O texto ilustra uma parábola sobre a importância de reconhecer diferentes formas de conhecimento através da conversa entre um barqueiro, um advogado e uma professora. Através de uma situação crítica no barco, enfatiza que saber ler e escrever ou entender leis não são os únicos saberes valiosos. O autor, Paulo Freire, convida a valorizar o conhecimento de todos com quem interagimos.