O documento discute a relação entre a Igreja Católica e a escravidão ao longo da história. Afirma que a Igreja condenou a escravidão desde o século IX, com bulas papais proibindo a escravização e o tráfico de escravos. Também refuta a acusação de que a Igreja apoiou a escravidão no Brasil colonial, citando que bispos e padres como Padre Antônio Vieira condenaram a prática.