A saída dos estados unidos
do tratado transpacifico
Redirecionamento
• A saída dos Estados Unidos da parceria com os países do Pacífico
representa uma inversão na tendência de décadas de política
econômica internacional – executadas tanto por governos
democratas quanto por republicano – de reduzir as barreiras
comerciais e expandir o comércio em todo o mundo. Embora os
candidatos muitas vezes tenham criticado acordos comerciais na
campanha, aqueles que chegaram à Casa Branca, incluindo o
presidente Barack Obama, acabaram ampliando o alcance dessas
relações.
Agronegocio
• Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil
(AEB), José Augusto de Castro concorda que o país pode se
beneficiar com o recente decreto do novo governo norte-
americano.
• “A saída dos EUA do Tratado Transpacífico pode gerar
benefícios para o agronegócio brasileiro, que deixará de perder
mercado para as commodities norte-americanas, que entrariam
nos 11 países signatários, com tarifas diferenciadas ou até
mesmo sem tarifas”, comenta Castro, em entrevista à equipe
SNA/RJ.

A saida dos estados unidos do tratado tranpacifico

  • 1.
    A saída dosestados unidos do tratado transpacifico
  • 2.
    Redirecionamento • A saídados Estados Unidos da parceria com os países do Pacífico representa uma inversão na tendência de décadas de política econômica internacional – executadas tanto por governos democratas quanto por republicano – de reduzir as barreiras comerciais e expandir o comércio em todo o mundo. Embora os candidatos muitas vezes tenham criticado acordos comerciais na campanha, aqueles que chegaram à Casa Branca, incluindo o presidente Barack Obama, acabaram ampliando o alcance dessas relações.
  • 3.
    Agronegocio • Presidente daAssociação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro concorda que o país pode se beneficiar com o recente decreto do novo governo norte- americano. • “A saída dos EUA do Tratado Transpacífico pode gerar benefícios para o agronegócio brasileiro, que deixará de perder mercado para as commodities norte-americanas, que entrariam nos 11 países signatários, com tarifas diferenciadas ou até mesmo sem tarifas”, comenta Castro, em entrevista à equipe SNA/RJ.