4




 
 
 
 
 
         
        Para  organizar  e  relacionar  os  dados,  procedemos  à  construção  de  uma  base 
de dados em Access. A base de dados é composta por seis tabelas de dados. A tabela 
Identificação  onde  se  registaram  os  dados  relativos  ao  género,  à  idade  e  ao  ano  de 
escolaridade.  A  tabela  Tabaco  com  os  dados  relativos  às  respostas  sobre  o  uso  de 
tabaco. A tabela Álcool registando as respostas sobre o uso do álcool. A tabela Drogas 
que  contém  os  dados  relativos  às  respostas  sobre  o  uso  de  outras  drogas.  A  tabela 
Família com os dados das respostas sobre o ambiente familiar. E a tabela Escola com 
os dados relativos às respostas sobre o ambiente escolar. 
        As tabelas da base de dados foram relacionadas de forma a cruzar os dados e 
os gráficos foram construídos em Excel. 
        Nos  quadros  que  se  seguem  as  percentagens  médias  nacionais  constam  do 
estudo HBSC 2010 ‐ Portugal e as percentagens médias da OCDE constam do estudo 
internacional  HBSC  2006,  ambos  promovidos  pela  Organização  Mundial  de  Saúde, 
uma vez que o estudo internacional HBSC 2010 apenas está previsto ser editado em 
Outubro próximo. Todavia, tendo em conta a informação, a propósito deste assunto, 
junto da equipa do Projecto Aventura Social que lidera o estudo HBSC em Portugal, 
não  se  antecipam  alterações  significativas  em  relação  às  percentagens  médias  da 
OCDE  (44  países  envolvidos  no  estudo,  contando  com  Portugal)  constantes  do 
relatório  internacional  HBSC  de  2006,  atendendo  à  insuficiência  e/ou  frágil 
sustentação  de  programas  dirigidos,  por  um  lado,  e  a  que  os  comportamentos  de 
saúde não  se alteram num período  de  tempo  tão  curto,  4  anos,  por  outro. O  que se 
pode  antecipar  são  alterações  em  relação  à  posição  dos  países  quando  comparados 
em  conjunto,  o  que  não  tem  qualquer  reflexo  no  nosso  trabalho  uma  vez  que 
entramos em linha de conta com as percentagens médias do conjunto dos 44 países 
da OCDE que participaram no estudo.  
    Ainda relativamente às percentagens médias da OCDE constantes deste trabalho, 
estas  são  aquelas  que  é  possível  retirar  do  estudo  internacional,  uma  vez  que  este 
estudo  não  apresenta,  relativamente  à  sua  amostra,  a  distribuição  dos  géneros  por 
idade (ano de escolaridade).  
    Neste  capítulo,  tendo  em  conta  os  objectivos  do  trabalho,  tratam‐se  ainda  e 
apenas as relações estatisticamente significativas entre variáveis do questionário.  
 
 

4.1  Análise descritiva global da amostra 
 

   Nesta  secção  descreve‐se  a  amostra  no  que  toca  à  sua  distribuição  por  género, 
anos de escolaridade e idade. No que diz respeito a esta última variável, apresenta‐se 
a média, desvio padrão (D.P.) e valor mínimo e máximo.  
   O gráfico 1 apresenta a distribuição da amostra por género.  
    
    
    
    
    
    
Género (n=153)

                                          Rapazes     Raparigas




                                                                       Rapazes
                                                                        41%


                      Raparigas
                        59%




                          Gráfico 1 – Distribuição da amostra por género



         A percentagem de 59% de raparigas  contra 41%  de  rapazes  deve‐se  ao  facto 
de  no  total  das  seis  turmas  da  amostra  duas  apresentarem  diferenças  favoráveis  ao 
género feminino em 70% e 28%. Das restantes quatro que registam algum equilíbrio 
apenas uma é favorável em 8% ao género masculino. 
 
         O  gráfico  2  permite  observar  a  distribuição  da  amostra  por  anos  de 
escolaridade. 
 
                                  Anos de escolaridade (n=153)

                                         8.º Ano    10.º Ano




                     10.º Ano
                     48,40%
                                                                     8.º Ano
                                                                     51,60%




                   Gráfico 2 – Distribuição da amostra por anos de escolaridade



       Do  gráfico  2  podemos  observar  que  os  alunos  se  encontram  distribuídos  em 
percentagens  próximas  relativamente  a  anos  de  escolaridade,  registando‐se  uma 
diferença de 3,2% favorável ao 8.º ano de escolaridade.  
 
 
        Nos Quadros 1 a 3, apresenta‐se, em relação à idade, a média, desvio padrão 
(D.P.), valor mínimo e máximo e a percentagem de rapazes e raparigas na amostra no 
total e por ano de escolaridade. 


                         Amostra – alunos dos 8.º e 10.º anos

  Rapazes       Raparigas         Média              D.P.            Mínimo     Máximo

    41%           59%               14,3             1,41                  13     17
                      Quadro 1 - Característica significativas da amostra




                             Amostra - alunos dos 8.º ano

              Percentagem          Média             D.P.            Mínimo     Máximo

Rapazes           24%               13,3             0,71                  13     15

Raparigas         28%                13              0,62                  13     15
                        Quadro 2 – Características dos alunos do 8.º ano




                             Amostra - alunos dos 10.º ano

              Percentagem          Média             D.P.            Mínimo     Máximo

Rapazes           18%                16                0                   15     17

Raparigas         31%               15,5             0,71                  15     17
                      Quadro 3 – Características dos alunos do 10.º ano


 
 
4.2 Tabaco 
 
4.2.1 Experimentar tabaco 
 
       Relativamente  ao  experimentar  tabaco,  28%  dos  inquiridos  afirmam  já  ter 
experimentado tabaco contra 72% que afirmam que não. 
Experimentar tabaco (n=153)

                                                    Sim       Não


                                                                      Sim
                                                                      28%



                                        Não
                                        72%


                                   Gráfico 3 – Experimentar tabaco na amostra



        O Quadro 4 mostra uma percentagem de não experimentação de tabaco pelos 
inquiridos da amostra superior às percentagens médias nacionais e da OCDE. 


                                           Experimentar tabaco

                                       Escola                       Nacional                   OCDE
Sim                                     28%                           30%                       43%
Não                                     72%                           70%                       57%
          Quadro 4 – Experimentar tabaco: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE


 
4.2.1.1  Comparação entre géneros 
 
        No  que  diz  respeito  ao  experimentar  tabaco  por  género,  a  amostra  deixa 
perceber que o género feminino é o que experimenta mais. O Quadro 5 mostra ainda 
que  relativamente  aos  rapazes,  os  resultados  da  amostra  são  mais  favoráveis  a 
comportamentos saudáveis quando comparados com a média nacional. 


                                           Experimentar tabaco

                                      Sim                                             Não
                             1              2
                      Esc.           Nac.            OCDE              Esc.           Nac.           OCDE
Rapaz                23,8%           30,6%             ----           76,2%          69,4%             ----
Rapariga             31,3%           29,5%             ----           68,9%          70,5%             ----
    Quadro 5 – Experimentar tabaco entre géneros: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE
 

1
    De agora em diante Esc. é a abreviatura de Escola.
2
    De agora em diante Nac. é a abreviatura de Nacional.
4.2.1.2 Comparação entre anos de escolaridade 
 
        Relativamente  ao  experimentar  tabaco  por  ano  de  escolaridade,  a  amostra 
deixa perceber que os jovens do 10.º ano são os que experimentam mais. O Quadro 6 
mostra  ainda  que  os  resultados  da  amostra  são  mais  favoráveis  a  comportamentos 
saudáveis quando comparados com a média nacional e a média da OCDE. 



                                        Experimentar tabaco

                                    Sim                                             Não
                   Esc.            Nac.           OCDE              Esc.            Nac.             OCDE
8.º ano           15,2%           28,3%             32%            84,8%           71,7%             68%
10.º ano          41,9%           47,9%             54%            58,1%           52,1%             46%
Quadro 6 – Experimentar tabaco entre Anos de escolaridade: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional
                                                  e da OCDE


 
4.2.2 Consumo de tabaco 
 
      O  Gráfico 2 mostra que a grande  maioria,  90,2%, dos  jovens da  amostra não 
      fuma. 


                                                                                        Pelo menos
                                   Consumo de tabaco (n=153)                             uma/vez
                                                                                          semana
                                 Todos os                                                   2%
                                   dias
                                  2,6%
                                                                                                Menos de uma
                                                                                                 vez/semana
                                                                                                    5,2%



                                 Não fuma
                                  90,2%




                                Gráfico 4 – Consumo de tabaco na amostra


 
       No  Quadro  7,  pode  observar‐se  que  a  esmagadora  maioria  dos  jovens  da 
amostra não fuma. Que 2,6% são fumadores diários, 5,2% fumam menos que uma vez 
por  semana  e  2%  fuma  pelo  menos  uma  vez  por  semana.  Comparativamente  às 
percentagens médias nacionais, a amostra apresenta para todos os tipos de consumo 
de  tabaco  percentagens  inferiores.  Também  relativamente  aos  fumadores  diários,  a 
percentagem de fumadores da amostra é inferior à percentagem média da OCDE.   



                                         Consumo de tabaco

                                                              Escola           Nacional            OCDE
Todos os dias                                                  2,6%                  4,5%              8,4%
Pelo menos uma vez/semana                                       2%                   2,9%               ----
Menos de uma vez/semana                                        5,2%                  4,5%               ----
Não fuma                                                      90,2%              88,1%                  ----
        Quadro 7 – Consumo de tabaco: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE


 
4.2.2.1   Comparação entre géneros 
 
        Quando  comparamos  o  consumo  de  tabaco  entre  géneros,  verifica‐se  que  o 
género feminino apresenta para todos os tipo de consumo percentagens inferiores ao 
género masculino e às percentagens médias nacionais. 
          Por  sua  vez,  o  consumo  de  tabaco  nos  jovens  masculinos  apresenta 
percentagens  superiores  às  percentagens  médias  nacionais  excepcionando  a 
percentagem, 3,2%, de jovens masculinos que fumam todos os dias. 



                                         Consumo de tabaco

                  Todos os dias              Pelo menos          Menos de uma                  Não fuma
                                                uma               vez/semana
                                             vez/semana
               Esc.   Nac.   OCDE     Esc.     Nac.   OCDE    Esc.   Nac.   OCDE       Esc.     Nac.      OCDE

Rapaz          3,2%   5,1%     ----   4,8%     2,9%    ----   6,3%   4,2%     ----     85,7%    87,9%          ----

Rapariga       2,2%    4%      ----    0%       3%     ----   4,4%   4,8%     ----     93,4%    88,3%          ----

Quadro 8 – Consumo de tabaco entre géneros: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE


 
4.2.2.2   Comparação entre anos de escolaridade 
 
        Comparando o consumo de tabaco entre anos de escolaridade, observa‐se que 
os jovens do 10.º ano apresentam percentagens muito superiores às dos jovens do 8.º 
ano  para  todos  os  tipos  de  consumo.  Excepcionando  a  percentagem  dos  jovens  da 
amostra que dizem consumir tabaco menos de uma vez por semana, todas as outras 
percentagens  de  consumos  dos  jovens  da  amostra  são  inferiores  às  percentagens 
médias nacionais. A percentagem de fumadores diários da amostra é inferior também 
à percentagem média da OCDE. 
Consumo de tabaco

                     Todos os dias                          Pelo menos                  Menos de uma                         Não fuma
                                                               uma                       vez/semana
                                                            vez/semana
                 Esc.     Nac.      OCDE             Esc.        Nac.      OCDE       Esc.      Nac.      OCDE       Esc.     Nac.     OCDE

8.º ano           0%      2,4%           3%          1,3%        2,4%       ----      3,7%      5,1%       ----      95%%     90,1%      ----

10.º ano         5,4%     9,1%          14%          2,7%        4,9%       ----      6,8%      6,3%       ----      85,1%    79,7%      ----

     Quadro 9 – Consumo de tabaco entre anos de escolaridade: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE


 
4.2.2.3   Relação entre experimentar tabaco e consumir tabaco 
 
        No  Quadro  10,  pode  observar‐se  que  dos  28%  de  inquiridos  que 
experimentaram  tabaco  cerca  de  35%  passaram  a  consumir  tabaco,  9,3%  todos  os 
dias, 7% pelo menos uma vez/semana e 18,6% menos de uma vez por semana.  


                                        Experimentar tabaco e consumir tabaco

                          Todos os dias                          Pelo menos                  Menos de uma                     Não fuma
                                                                    uma                       vez/semana
                                                                 vez/semana
Experimentar            Esc.   Nac.       OCDE          Esc.       Nac.     OCDE        Esc.      Nac.     OCDE       Esc.     Nac.    OCDE
Sim                     9,3%     ----         ----          7%      ----       ----     18,6%      ----       ----    65,1%     ----     ----

                                              Quadro 10 – Experimentar tabaco e consumir tabaco


 
4.2.2.4    Relação entre experimentar tabaco e experimentar outras drogas 
 
       No Quadro 11, 18,6% dos que experimentaram tabaco experimentaram outras 
drogas. 


                          Experimentar tabaco e experimentar outras drogas

                                                                                       Experimentar outras drogas
               Experimentar tabaco                                                                        18,6%
                                          Quadro 11 – Experimentar tabaco e experimentar drogas


 
 
 
 
 
  
4.2.2.5   Relação entre experimentar tabaco e consumo de outras drogas 
 
        O Quadro 12, mostra a distribuição dos inquiridos que experimentaram tabaco 
e  consomem  outras  drogas  por  tipo  de  consumo.  Destes  11,6%  destes  consumiram 
outras drogas no último mês. 


                   Experimentar tabaco e consumir outras drogas

                Consumo de outras drogas
Mais de uma vez no último mês                                                            2,3%
Uma vez no último mês                                                                    9,3%
Mais de 3 vezes Cannabis ao longo da vida                                                2,3%
Uma a duas vezes Cannabis ao longo da vida                                               4,7%
Uma a duas vezes Cannabis ao longo do último ano                                          7%
                       Quadro 12 – Experimentar tabaco e consumos de outras drogas


 
4.2.2.6    Relação entre consumo de tabaco e consumo de outras drogas 
 
       O  Quadro  13,  mostra  a  distribuição  dos  consumidores  de  tabaco  e  outras 
drogas. Do quadro observa‐se que  os  consumidores  crónicos  de  tabaco consumiram 
outras drogas e que 33% dos que consomem tabaco pelo menos uma vez por semana 
consumiram  outras  drogas  uma  vez  no  último  mês.  Da  relação  foi  possível  ainda 
observar que 75% dos fumadores consumiram outras drogas no último mês. 

                           Consumir tabaco e outras drogas

        Consumo de outras drogas                            Consumo de                  Consumo de
                                                          tabaco todos os            tabaco pelo menos
                                                               dias                   uma vez/semana
Mais de uma vez no último mês                                     25%                       0%
Uma vez no último mês                                             25%                      33%
Mais de 3 vezes Cannabis ao longo da vida                         25%                       0%
Uma a duas vezes Cannabis ao longo da vida                        25%                       0%
                       Quadro 13 – Consumos de tabaco e consumos de outras drogas




 
4.2.2.7    Relação entre  consumo de tabaco e o ambiente familiar 
 
        Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Tabaco  e  Família.  Do 
cruzamento  dos  dados  realça‐se  que  dos  9,8%  de  consumidores  de  tabaco 
(fumadores) todos têm mais facilidade em falar com a mãe, pai, irmão mais velho e/ou 
irmã mais velha.  
Desses 9,8% de consumidores de tabaco, 13,3% têm uma segunda casa do pai. 
Destes  13,3%,  6,65%  visita‐a  às  vezes  e  6,65%  visita‐a  regularmente,  e  têm  mais 
facilidade em falar com a mãe.   
 
 
4.2.2.8    Relação entre o consumo de tabaco e o ambiente escolar 
 
        Dos  9,8%  de  consumidores  de  tabaco,  93,3%  gostam  da  escola.  6,6%  afirma 
que os seus professores os pensam com capacidade inferior à média.  
        100% dos consumidores de tabaco afirma gostar de se juntar aos seus amigos 
e vice‐versa, que os seus amigos são  simpáticos  e prestáveis e que estes  os aceitam 
como são. 



4.3 Álcool 

4.3.1 Experimentar álcool 


                             Experimentar bebidas alcoólicas (n=153)
                                                          Sim      Não



                                           Não
                                           33%

                                                                               Sim
                                                                               67%



                                     Gráfico 5 – Experimentar bebidas alcoólicas


      No  que  toca  ao  experimentar  bebidas  alcoólicas,  as  bebidas  mais 
experimentadas são a cerveja, seguida das bebidas destiladas seguidas do vinho. De 
referir  que  dos  21%  que  afirmam  experimentar  vinho  19,7%  experimentaram 
champanhe (vinho espumante). Salienta‐se ainda que as raparigas 3 e os jovens mais 
velhos são os que mais experimentam bebidas alcoólicas.  




3
  Tendo  em  conta  que  a  amostra  tem  mais  18%  de  raparigas  do  que  rapazes,  aumentando  9%  ao  número  de  rapazes  e 
diminuindo 9% ao número de raparigas, mantendo n=153 e a mesma distribuição da amostra por tipo de bebida experimentada, 
continuaria a verificar‐se que as raparigas experimentam mais bebidas alcoólicas do que os rapazes. 
Experimentar bebidas alcoólicas (n=153)

                            Totais          Rapaz 8.º ano       Rapariga       Rapaz 10.º      Rapariga 10.º
                                                                 8.ºano           ano              ano
Cerveja                     48,4%             16,2%                28,4%        25,7%               29,7%
Vinho                        21%              18,8%                28%          21,9%               31,3%
Bebidas destiladas          31,4%               9%                 20,8%        23,9%               46,3%
Outras                      4,6%                0%                 50%            0%                50%
                                Quadro 14 – Experimentar bebidas alcoólicas


4.3.2 Consumo de álcool 

     O Quadro 15 deixa observar, no que toca ao consumo de bebidas alcoólicas, as 
bebidas mais consumidas todas as semanas/meses são as bebidas destiladas, todavia 
a maioria dos jovens refere que raramente ou nunca consome bebidas alcoólicas.  
     A  escola,  nas  respostas  dos  alunos  inquiridos,  apresenta  percentagens  de 
consumos de bebidas inferiores às percentagens médias nacionais em todos os tipos 
de consumo e tipos de bebida e às percentagens médias da OCDE relativamente ao 
consumo todas as semanas/meses para todo o tipo de bebidas. 



                          Consumo de bebidas alcoólicas (n=153)


                     Todos os dias                    Todas as                  Raramente ou nunca
                                                   semanas/meses
              Esc.       Nac.    OCDE          Esc.         Nac.      OCDE      Esc.        Nac.      OCDE

Cerveja       0%         0,5%        ----       2%          7,8%      10,4%    98%          91,7%      ----

Vinho         0%         0,4%        ----       0%          2,1%       4,5%    100%         97,5%      ----

Bebidas
destiladas    0%         0,3%        ----      7,2%         9,9%        14%    93%          89,8%      ----

Outra         0%         0,4%        ----      0,7%         5,3%        ----   99,3%        94,3%      ----
                                Quadro 15 – Consumo de bebidas alcoólicas




4.3.2.1   Comparação entre géneros 

       Dos Quadros 16 a 19 pode dizer‐se que de entre os géneros, são as raparigas 
que menos afirmam consumir bebidas alcoólicas. Quanto ao consumo de vinho não se 
registam  diferenças  entre  os  géneros.  No  que  diz  respeito  à  comparação  das 
percentagens  de  consumo  de  bebidas  da  amostra  por  género  e  por  tipo  de  bebida 
estas são todas inferiores às percentagens médias nacionais. 
Consumo de cerveja (n=153)


                  Todos os dias                     Todas as                    Raramente ou nunca
                                                 semanas/meses
           Esc.       Nac.    OCDE           Esc.        Nac.        OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

Rapaz      0%         0,7%        ----      3,2%        11,5%           ----   96,8%   87,8%    ----

Rapariga   0%         0,3%        ----      1,1%        4,5%            ----   98,9%   95,2%    ----
                                    Quadro 16 – Consumo de cerveja




                             Consumo de vinho (n=153)


                  Todos os dias                     Todas as                    Raramente ou nunca
                                                 semanas/meses
           Esc.       Nac.    OCDE           Esc.        Nac.        OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

Rapaz      0%         0,6%        ----        0%         3%             ----   100%    96,3%    ----

Rapariga   0%         0,1%        ----        0%        1,3%            ----   100%    98,6%    ----
                                     Quadro 17 – Consumo de vinho




                       Consumo de bebidas destiladas (n=153)


                  Todos os dias                     Todas as                    Raramente ou nunca
                                                 semanas/meses
           Esc.       Nac.    OCDE           Esc.        Nac.        OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

Rapaz      0%         0,5%        ----      7,9%        11,6%           ----   92,1%   87,9%    ----

Rapariga   0%         0,1%        ----      6,7%        8,3%            ----   93,3%   91,6%    ----
                             Quadro 18 – Consumo de bebidas destiladas




                         Consumo de outras bebidas (n=153)


                  Todos os dias                     Todas as                    Raramente ou nunca
                                                 semanas/meses
           Esc.       Nac.    OCDE           Esc.        Nac.        OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

Rapaz      0%         0,7%        ----      1,6%        6,3%            ----   98,4%   93,1%    ----

Rapariga   0%         0,2%        ----        0%        4,3%            ----   100%    95,5%    ----
                                  Quadro 19 – Consumo de outra bebida
4.3.2.2 Comparação entre anos de escolaridade 

       Dos Quadros 20 a 23 pode observar‐se que são os jovens do 8.º ano que dizem 
menos  consumir  as  bebidas  mencionadas.  As  percentagens  de  consumo  de  bebidas 
por  ano  de  escolaridade  referentes  à  amostra  quando  comparadas  com  as 
percentagens médias nacionais são todas mais favoráveis à amostra, isto é, inferiores. 


                                 Consumo de cerveja (n=153)


                    Todos os dias                       Todas as                       Raramente ou nunca
                                                     semanas/meses
             Esc.       Nac.       OCDE          Esc.        Nac.       OCDE          Esc.    Nac.   OCDE

8.º ano       0%        0,2%         ----        0%         5,1%          5%         100%    94,7%    ----

10.º ano      0%        1,1%         ----       4,1%        14,8%        16%         95,9%   84,1%    ----
                            Quadro 20 – Consumo de cerveja por ano de escolaridade




                                   Consumo de vinho (n=153)


                    Todos os dias                       Todas as                       Raramente ou nunca
                                                     semanas/meses
             Esc.       Nac.       OCDE          Esc.        Nac.       OCDE          Esc.    Nac.   OCDE

8.º ano       0%        0,4%         ----        0%         1,5%          3%         100%    98,1%    ----

10.º ano      0%        0,6%         ----        0%           4%          6%         100%    95,5%    ----
                             Quadro 21 – Consumo de vinho por ano de escolaridade




                         Consumo de bebidas destiladas (n=153)


                    Todos os dias                       Todas as                       Raramente ou nunca
                                                     semanas/meses
             Esc.       Nac.       OCDE          Esc.        Nac.       OCDE          Esc.    Nac.   OCDE

8.º ano       0%        0,3%         ----       1,3%        6,7%          8%         98,7%   93,1%    ----

10.º ano      0%        0,6%         ----      13,5%        18,9%        20%         86,5%   80,5%    ----
                       Quadro 22 – Consumo de bebidas destiladas por ano de escolaridade
Consumo de outras bebidas (n=153)


                     Todos os dias                         Todas as                         Raramente ou nunca
                                                        semanas/meses
              Esc.          Nac.      OCDE           Esc.       Nac.       OCDE             Esc.       Nac.       OCDE

8.º ano       0%            0,5%        ----        1,3%       6,7%          ----       98,7%         95,4%        ----

10.º ano      0%            0,7%        ----         0%        18,9%         ----       100%          89,4%        ----
                            Quadro 23 – Consumo de outras bebidas por ano de escolaridade




4.3.2.3 Embriaguez 

      A  esmagadora  maioria  dos  inquiridos,  92,2%,  afirma  nunca  ter  estado 
embriagado. 



                                         Embriaguez (n=153)
              1 - 3 vezes
                 5,2%                                                                              Quatro vezes
                                                                                                     ou mais
                                                                                                      2,6%


                                   Nunca
                                   92,2%




                                               Gráfico 6 – Embriaguez



4.3.2.3.1 Comparação entre géneros 

       No Quadro 24 pode‐se observar que as raparigas afirmam nunca se embriagar 
numa  percentagem  superior  à  dos  rapazes.  As  raparigas  afirmam  também  ter‐se 
embriago uma a três vezes numa percentagem superior à dos rapazes. Já os rapazes 
afirmam ter‐se embriagado quatro ou mais vezes numa percentagem superior à das 
raparigas que apresentam percentagem zero.  
       Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais,  verifica‐se  que  as  percentagens  da  amostra  são  significativamente  mais 
favoráveis à não embriaguez.   
Embriaguez (n=153)


                      Nunca                           1 a 3 vezes                 4 vezes ou mais

              Esc.     Nac.     OCDE          Esc.        Nac.       OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

Rapaz        88,9%    73,1%        ----       4,8%       18,7%          ----   6,3%    8,2%     ----

Rapariga     94,4%    76,9%        ----       5,6%       19,1%          ----   0%       4%      ----
                                    Quadro 24 – Embriaguez por género




4.3.2.3.2 Comparação entre anos de escolaridade 

      O  Quadro  25  deixa  observar  que  os  alunos  inquiridos  do  8.º  ano  nunca  se 
embriagaram.  Já  os  alunos  inquiridos  do  10.º  ano  apresentam  percentagens  de 
embriaguez a ter em conta.  
      Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais  observa‐se  que  aquelas  são  significativamente  mais  favoráveis  à  não 
embriaguez.  


                                     Embriaguez (n=153)


                      Nunca                           1 a 3 vezes                 4 vezes ou mais

              Esc.     Nac.     OCDE          Esc.        Nac.       OCDE      Esc.    Nac.    OCDE

8.º ano      100%     78,1%        ----        0%        18,5%          ----   0%      3,3%     ----

10.º ano     83,8%    59,5%        ----      10,8%       28,2%          ----   5,4%   12,3%     ----
                              Quadro 25 – Embriaguez por ano de escolaridade




4.3.2.3.3 Relação entre consumo de álcool e outras drogas 

      O cruzamento das tabelas Identificação, Álcool e Drogas permitiu observar que 
não  existem  inquiridos  que  consomem  álcool  todos  os  dias  ou  todas  as 
semanas/meses e outras drogas regularmente ou mais que uma vez. 


4.3.2.4 Relação entre a embriaguez do tipo “quatro ou mais vezes” e o ambiente 
       familiar 

        Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Álcool  e  Família.  Do 
cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  2,6%  que  afirmam  ter‐se  embriagado 
quatro ou mais vezes, todos são do género masculino, vivem com mãe/pai e não têm 
uma  segunda  casa,  0,65%  tem  mais  facilidade  em  falar  com  a  mãe,  1,3%  tem  mais 
facilidade em falar com o irmão mais velho e 0,65% não respondeu à pergunta “Tens 
mais facilidade em falar com:”. 
4.3.2.5 Relação entre a embriaguez do tipo “quatro ou mais vezes” e o ambiente 
       escolar 

       Do  cruzamento  das  tabelas  Identificação,  Álcool  e  Escola,  dos  2,6%  que 
afirmam  ter‐se  embriagado  quatro  ou  mais  vezes  todos  são  do  género  masculino, 
todos  gostam  da  escola,  1,95%  acham  que  os  seus  professores  os  pensam  com 
capacidade  boa/média  e  0,65%  acham  que  os  seus  professores  os  pensam  com 
capacidade superior à média.  
       Desses  2,6%,  100%  afirma  gostar  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e  vice‐versa, 
que os seus amigos são simpáticos e prestáveis e que estes os aceitam como são. 



4.4    Outras drogas 

4.4.1 Experimentar outras drogas 

       A  esmagadora  maioria  dos  inquiridos  refere  não  ter  experimentado  outras 
drogas. 
        

                        Experimentar outras drogas (n=153)
                                             Sim     Não

                                                   Sim
                                                   6%




                                           Não
                                           94%

                             Gráfico 7 – Experimentar outras drogas



4.4.1.1    Experimentar outras drogas por género 

        São os rapazes os que mais experimentam outras drogas.  


                        Experimentar outras drogas por género

                               Sim                                            Não
Rapaz                         7,9%                                            92,1%
Rapariga                      4,4%                                            95,6%
                          Quadro 26 – Experimentar outras drogas por género
4.4.1.2   Experimentar outras drogas por ano de escolaridade 

          São os jovens do 10.º ano os que mais experimentam outras drogas. 


                 Experimentar outras drogas por ano de escolaridade

                                Sim                                              Não
8.º ano                        1,3%                                             98,7%
10.º ano                      10,8%                                             89,2%
                     Quadro 27 – Experimentar outras drogas por ano de escolaridade




4.4.1.3   Experimentação de tipos de outras drogas 

      No  Quadro  28,  pode‐se  observar  que  o  Haxixe/erva  apresenta  maior 
percentagem. As percentagens da amostra são todas significativamente inferiores às 
percentagens médias nacionais. 


                   Experimentação de tipos de outras drogas (n=153)

Experimentar os seguintes produtos:                            Escola           Nacional   OCDE
Haxixe/erva                                                      5,2%            8,8%       ----
Estimulantes                                                      0%             3,4%       ----
LSD                                                             0,65%                 2%    ----
Cocaína                                                           0%             1,9%       ----
Ecstasy                                                         0,65%            1,8%       ----
Medicamentos usados como drogas                                   0%             1,6%       ----
Heroína                                                         0,65%            1,4%       ----
Doping                                                          0,65%            1,2%       ----
                         Quadro 28 – Experimentação de tipos de outras drogas




4.4.1.4 Comparação entre géneros 

       Nos Quadros 29 a 33 apresentam‐se os produtos mais experimentados. Pode 
observar‐se que são os rapazes que mais frequentemente referem ter experimentado 
haxixe,  heroína  e  doping.  Já  as  raparigas  referem  ter  experimentado  mais 
frequentemente LSD e Ecstasy.  
       À excepção dos produtos heroína e doping em relação aos quais não existem 
referentes  nacionais,  pode‐se  constatar  que  as  percentagens  de  experimentação  da 
amostra  são  inferiores,  relativamente  à  experimentação  de  todos  os  produtos  com 
excepção  do  LSD  nas  raparigas  cujas  percentagens  são  iguais,  quando  comparadas 
com as percentagens médias nacionais.    
Experimentar haxixe


                                                  Haxixe

                           Sim                                             Não
           Escola      Nacional          OCDE            Escola          Nacional   OCDE
Rapaz      7,9%          10,7%             ----          92,1%            89,3%      ----
Rapariga   3,3%            7%              ----          96,1%             93%       ----
                    Quadro 29 – Experimentação de haxixe por género


                                 Experimentar LSD


                                                   LSD

                           Sim                                             Não
           Escola      Nacional          OCDE            Escola          Nacional   OCDE
Rapaz       0%             3%              ----          100%              97%       ----
Rapariga   1,1%           1,1%             ----          98,9%            98,9%      ----
                    Quadro 30 – Experimentação de LSD por género




                              Experimentar Ecstasy


                                                  Ecstasy

                           Sim                                             Não
           Escola      Nacional          OCDE            Escola          Nacional   OCDE
Rapaz       0%            2,4%             ----          100%             97,6%      ----
Rapariga   1,1%           1,4%             ----          98,9%            98,6%      ----
                      Quadro 31 – Experimentação de Ecstasy por género
Experimentar Heroína


                                                        Heroína

                                Sim                                              Não
               Escola        Nacional         OCDE             Escola         Nacional   OCDE
Rapaz           1,6%             ----            ----          98,4%             ----     ----
Rapariga         0%              ----            ----           100%             ----     ----
                           Quadro 32 – Experimentação de Heroína por género




                                    Experimentar Doping


                                                        Doping

                                Sim                                              Não
               Escola        Nacional         OCDE             Escola         Nacional   OCDE
Rapaz           1,6%             ----            ----          98,4%             ----     ----
Rapariga         0%              ----            ----           100%             ----     ----
                           Quadro 33 – Experimentação de Doping por género




4.4.1.5   Comparação entre anos de escolaridade 


       Dos  Quadros  34  a  38  pode‐se  constatar  que  são  os  jovens  do  10.º  ano  que 
referem mais frequentemente que já experimentaram haxixe, LSD, Ecstasy, Heroína e 
Doping. Os jovens do 8.º ano apenas dizem ter experimentado Haxixe. 
       As  percentagens  de  experimentação  de  todos  os  produtos  pela  amostra 
quando comparadas as percentagens médias nacionais revelaram‐se inferiores. 


                                     Experimentar haxixe


                                                        Haxixe

                                Sim                                              Não
               Escola        Nacional         OCDE             Escola         Nacional   OCDE
8.º ano         1,3%            5,2%             ----          98,7%           94,8%      ----
10.º ano        9,5%           17,1%             ----          90,5%           82,9%      ----
                      Quadro 34 – Experimentação de haxixe por ano de escolaridade
Experimentar LSD


                                                    LSD

                            Sim                                               Não
           Escola       Nacional          OCDE            Escola         Nacional    OCDE
8.º ano     0%             2,4%             ----           100%            97,6%      ----
10.º ano   1,4%            1,9%             ----           98,6%           98,1%      ----
                  Quadro 35 – Experimentação de LSD por ano de escolaridade



                                Experimentar Ecstasy


                                                   Ecstasy

                            Sim                                               Não
           Escola       Nacional          OCDE            Escola         Nacional    OCDE
8.º ano     0%             1,9%             ----           100%            98,1%      ----
10.º ano   1,4%             2%              ----           98,6%            98%       ----
                 Quadro 36 – Experimentação de Ecstasy por ano de escolaridade



                               Experimentar Heroína


                                                   Heroína

                            Sim                                               Não
           Escola       Nacional          OCDE            Escola         Nacional    OCDE
8.º ano     0%              ----            ----           100%               ----    ----
10.º ano   1,4%             ----            ----           98,6%              ----    ----
           Quadro 37 – Experimentação de Heroína por ano de escolaridade


                                Experimentar Doping


                                                   Heroína

                            Sim                                               Não
           Escola       Nacional          OCDE            Escola         Nacional    OCDE
8.º ano     0%              ----            ----           100%               ----    ----
10.º ano   1,4%             ----            ----           98,6%              ----    ----
           Quadro 38 – Experimentação de Doping por ano de escolaridade
4.4.2 Consumo de outras drogas 

4.4.2.1   Consumo de outras drogas no último mês pelos inquiridos consumidores 
 
       Dos  3,3%  dos  inquiridos  que  se  dizem  consumidores,  no  último  mês:  0% 
consumiram regularmente, 0,65% consumiram mais que uma vez e 2,6% consumiram 
uma vez, conforme se pode observar no Gráfico 8. 
        

               Consumo de outras drogas no último mês pelos
                     inquiridos consumidores (n=153)


                                              0%          0,65%




                              2,60%


                                                                                            
        Gráfico 8 – Consumo de outras drogas no último mês pelos inquiridos consumidores
 
 
4.4.2.2   Consumo de cannabis ao longo da vida e no último ano 
 


              Consumo de cannabis ao longo da vida (n=153)

                Mais do que                                               Uma a duas
                 3 vezes                                                    vezes
                  0,65%                                                     1,35%




                               Nunca
                                98%




                         Gráfico 9 – Consumir cannabis ao longo da vida
Consumo de cannabis no último ano
                                  (n=153)
                          Mais do que                                      Uma a duas
                           3 vezes                                           vezes
                              0%                                             1,96%



                                  Nunca
                                  98,04%




                           Gráfico 10 – Consumir cannabis no último ano



4.4.2.2.1 Comparação entre géneros 


       De  acordo  com  os  Quadros  39  e  40  são  as  raparigas  as  que  mais  referem  ter 
consumido uma – duas vezes ao longo da vida e no último ano. Já os rapazes afirmam 
ter consumido mais de três vezes ao longo da vida.  
       Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais  aquelas  são  significativamente  favoráveis  a  comportamentos  mais 
saudáveis. 


                                          Consumo ao longo da vida

                      Nunca                          1 – 2 vezes                  Mais de três vezes
              Esc.     Nac.      OCDE        Esc.      Nac.      OCDE           Esc.    Nac.   OCDE
Rapaz        98,4%    91,4%        ----       0%       3,3%        ----        1,6%     5,2%     ----
Rapariga 97,8%        94,6%        ----      2,2%      2,8%        ----         0%      2,7%     ----
                      Quadro 39 – Consumo de cannabis ao longo da vida por género




                                           Consumo no último ano

                      Nunca                          1 – 2 vezes                  Mais de três vezes
              Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.     OCDE           Esc.    Nac.   OCDE
Rapaz        98,4%    92,5%        ----      1,6%        3%         ----        0%      4,5%     ----
Rapariga     97,8%    95,2%        ----      2,2%       2,6%        ----        0%      2,2%     ----
                       Quadro 40 – Consumo de cannabis no último ano por género
4.4.2.2.2 Comparação entre anos de escolaridade 

       Nos  Quadros  41  e  42  pode‐se  constatar  que  são  os  jovens  inquiridos  do  10.º 
ano os que mais referem ter consumido ao longo da vida e no último ano. 
       Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais  e  da  OCDE  aquelas  são  significativamente  favoráveis  a  comportamentos 
mais saudáveis. 


                                            Consumo ao longo da vida

                       Nunca                          1 – 2 vezes                Mais de três vezes
               Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.      OCDE        Esc.         Nac.   OCDE
8.º ano        100%    96,3%         ----       0%       1,6%        ----       0%          2,1%    ----
10.º ano       96%     85,3%         ----      2,7%      6,4%        ----      1,4%         8,3%    ----
                 Quadro 41 – Consumo de cannabis ao longo da vida por ano de escolaridade




                                             Consumo no último ano

                       Nunca                          1 – 2 vezes                Mais de três vezes
               Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.      OCDE        Esc.         Nac.   OCDE
8.º ano        100%    96,5%         ----       0%       1,9%        ----       0%          1,6%    ----
10.º ano       96%     87,4%         ----       4%       5,4%        5%         0%          7,2%    6%
                  Quadro 42 – Consumo de cannabis no último ano por ano de escolaridade




4.4.2.3  Consumo de cannabis no último mês 

          100% dos inquiridos afirma nunca ter consumido cannabis no último mês. 


                     Consumo de cannabis no último mês (n=153)




                                    Nunca
                                    100%




                            Gráfico 11 – Consumir cannabis no último mês
4.4.2.3.1 Comparação entre géneros 

      Nos  Quadros  43  pode‐se  constatar  que  os  alunos  da  amostra  nunca 
consumiram cannabis no último mês. 
      Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais aquelas são absolutamente favoráveis ao não consumo no último mês. 


                                          Consumo no último mês

                     Nunca                          1 – 2 vezes                  Mais de três vezes
             Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.     OCDE         Esc.       Nac.   OCDE
Rapaz       100%     95,4%        ----       0%        1,7%        ----       0%        2,9%    ----
Rapariga    100%     97,4%        ----       0%        1,6%        ----       0%        1%      ----
                      Quadro 43 – Consumo de cannabis no último mês por género




4.4.2.3.2 Comparação entre anos de escolaridade 

      No Quadro 44 pode‐se constatar que os alunos da amostra nunca consumiram 
cannabis no último mês. 
      Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias 
nacionais aquelas são absolutamente favoráveis ao não consumo no último mês. 


                                          Consumo no último mês

                     Nunca                          1 – 2 vezes                  Mais de três vezes
             Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.     OCDE         Esc.       Nac.   OCDE
8.º ano     100%      98%         ----       0%        1,2%        ----       0%        0,8%    ----
10.º ano    100%     92,7%        ----       0%        3,2%        ----       0%        4,1%    ----
                Quadro 44 – Consumo de cannabis no último mês por ano de escolaridade




4.4.2.4   Relação  entre  consumo  de  outras  drogas  no  último  mês  e  ambiente 
        familiar 

        Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Drogas  e  Família.  Do 
cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  3,3%  que  afirmam  ter  consumido  drogas 
no último mês, 80% são rapazes, 20% diz ter consumido por mais de uma vez e 80% 
diz ter consumido uma vez. Destes 80%, 25% tem uma segunda casa do pai que visita 
regularmente e diz ter mais facilidade em falar com a mãe.  
        Dos  3,3%  que  dizem  ter  consumido  drogas  no  último  mês,  80%  afirma  ter 
facilidade  em  falar  com  ambos  os  progenitores  enquanto  20%  afirma  ter  mais 
facilidade em falar com o irmão mais velho. 
4.4.2.5 Relação entre consumo de drogas no último mês e ambiente escolar 

        Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Drogas  e  Escola.  Do 
cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  3,3%  que  afirmam  ter  consumido  drogas 
no último mês, 80% são rapazes, 20% diz ter consumido por mais de uma vez e 80% 
diz ter consumido uma vez.  
        Dos 3,3% que dizem ter consumido drogas no último mês: 
         
‐  60%  afirmam  gostar  da  escola,  considerarem  que  os  seus  professores  os  pensam 
com  capacidade  boa/média,  gostarem  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e  vice‐versa, 
considerarem que os seus amigos são prestáveis e simpáticos e que estes os aceitam 
como são; 
 
‐  40%  diz  não  gostar  da  escola.  Destes,  50% consideram  que  os  seus  professores  os 
pensam  com  capacidade  boa/média,  afirmam  gostar  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e 
vice‐versa,  dizem  não  ser  verdadeiro  nem  falso  os  seus  amigos  serem  prestáveis  e 
simpáticos e não ser verdadeiro nem falso serem aceites como são pelos seus amigos; 
os  restantes  50%  afirmam  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade 
superior à média, gostam de se juntar aos seus amigos e vice‐versa, consideram que 
os seus amigos são prestáveis e simpáticos e dizem ser aceites como são por estes. 


4.5   Ambiente familiar 

4.5.1 Agregado familiar 

4.5.1.1 Mora com … 

         Do Quadro 45 verifica‐se que a maioria dos jovens inquiridos vive com a mãe. 
Seguindo‐se com o pai. E 90,85% dos inquiridos vive com a mãe e com o pai. 
         A  percentagem  dos  jovens  inquiridos  que  vive  com  a  mãe  é  inferior  à 
percentagem média nacional. Já a percentagem dos jovens inquiridos que vive com o 
pai  (e  no  caso  da  amostra  com  o  pai  e  a  mãe)  é  superior  à  percentagem  média 
nacional. Relativamente a morar com a avó, avô, padrasto, madrasta e outra pessoa, 
as percentagens dos inquiridos são inferiores às percentagens médias nacionais. 
Mora com …

                              Escola                  Nacional          OCDE
        Mãe                   91,5%                    92,1%             ----
        Pai                90,85%                      77,7%             ----
        Avó                   1,3%                     12,5%             ----
        Avô                   1,3%                       8%              ----
     Padrasto                 0,65%                     6,7%             ----
     Madrasta                  0%                        2%              ----
  Lar/Família de              0,65%                     0,6%             ----
   acolhimento
   Outra pessoa               0,65%                     10%              ----
                                    Quadro 45 – Mora com …




4.5.1.2   Número de irmãos 

       A maioria dos inquiridos afirma ter um irmão (género masculino ou feminino) e 
cerca de um quarto não ter irmãos. 20,9% diz ter dois ou mais irmãos. 

                           Número de irmãos (n=153)
               Não tem
                23,5%


                                                             Um irmão
                                                              55,6%




     Dois ou mais irmãos
           20,9%
                               Gráfico 12 – Número de irmãos



       No  Quadro  46,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da 
amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  as 
percentagens de ter um irmão e não ter irmãos são superiores na amostra, enquanto 
que a percentagem de ter dois ou mais irmãos é inferior na amostra. 
Número de irmãos

                               Escola                  Nacional         OCDE
Um irmão                       55,6%                     45,5%            ----
Dois ou mais irmãos            20,9%                     31,1%            ----
Não tem irmãos                 23,5%                     23,4%            ----
                                Quadro 46 – Número de irmãos




4.5.1.3   Tem outra casa ou outra família 

        Sobre se têm ou  não  uma segunda casa, uma  maioria  muito significativa  dos 
inquiridos afirma não ter uma segunda casa. 


                               Segunda casa (n=153)


                                                  Tem
                                                  8%




                                   Não tem
                                    92%


                        Gráfico 13 – Ter uma segunda casa ou família



       
      No  Quadro  47,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da 
amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  a 
percentagem de não ter uma segunda casa é superior na amostra. 


                                                 Ter uma segunda casa

                               Escola                  Nacional         OCDE
Tem                             7,8%                     18,5%            ----
Não tem                        92,2%                     81,5%            ----
                          Quadro 47 – Ter uma segunda casa ou família
4.5.1.4 Frequência na segunda casa 

       Dos inquiridos que afirmam ter uma segunda casa, metade diz estar nessa casa 
às vezes, um quarto diz estar nessa casa metade do tempo e o outro quarto diz estar 
regularmente nessa segunda casa.  


                         Frequência na segunda casa (n=153)
       Metade do tempo
            25%


                                                              Às vezes
                                                               50%




        Regularmente
            25%
                            Gráfico 14 – Frequência na segunda casa



        No  Quadro  48,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da 
amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  a 
percentagem de estar metade do tempo na segunda casa na amostra é muito inferior 
à  percentagem  média  nacional,  contudo  a  percentagem  de  estar  regularmente  na 
segunda casa na amostra é muito superior à percentagem média nacional. 


                                              Frequência na segunda casa

                                 Escola                 Nacional           OCDE
Às vezes                          50%                     46,4%             ----
Metade do tempo                   25%                     38,9%             ----
Regularmente                      25%                     14,6%             ----
                              Quadro 48 – Frequência na segunda casa




4.5.1.5 Na segunda casa: mora com … 

       Do Quadro 49 verifica‐se que a maioria significativa dos jovens inquiridos, 75%, 
mora  com  o  pai  na  segunda  casa  e  que  esta  percentagem  é  muito  superior  à 
percentagem média nacional. 8,3% diz morar na segunda casa com o pai e madrasta e 
8,3% com os avós. 
        
        
        
Na segunda casa: mora com …

                                            Escola                   Nacional            OCDE
               Mãe                           8,3%                        17,2%            ----
                Pai                          75%                         13,4%            ----
                Avó                          8,3%                        4,2%             ----
                Avô                          8,3%                        3,1%             ----
              Padrasto                        0%                         1,9%             ----
           Madrasta                          8,3%                        4,7%             ----
  Lar/Família de acolhimento                 8,3%                        0,4%             ----
          Outra pessoa                        0%                         2,3%             ----
                            Quadro 49 – Na segunda casa: mora com …




4.5.2 Relação com a família 

4.5.2.1   Mais facilidade em falar com … 

        No  Quadro  50,  pode‐se  constatar  que  os  jovens  da  amostra  têm  mais 
facilidade  em  falar  com  a  mãe  embora  a  percentagem  seja  inferior  à  percentagem 
média nacional.  
        De salientar que: 25% dos inquiridos dizem ter igual facilidade em falar com a 
mãe e com o pai; dos 9,8% que diz ter mais facilidade em falar com outra pessoa, 47% 
têm mais facilidade em falar somente com outra pessoa. Destes 47%, 57% diz ter mais 
facilidade  em  falar  apenas  com  amigos,  28,6%  apenas  com  primos  e  14,4%  apenas 
com tios. 


                                         Mais facilidade em falar com …

                             Escola                     Nacional                 OCDE
        Pai                   29,4%                        55%                    ----
       Mãe                    68,6%                        78%                    ----
     Padrasto                 0,65%                       10,3%                   ----
Irmão mais velho              14,4%                       28,8%                   ----
 Irmã mais velha              14,4%                       31,7%                   ----
        Avó                   9,2%                          ----                  ----
        Avô                   2,6%                          ----                  ----
   Outra pessoa               9,8%                          ----                  ----
                            Quadro 50 – Mais facilidade em falar com …
4.5.2.1.1 Comparação entre géneros 

        Dos Quadros 51 a 53 pode‐se constatar que são as raparigas as que dizem ter 
mais facilidade em falar com a mãe, os rapazes os que afirmam ter mais facilidade em 
falar com o pai e com ambos os progenitores. 
        No Quadro 51, dos 63,5% dos rapazes que dizem ter mais facilidade em falar 
com a mãe, somente 35% têm mais facilidade em falar apenas com a mãe, e dos 72% 
de  raparigas  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar  com  a  mãe,  só  50%  têm  mais 
facilidade em falar apenas com a mãe. 
        No  Quadro  52,  dos  35%  dos  rapazes  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar 
com o pai, somente 6,3% têm mais facilidade em falar apenas com o pai, e dos 25,6% 
de  raparigas  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar  com  o  pai,  só  2,2%  têm  mais 
facilidade em falar apenas com o pai. 

                                          Mais facilidade em falar com a mãe
                                 Escola                     Nacional                      OCDE
Rapaz                            63,5%                        79,2%                        ----
Rapariga                          72%                         76,9%                        ----
                       Quadro 51 – Mais facilidade em falar com a mãe por género


                                          Mais facilidade em falar com o pai
                                 Escola                     Nacional                      OCDE
Rapaz                             35%                         66,4%                        ----
Rapariga                         25,6%                        44,7%                        ----
                        Quadro 52 – Mais facilidade em falar com o pai por género


                                 Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai
                                 Escola                     Nacional                      OCDE
Rapaz                            28,6%                          ----                       ----
Rapariga                         22,2%                          ----                       ----
                  Quadro 53 – Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai por género




4.5.2.1.2 Comparação entre anos de escolaridade 

        Dos Quadros 54 a 56 pode‐se verificar que são os jovens inquiridos do 8.º ano 
os que dizem ser mais fácil falar com a mãe, com o pai e com ambos os progenitores. 
        No  Quadro  54,  dos  69,6%  dos  inquiridos  do  8.º  ano  que  dizem  ter  mais 
facilidade em  falar com a mãe, somente  40,5% têm mais facilidade  em  falar  apenas 
com a mãe, e dos 67,6% dos inquiridos do 10.º ano que dizem ter mais facilidade em 
falar com a mãe, só 47,3% têm mais facilidade em falar apenas com a mãe. 
        No  Quadro  55,  dos  31,6%  dos  inquiridos  do  8.º  ano  que  dizem  ter  mais 
facilidade em falar com o pai, somente 2,5% têm mais facilidade em falar apenas com 
o pai, e dos 27% dos inquiridos do 10.º ano que dizem ter mais facilidade em falar com 
o pai, só 6,8% têm mais facilidade em falar apenas com o pai. 

                                             Mais facilidade em falar com a mãe
                                    Escola                      Nacional                      OCDE
8.º ano                             69,6%                         74,4%                             ----
10.º ano                            67,6%                         74,6%                             ----
                    Quadro 54 – Mais facilidade em falar com a mãe por ano de escolaridade




                                              Mais facilidade em falar com o pai
                                    Escola                      Nacional                      OCDE
8.º ano                             31,6%                         51,7%                             ----
10.º ano                             27%                          48,5%                             ----
                     Quadro 55 – Mais facilidade em falar com o pai por ano de escolaridade




                                     Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai
                                    Escola                      Nacional                      OCDE
8.º ano                             29,1%                           ----                            ----
10.º ano                            20,3%                           ----                            ----
               Quadro 56 – Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai por ano de escolaridade




4.5.3 Ambiente escolar 
 
4.5.3.1    Escola ‐ Gostar da escola 

          A maioria significativa dos jovens inquiridos diz gostar da escola. 
           

                                    Gostar da escola (n=153)
                                             Gosta      Não gosta

                                        Não gosta
                                           9%




                                                           Gosta
                                                           91%

                                       Gráfico 15 – Gostar da escola
4.5.3.1.1 Comparação entre géneros 

       No  Quadro  57  verifica‐se  que  são  os  rapazes  os  que  mais  dizem  gostar  da 
escola e que para ambos os géneros as percentagens dos inquiridos  da amostra que 
dizem gostar da escola são superior às respectivas percentagens médias nacionais. 


                                              Gostar da escola

                             Gosto                                         Não gosto
               Escola      Nacional         OCDE             Escola            Nacional   OCDE
Rapaz          93,7%        71,9%              ----           6,3%              28,1%      ----
Rapariga        90%         80,7%              ----            10%              19,3%      ----
                              Quadro 57 – Gostar da escola por género




4.5.3.1.2 Comparação entre anos de escolaridade 

        No  Quadro  58  observa‐se  que  são  os  jovens  do  10.º  ano  que  mais  afirmam 
gostar  da  escola  e  que  para  ambos  os  anos  de  escolaridade  as  percentagens  dos 
inquiridos da amostra que dizem gostar da escola são superiores às correspondentes 
percentagens médias nacionais.  


                                              Gostar da escola

                             Gosto                                         Não gosto
               Escola      Nacional         OCDE             Escola            Nacional   OCDE
8.º ano        89,9%        71,6%              ----          10,1%              28,4%      ----
10.º ano       93,2%        75,8%              ----           6,8%              24,2%      ----
                        Quadro 58 – Gostar da escola por ano de escolaridade




4.5.3.2 Relação com os professores ‐ Capacidade académica/escolar 

       Quando questionados sobre o que os seus professores pensam em relação às 
suas capacidades académicas, a maioria significativa dos inquiridos refere que os seus 
professores os consideram com capacidade académica boa/média.  
Capacidade académica (n=153)
        Superior à média
            15,7%                                                             Inferior à média
                                                                                    3,3%


                                                                Boa/Média
                                                                  81%




                                   Gráfico 16 – Capacidade académica



4.5.3.2.1 Comparação entre géneros 

        Quando comparados os géneros, os rapazes referem mais frequentemente que 
a percepção dos professores sobre a sua capacidade académica é superior à média. As 
raparigas referem mais frequentemente que a percepção dos professores sobre a sua 
capacidade académica é inferior à média ou boa/média. 
        Comparativamente às percentagens médias nacionais respectivas, somente na 
capacidade  académica  superior  à  média  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos 
inquiridos da amostra para ambos os géneros. 


                                              Capacidade académica

                  Inferior à média                     Boa/Média                  Superior à média
               Esc.        Nac.    OCDE         Esc.     Nac.     OCDE         Esc.       Nac.   OCDE
Rapaz         1,6%         6,7%       ----     77,8%     83,4%       ----     20,6%       9,9%    ----
Rapariga      4,4%         5%        -----     83,4%      87%        ----     12,2%        8%     ----
                                Quadro 59 – Capacidade académica por género




4.5.3.2.2 Comparação entre anos de escolaridade 

        São  os  alunos  do  8.º  ano  que  mais  frequentemente  referem  que  os  seus 
professores consideram  a  sua  capacidade  superior  á  média,  enquanto  que  os  alunos 
do 10.º ano referem mais frequentemente que os seus professores consideram as suas 
capacidade académica inferior à média ou boa/média. 
        Comparativamente às percentagens médias nacionais respectivas, somente na 
capacidade  académica  superior  à  média  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos 
inquiridos da amostra para ambos os anos de escolaridade. 
Capacidade académica

                   Inferior à média                    Boa/Média                      Superior à média
                Esc.      Nac.       OCDE       Esc.      Nac.     OCDE              Esc.     Nac.   OCDE
8.º ano         2,5%      6,1%         ----     76%      83,5%        ----       21,5% 10,5%             ----
10.º ano         4%       6,3%         ----    86,5%     87,5%        ----           9,5%     6,2%       ----
                          Quadro 60 – Capacidade académica por ano de escolaridade




4.5.3.3   Relação com os colegas/amigos 
 
4.5.3.3.1 Os colegas/amigos gostam de estar juntos 

          A quase totalidade dos jovens afirma gostar de estar juntos. 


                 Os colegas/amigos gostam de estar juntos (n=153)
          Nem verdadeiro nem falso                                           Falso
                   5,9%                                                      0,6%


                                                              Verdadeiro
                                                                93,5%




                          Gráfico 17 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos



4.5.3.3.1.1   Comparação entre géneros 

        Quando  comparados  os  géneros,  são  as  raparigas  que  mais  referem  que  os 
colegas/amigos gostam de estar juntos. 
        Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são 
inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros. 


                                     Os colegas/amigos gostam de estar juntos

                          Falso                 Nem verdadeiro nem                          Verdadeiro
                                                       falso
                Esc.      Nac.        OCDE      Esc.      Nac.     OCDE              Esc.     Nac.   OCDE
Rapaz           1,6%      4,2%         ----     6,3%     11,3%        ----       92,1% 84,5%             ----
Rapariga         0%       5,3%         ----     5,6%     18,3%        ----       94,4% 76,4%             ----
                  Quadro 61 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos por género
4.5.3.3.1.2    Comparação entre anos de escolaridade 

        No Quadro 62, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados 
não foram estatisticamente significativos.  
        Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são 
inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de 
escolaridade. 

                                Os colegas/amigos gostam de estar juntos

                        Falso                   Nem verdadeiro nem                     Verdadeiro
                                                       falso
              Esc.      Nac.      OCDE          Esc.     Nac.      OCDE         Esc.      Nac.      OCDE
8.º ano      1,3%       3,9%        ----        5%      13,7%        ----      93,7% 82,4%           ----
10.º ano      0%        5,6%        ----        6,8%    18,7%        ----      93,2% 75,6%           ----
               Quadro 62 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos por ano de escolaridade




4.5.3.3.2 Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis 

       A maioria significativa dos alunos inquiridos afirma que os colegas/amigos são 
simpáticos e prestáveis. 
        

           Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis (n=153)
                                    Falso
                                    0,65%                                Nem verdadeiro nem falso
                                                                                 7,85%


                                   Verdadeiro
                                     91,5%




                     Gráfico 18 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis



4.5.3.3.2.1   Comparação entre géneros 

       Quando  comparados  os  géneros,  são  as  raparigas  que  mais  referem  que  os 
colegas/amigos são simpáticos e prestáveis. 
       Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando afirmam ser verdade que os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis estas 
são inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros. 
Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis

                         Falso                  Nem verdadeiro nem                      Verdadeiro
                                                       falso
             Esc.        Nac.      OCDE         Esc.      Nac.      OCDE         Esc.      Nac.   OCDE
Rapaz        1,6%        6,7%        ----       7,9%     12,8%        ----      90,5% 80,5%          ----
Rapariga      0%         6,8%        ----       7,8%     14,6%        ----      92,2% 78,6%          ----
                    Quadro 63 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis por género




4.5.3.3.2.2   Comparação entre anos de escolaridade 

        No Quadro 64, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados 
não  foram  estatisticamente  significativos,  excepto  quando  afirmam  não  ser 
verdadeiro  nem  falso  os  colegas/amigos  serem  simpáticos  e  prestáveis  em  que  a 
percentagem dos inquiridos do 10.º ano é 5,8% superior à do 8.º ano.  
        Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são 
inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de 
escolaridade. 


                              Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis

                         Falso                 Nem verdadeiro nem                       Verdadeiro
                                                      falso
             Esc.        Nac.      OCDE         Esc.      Nac.      OCDE         Esc.      Nac.   OCDE
8.º ano      1,3%        5,7%        ----        5%      15,6%        ----      93,7% 78,6%          ----
10.º ano      0%         6,8%        ----      10,8%     11,6%        ----      89,2% 81,5%          ----
             Quadro 64 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis por ano de escolaridade




4.5.3.3.3 Os colegas/amigos aceitam‐me como sou 

      A  maioria  significativa  dos  inquiridos  afirma  ser  aceite  pelos  colegas/amigos 
como é.  
Os colegas/amigos aceitam-me como sou (n=153)
                                  Falso                        Nem verdadeiro nem falso
                                  1,3%                                  7,2%



                               Verdadeiro
                                 91,5%




                     Gráfico 19 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou



4.5.3.3.3.1    Comparação entre géneros 

        Quando  comparados  os  géneros,  são  os  rapazes  que  mais  referem  que  os 
colegas/amigos aceitam‐nos como são. 
        Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  os  aceitam  como  são  estas  são 
inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros. 


                              Os colegas/amigos aceitam-me como sou

                      Falso                 Nem verdadeiro nem              Verdadeiro
                                                   falso
             Esc.     Nac.    OCDE          Esc.   Nac.   OCDE       Esc.      Nac.       OCDE
Rapaz         0%       5%       ----        7,9%   7,7%     ----    92,1% 87,4%            ----
Rapariga      0%      4,6%      ----        6,7%   9,9%     ----    91,1% 85,5%            ----
               Quadro 65 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou por género



4.5.3.3.3.2    Comparação entre anos de escolaridade 

        No Quadro 66, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados 
não foram estatisticamente significativos.  
        Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente 
quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  os  aceitam  como  são  estas  são 
inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de 
escolaridade. 
         
         
         
         
         
         
 


                                Os colegas/amigos aceitam-me como sou

                       Falso                 Nem verdadeiro nem                     Verdadeiro
                                                    falso
              Esc.     Nac.      OCDE        Esc.      Nac.      OCDE        Esc.      Nac.      OCDE
8.º ano       1,3%      4%         ----      7,6%      9,9%        ----      91,1%         86%    ----
10.º ano      1,3%     4,5%        ----      6,8%       9%         ----      91,9% 86,5%          ----
               Quadro 66 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou por ano de escolaridade

4 apresentação e análise dos resultados

  • 1.
  • 2.
        Para  organizar  e  relacionar  os  dados,  procedemos  à  construção  de  uma  base  de dados em Access. A base de dados é composta por seis tabelas de dados. A tabela  Identificação  onde  se  registaram  os  dados  relativos  ao  género,  à  idade  e  ao  ano  de  escolaridade.  A  tabela  Tabaco  com  os  dados  relativos  às  respostas  sobre  o  uso  de  tabaco. A tabela Álcool registando as respostas sobre o uso do álcool. A tabela Drogas  que  contém  os  dados  relativos  às  respostas  sobre  o  uso  de  outras  drogas.  A  tabela  Família com os dados das respostas sobre o ambiente familiar. E a tabela Escola com  os dados relativos às respostas sobre o ambiente escolar.    As tabelas da base de dados foram relacionadas de forma a cruzar os dados e  os gráficos foram construídos em Excel.    Nos  quadros  que  se  seguem  as  percentagens  médias  nacionais  constam  do  estudo HBSC 2010 ‐ Portugal e as percentagens médias da OCDE constam do estudo  internacional  HBSC  2006,  ambos  promovidos  pela  Organização  Mundial  de  Saúde,  uma vez que o estudo internacional HBSC 2010 apenas está previsto ser editado em  Outubro próximo. Todavia, tendo em conta a informação, a propósito deste assunto,  junto da equipa do Projecto Aventura Social que lidera o estudo HBSC em Portugal,  não  se  antecipam  alterações  significativas  em  relação  às  percentagens  médias  da  OCDE  (44  países  envolvidos  no  estudo,  contando  com  Portugal)  constantes  do  relatório  internacional  HBSC  de  2006,  atendendo  à  insuficiência  e/ou  frágil  sustentação  de  programas  dirigidos,  por  um  lado,  e  a  que  os  comportamentos  de  saúde não  se alteram num período  de  tempo  tão  curto,  4  anos,  por  outro. O  que se  pode  antecipar  são  alterações  em  relação  à  posição  dos  países  quando  comparados  em  conjunto,  o  que  não  tem  qualquer  reflexo  no  nosso  trabalho  uma  vez  que  entramos em linha de conta com as percentagens médias do conjunto dos 44 países  da OCDE que participaram no estudo.   Ainda relativamente às percentagens médias da OCDE constantes deste trabalho,  estas  são  aquelas  que  é  possível  retirar  do  estudo  internacional,  uma  vez  que  este  estudo  não  apresenta,  relativamente  à  sua  amostra,  a  distribuição  dos  géneros  por  idade (ano de escolaridade).   Neste  capítulo,  tendo  em  conta  os  objectivos  do  trabalho,  tratam‐se  ainda  e  apenas as relações estatisticamente significativas entre variáveis do questionário.       4.1  Análise descritiva global da amostra    Nesta  secção  descreve‐se  a  amostra  no  que  toca  à  sua  distribuição  por  género,  anos de escolaridade e idade. No que diz respeito a esta última variável, apresenta‐se  a média, desvio padrão (D.P.) e valor mínimo e máximo.   O gráfico 1 apresenta a distribuição da amostra por género.              
  • 3.
    Género (n=153) Rapazes Raparigas Rapazes 41% Raparigas 59% Gráfico 1 – Distribuição da amostra por género A percentagem de 59% de raparigas  contra 41%  de  rapazes  deve‐se  ao  facto  de  no  total  das  seis  turmas  da  amostra  duas  apresentarem  diferenças  favoráveis  ao  género feminino em 70% e 28%. Das restantes quatro que registam algum equilíbrio  apenas uma é favorável em 8% ao género masculino.      O  gráfico  2  permite  observar  a  distribuição  da  amostra  por  anos  de  escolaridade.    Anos de escolaridade (n=153) 8.º Ano 10.º Ano 10.º Ano 48,40% 8.º Ano 51,60% Gráfico 2 – Distribuição da amostra por anos de escolaridade Do  gráfico  2  podemos  observar  que  os  alunos  se  encontram  distribuídos  em  percentagens  próximas  relativamente  a  anos  de  escolaridade,  registando‐se  uma  diferença de 3,2% favorável ao 8.º ano de escolaridade.      
  • 4.
      Nos Quadros 1 a 3, apresenta‐se, em relação à idade, a média, desvio padrão  (D.P.), valor mínimo e máximo e a percentagem de rapazes e raparigas na amostra no  total e por ano de escolaridade.  Amostra – alunos dos 8.º e 10.º anos Rapazes Raparigas Média D.P. Mínimo Máximo 41% 59% 14,3 1,41 13 17 Quadro 1 - Característica significativas da amostra Amostra - alunos dos 8.º ano Percentagem Média D.P. Mínimo Máximo Rapazes 24% 13,3 0,71 13 15 Raparigas 28% 13 0,62 13 15 Quadro 2 – Características dos alunos do 8.º ano Amostra - alunos dos 10.º ano Percentagem Média D.P. Mínimo Máximo Rapazes 18% 16 0 15 17 Raparigas 31% 15,5 0,71 15 17 Quadro 3 – Características dos alunos do 10.º ano     4.2 Tabaco    4.2.1 Experimentar tabaco      Relativamente  ao  experimentar  tabaco,  28%  dos  inquiridos  afirmam  já  ter  experimentado tabaco contra 72% que afirmam que não. 
  • 5.
    Experimentar tabaco (n=153) Sim Não Sim 28% Não 72% Gráfico 3 – Experimentar tabaco na amostra O Quadro 4 mostra uma percentagem de não experimentação de tabaco pelos  inquiridos da amostra superior às percentagens médias nacionais e da OCDE.  Experimentar tabaco Escola Nacional OCDE Sim 28% 30% 43% Não 72% 70% 57% Quadro 4 – Experimentar tabaco: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   4.2.1.1  Comparação entre géneros    No  que  diz  respeito  ao  experimentar  tabaco  por  género,  a  amostra  deixa  perceber que o género feminino é o que experimenta mais. O Quadro 5 mostra ainda  que  relativamente  aos  rapazes,  os  resultados  da  amostra  são  mais  favoráveis  a  comportamentos saudáveis quando comparados com a média nacional.  Experimentar tabaco Sim Não 1 2 Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 23,8% 30,6% ---- 76,2% 69,4% ---- Rapariga 31,3% 29,5% ---- 68,9% 70,5% ---- Quadro 5 – Experimentar tabaco entre géneros: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   1 De agora em diante Esc. é a abreviatura de Escola. 2 De agora em diante Nac. é a abreviatura de Nacional.
  • 6.
    4.2.1.2 Comparação entre anos de escolaridade    Relativamente  ao  experimentar  tabaco  por  ano  de  escolaridade,  a  amostra  deixa perceber que os jovens do 10.º ano são os que experimentam mais. O Quadro 6  mostra  ainda  que  os  resultados  da  amostra  são  mais  favoráveis  a  comportamentos  saudáveis quando comparados com a média nacional e a média da OCDE.  Experimentar tabaco Sim Não Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 15,2% 28,3% 32% 84,8% 71,7% 68% 10.º ano 41,9% 47,9% 54% 58,1% 52,1% 46% Quadro 6 – Experimentar tabaco entre Anos de escolaridade: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   4.2.2 Consumo de tabaco    O  Gráfico 2 mostra que a grande  maioria,  90,2%, dos  jovens da  amostra não  fuma.  Pelo menos Consumo de tabaco (n=153) uma/vez semana Todos os 2% dias 2,6% Menos de uma vez/semana 5,2% Não fuma 90,2% Gráfico 4 – Consumo de tabaco na amostra     No  Quadro  7,  pode  observar‐se  que  a  esmagadora  maioria  dos  jovens  da  amostra não fuma. Que 2,6% são fumadores diários, 5,2% fumam menos que uma vez  por  semana  e  2%  fuma  pelo  menos  uma  vez  por  semana.  Comparativamente  às  percentagens médias nacionais, a amostra apresenta para todos os tipos de consumo 
  • 7.
    de  tabaco  percentagens inferiores.  Também  relativamente  aos  fumadores  diários,  a  percentagem de fumadores da amostra é inferior à percentagem média da OCDE.    Consumo de tabaco Escola Nacional OCDE Todos os dias 2,6% 4,5% 8,4% Pelo menos uma vez/semana 2% 2,9% ---- Menos de uma vez/semana 5,2% 4,5% ---- Não fuma 90,2% 88,1% ---- Quadro 7 – Consumo de tabaco: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   4.2.2.1   Comparação entre géneros    Quando  comparamos  o  consumo  de  tabaco  entre  géneros,  verifica‐se  que  o  género feminino apresenta para todos os tipo de consumo percentagens inferiores ao  género masculino e às percentagens médias nacionais.    Por  sua  vez,  o  consumo  de  tabaco  nos  jovens  masculinos  apresenta  percentagens  superiores  às  percentagens  médias  nacionais  excepcionando  a  percentagem, 3,2%, de jovens masculinos que fumam todos os dias.  Consumo de tabaco Todos os dias Pelo menos Menos de uma Não fuma uma vez/semana vez/semana Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 3,2% 5,1% ---- 4,8% 2,9% ---- 6,3% 4,2% ---- 85,7% 87,9% ---- Rapariga 2,2% 4% ---- 0% 3% ---- 4,4% 4,8% ---- 93,4% 88,3% ---- Quadro 8 – Consumo de tabaco entre géneros: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   4.2.2.2   Comparação entre anos de escolaridade    Comparando o consumo de tabaco entre anos de escolaridade, observa‐se que  os jovens do 10.º ano apresentam percentagens muito superiores às dos jovens do 8.º  ano  para  todos  os  tipos  de  consumo.  Excepcionando  a  percentagem  dos  jovens  da  amostra que dizem consumir tabaco menos de uma vez por semana, todas as outras  percentagens  de  consumos  dos  jovens  da  amostra  são  inferiores  às  percentagens  médias nacionais. A percentagem de fumadores diários da amostra é inferior também  à percentagem média da OCDE. 
  • 8.
    Consumo de tabaco Todos os dias Pelo menos Menos de uma Não fuma uma vez/semana vez/semana Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 0% 2,4% 3% 1,3% 2,4% ---- 3,7% 5,1% ---- 95%% 90,1% ---- 10.º ano 5,4% 9,1% 14% 2,7% 4,9% ---- 6,8% 6,3% ---- 85,1% 79,7% ---- Quadro 9 – Consumo de tabaco entre anos de escolaridade: Comparação entre as percentagens da Escola, Nacional e da OCDE   4.2.2.3   Relação entre experimentar tabaco e consumir tabaco    No  Quadro  10,  pode  observar‐se  que  dos  28%  de  inquiridos  que  experimentaram  tabaco  cerca  de  35%  passaram  a  consumir  tabaco,  9,3%  todos  os  dias, 7% pelo menos uma vez/semana e 18,6% menos de uma vez por semana.   Experimentar tabaco e consumir tabaco Todos os dias Pelo menos Menos de uma Não fuma uma vez/semana vez/semana Experimentar Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Sim 9,3% ---- ---- 7% ---- ---- 18,6% ---- ---- 65,1% ---- ---- Quadro 10 – Experimentar tabaco e consumir tabaco   4.2.2.4    Relação entre experimentar tabaco e experimentar outras drogas    No Quadro 11, 18,6% dos que experimentaram tabaco experimentaram outras  drogas.  Experimentar tabaco e experimentar outras drogas Experimentar outras drogas Experimentar tabaco 18,6% Quadro 11 – Experimentar tabaco e experimentar drogas             
  • 9.
    4.2.2.5   Relação entre experimentar tabaco e consumo de outras drogas    O Quadro 12, mostra a distribuição dos inquiridos que experimentaram tabaco  e  consomem  outras  drogas  por  tipo  de  consumo.  Destes  11,6%  destes  consumiram  outras drogas no último mês.  Experimentar tabaco e consumir outras drogas Consumo de outras drogas Mais de uma vez no último mês 2,3% Uma vez no último mês 9,3% Mais de 3 vezes Cannabis ao longo da vida 2,3% Uma a duas vezes Cannabis ao longo da vida 4,7% Uma a duas vezes Cannabis ao longo do último ano 7% Quadro 12 – Experimentar tabaco e consumos de outras drogas   4.2.2.6    Relação entre consumo de tabaco e consumo de outras drogas    O  Quadro  13,  mostra  a  distribuição  dos  consumidores  de  tabaco  e  outras  drogas. Do quadro observa‐se que  os  consumidores  crónicos  de  tabaco consumiram  outras drogas e que 33% dos que consomem tabaco pelo menos uma vez por semana  consumiram  outras  drogas  uma  vez  no  último  mês.  Da  relação  foi  possível  ainda  observar que 75% dos fumadores consumiram outras drogas no último mês.  Consumir tabaco e outras drogas Consumo de outras drogas Consumo de Consumo de tabaco todos os tabaco pelo menos dias uma vez/semana Mais de uma vez no último mês 25% 0% Uma vez no último mês 25% 33% Mais de 3 vezes Cannabis ao longo da vida 25% 0% Uma a duas vezes Cannabis ao longo da vida 25% 0% Quadro 13 – Consumos de tabaco e consumos de outras drogas   4.2.2.7    Relação entre  consumo de tabaco e o ambiente familiar    Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Tabaco  e  Família.  Do  cruzamento  dos  dados  realça‐se  que  dos  9,8%  de  consumidores  de  tabaco  (fumadores) todos têm mais facilidade em falar com a mãe, pai, irmão mais velho e/ou  irmã mais velha.  
  • 10.
    Desses 9,8% de consumidores de tabaco, 13,3% têm uma segunda casa do pai.  Destes  13,3%,  6,65% visita‐a  às  vezes  e  6,65%  visita‐a  regularmente,  e  têm  mais  facilidade em falar com a mãe.        4.2.2.8    Relação entre o consumo de tabaco e o ambiente escolar    Dos  9,8%  de  consumidores  de  tabaco,  93,3%  gostam  da  escola.  6,6%  afirma  que os seus professores os pensam com capacidade inferior à média.   100% dos consumidores de tabaco afirma gostar de se juntar aos seus amigos  e vice‐versa, que os seus amigos são  simpáticos  e prestáveis e que estes  os aceitam  como são.  4.3 Álcool  4.3.1 Experimentar álcool  Experimentar bebidas alcoólicas (n=153) Sim Não Não 33% Sim 67% Gráfico 5 – Experimentar bebidas alcoólicas No  que  toca  ao  experimentar  bebidas  alcoólicas,  as  bebidas  mais  experimentadas são a cerveja, seguida das bebidas destiladas seguidas do vinho. De  referir  que  dos  21%  que  afirmam  experimentar  vinho  19,7%  experimentaram  champanhe (vinho espumante). Salienta‐se ainda que as raparigas 3 e os jovens mais  velhos são os que mais experimentam bebidas alcoólicas.   3 Tendo  em  conta  que  a  amostra  tem  mais  18%  de  raparigas  do  que  rapazes,  aumentando  9%  ao  número  de  rapazes  e  diminuindo 9% ao número de raparigas, mantendo n=153 e a mesma distribuição da amostra por tipo de bebida experimentada,  continuaria a verificar‐se que as raparigas experimentam mais bebidas alcoólicas do que os rapazes. 
  • 11.
    Experimentar bebidas alcoólicas(n=153) Totais Rapaz 8.º ano Rapariga Rapaz 10.º Rapariga 10.º 8.ºano ano ano Cerveja 48,4% 16,2% 28,4% 25,7% 29,7% Vinho 21% 18,8% 28% 21,9% 31,3% Bebidas destiladas 31,4% 9% 20,8% 23,9% 46,3% Outras 4,6% 0% 50% 0% 50% Quadro 14 – Experimentar bebidas alcoólicas 4.3.2 Consumo de álcool  O Quadro 15 deixa observar, no que toca ao consumo de bebidas alcoólicas, as  bebidas mais consumidas todas as semanas/meses são as bebidas destiladas, todavia  a maioria dos jovens refere que raramente ou nunca consome bebidas alcoólicas.   A  escola,  nas  respostas  dos  alunos  inquiridos,  apresenta  percentagens  de  consumos de bebidas inferiores às percentagens médias nacionais em todos os tipos  de consumo e tipos de bebida e às percentagens médias da OCDE relativamente ao  consumo todas as semanas/meses para todo o tipo de bebidas.  Consumo de bebidas alcoólicas (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Cerveja 0% 0,5% ---- 2% 7,8% 10,4% 98% 91,7% ---- Vinho 0% 0,4% ---- 0% 2,1% 4,5% 100% 97,5% ---- Bebidas destiladas 0% 0,3% ---- 7,2% 9,9% 14% 93% 89,8% ---- Outra 0% 0,4% ---- 0,7% 5,3% ---- 99,3% 94,3% ---- Quadro 15 – Consumo de bebidas alcoólicas 4.3.2.1   Comparação entre géneros  Dos Quadros 16 a 19 pode dizer‐se que de entre os géneros, são as raparigas  que menos afirmam consumir bebidas alcoólicas. Quanto ao consumo de vinho não se  registam  diferenças  entre  os  géneros.  No  que  diz  respeito  à  comparação  das  percentagens  de  consumo  de  bebidas  da  amostra  por  género  e  por  tipo  de  bebida  estas são todas inferiores às percentagens médias nacionais. 
  • 12.
    Consumo de cerveja(n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 0% 0,7% ---- 3,2% 11,5% ---- 96,8% 87,8% ---- Rapariga 0% 0,3% ---- 1,1% 4,5% ---- 98,9% 95,2% ---- Quadro 16 – Consumo de cerveja Consumo de vinho (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 0% 0,6% ---- 0% 3% ---- 100% 96,3% ---- Rapariga 0% 0,1% ---- 0% 1,3% ---- 100% 98,6% ---- Quadro 17 – Consumo de vinho Consumo de bebidas destiladas (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 0% 0,5% ---- 7,9% 11,6% ---- 92,1% 87,9% ---- Rapariga 0% 0,1% ---- 6,7% 8,3% ---- 93,3% 91,6% ---- Quadro 18 – Consumo de bebidas destiladas Consumo de outras bebidas (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 0% 0,7% ---- 1,6% 6,3% ---- 98,4% 93,1% ---- Rapariga 0% 0,2% ---- 0% 4,3% ---- 100% 95,5% ---- Quadro 19 – Consumo de outra bebida
  • 13.
    4.3.2.2 Comparação entre anos de escolaridade  Dos Quadros 20 a 23 pode observar‐se que são os jovens do 8.º ano que dizem  menos  consumir  as  bebidas  mencionadas.  As  percentagens  de  consumo  de  bebidas  por  ano  de  escolaridade  referentes  à  amostra  quando  comparadas  com  as  percentagens médias nacionais são todas mais favoráveis à amostra, isto é, inferiores.  Consumo de cerveja (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 0% 0,2% ---- 0% 5,1% 5% 100% 94,7% ---- 10.º ano 0% 1,1% ---- 4,1% 14,8% 16% 95,9% 84,1% ---- Quadro 20 – Consumo de cerveja por ano de escolaridade Consumo de vinho (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 0% 0,4% ---- 0% 1,5% 3% 100% 98,1% ---- 10.º ano 0% 0,6% ---- 0% 4% 6% 100% 95,5% ---- Quadro 21 – Consumo de vinho por ano de escolaridade Consumo de bebidas destiladas (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 0% 0,3% ---- 1,3% 6,7% 8% 98,7% 93,1% ---- 10.º ano 0% 0,6% ---- 13,5% 18,9% 20% 86,5% 80,5% ---- Quadro 22 – Consumo de bebidas destiladas por ano de escolaridade
  • 14.
    Consumo de outrasbebidas (n=153) Todos os dias Todas as Raramente ou nunca semanas/meses Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 0% 0,5% ---- 1,3% 6,7% ---- 98,7% 95,4% ---- 10.º ano 0% 0,7% ---- 0% 18,9% ---- 100% 89,4% ---- Quadro 23 – Consumo de outras bebidas por ano de escolaridade 4.3.2.3 Embriaguez  A  esmagadora  maioria  dos  inquiridos,  92,2%,  afirma  nunca  ter  estado  embriagado.  Embriaguez (n=153) 1 - 3 vezes 5,2% Quatro vezes ou mais 2,6% Nunca 92,2% Gráfico 6 – Embriaguez 4.3.2.3.1 Comparação entre géneros  No Quadro 24 pode‐se observar que as raparigas afirmam nunca se embriagar  numa  percentagem  superior  à  dos  rapazes.  As  raparigas  afirmam  também  ter‐se  embriago uma a três vezes numa percentagem superior à dos rapazes. Já os rapazes  afirmam ter‐se embriagado quatro ou mais vezes numa percentagem superior à das  raparigas que apresentam percentagem zero.   Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais,  verifica‐se  que  as  percentagens  da  amostra  são  significativamente  mais  favoráveis à não embriaguez.   
  • 15.
    Embriaguez (n=153) Nunca 1 a 3 vezes 4 vezes ou mais Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 88,9% 73,1% ---- 4,8% 18,7% ---- 6,3% 8,2% ---- Rapariga 94,4% 76,9% ---- 5,6% 19,1% ---- 0% 4% ---- Quadro 24 – Embriaguez por género 4.3.2.3.2 Comparação entre anos de escolaridade  O  Quadro  25  deixa  observar  que  os  alunos  inquiridos  do  8.º  ano  nunca  se  embriagaram.  Já  os  alunos  inquiridos  do  10.º  ano  apresentam  percentagens  de  embriaguez a ter em conta.   Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais  observa‐se  que  aquelas  são  significativamente  mais  favoráveis  à  não  embriaguez.   Embriaguez (n=153) Nunca 1 a 3 vezes 4 vezes ou mais Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 100% 78,1% ---- 0% 18,5% ---- 0% 3,3% ---- 10.º ano 83,8% 59,5% ---- 10,8% 28,2% ---- 5,4% 12,3% ---- Quadro 25 – Embriaguez por ano de escolaridade 4.3.2.3.3 Relação entre consumo de álcool e outras drogas  O cruzamento das tabelas Identificação, Álcool e Drogas permitiu observar que  não  existem  inquiridos  que  consomem  álcool  todos  os  dias  ou  todas  as  semanas/meses e outras drogas regularmente ou mais que uma vez.  4.3.2.4 Relação entre a embriaguez do tipo “quatro ou mais vezes” e o ambiente  familiar  Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Álcool  e  Família.  Do  cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  2,6%  que  afirmam  ter‐se  embriagado  quatro ou mais vezes, todos são do género masculino, vivem com mãe/pai e não têm  uma  segunda  casa,  0,65%  tem  mais  facilidade  em  falar  com  a  mãe,  1,3%  tem  mais  facilidade em falar com o irmão mais velho e 0,65% não respondeu à pergunta “Tens  mais facilidade em falar com:”. 
  • 16.
    4.3.2.5 Relação entre a embriaguez do tipo “quatro ou mais vezes” e o ambiente  escolar  Do  cruzamento  das  tabelas  Identificação,  Álcool  e  Escola,  dos  2,6%  que  afirmam  ter‐se  embriagado  quatro  ou  mais  vezes  todos  são  do  género  masculino,  todos  gostam  da  escola,  1,95%  acham  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade  boa/média  e  0,65%  acham  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade superior à média.   Desses  2,6%,  100%  afirma  gostar  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e  vice‐versa,  que os seus amigos são simpáticos e prestáveis e que estes os aceitam como são.  4.4    Outras drogas  4.4.1 Experimentar outras drogas  A  esmagadora  maioria  dos  inquiridos  refere  não  ter  experimentado  outras  drogas.    Experimentar outras drogas (n=153) Sim Não Sim 6% Não 94% Gráfico 7 – Experimentar outras drogas 4.4.1.1    Experimentar outras drogas por género  São os rapazes os que mais experimentam outras drogas.   Experimentar outras drogas por género Sim Não Rapaz 7,9% 92,1% Rapariga 4,4% 95,6% Quadro 26 – Experimentar outras drogas por género
  • 17.
    4.4.1.2   Experimentar outras drogas por ano de escolaridade  São os jovens do 10.º ano os que mais experimentam outras drogas.  Experimentar outras drogas por ano de escolaridade Sim Não 8.º ano 1,3% 98,7% 10.º ano 10,8% 89,2% Quadro 27 – Experimentar outras drogas por ano de escolaridade 4.4.1.3   Experimentação de tipos de outras drogas  No  Quadro  28,  pode‐se  observar  que  o  Haxixe/erva  apresenta  maior  percentagem. As percentagens da amostra são todas significativamente inferiores às  percentagens médias nacionais.  Experimentação de tipos de outras drogas (n=153) Experimentar os seguintes produtos: Escola Nacional OCDE Haxixe/erva 5,2% 8,8% ---- Estimulantes 0% 3,4% ---- LSD 0,65% 2% ---- Cocaína 0% 1,9% ---- Ecstasy 0,65% 1,8% ---- Medicamentos usados como drogas 0% 1,6% ---- Heroína 0,65% 1,4% ---- Doping 0,65% 1,2% ---- Quadro 28 – Experimentação de tipos de outras drogas 4.4.1.4 Comparação entre géneros  Nos Quadros 29 a 33 apresentam‐se os produtos mais experimentados. Pode  observar‐se que são os rapazes que mais frequentemente referem ter experimentado  haxixe,  heroína  e  doping.  Já  as  raparigas  referem  ter  experimentado  mais  frequentemente LSD e Ecstasy.   À excepção dos produtos heroína e doping em relação aos quais não existem  referentes  nacionais,  pode‐se  constatar  que  as  percentagens  de  experimentação  da  amostra  são  inferiores,  relativamente  à  experimentação  de  todos  os  produtos  com  excepção  do  LSD  nas  raparigas  cujas  percentagens  são  iguais,  quando  comparadas  com as percentagens médias nacionais.    
  • 18.
    Experimentar haxixe Haxixe Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 7,9% 10,7% ---- 92,1% 89,3% ---- Rapariga 3,3% 7% ---- 96,1% 93% ---- Quadro 29 – Experimentação de haxixe por género Experimentar LSD LSD Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 0% 3% ---- 100% 97% ---- Rapariga 1,1% 1,1% ---- 98,9% 98,9% ---- Quadro 30 – Experimentação de LSD por género Experimentar Ecstasy Ecstasy Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 0% 2,4% ---- 100% 97,6% ---- Rapariga 1,1% 1,4% ---- 98,9% 98,6% ---- Quadro 31 – Experimentação de Ecstasy por género
  • 19.
    Experimentar Heroína Heroína Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 1,6% ---- ---- 98,4% ---- ---- Rapariga 0% ---- ---- 100% ---- ---- Quadro 32 – Experimentação de Heroína por género Experimentar Doping Doping Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 1,6% ---- ---- 98,4% ---- ---- Rapariga 0% ---- ---- 100% ---- ---- Quadro 33 – Experimentação de Doping por género 4.4.1.5   Comparação entre anos de escolaridade  Dos  Quadros  34  a  38  pode‐se  constatar  que  são  os  jovens  do  10.º  ano  que  referem mais frequentemente que já experimentaram haxixe, LSD, Ecstasy, Heroína e  Doping. Os jovens do 8.º ano apenas dizem ter experimentado Haxixe.  As  percentagens  de  experimentação  de  todos  os  produtos  pela  amostra  quando comparadas as percentagens médias nacionais revelaram‐se inferiores.  Experimentar haxixe Haxixe Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 1,3% 5,2% ---- 98,7% 94,8% ---- 10.º ano 9,5% 17,1% ---- 90,5% 82,9% ---- Quadro 34 – Experimentação de haxixe por ano de escolaridade
  • 20.
    Experimentar LSD LSD Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 0% 2,4% ---- 100% 97,6% ---- 10.º ano 1,4% 1,9% ---- 98,6% 98,1% ---- Quadro 35 – Experimentação de LSD por ano de escolaridade Experimentar Ecstasy Ecstasy Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 0% 1,9% ---- 100% 98,1% ---- 10.º ano 1,4% 2% ---- 98,6% 98% ---- Quadro 36 – Experimentação de Ecstasy por ano de escolaridade Experimentar Heroína Heroína Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 0% ---- ---- 100% ---- ---- 10.º ano 1,4% ---- ---- 98,6% ---- ---- Quadro 37 – Experimentação de Heroína por ano de escolaridade Experimentar Doping Heroína Sim Não Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 0% ---- ---- 100% ---- ---- 10.º ano 1,4% ---- ---- 98,6% ---- ---- Quadro 38 – Experimentação de Doping por ano de escolaridade
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    4.4.2 Consumo de outras drogas  4.4.2.1   Consumo de outras drogas no último mês pelos inquiridos consumidores    Dos  3,3%  dos  inquiridos  que  se  dizem  consumidores,  no  último  mês:  0%  consumiram regularmente, 0,65% consumiram mais que uma vez e 2,6% consumiram  uma vez, conforme se pode observar no Gráfico 8.    Consumo de outras drogas no último mês pelos inquiridos consumidores (n=153) 0% 0,65% 2,60%   Gráfico 8 – Consumo de outras drogas no último mês pelos inquiridos consumidores     4.4.2.2   Consumo de cannabis ao longo da vida e no último ano    Consumo de cannabis ao longo da vida (n=153) Mais do que Uma a duas 3 vezes vezes 0,65% 1,35% Nunca 98% Gráfico 9 – Consumir cannabis ao longo da vida
  • 22.
    Consumo de cannabisno último ano (n=153) Mais do que Uma a duas 3 vezes vezes 0% 1,96% Nunca 98,04% Gráfico 10 – Consumir cannabis no último ano 4.4.2.2.1 Comparação entre géneros  De  acordo  com  os  Quadros  39  e  40  são  as  raparigas  as  que  mais  referem  ter  consumido uma – duas vezes ao longo da vida e no último ano. Já os rapazes afirmam  ter consumido mais de três vezes ao longo da vida.   Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais  aquelas  são  significativamente  favoráveis  a  comportamentos  mais  saudáveis.  Consumo ao longo da vida Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 98,4% 91,4% ---- 0% 3,3% ---- 1,6% 5,2% ---- Rapariga 97,8% 94,6% ---- 2,2% 2,8% ---- 0% 2,7% ---- Quadro 39 – Consumo de cannabis ao longo da vida por género Consumo no último ano Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 98,4% 92,5% ---- 1,6% 3% ---- 0% 4,5% ---- Rapariga 97,8% 95,2% ---- 2,2% 2,6% ---- 0% 2,2% ---- Quadro 40 – Consumo de cannabis no último ano por género
  • 23.
    4.4.2.2.2 Comparação entre anos de escolaridade  Nos  Quadros  41  e  42  pode‐se  constatar  que  são  os  jovens  inquiridos  do  10.º  ano os que mais referem ter consumido ao longo da vida e no último ano.  Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais  e  da  OCDE  aquelas  são  significativamente  favoráveis  a  comportamentos  mais saudáveis.  Consumo ao longo da vida Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 100% 96,3% ---- 0% 1,6% ---- 0% 2,1% ---- 10.º ano 96% 85,3% ---- 2,7% 6,4% ---- 1,4% 8,3% ---- Quadro 41 – Consumo de cannabis ao longo da vida por ano de escolaridade Consumo no último ano Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 100% 96,5% ---- 0% 1,9% ---- 0% 1,6% ---- 10.º ano 96% 87,4% ---- 4% 5,4% 5% 0% 7,2% 6% Quadro 42 – Consumo de cannabis no último ano por ano de escolaridade 4.4.2.3  Consumo de cannabis no último mês  100% dos inquiridos afirma nunca ter consumido cannabis no último mês.  Consumo de cannabis no último mês (n=153) Nunca 100% Gráfico 11 – Consumir cannabis no último mês
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    4.4.2.3.1 Comparação entre géneros  Nos  Quadros  43  pode‐se  constatar  que  os  alunos  da  amostra  nunca  consumiram cannabis no último mês.  Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais aquelas são absolutamente favoráveis ao não consumo no último mês.  Consumo no último mês Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 100% 95,4% ---- 0% 1,7% ---- 0% 2,9% ---- Rapariga 100% 97,4% ---- 0% 1,6% ---- 0% 1% ---- Quadro 43 – Consumo de cannabis no último mês por género 4.4.2.3.2 Comparação entre anos de escolaridade  No Quadro 44 pode‐se constatar que os alunos da amostra nunca consumiram  cannabis no último mês.  Comparando  as  percentagens  da  amostra  com  as  percentagens  médias  nacionais aquelas são absolutamente favoráveis ao não consumo no último mês.  Consumo no último mês Nunca 1 – 2 vezes Mais de três vezes Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 100% 98% ---- 0% 1,2% ---- 0% 0,8% ---- 10.º ano 100% 92,7% ---- 0% 3,2% ---- 0% 4,1% ---- Quadro 44 – Consumo de cannabis no último mês por ano de escolaridade 4.4.2.4   Relação  entre  consumo  de  outras  drogas  no  último  mês  e  ambiente  familiar  Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Drogas  e  Família.  Do  cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  3,3%  que  afirmam  ter  consumido  drogas  no último mês, 80% são rapazes, 20% diz ter consumido por mais de uma vez e 80%  diz ter consumido uma vez. Destes 80%, 25% tem uma segunda casa do pai que visita  regularmente e diz ter mais facilidade em falar com a mãe.   Dos  3,3%  que  dizem  ter  consumido  drogas  no  último  mês,  80%  afirma  ter  facilidade  em  falar  com  ambos  os  progenitores  enquanto  20%  afirma  ter  mais  facilidade em falar com o irmão mais velho. 
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    4.4.2.5 Relação entre consumo de drogas no último mês e ambiente escolar  Foram  cruzados  os  dados  das  tabelas  Identificação,  Drogas  e  Escola.  Do  cruzamento  dos  dados  salienta‐se  que  dos  3,3%  que  afirmam  ter  consumido  drogas  no último mês, 80% são rapazes, 20% diz ter consumido por mais de uma vez e 80%  diz ter consumido uma vez.   Dos 3,3% que dizem ter consumido drogas no último mês:    ‐  60%  afirmam  gostar  da  escola,  considerarem  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade  boa/média,  gostarem  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e  vice‐versa,  considerarem que os seus amigos são prestáveis e simpáticos e que estes os aceitam  como são;    ‐  40%  diz  não  gostar  da  escola.  Destes,  50% consideram  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade  boa/média,  afirmam  gostar  de  se  juntar  aos  seus  amigos  e  vice‐versa,  dizem  não  ser  verdadeiro  nem  falso  os  seus  amigos  serem  prestáveis  e  simpáticos e não ser verdadeiro nem falso serem aceites como são pelos seus amigos;  os  restantes  50%  afirmam  que  os  seus  professores  os  pensam  com  capacidade  superior à média, gostam de se juntar aos seus amigos e vice‐versa, consideram que  os seus amigos são prestáveis e simpáticos e dizem ser aceites como são por estes.  4.5   Ambiente familiar  4.5.1 Agregado familiar  4.5.1.1 Mora com …  Do Quadro 45 verifica‐se que a maioria dos jovens inquiridos vive com a mãe.  Seguindo‐se com o pai. E 90,85% dos inquiridos vive com a mãe e com o pai.  A  percentagem  dos  jovens  inquiridos  que  vive  com  a  mãe  é  inferior  à  percentagem média nacional. Já a percentagem dos jovens inquiridos que vive com o  pai  (e  no  caso  da  amostra  com  o  pai  e  a  mãe)  é  superior  à  percentagem  média  nacional. Relativamente a morar com a avó, avô, padrasto, madrasta e outra pessoa,  as percentagens dos inquiridos são inferiores às percentagens médias nacionais. 
  • 26.
    Mora com … Escola Nacional OCDE Mãe 91,5% 92,1% ---- Pai 90,85% 77,7% ---- Avó 1,3% 12,5% ---- Avô 1,3% 8% ---- Padrasto 0,65% 6,7% ---- Madrasta 0% 2% ---- Lar/Família de 0,65% 0,6% ---- acolhimento Outra pessoa 0,65% 10% ---- Quadro 45 – Mora com … 4.5.1.2   Número de irmãos  A maioria dos inquiridos afirma ter um irmão (género masculino ou feminino) e  cerca de um quarto não ter irmãos. 20,9% diz ter dois ou mais irmãos.  Número de irmãos (n=153) Não tem 23,5% Um irmão 55,6% Dois ou mais irmãos 20,9% Gráfico 12 – Número de irmãos No  Quadro  46,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da  amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  as  percentagens de ter um irmão e não ter irmãos são superiores na amostra, enquanto  que a percentagem de ter dois ou mais irmãos é inferior na amostra. 
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    Número de irmãos Escola Nacional OCDE Um irmão 55,6% 45,5% ---- Dois ou mais irmãos 20,9% 31,1% ---- Não tem irmãos 23,5% 23,4% ---- Quadro 46 – Número de irmãos 4.5.1.3   Tem outra casa ou outra família  Sobre se têm ou  não  uma segunda casa, uma  maioria  muito significativa  dos  inquiridos afirma não ter uma segunda casa.  Segunda casa (n=153) Tem 8% Não tem 92% Gráfico 13 – Ter uma segunda casa ou família   No  Quadro  47,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da  amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  a  percentagem de não ter uma segunda casa é superior na amostra.  Ter uma segunda casa Escola Nacional OCDE Tem 7,8% 18,5% ---- Não tem 92,2% 81,5% ---- Quadro 47 – Ter uma segunda casa ou família
  • 28.
    4.5.1.4 Frequência na segunda casa  Dos inquiridos que afirmam ter uma segunda casa, metade diz estar nessa casa  às vezes, um quarto diz estar nessa casa metade do tempo e o outro quarto diz estar  regularmente nessa segunda casa.   Frequência na segunda casa (n=153) Metade do tempo 25% Às vezes 50% Regularmente 25% Gráfico 14 – Frequência na segunda casa No  Quadro  48,  pode‐se  observar  a  comparação  entre  as  percentagens  da  amostra  e  as  percentagens  médias  nacionais.  Da  comparação  resulta  que  a  percentagem de estar metade do tempo na segunda casa na amostra é muito inferior  à  percentagem  média  nacional,  contudo  a  percentagem  de  estar  regularmente  na  segunda casa na amostra é muito superior à percentagem média nacional.  Frequência na segunda casa Escola Nacional OCDE Às vezes 50% 46,4% ---- Metade do tempo 25% 38,9% ---- Regularmente 25% 14,6% ---- Quadro 48 – Frequência na segunda casa 4.5.1.5 Na segunda casa: mora com …  Do Quadro 49 verifica‐se que a maioria significativa dos jovens inquiridos, 75%,  mora  com  o  pai  na  segunda  casa  e  que  esta  percentagem  é  muito  superior  à  percentagem média nacional. 8,3% diz morar na segunda casa com o pai e madrasta e  8,3% com os avós.       
  • 29.
    Na segunda casa:mora com … Escola Nacional OCDE Mãe 8,3% 17,2% ---- Pai 75% 13,4% ---- Avó 8,3% 4,2% ---- Avô 8,3% 3,1% ---- Padrasto 0% 1,9% ---- Madrasta 8,3% 4,7% ---- Lar/Família de acolhimento 8,3% 0,4% ---- Outra pessoa 0% 2,3% ---- Quadro 49 – Na segunda casa: mora com … 4.5.2 Relação com a família  4.5.2.1   Mais facilidade em falar com …  No  Quadro  50,  pode‐se  constatar  que  os  jovens  da  amostra  têm  mais  facilidade  em  falar  com  a  mãe  embora  a  percentagem  seja  inferior  à  percentagem  média nacional.   De salientar que: 25% dos inquiridos dizem ter igual facilidade em falar com a  mãe e com o pai; dos 9,8% que diz ter mais facilidade em falar com outra pessoa, 47%  têm mais facilidade em falar somente com outra pessoa. Destes 47%, 57% diz ter mais  facilidade  em  falar  apenas  com  amigos,  28,6%  apenas  com  primos  e  14,4%  apenas  com tios.  Mais facilidade em falar com … Escola Nacional OCDE Pai 29,4% 55% ---- Mãe 68,6% 78% ---- Padrasto 0,65% 10,3% ---- Irmão mais velho 14,4% 28,8% ---- Irmã mais velha 14,4% 31,7% ---- Avó 9,2% ---- ---- Avô 2,6% ---- ---- Outra pessoa 9,8% ---- ---- Quadro 50 – Mais facilidade em falar com …
  • 30.
    4.5.2.1.1 Comparação entre géneros  Dos Quadros 51 a 53 pode‐se constatar que são as raparigas as que dizem ter  mais facilidade em falar com a mãe, os rapazes os que afirmam ter mais facilidade em  falar com o pai e com ambos os progenitores.  No Quadro 51, dos 63,5% dos rapazes que dizem ter mais facilidade em falar  com a mãe, somente 35% têm mais facilidade em falar apenas com a mãe, e dos 72%  de  raparigas  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar  com  a  mãe,  só  50%  têm  mais  facilidade em falar apenas com a mãe.  No  Quadro  52,  dos  35%  dos  rapazes  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar  com o pai, somente 6,3% têm mais facilidade em falar apenas com o pai, e dos 25,6%  de  raparigas  que  dizem  ter  mais  facilidade  em  falar  com  o  pai,  só  2,2%  têm  mais  facilidade em falar apenas com o pai.  Mais facilidade em falar com a mãe Escola Nacional OCDE Rapaz 63,5% 79,2% ---- Rapariga 72% 76,9% ---- Quadro 51 – Mais facilidade em falar com a mãe por género Mais facilidade em falar com o pai Escola Nacional OCDE Rapaz 35% 66,4% ---- Rapariga 25,6% 44,7% ---- Quadro 52 – Mais facilidade em falar com o pai por género Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai Escola Nacional OCDE Rapaz 28,6% ---- ---- Rapariga 22,2% ---- ---- Quadro 53 – Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai por género 4.5.2.1.2 Comparação entre anos de escolaridade  Dos Quadros 54 a 56 pode‐se verificar que são os jovens inquiridos do 8.º ano  os que dizem ser mais fácil falar com a mãe, com o pai e com ambos os progenitores.  No  Quadro  54,  dos  69,6%  dos  inquiridos  do  8.º  ano  que  dizem  ter  mais  facilidade em  falar com a mãe, somente  40,5% têm mais facilidade  em  falar  apenas  com a mãe, e dos 67,6% dos inquiridos do 10.º ano que dizem ter mais facilidade em  falar com a mãe, só 47,3% têm mais facilidade em falar apenas com a mãe.  No  Quadro  55,  dos  31,6%  dos  inquiridos  do  8.º  ano  que  dizem  ter  mais  facilidade em falar com o pai, somente 2,5% têm mais facilidade em falar apenas com 
  • 31.
    o pai, e dos 27% dos inquiridos do 10.º ano que dizem ter mais facilidade em falar com  o pai, só 6,8% têm mais facilidade em falar apenas com o pai.  Mais facilidade em falar com a mãe Escola Nacional OCDE 8.º ano 69,6% 74,4% ---- 10.º ano 67,6% 74,6% ---- Quadro 54 – Mais facilidade em falar com a mãe por ano de escolaridade Mais facilidade em falar com o pai Escola Nacional OCDE 8.º ano 31,6% 51,7% ---- 10.º ano 27% 48,5% ---- Quadro 55 – Mais facilidade em falar com o pai por ano de escolaridade Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai Escola Nacional OCDE 8.º ano 29,1% ---- ---- 10.º ano 20,3% ---- ---- Quadro 56 – Mais facilidade em falar com a mãe e com o pai por ano de escolaridade 4.5.3 Ambiente escolar    4.5.3.1    Escola ‐ Gostar da escola  A maioria significativa dos jovens inquiridos diz gostar da escola.    Gostar da escola (n=153) Gosta Não gosta Não gosta 9% Gosta 91% Gráfico 15 – Gostar da escola
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    4.5.3.1.1 Comparação entre géneros  No  Quadro  57  verifica‐se  que  são  os  rapazes  os  que  mais  dizem  gostar  da  escola e que para ambos os géneros as percentagens dos inquiridos  da amostra que  dizem gostar da escola são superior às respectivas percentagens médias nacionais.  Gostar da escola Gosto Não gosto Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE Rapaz 93,7% 71,9% ---- 6,3% 28,1% ---- Rapariga 90% 80,7% ---- 10% 19,3% ---- Quadro 57 – Gostar da escola por género 4.5.3.1.2 Comparação entre anos de escolaridade  No  Quadro  58  observa‐se  que  são  os  jovens  do  10.º  ano  que  mais  afirmam  gostar  da  escola  e  que  para  ambos  os  anos  de  escolaridade  as  percentagens  dos  inquiridos da amostra que dizem gostar da escola são superiores às correspondentes  percentagens médias nacionais.   Gostar da escola Gosto Não gosto Escola Nacional OCDE Escola Nacional OCDE 8.º ano 89,9% 71,6% ---- 10,1% 28,4% ---- 10.º ano 93,2% 75,8% ---- 6,8% 24,2% ---- Quadro 58 – Gostar da escola por ano de escolaridade 4.5.3.2 Relação com os professores ‐ Capacidade académica/escolar  Quando questionados sobre o que os seus professores pensam em relação às  suas capacidades académicas, a maioria significativa dos inquiridos refere que os seus  professores os consideram com capacidade académica boa/média.  
  • 33.
    Capacidade académica (n=153) Superior à média 15,7% Inferior à média 3,3% Boa/Média 81% Gráfico 16 – Capacidade académica 4.5.3.2.1 Comparação entre géneros  Quando comparados os géneros, os rapazes referem mais frequentemente que  a percepção dos professores sobre a sua capacidade académica é superior à média. As  raparigas referem mais frequentemente que a percepção dos professores sobre a sua  capacidade académica é inferior à média ou boa/média.  Comparativamente às percentagens médias nacionais respectivas, somente na  capacidade  académica  superior  à  média  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos da amostra para ambos os géneros.  Capacidade académica Inferior à média Boa/Média Superior à média Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 1,6% 6,7% ---- 77,8% 83,4% ---- 20,6% 9,9% ---- Rapariga 4,4% 5% ----- 83,4% 87% ---- 12,2% 8% ---- Quadro 59 – Capacidade académica por género 4.5.3.2.2 Comparação entre anos de escolaridade  São  os  alunos  do  8.º  ano  que  mais  frequentemente  referem  que  os  seus  professores consideram  a  sua  capacidade  superior  á  média,  enquanto  que  os  alunos  do 10.º ano referem mais frequentemente que os seus professores consideram as suas  capacidade académica inferior à média ou boa/média.  Comparativamente às percentagens médias nacionais respectivas, somente na  capacidade  académica  superior  à  média  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos da amostra para ambos os anos de escolaridade. 
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    Capacidade académica Inferior à média Boa/Média Superior à média Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 2,5% 6,1% ---- 76% 83,5% ---- 21,5% 10,5% ---- 10.º ano 4% 6,3% ---- 86,5% 87,5% ---- 9,5% 6,2% ---- Quadro 60 – Capacidade académica por ano de escolaridade 4.5.3.3   Relação com os colegas/amigos    4.5.3.3.1 Os colegas/amigos gostam de estar juntos  A quase totalidade dos jovens afirma gostar de estar juntos.  Os colegas/amigos gostam de estar juntos (n=153) Nem verdadeiro nem falso Falso 5,9% 0,6% Verdadeiro 93,5% Gráfico 17 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos 4.5.3.3.1.1   Comparação entre géneros  Quando  comparados  os  géneros,  são  as  raparigas  que  mais  referem  que  os  colegas/amigos gostam de estar juntos.  Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são  inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros.  Os colegas/amigos gostam de estar juntos Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 1,6% 4,2% ---- 6,3% 11,3% ---- 92,1% 84,5% ---- Rapariga 0% 5,3% ---- 5,6% 18,3% ---- 94,4% 76,4% ---- Quadro 61 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos por género
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    4.5.3.3.1.2    Comparação entre anos de escolaridade  No Quadro 62, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados  não foram estatisticamente significativos.   Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de  escolaridade.  Os colegas/amigos gostam de estar juntos Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 1,3% 3,9% ---- 5% 13,7% ---- 93,7% 82,4% ---- 10.º ano 0% 5,6% ---- 6,8% 18,7% ---- 93,2% 75,6% ---- Quadro 62 – Os colegas/amigos gostam de estar juntos por ano de escolaridade 4.5.3.3.2 Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis  A maioria significativa dos alunos inquiridos afirma que os colegas/amigos são  simpáticos e prestáveis.    Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis (n=153) Falso 0,65% Nem verdadeiro nem falso 7,85% Verdadeiro 91,5% Gráfico 18 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis 4.5.3.3.2.1   Comparação entre géneros  Quando  comparados  os  géneros,  são  as  raparigas  que  mais  referem  que  os  colegas/amigos são simpáticos e prestáveis.  Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando afirmam ser verdade que os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis estas  são inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros. 
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    Os colegas/amigos sãosimpáticos e prestáveis Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 1,6% 6,7% ---- 7,9% 12,8% ---- 90,5% 80,5% ---- Rapariga 0% 6,8% ---- 7,8% 14,6% ---- 92,2% 78,6% ---- Quadro 63 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis por género 4.5.3.3.2.2   Comparação entre anos de escolaridade  No Quadro 64, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados  não  foram  estatisticamente  significativos,  excepto  quando  afirmam  não  ser  verdadeiro  nem  falso  os  colegas/amigos  serem  simpáticos  e  prestáveis  em  que  a  percentagem dos inquiridos do 10.º ano é 5,8% superior à do 8.º ano.   Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  gostam  de  se  juntar  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de  escolaridade.  Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 1,3% 5,7% ---- 5% 15,6% ---- 93,7% 78,6% ---- 10.º ano 0% 6,8% ---- 10,8% 11,6% ---- 89,2% 81,5% ---- Quadro 64 – Os colegas/amigos são simpáticos e prestáveis por ano de escolaridade 4.5.3.3.3 Os colegas/amigos aceitam‐me como sou  A  maioria  significativa  dos  inquiridos  afirma  ser  aceite  pelos  colegas/amigos  como é.  
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    Os colegas/amigos aceitam-mecomo sou (n=153) Falso Nem verdadeiro nem falso 1,3% 7,2% Verdadeiro 91,5% Gráfico 19 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou 4.5.3.3.3.1    Comparação entre géneros  Quando  comparados  os  géneros,  são  os  rapazes  que  mais  referem  que  os  colegas/amigos aceitam‐nos como são.  Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  os  aceitam  como  são  estas  são  inferiores às percentagens dos inquiridos da amostra para ambos os géneros.  Os colegas/amigos aceitam-me como sou Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Rapaz 0% 5% ---- 7,9% 7,7% ---- 92,1% 87,4% ---- Rapariga 0% 4,6% ---- 6,7% 9,9% ---- 91,1% 85,5% ---- Quadro 65 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou por género 4.5.3.3.3.2    Comparação entre anos de escolaridade  No Quadro 66, pode‐se observar que entre anos de escolaridade os resultados  não foram estatisticamente significativos.   Comparativamente  às  percentagens  médias  nacionais  respectivas,  somente  quando  afirmam  ser  verdade  que  os  colegas/amigos  os  aceitam  como  são  estas  são  inferiores  às  percentagens  dos  inquiridos  da  amostra  para  ambos  os  anos  de  escolaridade.             
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      Os colegas/amigos aceitam-me como sou Falso Nem verdadeiro nem Verdadeiro falso Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE Esc. Nac. OCDE 8.º ano 1,3% 4% ---- 7,6% 9,9% ---- 91,1% 86% ---- 10.º ano 1,3% 4,5% ---- 6,8% 9% ---- 91,9% 86,5% ---- Quadro 66 – Os colegas/amigos aceitam-me como sou por ano de escolaridade