Débora Raiane Martins Braga
9º período – Unileste-MG
 Com a economia mundial globalizada, a tendência
comercial é a formação de blocos econômicos.
Estes são criados com a finalidade de facilitar o
comércio entre os países membros, adotam
redução ou isenção de impostos ou de tarifas
alfandegárias e buscam soluções em comum para
problemas comerciais.
 Os Estados Unidos, visando a integração
comercial do continente, propôs a criação de uma
Área de Livre Comércio das Américas (Alca).
 Esse grande bloco econômico seria integrado por
34 nações; a única exceção seria Cuba, visto que
esse país apresenta divergências ideológicas com
os Estados Unidos.
 Em 1998, na cidade de Santiago, capital do Chile,
foi realizada a primeira reunião para debater a
criação da Alca. Nessa ocasião, ficou
estabelecido que o bloco entraria em vigor a partir
de 2005. Porém, vários pontos divergentes foram
levantados em novas reuniões, tendo como
consequência o fim das negociações.
 Muitos consideram que a ALCA “beneficia poucos
e prejudica muitos”, pois consiste em um pacote
de propostas contra o povo latino-americano e
suas consequências são fáceis de serem
previstas: dependência econômica, política e
tecnológica, invasão territorial e cultural.
 Isso sem contar o fato de que os países em
desenvolvimento precisariam de altos
investimentos para entrar em um mercado
econômico tão grandioso como a ALCA.
 O principal objetivo da ALCA foi “representar a
integração econômica e comercial das Américas”.
 Contudo, muitos países acreditam que o real
objetivo por parte dos Estados Unidos seria a
imposição da “lei do mais forte” em que
alcançariam a subordinação total e definitiva
entregando recursos naturais e monetários à
potência americana.
 Percebe-se que a criação da ALCA passou por
diversas divergências, o que impossibilitou sua
implantação, pois muitos países acreditavam que
era apenas uma manobra dos Estados Unidos
para a expansão de suas empresas
transnacionais pelo continente americano, além
de trazer inúmeros prejuízos aos países com
menor potencial econômico.

Alca objetivos e possibilidades

  • 1.
    Débora Raiane MartinsBraga 9º período – Unileste-MG
  • 2.
     Com aeconomia mundial globalizada, a tendência comercial é a formação de blocos econômicos. Estes são criados com a finalidade de facilitar o comércio entre os países membros, adotam redução ou isenção de impostos ou de tarifas alfandegárias e buscam soluções em comum para problemas comerciais.
  • 3.
     Os EstadosUnidos, visando a integração comercial do continente, propôs a criação de uma Área de Livre Comércio das Américas (Alca).  Esse grande bloco econômico seria integrado por 34 nações; a única exceção seria Cuba, visto que esse país apresenta divergências ideológicas com os Estados Unidos.
  • 4.
     Em 1998,na cidade de Santiago, capital do Chile, foi realizada a primeira reunião para debater a criação da Alca. Nessa ocasião, ficou estabelecido que o bloco entraria em vigor a partir de 2005. Porém, vários pontos divergentes foram levantados em novas reuniões, tendo como consequência o fim das negociações.
  • 5.
     Muitos consideramque a ALCA “beneficia poucos e prejudica muitos”, pois consiste em um pacote de propostas contra o povo latino-americano e suas consequências são fáceis de serem previstas: dependência econômica, política e tecnológica, invasão territorial e cultural.  Isso sem contar o fato de que os países em desenvolvimento precisariam de altos investimentos para entrar em um mercado econômico tão grandioso como a ALCA.
  • 6.
     O principalobjetivo da ALCA foi “representar a integração econômica e comercial das Américas”.  Contudo, muitos países acreditam que o real objetivo por parte dos Estados Unidos seria a imposição da “lei do mais forte” em que alcançariam a subordinação total e definitiva entregando recursos naturais e monetários à potência americana.
  • 7.
     Percebe-se quea criação da ALCA passou por diversas divergências, o que impossibilitou sua implantação, pois muitos países acreditavam que era apenas uma manobra dos Estados Unidos para a expansão de suas empresas transnacionais pelo continente americano, além de trazer inúmeros prejuízos aos países com menor potencial econômico.