivo em madeira congelada. Efeitos: Danos na corrente e redução da vida útil da barra. Solução: Troque a barra se o desgaste dos trilhos for extenso. Diminua a pressão e a velocidade de avanço da barra. Melhore a lubrificação do conjunto de corte e reduza a agressividade da corrente para o corte de madeira congelada.
  • 24.
    Causa: Cortadores deum dos lados cegos ou danificados, inclinação da corrente devido a canaleta muito desgastada e calibre da corrente menor que da barra. Efeitos: Empenamento e travamento da barra durante a operação de corte, corte incompleto e inclinado. Solução: Troque a barra e também a corrente se está a insistir em cortar inclinado mesmo após afiada e reparada. 9. Martelamento, lascamento e desgaste excessivo dos trilhos na região próxima a ponta do sabre. Causa: Corrente frouxa Efeitos: Corrente danificada e com grande risco de escapar da barra. Redução da vida útil da barra. Solução: Utilize a tensão adequada à corrente e inverta periodicamente o lado de corte da barra. 10. Abertura da ponta da barra e perda dos rolamentos do roll-top. Causa: Acidente ou erro operacional que provoque um esforço excessivo da ponta da barra. Efeitos: Quebra do roll-top. Solução: Troque o pinhão-estrela, limpando a parte interna da ponta e fazendo os
  • 25.
    Causa: Tensionamento excessivo,acidente ou erro operacional que force a corrente contra o pinhão. Efeitos: Quebra do pinhão. Solução: Troque o pinhão-estrela, limpando a parte interna da ponta e fazendo os reparos necessários. 12. Abertura e quebra do encaixe Causa: Não utilização de pinos e parafusos para fixação, principalmente nas máquinas equipadas com tensionadores automáticos. Efeitos: Devido à falta de sustentação causada pela incorreta fixação da barra, a força de avanço e a alta velocidade da corrente, provocam golpes e oscilações que tornam o encaixe da barra muito mais suscetível à abertura e ao rompimento. Solução: Troque a barra quebrada ou danificada e realize a fixação através de parafusos. Na aquisição de novas máquinas com tensionadores automáticos, considere a possibilidade de adquirir também o novo sistema de encaixe. 13. Quebra ocasional do encaixe devido acidente. Causa: Acidente ou erro operacional que provoca o travamento da barra dentro da madeira durante o corte.
  • 26.
    Corrente A corrente precisaestar balanceada com a mesma quantidade de facas para cada lado e a afiação ao mesmo nível de desgaste para que o corte seja efetivo. Partes da corrente Elo de tração Rebit e Cortado r Elo de união Plac a Ponta de Ataque (Ângulo da placa superior) Ângulo do Fio de Corte Guia de Profundidad e Cortado r
  • 27.
    Principais Fatores paraManutenção do Cortador INDICADORES PARA AFIAÇÃO corrente 18H Ângulo do Fio de Corte: 60º Ângulo da Placa Superior: 35º
  • 28.
    Como é oTrabalho do Cortador Entendendo o trabalho do cortador na madeira, o usuário compreende melhor a importância em fazer uma boa manutenção na corrente. 1) A guia de profundidade determina a quantidade de madeira a ser retirada pelo cortador. Por esse motivo, a guia deve estar sempre bem calibrada na medida indicada pelo número gravado em seu corpo. (Ex:. 50= .50” ou 1,27mm) 2) A ponta de ataque, que é determinada pelo ângulo da peça superior, é a responsável pela penetração do cortador na madeira, iniciando a operação de corte. O poder de penetração de cada cortador depende diretamente da correta manutenção do ângulo da placa (e:. Corrente 18H = 35º) 3) O ângulo do fio de corte (ou da placa lateral) dá continuidade ao trabalho iniciado pela ponta de ataque, ou seja, ele retira a quantidade de madeira necessária para a realização do corte, abrindo caminho para os demais cortadores que ainda estão por vir. A boa manutenção do ângulo do fio de corte (ex.: corrente 18H = 60º), garante a eficiência do último passo do trabalho de cada cortador. O ajuste incorreto deste ângulo compromete os passos realizados pela guia de profundidade e pela ponta de ataque
  • 29.
    Especificação das Correntes Transmissão Atransmissão é o terceiro componente do conjunto de corte. É a peça responsável por transmitir o movimento do motor para fazer a corrente girar por volta da barra. A transmissão, a corrente e a barra compõem o sistema de corte da máquina, realizando um perfeito trabalho em equipe. A preservação e a manutenção de um dos componentes influenciam diretamente no rendimento e na durabilidade dos demais. Velocidade da corrente, força de avanço do sabre, vida útil e segurança Sabemos que quanto maior for a velocidade da corrente e mais fortes forem os avanços dos sabres, maior será também a velocidade de corte. Porém, é comprovado, na teoria e na prática, que o excesso de velocidade e da força de avanço diminui a vida útil do conjunto de corte. Em resumo, a alta velocidade da corrente resulta em desgastes excessivos e prematuros do conjunto de corte diminuem sua durabilidade, aumenta a probabilidade de quebra de corrente e, consequentemente, potencializa os riscos de acidentes. A velocidade da corrente, a força de avanço do sabre, assim como outras especificações que constam na tabela dos “Dados Técnicos”, são as recomendações para aumentar a durabilidade e para se obter o melhor rendimento do conjunto de corte. Se tais parâmetros forem excedidos, é inevitável o surgimento de desgastes prematuros, além de encurtar a vida útil do conjunto de corte. O desrespeito a estas recomendações, implica numa preocupação maior com lubrificação, tensionamento e afiação da corrente. Obviamente, se vários parâmetros não forem obedecidos, não só a durabilidade e o rendimento do conjunto de corte estarão comprometidos, mas também não haverá garantia de segurança para as pessoas que estejam próximas a ele. Gráfico Velocidade da corrente (m/s) x Rotação da coroa (RPM) Velocidade da corrente .404”
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    Informações sobre Manutençãodo Conjunto de Corte Harvester Para se conseguir extrair o melhor rendimento do conjunto de corte e aumentar sua vida útil, é necessário realizar uma ótima manutenção de todos seus componentes. A manutenção do conjunto de corte implica a combinação de quatro fatores importantes fundamentais para se garantir alta durabilidade e performance.  Afiação;  Lubrificação;  Tensionamento;  Limpeza. A combinação destes quatro fatores garante uma ótima manutenção do conjunto de corte. Porém, todos devem ser bem observados não é correto priorizar qualquer um destes pontos em rendimentos de outro. Não adianta nada realizar uma afiação perfeita na corrente e não tencioná-la corretamente no sabre. Também é contraditório lubrificar bem o conjunto de corte investir no melhor óleo lubrificante, e não limpar os furos de lubrificação e os trilhos do sabre para permitir o bom fluxo do óleo por todo o conjunto. Itens que visualmente informam a falta de lubrificação no conjunto do corte:  Se a queima na corrente;  Se a corrente está seca;  Queima de algum ponto do sabre;  Roll- top com rolamento danificado;
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    CORRENTE COM MÁLUBRIFICAÇÃO Com as pontas dos dedos, puxe a corrente para fora dos trilhos da barra até aparecer as bases dos elos de tração (aproximadamente 4mm). Em seguida, solte a corrente e observe se ela volta aos trilhos sem formar “barriga”, ou seja, veja se não ficou frouxa. Queima de alguns pontos do sabre por causa da má lubrificação Tensionamento Para minimizar o desgaste excessivo e prematuro da base da corrente e do topo dos trilhos, a corrente deve estar sempre bem tensionada no sabre, ou seja, colocada de maneira justa, sem que esteja frouxa ou muito apertada. Nas barras de ponta rolante, como no caso dos sabres para linha harvester, é permitido “apertar” um pouco mais a corrente do que nos sabres com ponta dura. A tensão da corrente sobre o sabre deve ser verificada constantemente. Uma maneira simples de se verificar a tensão é com as próprias mãos. Atenção: sempre coloque luvas de proteção para tocar as correntes.
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    Nunca tencione umacorrente muito quente, espere por alguns minutos o seu resfriamento. O metal da corrente em alta temperatura se expande (dilatação) e se a pressionarmos na barra ainda quente, ela pode contrair-se ainda mais, o que pode provocar um aperto excessivo da corrente contra a ponta da barra e contra a coroa, causando desgaste e danos desnecessários, possibilitando inclusive, o empenamento de algum componente envolvido, até mesmo da ponta do eixo do motor. Tensionamento automático – O meio mais eficaz para garantir um bom tensionamento da corrente é através da utilização de tensionador automáticos. Os tensionadores automáticos são projetados para sempre compensar um provável afrouxamento da corrente, ajustando-a para a pressão apropriada informada a máquina pelo operador. Afiação Como afiar uma corrente? Limpe a corrente antes de afiar Não permita que a corrente traga a sujeira do campo, como o óleo, a serragem, terra, areia, etc., para dentro de sua oficina. Sempre limpe o mesmo antes de enviar para a oficina. Avalie todos os componentes da corrente Verifique se não há componentes excessivamente desgastados, danificados ou prestes a romper. Se necessário, corrija os danos ou substitua tais componentes antes da afiação. Durante a inspeção, avalie:  Se os rebites estão firmes. Observe todas as emendas da corrente, não só a realizada a mão, mas também os originais de fábrica.  Se há componentes quebrados, ou quebras das placas superiores, observando também se o cromo não sofreu deslocamento.  Excesso de rebarba, trincas e desgastes excessivos de todos os componentes.  Danos causados por abrasividade.  Desgaste prematuro da corrente.  Enfim, detecte os danos e desgastes excessivos para tentar corrigir para o próximo
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    Respeite as especificaçõesdo fabricante Verifique o ângulo de afiação especificado para o modelo da corrente a ser afiada, para assim, não influenciar na produtividade e durabilidade dos componentes. Mantenha as placas superiores do mesmo tamanho Para um bom desempenho e para evitar desgastes excessivos da corrente e do sabre, procure manter um ótimo padrão de afiação. Afie a corrente de uma maneira uniforme, com regularidade, mantendo as placas superiores com o mesmo tamanho. Confira o calibre da guia de profundidade Ao terminar a afiação, verifique o calibre da guia de profundidade, com a ajuda do calibrador específico para a corrente afiada. Limpe a corrente após a afiação Faça uma boa limpeza na corrente, também após afiá-la. É recomendado que se use, pelo menos, ar comprimido. É importante retirar do corpo da corrente, as limalhas de aço e a poeira da pedra do rebolo, produzidas durante a afiação. Mantenha a corrente lubrificada Evite armazenar a corrente pendurada em gancheias, o que pode mantê-la seca. A corrente deve ser mantida sempre bem lubrificada, mesmo quando não está em operação. Problemas e Soluções da Corrente Grande parte dos problemas das correntes está relacionada a manutenção inadequada, principalmente no que se refere a afiação, lubrificação e tensionamento incorretos, além da falta de limpeza e do corte de matéria que não seja madeira. PROBLEMAS Corte lento, corte irregular, perda rápida do fio de corte, esforço
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    Soluções: A. Afie oscortadores até desaparecer as partes danificadas; B. Afie novamente os cortadores, mantendo a lima ou rebolo no ângulo correto. Certifique- se que o porta-limas usado é a adequada à corrente a ser afiada. (FIG. 4 e 5). C. A lima utilizada era muito fina ou foi colocada numa posição muito baixa. Afie novamente com o diâmetro de lima e posição adequados. Use o porta-lima correto. (FIG. 6 e 8)
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    adequada. Troque acorrente. (FIG. 10) F. Rebaixe a guia de profundidade até atingir a altura correta. Utilize o calibrador adequado à corrente. (FIG. 11) G. Com uma lima plana, arredondar a guia de profundidade tentando deixá-la próxima do desenho original, conforme era quando nova. (FIG. 12) Desgastes das bases dos cortadores e dos elos de união. Solução: Ver J. Soluções: H.Substitua os cortadores e elos danificados. Se forem muitos, troque a corrente. (FIG. 13 e 14) NOTA: Para prevenir futuros desgastes deste tipo, sigas estas recomendações: Afie novamente os cortadores com os ângulos corretos; lubrifique melhor o conjunto de corte; calibrar corretamente as guias de profundidade; não trabalhe com uma corrente sem corte (“cega”); mantenha a corrente sempre bem (corretamente) afiada; trabalhe sempre com a corrente tensionada corretamente. PROBLEMA Desgaste excessivo e rompimento dos cortadores e elos das correntes.
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    torná-las planas novamente.Mas, se o desgaste for excessivo, troque a corrente. (FIG.16). Soluções: K.Tais danos podem ser causados por desgaste excessivo da barra (pouca profundidade na canaleta) ou do pinhão/coroa. Identifique se há desgaste na barra ou no pinhão/coroa, ou em ambos, e os substitua. Se o desgaste dos elos ainda for pequeno, tentem recuperá- los conforme instruções da página 52 deste manual. Se não for possível, isto é, se os desgastes forem grandes, troque a corrente. (FIG. 17 e 18). L.Mantenha a corrente tensionada corretamente para que ela não se solte do pinhão. Troque os elos de tração danificados ou, se forem muitos, troque a corrente. PROBLEMA Desgastes excessivos ou ruptura dos elos de tração
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    pinhão e limeas pontas dos elos conforme mostra a figura abaixo. Caso o desgaste das pontas for muito grande, troque a corrente. (FIG. 21) O.A corrente bate na entrada da canaleta da barra. Motivos: corrente frouxa pinhão/coroa de tamanhos inadequados ao tamanho da base da barra, ou pinhão/coroa desgastados. Tente recuperar os elos com uma lima. (FIG. 22) P.Os trilhos da canaleta da barra estão abertos e um dos lados está excessivamente desgastado, permitindo que as pontas dos elos pressionem o fundo da canaleta. Se não for possível reparar os trilhos, troque a barra. Se a corrente estiver muito danificada, troque também a corrente. (FIG. 23) Afiação das pontas dos elos de tração Afie a ponta dos elos de tração para que limpem a canaleta da barra e consigam transportar óleo lubrificante para a ponta da barra. Elimine os danos, retornando à forma original, com a ajuda de uma lima redonda. As correntes podem travar devido ao uso conjunto de pinhão/coroa desgastados ou por trabalhar com baixo tensionamento (frouxa). Bases dos elos de união e dos cortadores golpeadas. Solução: ver Q. PROBLEMA Corrente está travada!
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    Golpes na partefrontal dos cortadores e dos elos de união. Solução: ver Q. Região central dos elos de união e dos cortadores golpeadas. Solução: ver R. Soluções: Q.A corrente travada (“junta presa”) não se pode reparar. Troque a corrente, verifique se há necessidade de trocar também a transmissão (pinhão/coroa) e cheque sempre o tensionamento da corrente. (FIG. 24 e 25). R.Troque a transmissão (pinhão ou coroa) e a corrente. Mantenha a corrente tensionada corretamente e nunca submeta uma corrente nova ao trabalho conjunto com pinhão ou coroa muito desgastado. (FIG. 26). Danos nos cortadores somente em um lado da corrente. Solução ver S. PROBLEMA Cortadores danificados ou irregulares
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    Soluções: S. Afie oscortadores até que as partes danificadas desapareçam. Ao afiar, mantenha as placas superiores no mesmo tamanho. Não esqueça de SEMPRE calibrar a guia de profundidade, e somente rebaixá-la quando necessário. Solução: Troca do suporte de encaixe. Problemas e Soluções das Transmissões A transmissão, o terceiro componente de seu conjunto de corte, requer a mesma atenção e os mesmos cuidados que a corrente e a barra. Uma transmissão (coroa ou pinhão) danificada e excessivamente desgastada pode causar sérios danos aos outros componentes do conjunto de corte. A transmissão danificada não pode ser reparada, deve ser trocada! Evite colocar uma corrente nova em uma transmissão muito desgastada. Isso significa desperdício. Seguramente a corrente não apresentará boa durabilidade devido aos danos que sofrerá com o uso da transmissão desgastada. Tente adequar o uso de corrente nova com transmissões não tão desgastadas. 14. Desgaste da coroa. Causa: Ultrapassar o momento de realizar a troca, desgastando as superfícies externas e internas da coroa excessivamente. Efeitos: Desgaste das laterais dos elos de tração e o rompimento da corrente caso o rebite seja atingido.
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    momento correto preservaa corrente e aumenta a vida útil de todo o conjunto de corte. Passo da Corrente O passo de uma corrente é determinado pela distância entre três rebites consecutivos dividido por dois, conforme indicado na figura abaixo. Os passos das correntes no ramo florestal são: ¼”, .325”, 3/8”, .404” e ¾”. Os impactos provocados pelo uso de uma transmissão excessivamente desgastada provocam o alargamento dos furos dos componentes da corrente. A soma destas folgas resulta no estiramento da corrente. Importantes Informações sobre Segurança Há um sério risco de ferimentos graves aos operadores de máquina e demais pessoas que estejam próximas às máquinas no caso do rompimento de uma corrente de corte. A quebra da corrente em alta velocidade, faz com que algumas de suas peças sejam arremessadas com significativa força e violência, podendo atingir tudo o que estiver à sua volta, o que denominamos de “tiro da corrente”. Atenção - A falta de manutenção e/ou reparos no conjunto de corte, podem provocar o rompimento da corrente em operação, o que provoca o “tiro da corrente”, ou seja, partes da corrente se partem e voam para todos os lados, podendo atingir tudo ao seu redor, inclusive o operador e outras pessoas que o observam ou trabalham próximas a ele. Muitas vezes este tipo de acidente pode causar danos irreversíveis às pessoas, ou até mesmo a morte. Nunca utilize correntes: • que apresentam partes danificadas e desgastes excessivos; • que apresentam componentes quebrados; • que estejam com as articulações extremamente frouxas; •que tenham se rompido por mais de uma vez - recomenda-se descartar uma corrente quando a mesma se rompe pela segunda vez.
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    1. Depois queuma corrente se rompe, a extremidade “livre” começa a chicotear. 2. Se o chicoteamento da corrente não for contido pela caixa protetora ou por um coletor, a corrente seguirá se movimentando violentamente devido à energia e à velocidade geradas pela alta rotação do equipamento. 3. No instante de maior energia do chicoteamento, várias peças da corrente se soltam e são ejetadas em alta velocidade, especialmente se a extremidade livre da corrente golpear a caixa protetora. 4. O “tiro da corrente” faz com que as peças da corrente sejam arremessadas em vários sentidos, principalmente na direção ao longo da barra. SEGURANÇA DO OPERADOR.
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    o rompimento dacorrente, que causará a ejeção de vários de seus componentes – tiro da corrente – o que põe em risco a integridade física dos envolvidos na operação da colheita. As máquinas devem ser projetadas e mantidas com protetores apropriados, e todos os cuidados devem ser tomados para minimizar a exposição dos usuários ao raio de corte da corrente. O coletor ou capturador de corrente é um complemento importante para a proteção dos operadores. É uma haste resistente colocada perpendicularmente ao centro da transmissão (coroa). Serve para inibir a progressão de movimentos súbitos e violentos provenientes de uma possível e repentina quebra ou escape da corrente do contorno da barra. RESULTADO DO EXCESSO DE TEMPO SEM MANUTENÇÃO DO MATERIAL OU SEM TROCA DO MESMO
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    Manual de instruçõesdo operador Timberrite h-16 wa129533_pt 22dec15 Guimarães, Jauber – Apostila de conhecimento especifico II – manutenção de conjunto de corte florestal, 2016. Manual técnico de colheita florestal Oregon Fonte: www.oregon.us Manual de conceitos e especificações técnicas Agro Açai 09/2006