O documento discute o fenômeno do culto ao passado na indústria retrô e na web 2.0, destacando a diferença entre retrô e vintage. A indústria se aproveita desse desejo por nostalgia, especialmente na moda e na música, utilizando redes sociais para conectar pessoas e promover produtos. O principal desafio é evitar a imitação superficial, buscando uma verdadeira conexão com a essência da época passada.