A Terrativa Minerais, empresa que faz parte do grupo Artesia, introduz no
Brasil uma nova tecnologia desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de
Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, para produzir um fertilizante
potássico, denominado hidrosienito, a partir de minerais de feldspato.
Para sustentar toda a produção, a companhia pretende desenvolver
cinco minas localizadas em Bahia, Pernambuco, Goiás e Mato Grosso.
Segundo o diretor da Terrativa, Ingo Wender, o objetivo é iniciar a
produção no país o mais rápido possível. A expectativa é que o
empreendimento possa alcançar uma capacidade de produção de
1,45 milhão de toneladas de cloreto de potássio (KCl), dividido em duas
fases.
Na primeira etapa, serão instaladas plantas nas localidades de Ceraíma
(BA), Rio Verde (GO) e Sinop (MT), cada uma com capacidade para
produzir 208 mil toneladas anuais de KCl. Na segunda fase, serão
instaladas mais quatro plantas com a mesma capacidade. Cada
planta custará em torno de US$ 140 milhões, segundo a Terrativa.
Uma das grandes vantagens do empreendimento, de acordo com
Wender, é que as plantas se ficarão próximas à região onde há
demanda para o produto, de forma que o fertilizante será competitivo
em relação ao insumo importado, tanto pela logística quanto por seu
baixo custo operacional.
Cada tonelada de KCl produzida com a tecnologia terá um custo
operacional de US$ 138, enquanto o produto importado vendido no
Cerrado tem preço de US$ 480. Segundo a Terrativa, o produto terá
baixo consumo energético e não gerará resíduos.
O projeto da companhia foi apresentado para investidores no Brazilian
Mining Day, evento realizado pela Agência para o Desenvolvimento
Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb), durante o
Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), no último
domingo (2).
Segundo dados do Jazida.com, a Terrativa Minerais possui 500 direitos
minerários junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral
(DNPM) para cobre, ferro, manganês, fosfato, grupo de quartzo, rocha
magmática, ouro, zinco, alumínio, metamórfica ornamental, calcário e
grupo do diamante.
Os processos são para os Estados do Ceará, Piauí, Bahia, Maranhão,
Paraná e Minas Gerais. A Terrativa tem 405 requerimentos de lavra e 95
autorizações de pesquisa. Com informações do Brasil Mineral.
Notícias de Mineração, 06/03/2015
Imagem: Notícias de Mineração

A terrativa minerais

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    A Terrativa Minerais,empresa que faz parte do grupo Artesia, introduz no Brasil uma nova tecnologia desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, para produzir um fertilizante potássico, denominado hidrosienito, a partir de minerais de feldspato. Para sustentar toda a produção, a companhia pretende desenvolver cinco minas localizadas em Bahia, Pernambuco, Goiás e Mato Grosso. Segundo o diretor da Terrativa, Ingo Wender, o objetivo é iniciar a produção no país o mais rápido possível. A expectativa é que o empreendimento possa alcançar uma capacidade de produção de 1,45 milhão de toneladas de cloreto de potássio (KCl), dividido em duas fases. Na primeira etapa, serão instaladas plantas nas localidades de Ceraíma (BA), Rio Verde (GO) e Sinop (MT), cada uma com capacidade para produzir 208 mil toneladas anuais de KCl. Na segunda fase, serão instaladas mais quatro plantas com a mesma capacidade. Cada planta custará em torno de US$ 140 milhões, segundo a Terrativa. Uma das grandes vantagens do empreendimento, de acordo com Wender, é que as plantas se ficarão próximas à região onde há demanda para o produto, de forma que o fertilizante será competitivo em relação ao insumo importado, tanto pela logística quanto por seu baixo custo operacional. Cada tonelada de KCl produzida com a tecnologia terá um custo operacional de US$ 138, enquanto o produto importado vendido no Cerrado tem preço de US$ 480. Segundo a Terrativa, o produto terá baixo consumo energético e não gerará resíduos. O projeto da companhia foi apresentado para investidores no Brazilian Mining Day, evento realizado pela Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb), durante o Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), no último domingo (2). Segundo dados do Jazida.com, a Terrativa Minerais possui 500 direitos minerários junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para cobre, ferro, manganês, fosfato, grupo de quartzo, rocha magmática, ouro, zinco, alumínio, metamórfica ornamental, calcário e grupo do diamante.
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    Os processos sãopara os Estados do Ceará, Piauí, Bahia, Maranhão, Paraná e Minas Gerais. A Terrativa tem 405 requerimentos de lavra e 95 autorizações de pesquisa. Com informações do Brasil Mineral. Notícias de Mineração, 06/03/2015 Imagem: Notícias de Mineração