O poema descreve a lenda de que as flores de maracujá eram originalmente brancas, mas se tornaram roxas após o sangue de Jesus Cristo ter tingido as flores próximas à cruz onde ele foi crucificado. O sertanejo explica ao narrador que a natureza inteira chorou diante da cena da crucificação, incluindo as flores de maracujá, que absorveram o sangue de Cristo e por isso nascem roxas desde então.