Adotarei o amor... By Verinha
Adotarei o amor por companheiro e o escutarei cantando, e o beberei como vinho e o usarei como vestimenta.
Na aurora, o amor me acordará e me conduzirá aos prados distantes. Ao meio dia, conduzir-me-á à sombra das árvores onde me protegerei do sol como os pássaros.
Ao entardecer conduzir-me-á ao poente onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-me da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.
À noite, o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.
Na primavera andarei com o amor, lado a lado, e cantaremos juntos entre as colinas;
E seguiremos as pegadas da vida, que são as violetas e as margaridas; e beberemos a água da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.
No verão, deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.
No outono, irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar, e...
...contemplaremos as árvores se despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.
No inverno, sentar-me-ei com o amor diante da lareira e conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e os anais das nações e povos.
O amor será meu tutor na juventude, meu apoio na maturidade, e meu consolo na velhice.
O amor permanecerá comigo até o fim da vida, até que a morte chegue, e a mão de Deus nos reúna de novo.
Yahoo! Grupos Coleciono Slide PPS REPASSANDO  COM CARINHO Créditos: Próximo Slide
Texto: Khalil Gibran Formatação: Vera Lúcia de Siqueira [email_address]

Adotarei O Amor...

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    Adotarei o amorpor companheiro e o escutarei cantando, e o beberei como vinho e o usarei como vestimenta.
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    Na aurora, oamor me acordará e me conduzirá aos prados distantes. Ao meio dia, conduzir-me-á à sombra das árvores onde me protegerei do sol como os pássaros.
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    Ao entardecer conduzir-me-áao poente onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-me da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.
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    À noite, oamor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.
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    Na primavera andareicom o amor, lado a lado, e cantaremos juntos entre as colinas;
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    E seguiremos aspegadas da vida, que são as violetas e as margaridas; e beberemos a água da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.
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    No verão, deitar-me-eiao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.
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    No outono, ireicom o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar, e...
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    ...contemplaremos as árvoresse despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.
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    No inverno, sentar-me-eicom o amor diante da lareira e conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e os anais das nações e povos.
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    O amor serámeu tutor na juventude, meu apoio na maturidade, e meu consolo na velhice.
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    O amor permanecerácomigo até o fim da vida, até que a morte chegue, e a mão de Deus nos reúna de novo.
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    Texto: Khalil GibranFormatação: Vera Lúcia de Siqueira [email_address]