A EVOLUÇÃO DO
MDM NO BRASIL
Histórico e perspectivas do gerenciamento de
dispositivos móveis como aliado dos negócios.
A mobilidade chegou para ficar
Não há dúvidas de que a mobilidade chegou
para ficar e está presente em negócios de
todos os portes.
Por isso, compreender vantagens e riscos é
o primeiro passo para eleger a estratégia de
mobilidade que mais faz sentido para a
empresa.
E para planejar o futuro, nada melhor do que
conhecer um pouco o passado. Nesse
material, apresentamos um resumo de
como surgiu o conceito de gerenciamento
da mobilidade empresarial até chegarmos
ao atendimento da consumerização. Vemos
ainda as principais estratégias, seus prós e
contas e tendências para os próximos anos.
Chegada da tecnologia nos escritórios
No final dos anos 80 as empresas
brasileiras começaram a utilizar
desktops. Aos poucos, começaram a
surgir as primeiras redes corporativas.
Junto com as redes, vieram os primeiros
riscos. Ameaças como vírus, falta de
backups e outros problemas
relacionados ao uso não gerenciado.
Chegada da tecnologia nos escritórios
Surgem as primeiras políticas
de segurança para uso dos
equipamentos corporativos e
segurança da informação.
Chegaram os notebooks e com
eles os riscos aumentaram
devido a mobilidade.
Chegada dos smartphones e tablets
Com a chegada e a popularização de
dispositivos móveis, como smartphones
e tablets os riscos aumentaram.
Em um clique remoto uma pessoa pode
causar um grave dano para a
organização. Assim, a adoção das
soluções de MDM se intensificou, no
modelo on premisse, nas grandes
empresas.
MDM na nuvem
Somente em 2014 foram
vendidos mais de 54.5 milhões
de smartphones no Brasil. Boa
parte para pequenas empresas.
*IDC Brasil
E com a popularização da
nuvem, também foi possível
simplificar o acesso ao MDM.
COPE X BYOD
Corporate Owned, Personally Enabled
(Dispositivo de propriedade da empresa, cedido para um
profissional apenas para uso no trabalho).
Maior controle
Homogeneidade
Obsolescência
Bring Your Own Device
(Dispositivo de propriedade pessoal do profissional,
utilizado para o trabalho com autorização da empresa).
Experiência do usuário
Acesso de qualquer lugar
Diversidade de aparelhos
Maiores riscos segurança
COPE X BYOD
Corporate Owned, Personally Enabled
Algumas operações somente
são viáveis com modelos
mais restritos.
Bring Your Own Device
Restringir o uso no BYOD
pode matar a experiência do
usuário. Nem sempre isso é
vantagem.
Ganhos de produtividade? Redução de custos?
Em ambos modelos é possível!
O que levar em conta na hora de escolher
A complexidade da operação não é linear ao tamanho
do parque de dispositivos móveis.
Na hora da decisão, é importante levar em conta:
 Controle e visibilidade sobre grandes blocos de
operações;
 Dados e flexibilidade de análise;
 Possibilidade de descentralizar a operação;
 Dependência do MDM quando a hardware e
conectividade.
Conclusões
 Nos últimos 20 anos, evoluímos mais
do que nos 50 anos anteriores. Isso
não vai parar.
 Estamos inseridos em Sistemas
Complexos. É preciso aceitar a
incerteza e a mudança.
 BYOD é uma tendência, mas é preciso
analisar se realmente traz ganhos de
produtividade e redução de custos.
 Escalar a operação de campo vai além
de escalar software.
 Nem sempre a experiência do usuário
deve ser o foco na escolha do
gerenciamento.
www.mobiltec.com.br
São Paulo: 11. 4152.8439
Porto Alegre: 51. 3212 7055
contato@mobiltec.com.br

A evolução do mdm no brasil

  • 1.
    A EVOLUÇÃO DO MDMNO BRASIL Histórico e perspectivas do gerenciamento de dispositivos móveis como aliado dos negócios.
  • 2.
    A mobilidade chegoupara ficar Não há dúvidas de que a mobilidade chegou para ficar e está presente em negócios de todos os portes. Por isso, compreender vantagens e riscos é o primeiro passo para eleger a estratégia de mobilidade que mais faz sentido para a empresa. E para planejar o futuro, nada melhor do que conhecer um pouco o passado. Nesse material, apresentamos um resumo de como surgiu o conceito de gerenciamento da mobilidade empresarial até chegarmos ao atendimento da consumerização. Vemos ainda as principais estratégias, seus prós e contas e tendências para os próximos anos.
  • 3.
    Chegada da tecnologianos escritórios No final dos anos 80 as empresas brasileiras começaram a utilizar desktops. Aos poucos, começaram a surgir as primeiras redes corporativas. Junto com as redes, vieram os primeiros riscos. Ameaças como vírus, falta de backups e outros problemas relacionados ao uso não gerenciado.
  • 4.
    Chegada da tecnologianos escritórios Surgem as primeiras políticas de segurança para uso dos equipamentos corporativos e segurança da informação. Chegaram os notebooks e com eles os riscos aumentaram devido a mobilidade.
  • 5.
    Chegada dos smartphonese tablets Com a chegada e a popularização de dispositivos móveis, como smartphones e tablets os riscos aumentaram. Em um clique remoto uma pessoa pode causar um grave dano para a organização. Assim, a adoção das soluções de MDM se intensificou, no modelo on premisse, nas grandes empresas.
  • 6.
    MDM na nuvem Somenteem 2014 foram vendidos mais de 54.5 milhões de smartphones no Brasil. Boa parte para pequenas empresas. *IDC Brasil E com a popularização da nuvem, também foi possível simplificar o acesso ao MDM.
  • 7.
    COPE X BYOD CorporateOwned, Personally Enabled (Dispositivo de propriedade da empresa, cedido para um profissional apenas para uso no trabalho). Maior controle Homogeneidade Obsolescência Bring Your Own Device (Dispositivo de propriedade pessoal do profissional, utilizado para o trabalho com autorização da empresa). Experiência do usuário Acesso de qualquer lugar Diversidade de aparelhos Maiores riscos segurança
  • 8.
    COPE X BYOD CorporateOwned, Personally Enabled Algumas operações somente são viáveis com modelos mais restritos. Bring Your Own Device Restringir o uso no BYOD pode matar a experiência do usuário. Nem sempre isso é vantagem. Ganhos de produtividade? Redução de custos? Em ambos modelos é possível!
  • 9.
    O que levarem conta na hora de escolher A complexidade da operação não é linear ao tamanho do parque de dispositivos móveis. Na hora da decisão, é importante levar em conta:  Controle e visibilidade sobre grandes blocos de operações;  Dados e flexibilidade de análise;  Possibilidade de descentralizar a operação;  Dependência do MDM quando a hardware e conectividade.
  • 10.
    Conclusões  Nos últimos20 anos, evoluímos mais do que nos 50 anos anteriores. Isso não vai parar.  Estamos inseridos em Sistemas Complexos. É preciso aceitar a incerteza e a mudança.  BYOD é uma tendência, mas é preciso analisar se realmente traz ganhos de produtividade e redução de custos.  Escalar a operação de campo vai além de escalar software.  Nem sempre a experiência do usuário deve ser o foco na escolha do gerenciamento.
  • 11.
    www.mobiltec.com.br São Paulo: 11.4152.8439 Porto Alegre: 51. 3212 7055 contato@mobiltec.com.br